julho 02, 2010

Atividades sociais são chave para boa saúde de idosos


A qualidade da vida social de uma pessoa pode ter grande impacto na saúde, tanto quanto uma dieta saudável e uma rotina de exercícios.
1124775 sxc Atividades sociais são chave para boa saúde de idososHá cada vez mais evidências de que ser um membro ativo de um grupo social reduz significativamente os riscos de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), desenvolver demência ou até mesmo se resfriar. Uma nova pesquisa conjunta das Universidades de Exeter, na Inglaterra, e Queensland, na Austrália, enfatizou a importância da noção de pertencimento a grupos sociais e a sensação de construir novos relacionamentos e como isso poder melhorar a ansiedade ligada a mudanças drásticas na vida, como doenças, ou ao avanço da idade.
O estudo publicado no Scientific American Mind, periódico americano sobre saúde mental, revisou uma série de estudos anteriores, que identificavam a ligação entre fazer parte de grupos sociais e a saúde e o bem-estar. Estudos mais recentes chegaram às mesmas conclusões, mostrando a confiabilidade desses dados.

“Somos seres sociais. Fazer parte de grupos – de times de futebol a clube de livros ou trabalhos voluntários – dá sentido a nossas identidades sociais” diz Alex Haslam, pesquisador da Universidade de Exeter.
“É necessário que a classe médica seja sensibilizada sobre o fato de que a vida em grupo pode proteger nossa saúde mental e física. É muito mais barato que medicação, com nenhum efeito colateral”, enfatiza Catherine Haslam, outra pesquisadora do grupo.

Entre os exemplos de estudos feitos nas universidades mais recentemente, há o caso (publicado no periódico Ageing and Society) de como pacientes recém-chegados a um serviço de asilo para idosos se declaravam mais felizes, comparados a outros grupos já instalados, simplesmente participando de atividades como a decisão coletiva sobre a decoração da área comum das dependências de internação.

Os resultados se mantinham sem muita variação depois de seis meses de acompanhamento. Em um estudo similar, publicado em Psychology and Aging, foi demonstrada uma melhora da memória nos pacientes e em um terceiro grupo acompanhado, cujo estudo foi publicado no Journal of Clinical and Experimental Neuropsychology, o avanço dos sintomas de demência diminuiu em pacientes que haviam iniciado algum tipo de atividade em que se reconheciam como membros de um grupo.
Fonte:  Scientific American Mind - By Michael Shermer
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Atividades sociais são chave para boa saúde de idosos


A qualidade da vida social de uma pessoa pode ter grande impacto na saúde, tanto quanto uma dieta saudável e uma rotina de exercícios.
1124775 sxc Atividades sociais são chave para boa saúde de idososHá cada vez mais evidências de que ser um membro ativo de um grupo social reduz significativamente os riscos de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), desenvolver demência ou até mesmo se resfriar. Uma nova pesquisa conjunta das Universidades de Exeter, na Inglaterra, e Queensland, na Austrália, enfatizou a importância da noção de pertencimento a grupos sociais e a sensação de construir novos relacionamentos e como isso poder melhorar a ansiedade ligada a mudanças drásticas na vida, como doenças, ou ao avanço da idade.
O estudo publicado no Scientific American Mind, periódico americano sobre saúde mental, revisou uma série de estudos anteriores, que identificavam a ligação entre fazer parte de grupos sociais e a saúde e o bem-estar. Estudos mais recentes chegaram às mesmas conclusões, mostrando a confiabilidade desses dados.

“Somos seres sociais. Fazer parte de grupos – de times de futebol a clube de livros ou trabalhos voluntários – dá sentido a nossas identidades sociais” diz Alex Haslam, pesquisador da Universidade de Exeter.
“É necessário que a classe médica seja sensibilizada sobre o fato de que a vida em grupo pode proteger nossa saúde mental e física. É muito mais barato que medicação, com nenhum efeito colateral”, enfatiza Catherine Haslam, outra pesquisadora do grupo.

Entre os exemplos de estudos feitos nas universidades mais recentemente, há o caso (publicado no periódico Ageing and Society) de como pacientes recém-chegados a um serviço de asilo para idosos se declaravam mais felizes, comparados a outros grupos já instalados, simplesmente participando de atividades como a decisão coletiva sobre a decoração da área comum das dependências de internação.

Os resultados se mantinham sem muita variação depois de seis meses de acompanhamento. Em um estudo similar, publicado em Psychology and Aging, foi demonstrada uma melhora da memória nos pacientes e em um terceiro grupo acompanhado, cujo estudo foi publicado no Journal of Clinical and Experimental Neuropsychology, o avanço dos sintomas de demência diminuiu em pacientes que haviam iniciado algum tipo de atividade em que se reconheciam como membros de um grupo.
Fonte:  Scientific American Mind - By Michael Shermer
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Vai com garra Brasil!!!!!!!
























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junho 30, 2010

A polêmica sobre as alterações hormonais nos homens de meia-idade

Assim como as mulheres, os homens também necessitam de cuidados especiais quando passam dos 50 anos. Ficam mais vulneráveis aos efeitos da redução da testosterona e precisam aprender a lidar com essas transformações. Certo? Nem sempre. Segundo uma equipe de pesquisadores da Universidade de Manchester, na Grã-Bretanha, andropausa, a conhecida "menopausa" masculina, existe. Mas é mais rara do que muitos homens temem.

A conclusão foi feita após a análise de mais de 3.369 homens entre 40 e 79 anos, de oito cidades europeias. Para surpresa dos pesquisadores, apenas 2% dos entrevistados mostraram que enfrentam problemas relacionados declínio na produção do hormônio masculino testosterona.

No Brasil, a recomendação ainda é cautela. A função principal da testosterona é preservar as características masculinas. O declínio hormonal começa por volta dos 50 anos e essa redução pode acarretar alterações no humor, perda da libido, afinamento dos pêlos, diminuição do raciocínio lógico e, em alguns casos, osteoporose. Alem das evidências físicas, há o aspecto emocional que, por sua vez, também passa por alterações. Essa fase é o que conhecemos por Anausa.

Existem, no entanto, alternativas que ajudam os homens a passar por esse período sem, necessariamente, recorrer à reposição hormonal. A ingestão de Zinco e vitaminas C e E, por exemplo, estão entre essas alternativas. A recomendação é da diretora da Sociedade Brasileira de Medicina Estética do Rio de Janeiro, Joana D Arc Diniz.

Homens na Andropausa devem evitar alimentos gordurosos, frituras, estimulantes e bebidas alcoólicas, recomenda a nutricionista Cristina Freitas, do Conselho Regional de Nutricionistas do Rio de Janeiro.

Para enriquecer a alimentação, Cristina Freitas recomenda os chamados fitohormônios, substâncias cuja estrutura química se assemelha aos hormônios naturais. Nesse grupo entram soja, lentilha, grão de bico, farelo de trigo, aveia, cevada, entre outros. As hortaliças e frutas também devem ser incluídas sem reservas, pois elas podem potencializar os efeitos da diminuição da testosterona, avalia a nutricionista.

Já os exercícios físicos estão na lista de todos os profissionais. É a melhor maneira de manter o vigor físico, defende Joana DArc Diniz. Eles estimulam a produção do hormônio e combatem o estresse. Seguir a cartilha não é tão complicado.

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