julho 07, 2010

Subnutrição é fator de risco de morte em idosos.

Minha mãe tem 89 anos, estávamos observando que a cada dia, ela ingeria uma quantidade menor de alimentos, fato preocupante considerando que ela tem diabete e não pode manter intervalos grandes  entre as refeições, quando isso acontece ela passa a ter tremores.
Consultamos uma nutricionista e nos foi explicado que a diminuição na ingesta de alimentos, é um fator normal nos idosos.

Os dentes não trituram como antes, porque perdem “o corte”, então eles aumentam o número de vezes que mastigam, dando assim uma sensação de saciez,já que o suco gástrico também diminui.


Passamos então a oferecer alimentos mais moles, carne moída,  vegetais cozidos, ou ralados quando crús, peixes sem espinhas, frango desfiado, purês de batata, de cenoura, de mandioquinha, gelatinas, vitaminas de frutas e sucos, frutas mais moles, mingau de aveia e o arroz está sendo mais cozido.
Foi prescrito também um suplemento alimentar para os dias que ela se sente mais inapetente. Está dando resultados, ela se sente mais disposta e alegre, e até ganhou mais peso, estava muito magrinha.

A única coisa que ela não aceita, é pão umidecido no leite, disse ela – Enquanto eu puder, não quero perder a elegância... rs



Uma outra coisa que observamos, é que há dias, que ela precisa ser servida, e quando isso acontece, respeitamos as preferências dela, apontando e falando o nome do prato, perguntamos se ela aceita, colocamos porções pequenas, ela repete o prato, mas se colocamos o equivalente a essas 2 porções de uma só vez, ela olha, mexe remexe e come quase nada. 
Ficamos atentos também aos alimentos que alteram o intestino. 

Deixo as dicas porque lendo a notícia abaixo no jornal Estadão fiquei assustada com os percentuais apresentados, e o 2º. Parágrafo, me leva a crer, que a falta de informação é um fator importante, pode ser que não funcione para todos já que possuimos as nossas individualidades e devem ser respeitadas.  Considero importante que o cuidador, ou a família, observe atentamente a pessoa cuidada.

"Levantamento feito pela nutricionista Luciana Silva Ferreira, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), aponta que os idosos subnutridos têm 500% mais chances de morrer do que aqueles que não apresentam sintomas de falta de alimentação, segundo a agência de notícias da USP.

 Independente de outros fatores de risco, como renda insuficiente, fratura de quadril, depressão, tabagismo, força muscular reduzida, diabetes melito, doenças cardiovasculares e pulmonares, a subnutrição foi o fator mais fortemente associado ao óbito", disse Luciana.De acordo com a nutricionista, a subnutrição se destaca entre as doenças crônicas não transmissíveis por atuar tanto como causa como consequência de outras doenças".

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Subnutrição é fator de risco de morte em idosos.

Minha mãe tem 89 anos, estávamos observando que a cada dia, ela ingeria uma quantidade menor de alimentos, fato preocupante considerando que ela tem diabete e não pode manter intervalos grandes  entre as refeições, quando isso acontece ela passa a ter tremores.
Consultamos uma nutricionista e nos foi explicado que a diminuição na ingesta de alimentos, é um fator normal nos idosos.

Os dentes não trituram como antes, porque perdem “o corte”, então eles aumentam o número de vezes que mastigam, dando assim uma sensação de saciez,já que o suco gástrico também diminui.


Passamos então a oferecer alimentos mais moles, carne moída,  vegetais cozidos, ou ralados quando crús, peixes sem espinhas, frango desfiado, purês de batata, de cenoura, de mandioquinha, gelatinas, vitaminas de frutas e sucos, frutas mais moles, mingau de aveia e o arroz está sendo mais cozido.
Foi prescrito também um suplemento alimentar para os dias que ela se sente mais inapetente. Está dando resultados, ela se sente mais disposta e alegre, e até ganhou mais peso, estava muito magrinha.

A única coisa que ela não aceita, é pão umidecido no leite, disse ela – Enquanto eu puder, não quero perder a elegância... rs



Uma outra coisa que observamos, é que há dias, que ela precisa ser servida, e quando isso acontece, respeitamos as preferências dela, apontando e falando o nome do prato, perguntamos se ela aceita, colocamos porções pequenas, ela repete o prato, mas se colocamos o equivalente a essas 2 porções de uma só vez, ela olha, mexe remexe e come quase nada. 
Ficamos atentos também aos alimentos que alteram o intestino. 

Deixo as dicas porque lendo a notícia abaixo no jornal Estadão fiquei assustada com os percentuais apresentados, e o 2º. Parágrafo, me leva a crer, que a falta de informação é um fator importante, pode ser que não funcione para todos já que possuimos as nossas individualidades e devem ser respeitadas.  Considero importante que o cuidador, ou a família, observe atentamente a pessoa cuidada.

"Levantamento feito pela nutricionista Luciana Silva Ferreira, da Faculdade de Saúde Pública da Universidade de São Paulo (USP), aponta que os idosos subnutridos têm 500% mais chances de morrer do que aqueles que não apresentam sintomas de falta de alimentação, segundo a agência de notícias da USP.

 Independente de outros fatores de risco, como renda insuficiente, fratura de quadril, depressão, tabagismo, força muscular reduzida, diabetes melito, doenças cardiovasculares e pulmonares, a subnutrição foi o fator mais fortemente associado ao óbito", disse Luciana.De acordo com a nutricionista, a subnutrição se destaca entre as doenças crônicas não transmissíveis por atuar tanto como causa como consequência de outras doenças".

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julho 05, 2010

Tanta correria, competição, será que vale a pena?

A postagem abaixo, me levou à refletir, como a vida moderna, muitas vezes, faz com que o preço que tenhamos que pagar por conforto, praticidade e tecnologia, seja o comprometimento da nossa saúde.

Quantas doenças estão aparecendo, físicas e emocionais, quantas dependências estão aumentando, do chocólotra ao internet dependente, TOC, Bulimia, Anorexia na maturidade, hipertensão arterial assumindo números assustadores nas crianças e nos adultos.

 No último século, acompanhamos os cientistas preocupados com várias doenças e algumas aumentaram tanto que hoje temos o Dia Mundial ou Dia Nacional de Combate,à Diabetes, à Osteoporose, à Hipertensão Arterial e tantos outros.

A correria, a competição o excesso de vaidade, acarreta stress que é responsável por tantas doenças. Talvez esteja na hora de repensarmos nossos hábitos, nossa postura diante da vida e das pessoas.

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Tanta correria, competição, será que vale a pena?

A postagem abaixo, me levou à refletir, como a vida moderna, muitas vezes, faz com que o preço que tenhamos que pagar por conforto, praticidade e tecnologia, seja o comprometimento da nossa saúde.

Quantas doenças estão aparecendo, físicas e emocionais, quantas dependências estão aumentando, do chocólotra ao internet dependente, TOC, Bulimia, Anorexia na maturidade, hipertensão arterial assumindo números assustadores nas crianças e nos adultos.

 No último século, acompanhamos os cientistas preocupados com várias doenças e algumas aumentaram tanto que hoje temos o Dia Mundial ou Dia Nacional de Combate,à Diabetes, à Osteoporose, à Hipertensão Arterial e tantos outros.

A correria, a competição o excesso de vaidade, acarreta stress que é responsável por tantas doenças. Talvez esteja na hora de repensarmos nossos hábitos, nossa postura diante da vida e das pessoas.

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julho 04, 2010

Ossos mais fortes

Os números sobre a osteoporose, conhecida como uma doença silenciosa, assustam. De acordo com a Federação Nacional de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose (Fenapco), a cada ano, ocorrem aproximadamente 1,6 milhões de fraturas de quadril no mundo. Estima-se que esse número aumente para 4,5 a 6,3 milhões em 2050.

Tanto a prevenção como o tratamento são essenciais. Mas ainda segundo a Federação, apenas um em cada quatro casos são tratados corretamente. Especialistas reforçam que quanto mais tarde a descoberta, mai caro pode custar o tratamento da doença. Falta conscientização, também.

O geriatra Salo Buksman, responsável pelo Programa de Osteoporose Masculina (PROMA) do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), diz que os pilares da prevenção são uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos. Informação também é essencial


Histórico familiar, consumo de cálcio e vitamina D, controle da medicação. Salo Buksman enumera os sete principais passos para a prevenção e o tratamento correto da osteoporose.

Histórico familiar
Antes de tudo, procure sabe se os pais são portadores da doença. Em caso positivo, mantenha cuidado redobrado na prevenção e atenção à saúde dos ossos e no controle da osteoporose.

Exponha-se ao sol
Antes das 10h da manhã ou após as 16h, exponha-se à luz do sol sem filtro solar durante 15 minutos todos os dias. O sol deve incidir sobre a face, tronco superior e braços. Os raios solares são importantes na absorção da vitamina D.

Consuma cálcio
Preocupe-se com a ingestão mínima de cálcio necessário para manter os ossos saudáveis. São recomendados 1.200 mg por dia. O cálcio é obtido através dos laticínios, principalmente.
Consumoa vitamina D
Acrescente alimentos ricos em vitamina D diariamente. Verduras, lacticínios e cereais fortificados com esse tipo de vitamina são as principais fontes alimentares da vitamina D.

Pratique exercícios físicos
A prática de atividades físicas é essencial na fortificação dos ossos. Mas atenção: há uma corrente, que defende  exercícios de impacto mínimo, caminhadas e esportes leves, há  outra que sugere exercícios de alto impacto.
Quando há divergência, tenho certeza que o mais aconselhável, é consultar o médico que tem o seu histórico clínico, ou um especialista no assunto.

Controle a medicação
Confira se os medicamentos utilizados no dia-a-dia provocam osteoporose como a cortisona e os anticonvulsivantes. Medicamentos como estes devem ser reduzidos a doses mínimas necessárias. Consulte seu médico.
Trate a doença corretamente
Caso já seja portador(a) de osteoporose, recorra a médicos especializados para o tratamento com medicamentos capazes de estabilizar o quadro da doença ou na tentativa de melhorar o problema.

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Ossos mais fortes

Os números sobre a osteoporose, conhecida como uma doença silenciosa, assustam. De acordo com a Federação Nacional de Associações de Pacientes e de Combate à Osteoporose (Fenapco), a cada ano, ocorrem aproximadamente 1,6 milhões de fraturas de quadril no mundo. Estima-se que esse número aumente para 4,5 a 6,3 milhões em 2050.

Tanto a prevenção como o tratamento são essenciais. Mas ainda segundo a Federação, apenas um em cada quatro casos são tratados corretamente. Especialistas reforçam que quanto mais tarde a descoberta, mai caro pode custar o tratamento da doença. Falta conscientização, também.

O geriatra Salo Buksman, responsável pelo Programa de Osteoporose Masculina (PROMA) do Instituto Nacional de Traumatologia e Ortopedia (Into), diz que os pilares da prevenção são uma alimentação saudável e a prática de exercícios físicos. Informação também é essencial


Histórico familiar, consumo de cálcio e vitamina D, controle da medicação. Salo Buksman enumera os sete principais passos para a prevenção e o tratamento correto da osteoporose.

Histórico familiar
Antes de tudo, procure sabe se os pais são portadores da doença. Em caso positivo, mantenha cuidado redobrado na prevenção e atenção à saúde dos ossos e no controle da osteoporose.

Exponha-se ao sol
Antes das 10h da manhã ou após as 16h, exponha-se à luz do sol sem filtro solar durante 15 minutos todos os dias. O sol deve incidir sobre a face, tronco superior e braços. Os raios solares são importantes na absorção da vitamina D.

Consuma cálcio
Preocupe-se com a ingestão mínima de cálcio necessário para manter os ossos saudáveis. São recomendados 1.200 mg por dia. O cálcio é obtido através dos laticínios, principalmente.
Consumoa vitamina D
Acrescente alimentos ricos em vitamina D diariamente. Verduras, lacticínios e cereais fortificados com esse tipo de vitamina são as principais fontes alimentares da vitamina D.

Pratique exercícios físicos
A prática de atividades físicas é essencial na fortificação dos ossos. Mas atenção: há uma corrente, que defende  exercícios de impacto mínimo, caminhadas e esportes leves, há  outra que sugere exercícios de alto impacto.
Quando há divergência, tenho certeza que o mais aconselhável, é consultar o médico que tem o seu histórico clínico, ou um especialista no assunto.

Controle a medicação
Confira se os medicamentos utilizados no dia-a-dia provocam osteoporose como a cortisona e os anticonvulsivantes. Medicamentos como estes devem ser reduzidos a doses mínimas necessárias. Consulte seu médico.
Trate a doença corretamente
Caso já seja portador(a) de osteoporose, recorra a médicos especializados para o tratamento com medicamentos capazes de estabilizar o quadro da doença ou na tentativa de melhorar o problema.

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julho 02, 2010

Atividades sociais são chave para boa saúde de idosos


A qualidade da vida social de uma pessoa pode ter grande impacto na saúde, tanto quanto uma dieta saudável e uma rotina de exercícios.
1124775 sxc Atividades sociais são chave para boa saúde de idososHá cada vez mais evidências de que ser um membro ativo de um grupo social reduz significativamente os riscos de sofrer um acidente vascular cerebral (AVC), desenvolver demência ou até mesmo se resfriar. Uma nova pesquisa conjunta das Universidades de Exeter, na Inglaterra, e Queensland, na Austrália, enfatizou a importância da noção de pertencimento a grupos sociais e a sensação de construir novos relacionamentos e como isso poder melhorar a ansiedade ligada a mudanças drásticas na vida, como doenças, ou ao avanço da idade.
O estudo publicado no Scientific American Mind, periódico americano sobre saúde mental, revisou uma série de estudos anteriores, que identificavam a ligação entre fazer parte de grupos sociais e a saúde e o bem-estar. Estudos mais recentes chegaram às mesmas conclusões, mostrando a confiabilidade desses dados.

“Somos seres sociais. Fazer parte de grupos – de times de futebol a clube de livros ou trabalhos voluntários – dá sentido a nossas identidades sociais” diz Alex Haslam, pesquisador da Universidade de Exeter.
“É necessário que a classe médica seja sensibilizada sobre o fato de que a vida em grupo pode proteger nossa saúde mental e física. É muito mais barato que medicação, com nenhum efeito colateral”, enfatiza Catherine Haslam, outra pesquisadora do grupo.

Entre os exemplos de estudos feitos nas universidades mais recentemente, há o caso (publicado no periódico Ageing and Society) de como pacientes recém-chegados a um serviço de asilo para idosos se declaravam mais felizes, comparados a outros grupos já instalados, simplesmente participando de atividades como a decisão coletiva sobre a decoração da área comum das dependências de internação.

Os resultados se mantinham sem muita variação depois de seis meses de acompanhamento. Em um estudo similar, publicado em Psychology and Aging, foi demonstrada uma melhora da memória nos pacientes e em um terceiro grupo acompanhado, cujo estudo foi publicado no Journal of Clinical and Experimental Neuropsychology, o avanço dos sintomas de demência diminuiu em pacientes que haviam iniciado algum tipo de atividade em que se reconheciam como membros de um grupo.
Fonte:  Scientific American Mind - By Michael Shermer
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