outubro 02, 2009

Preocupado com algumas rugas?



Por que se preocupar
com algumas rugas?

'Ame a todo momento, todos os dias,
de todas as formas e maneiras, de qualquer jeito,
em todo lugar, sem culpas, sem preconceitos e sem tabus.

BOM FINAL DE SEMANA.


Preocupado com algumas rugas?



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'Ame a todo momento, todos os dias,
de todas as formas e maneiras, de qualquer jeito,
em todo lugar, sem culpas, sem preconceitos e sem tabus.

BOM FINAL DE SEMANA.


outubro 01, 2009

O que pensa o idoso brasileiro?


Yuri ArcursPesquisa revela que brasileiros mais velhos temem a solidão e que homens sofrem mais com a aposentadoria

Por Elisa Campos

Brasil terá 64 milhões de idosos em 2050

Em 2010, 10% da população brasileira será composta por idosos e a expectativa de vida no país alcançará 73,4 anos. Uma enorme diferença em relação a 1980, quando apenas 6% dos brasileiros eram idosos e a expectativa não ultrapassava 62,6 anos. Mas pouco na comparação com o que se espera para 2050, quando os idosos representarão 30% da população, ou 64 milhões, e a expectativa de vida alcançará os 81,3 anos. Mas quem é o idoso brasileiro?

Segundo pesquisa apresentada nesta quinta-feira (01/10), Dia Internacional do Idoso, pelo Bradesco Seguros e Previdência, a maioria dos idosos brasileiros tem orgulho e satisfação de ter chegado onde estão, tendo superado desafios e criado seus filhos.

A aposentadoria representa para eles um divisor de águas. “É como se eles tivessem a sensação de que o dever foi cumprido e que agora é a hora de aproveitar a vida”, afirma Jorge Nasser, diretor-executivo do Bradesco Seguros e Previdência.

Mas essa fase da vida não é feita só de conquistas. Ela vem acompanhada por uma redução drástica dos rendimentos da família e da necessidade da “invenção” de uma nova rotina.


Essa situação, segundo apontou a pesquisa, costuma ser mais difícil para os homens. Eles se ressentem mais com a perda de status financeiro. “Ele vê seu papel de provedor acabar”, explica Nasser. Além disso, os homens têm maior dificuldade para se socializar.

Já as mulheres se revelam mais joviais e com mais energia, conseguindo se integrar mais na sociedade, estabelecendo mais facilmente grupos de amigos.

Solidão
Os maiores medos enfrentados nessa etapa da vida são a falta de recursos financeiros, a solidão e as doenças. Os idosos, de modo geral, não acreditam que contarão com a ajuda dos filhos na velhice e tendem a carregar um certo amargor por isso.

De acordo com o levantamento, eles consideram o porteiro seu melhor amigo. “Os idosos vêem neles alguém que está lá na hora em que eles precisam, que pode ajudá-los com tarefas extras como levar as compras do supermercado e em quem podem confiar”, fala o diretor-executivo.

Levando em consideração essa realidade, o Bradesco Seguros e Previdência irá lançar em novembro o projeto piloto do programa Amigo do Idoso. A iniciativa começará nos bairros de Higienópolis, em São Paulo, e Copacabana, no Rio de Janeiro.

Pelo Programa de Aperfeiçoamento Profissional de Porteiros de Condomínios, os profissionais serão capacitados para lidar e ajudar os idosos. O curso, que será gratuito, terá 16 horas de duração e classes de até 30 porteiros. As primeiras turmas devem ser iniciadas em janeiro.

Quem sou eu?
Ser idoso para 53% dos mais velhos é ter que lidar com doenças físicas. Para 44% é ser mais experiente, para 33% ter mais tempo e para 20% ter que lidar com maus tratos e desrespeito, aponta outra pesquisa do Bradesco Seguro e Previdência, realizada com 1, 2 mil entrevistados.


A maioria concorda que o idoso não é respeitado no Brasil, 80% dizem que “a sociedade ainda não está preparada para o idoso”.

Para 59% dos idosos, os parentes acabam mesmo se esquecendo deles. Os que mais concordam com essa frase são os homens (62%) e a classe C (64%).

A falta de dinheiro (37%), de tempo (29%) e de saúde (20%) são os principais motivos apontados que impedem os idosos de fazerem mais o que gostam. Segundo a pesquisa, 37% querem viajar mais a lazer, 4% querem sair para dançar ou ir à academia, enquanto 3% querem trabalhar.

FONTE: Época Negócios

O que pensa o idoso brasileiro?


Yuri ArcursPesquisa revela que brasileiros mais velhos temem a solidão e que homens sofrem mais com a aposentadoria

Por Elisa Campos

Brasil terá 64 milhões de idosos em 2050

Em 2010, 10% da população brasileira será composta por idosos e a expectativa de vida no país alcançará 73,4 anos. Uma enorme diferença em relação a 1980, quando apenas 6% dos brasileiros eram idosos e a expectativa não ultrapassava 62,6 anos. Mas pouco na comparação com o que se espera para 2050, quando os idosos representarão 30% da população, ou 64 milhões, e a expectativa de vida alcançará os 81,3 anos. Mas quem é o idoso brasileiro?

Segundo pesquisa apresentada nesta quinta-feira (01/10), Dia Internacional do Idoso, pelo Bradesco Seguros e Previdência, a maioria dos idosos brasileiros tem orgulho e satisfação de ter chegado onde estão, tendo superado desafios e criado seus filhos.

A aposentadoria representa para eles um divisor de águas. “É como se eles tivessem a sensação de que o dever foi cumprido e que agora é a hora de aproveitar a vida”, afirma Jorge Nasser, diretor-executivo do Bradesco Seguros e Previdência.

Mas essa fase da vida não é feita só de conquistas. Ela vem acompanhada por uma redução drástica dos rendimentos da família e da necessidade da “invenção” de uma nova rotina.


Essa situação, segundo apontou a pesquisa, costuma ser mais difícil para os homens. Eles se ressentem mais com a perda de status financeiro. “Ele vê seu papel de provedor acabar”, explica Nasser. Além disso, os homens têm maior dificuldade para se socializar.

Já as mulheres se revelam mais joviais e com mais energia, conseguindo se integrar mais na sociedade, estabelecendo mais facilmente grupos de amigos.

Solidão
Os maiores medos enfrentados nessa etapa da vida são a falta de recursos financeiros, a solidão e as doenças. Os idosos, de modo geral, não acreditam que contarão com a ajuda dos filhos na velhice e tendem a carregar um certo amargor por isso.

De acordo com o levantamento, eles consideram o porteiro seu melhor amigo. “Os idosos vêem neles alguém que está lá na hora em que eles precisam, que pode ajudá-los com tarefas extras como levar as compras do supermercado e em quem podem confiar”, fala o diretor-executivo.

Levando em consideração essa realidade, o Bradesco Seguros e Previdência irá lançar em novembro o projeto piloto do programa Amigo do Idoso. A iniciativa começará nos bairros de Higienópolis, em São Paulo, e Copacabana, no Rio de Janeiro.

Pelo Programa de Aperfeiçoamento Profissional de Porteiros de Condomínios, os profissionais serão capacitados para lidar e ajudar os idosos. O curso, que será gratuito, terá 16 horas de duração e classes de até 30 porteiros. As primeiras turmas devem ser iniciadas em janeiro.

Quem sou eu?
Ser idoso para 53% dos mais velhos é ter que lidar com doenças físicas. Para 44% é ser mais experiente, para 33% ter mais tempo e para 20% ter que lidar com maus tratos e desrespeito, aponta outra pesquisa do Bradesco Seguro e Previdência, realizada com 1, 2 mil entrevistados.


A maioria concorda que o idoso não é respeitado no Brasil, 80% dizem que “a sociedade ainda não está preparada para o idoso”.

Para 59% dos idosos, os parentes acabam mesmo se esquecendo deles. Os que mais concordam com essa frase são os homens (62%) e a classe C (64%).

A falta de dinheiro (37%), de tempo (29%) e de saúde (20%) são os principais motivos apontados que impedem os idosos de fazerem mais o que gostam. Segundo a pesquisa, 37% querem viajar mais a lazer, 4% querem sair para dançar ou ir à academia, enquanto 3% querem trabalhar.

FONTE: Época Negócios

setembro 30, 2009

Uma dieta rica em peixe deixa o cérebro bem afiado na velhice.

LONGEVIDADE

Uma pesquisa recém-publicada pelo American Journal of Nutrition investigou o padrão de consumo de peixe numa população de cerca de 15 mil idosos na China, Índia, Cuba, República Dominicana, Venezuela, México e Peru, e os resultados confirmam estudos anteriores realizados em países desenvolvidos: o consumo de peixe está associado a um menor risco de demência. Essa é a primeira vez que esse efeito é demonstrado em países fora do eixo Europa e América do Norte, e também é a maior pesquisa realizada até o momento sobre esse assunto.

Mais de 24 milhões de indivíduos no mundo apresentam o diagnóstico de demência, sendo que suas causas mais comuns são a doença de Alzheimer e a doença cerebrovascular. Calcula-se que cerca de dois terços dos casos de demência encontram-se em países pobres e em desenvolvimento, porém esse é um problema que tem sido relativamente negligenciado nesses países. O atual estudo reforça a recomendação consensual de que se deve comer peixe pelo menos duas vezes por semana para prevenção de doenças cardiovasculares.

O grande responsável por esse efeito protetor do peixe é o ômega-3, um tipo de gordura com efeitos antioxidantes, antiinflamatórios, antiateroscleróticos e neuroprotetores. Sabemos também que há peixes especialmente ricos em ômega-3, como é o caso do atum, sardinha e salmão. Vale ressaltar que sardinha e atum em lata também vale! Pesquisadores da Escola Paulista da Medicina avaliaram as sardinhas em conserva disponíveis no nosso mercado e demonstraram um conteúdo de ômega-3 bem satisfatório. Diferentemente dos peixes em conserva, o peixe quando é frito perde o status de protetor do cérebro e do coração.

Quanto à carne vermelha, o presente estudo evidenciou que seu efeito foi o oposto do encontrado com o peixe: quanto maior o consumo, maior o risco de demência. Esses resultados são consistentes com outras pesquisas prévias. Além disso, recentemente foi demonstrado também que quem come menos carne vermelha vive mais. Calcula-se que 11-16 % das mortes poderia ser evitada se as pessoas comessem menos carne vermelha, e a redução do risco de mortalidade por doenças cardiovasculares poderia chegar a 21%. As carnes vermelhas contêm grande quantidade de gordura saturada que por sua vez está associada ao aumento dos níveis de colesterol, da pressão arterial e do risco de câncer. As carnes vermelhas ainda possuem reconhecidos compostos carcinogênicos, que podem ser ainda mais concentrados nas carnes processadas.

Não é o caso de radicalizar e recomendar que todo mundo pare de comer carne vermelha. Limitar o consumo de carnes vermelhas e processadas a menos de 10% das calorias diárias já é o suficiente. Nesse sentido, dietas com altos teores de carne vermelha como fonte de proteína (ex: dieta do “Dr. Atkins”) não garantem bons resultados à saúde quando se pensa a longo prazo. Por outro lado, um peixinho 2 a 3 vezes por semana é um ótimo negócio à saúde.

Dr. Ricardo Teixeira é Doutor em Neurologia pela Unicamp. Atualmente, dirige o Instituto do Cérebro de Brasília (ICB) e dedica-se ao jornalismo científico. É também titular do Blog "ConsCiência no Dia-a-Dia" e consultor do Grupo Athena.

LONGEVIDADE

Veja também: Convênio de saúde de idoso não pode subir