fevereiro 04, 2010

Automedicação NÃO!

Desculpem a insistência, pode parecer exagero, mas o uso de medicamento, mesmo o mais simples e corriqueiro comprimido para dor de cabeça, exige de nós todos, responsabilidade e boa dose de informação. Um remédio ingerido indevidamente pode matar. Apesar do perigo, a grande maioria dos brasileiros se automedica ou segue conselhos de quem não tem formação profissional para tanto. O correto é consultar um médico sempre que preciso.


Marcada a hora no médico, é importante que alguns procedimentos sejam seguidos. Não chegue atrasado à consulta, mantenha a calma e seja prático. Leve a lista dos remédios que já tomou ou está tomando, mais os resultados de exames.

Não esqueça de relatar tudo o que sentiu ou está sentindo (sintomas), os efeitos indesejáveis que você observou quando tomou os remédios, ou se tem algum tipo de alergia a medicamentos, se você se consultou com outros médicos, o que lhe foi receitado e as orientações que recebeu para o tratamento.

Fique atento quando o médico lhe entregar a receita. Não tenha vergonha de pedir que ele leia e lhe explique o que está escrito. Não volte para casa com dúvidas, faça perguntas, principalmente sobre o nome, a dosagem e a forma de apresentação do medicamento, assim como quantas caixas ou vidros devem ser comprados. Esclareça o quanto do produto deve ser tomado de cada vez, quantas vezes por dia e em que horários. Pergunte se remédio deve ser ingerido junto com algum alimento ou bebida e por quanto tempo você deverá tomá-lo. Por fim, informe-se sobre a necessidade, ou não, de uma segunda consulta.

Não esqueça ainda de anotar o número do telefone do médico para contato em caso de emergência, ou mesmo quando não encontrar os medicamentos receitados.

Fique atento quando o médico lhe entregar a receita. Não tenha vergonha de pedir que leia tudo o que está escrito.

Após a consulta, tome os remédios indicados o mais rápido possível. Procure comprá-los em farmácias de sua confiança ou nas grandes redes de farmácias. Confira um por um, os medicamentos separados pelo balconista: veja se o que está escrito na embalagem coincide com o que está marcado na receita, inclusive a quantidade. Verifique o prazo de validade, o preço e pergunte se tem direito a algum desconto. Preste atenção também se as caixas dos remédios estão em boas condições: bem fechadas, sem manchas ou amassadas, lacradas, limpas e sem apresentar frasco ou tampa estufados.

Ao chegar em casa, faça uma tabela (o blog pode fornece gratuitamente essa tabela, basta solicitar longevidadeblog@gmail.com), escreva os nomes dos medicamentos e os horários certos de tomá-los. Coloque o seu cartaz em lugar visível. Para facilitar sua vida, adapte os horários dos remédios com seus hábitos: acordar, comer, deitar, assistir novela ou programa de televisão preferido. Procure não ingeri-los de madrugada para não atrapalhar o sono, a não ser que seja um antibiótico.

Outras dicas são importantes: Leia aqui


Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Automedicação NÃO!

Desculpem a insistência, pode parecer exagero, mas o uso de medicamento, mesmo o mais simples e corriqueiro comprimido para dor de cabeça, exige de nós todos, responsabilidade e boa dose de informação. Um remédio ingerido indevidamente pode matar. Apesar do perigo, a grande maioria dos brasileiros se automedica ou segue conselhos de quem não tem formação profissional para tanto. O correto é consultar um médico sempre que preciso.


Marcada a hora no médico, é importante que alguns procedimentos sejam seguidos. Não chegue atrasado à consulta, mantenha a calma e seja prático. Leve a lista dos remédios que já tomou ou está tomando, mais os resultados de exames.

Não esqueça de relatar tudo o que sentiu ou está sentindo (sintomas), os efeitos indesejáveis que você observou quando tomou os remédios, ou se tem algum tipo de alergia a medicamentos, se você se consultou com outros médicos, o que lhe foi receitado e as orientações que recebeu para o tratamento.

Fique atento quando o médico lhe entregar a receita. Não tenha vergonha de pedir que ele leia e lhe explique o que está escrito. Não volte para casa com dúvidas, faça perguntas, principalmente sobre o nome, a dosagem e a forma de apresentação do medicamento, assim como quantas caixas ou vidros devem ser comprados. Esclareça o quanto do produto deve ser tomado de cada vez, quantas vezes por dia e em que horários. Pergunte se remédio deve ser ingerido junto com algum alimento ou bebida e por quanto tempo você deverá tomá-lo. Por fim, informe-se sobre a necessidade, ou não, de uma segunda consulta.

Não esqueça ainda de anotar o número do telefone do médico para contato em caso de emergência, ou mesmo quando não encontrar os medicamentos receitados.

Fique atento quando o médico lhe entregar a receita. Não tenha vergonha de pedir que leia tudo o que está escrito.

Após a consulta, tome os remédios indicados o mais rápido possível. Procure comprá-los em farmácias de sua confiança ou nas grandes redes de farmácias. Confira um por um, os medicamentos separados pelo balconista: veja se o que está escrito na embalagem coincide com o que está marcado na receita, inclusive a quantidade. Verifique o prazo de validade, o preço e pergunte se tem direito a algum desconto. Preste atenção também se as caixas dos remédios estão em boas condições: bem fechadas, sem manchas ou amassadas, lacradas, limpas e sem apresentar frasco ou tampa estufados.

Ao chegar em casa, faça uma tabela (o blog pode fornece gratuitamente essa tabela, basta solicitar longevidadeblog@gmail.com), escreva os nomes dos medicamentos e os horários certos de tomá-los. Coloque o seu cartaz em lugar visível. Para facilitar sua vida, adapte os horários dos remédios com seus hábitos: acordar, comer, deitar, assistir novela ou programa de televisão preferido. Procure não ingeri-los de madrugada para não atrapalhar o sono, a não ser que seja um antibiótico.

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Curso para 3a. Idade



O Museu Paulista (MP) da USP, mais conhecido como Museu do Ipiranga, está com inscrições abertas de 8 de fevereiro até 2 de março para o curso Formação dos Acervos do Museu Paulista. O objetivo é divulgar os acervos do Museu, introduzindo os participantes na história da instituição e do edifício-monumento, como pontos importantes para compreensão da história paulista. O curso é gratuito e aberto ao público, apesar de ser preferencialmente destinado à terceira idade. Exige-se que o interessado tenha no mínimo ensino médio completo ou equivalente. Os interessados devem fazer inscrição pelo telefone (11) 2065-8075 ou pelo site do museu. (As informações são da Agência USP de Notícias)



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