novembro 29, 2009

Fator 30

LONGEVIDADE
Roupas curtas e dias longos tornam a exposição ao sol praticamente inevitável no verão. E mesmo quem passa filtro solar diariamente pode estar menos protegido do que imagina contra o câncer de pele e o envelhecimento precoce. A aplicação de quantidades insuficientes do produto reduz o fator de proteção solar (FPS) a menos da metade, mostra um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

"Criamos uma equação que estima o real valor do FPS de acordo com a quantidade de filtro solar aplicada", explica Sergio Schalka, autor principal da pesquisa, publicada pela revista "Photodermatology, Photoimmunology & Photomedicine". "A queda da proteção é exponencial, ou seja, se você passar metade da quantidade recomendada de um protetor solar com FPS 20, o FPS real que você terá será 7."

Segundo Schalka, pesquisas anteriores mostraram que os usuários aplicam entre 0,4 miligrama e 1 miligrama de filtro solar por centímetro quadrado do corpo, quando o recomendado pelos fabricantes é de 2 miligramas. "Não adianta nada você comprar um protetor de ótima qualidade, com FPS altíssimo e aplicar de forma inadequada", alerta o dermatologista.

Outro erro comum, diz ele, é não reaplicar o filtro solar com frequência durante o período de exposição solar. "Depois de duas horas, o protetor já foi para o espaço por causa do suor, do atrito da pele com a roupa ou com a areia da praia. Mesmo um filtro que em teoria garante proteção por um tempo longo precisa ser reaplicado."

Fator 30

A Academia Americana de Dermatologia recomenda, desde outubro do ano passado, que o FPS mínimo dos filtros solares seja 30. "Aqui no Brasil já temos falado isso há pelo menos dois anos, embora não exista uma recomendação oficial", explica Schalka, que também é membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. "Essa preocupação deve ser constante, pois o sol do dia a dia, ao longo da vida, prejudica mais que o da praia uma vez por ano."

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pele é o tipo mais incidente no Brasil. A estimativa para 2008, a mais recente, ultrapassava 120 mil casos. Embora a letalidade desse tipo de tumor seja baixa, nos casos em que há demora no diagnóstico pode haver risco de ulcerações e deformidades físicas graves.

"A maioria dos cânceres de pele é causada por exposição excessiva ao sol", afirma o oncologista Rafael Aron Schmerling, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. "O melanoma é a forma mais grave, mas também a menos incidente. Geralmente envolve um fator genético, uma história familiar." O filtro solar, alerta Schmerling, é apenas uma das medidas de fotoproteção. "Também é preciso usar chapéu, óculos, guarda-sol e, principalmente, evitar o sol entre 10 e 16 horas."

Fonte: Agência Estado

Fator 30

LONGEVIDADE
Roupas curtas e dias longos tornam a exposição ao sol praticamente inevitável no verão. E mesmo quem passa filtro solar diariamente pode estar menos protegido do que imagina contra o câncer de pele e o envelhecimento precoce. A aplicação de quantidades insuficientes do produto reduz o fator de proteção solar (FPS) a menos da metade, mostra um estudo da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP).

"Criamos uma equação que estima o real valor do FPS de acordo com a quantidade de filtro solar aplicada", explica Sergio Schalka, autor principal da pesquisa, publicada pela revista "Photodermatology, Photoimmunology & Photomedicine". "A queda da proteção é exponencial, ou seja, se você passar metade da quantidade recomendada de um protetor solar com FPS 20, o FPS real que você terá será 7."

Segundo Schalka, pesquisas anteriores mostraram que os usuários aplicam entre 0,4 miligrama e 1 miligrama de filtro solar por centímetro quadrado do corpo, quando o recomendado pelos fabricantes é de 2 miligramas. "Não adianta nada você comprar um protetor de ótima qualidade, com FPS altíssimo e aplicar de forma inadequada", alerta o dermatologista.

Outro erro comum, diz ele, é não reaplicar o filtro solar com frequência durante o período de exposição solar. "Depois de duas horas, o protetor já foi para o espaço por causa do suor, do atrito da pele com a roupa ou com a areia da praia. Mesmo um filtro que em teoria garante proteção por um tempo longo precisa ser reaplicado."

Fator 30

A Academia Americana de Dermatologia recomenda, desde outubro do ano passado, que o FPS mínimo dos filtros solares seja 30. "Aqui no Brasil já temos falado isso há pelo menos dois anos, embora não exista uma recomendação oficial", explica Schalka, que também é membro da Sociedade Brasileira de Dermatologia. "Essa preocupação deve ser constante, pois o sol do dia a dia, ao longo da vida, prejudica mais que o da praia uma vez por ano."

Segundo dados do Instituto Nacional do Câncer (Inca), o câncer de pele é o tipo mais incidente no Brasil. A estimativa para 2008, a mais recente, ultrapassava 120 mil casos. Embora a letalidade desse tipo de tumor seja baixa, nos casos em que há demora no diagnóstico pode haver risco de ulcerações e deformidades físicas graves.

"A maioria dos cânceres de pele é causada por exposição excessiva ao sol", afirma o oncologista Rafael Aron Schmerling, do Instituto do Câncer do Estado de São Paulo. "O melanoma é a forma mais grave, mas também a menos incidente. Geralmente envolve um fator genético, uma história familiar." O filtro solar, alerta Schmerling, é apenas uma das medidas de fotoproteção. "Também é preciso usar chapéu, óculos, guarda-sol e, principalmente, evitar o sol entre 10 e 16 horas."

Fonte: Agência Estado

novembro 28, 2009

Casal de 102 e 99 anos comemora 80 de casados

LONGEVIDADE
Com o tom de voz bem baixinho, quase num sussurro, na melodia que é uma mistura de notas de cantiga de ninar e cântico de igreja, dona Otília Maria de Jesus entoa uma estrofe que ela mesma compôs: "Ainda vou no céu em vida/ perguntar ao Nosso Senhor/ se no dia que eu morrer/ posso levar o meu amor". A música tem tudo a ver com a história da "cantora: ela e o marido, Antônio Xavier de Carvalho, estão casados há 80 anos, completados no último dia 9. Os dois vivem na casa de um dos nove filhos, em Monte Mor.Sentados lado a lado, as mãos calejadas dos dois se entrelaçam o tempo todo. Quando percebe alguma fala carinhosa do marido, dona Otília se encosta nos ombros dele. Cheios de demonstrações de carinho, a memória é retomada aos poucos, alguns lapsos surgem, um corrige o outro e o sorriso grande, simultâneo entre os companheiros, vem em seguida.Na colônia de centenas de empregados de uma fazenda de café na Vila Elisiário, na região de Catanduva (a 300 quilômetros de Campinas), tanto a família de dona Otília, hoje com 99 anos, quanto a de seo Antônio, de 102, foram morar na década de 20, vindas do Sertão da Bahia. Ali, numa das animadas festas, na época em que os bailes começavam às 18h e, no máximo, até as 21h, já tinham acabado, seo Antônio começou a observar a moça. "E não é que eu gostei?", conta dona Otília. Para que o casamento se realizasse, não demorou sequer dois meses. "E foi uma festança com tanta leitoa assada que eu nunca vi tanta fartura", relembra seo Antônio.

O casal passou a maior parte da vida na zona rural. Da fazenda da Vila Elisiário, onde nasceram os dois primeiros filhos, dona Otília tem a lembrança também do patrão, Amâncio Pereira, que foi seu padrinho de casamento. "Lá, nós pegamos 5 mil pés de café para cuidar sozinhos. Íamos para o cafezal juntos, logo cedo, quando o sol começava a aparecer no céu", diz seo Antônio. O costume de acordar ainda de madrugada prevalece até hoje. "E eu lá sou mulher de acordar às 11h? Nessa hora já até almocei", orgulha-se ela.

O casal passou outros 50 anos no Paraná, primeiro como empregados noutra fazenda de café e, depois, como proprietários de um pequeno sítio. Há cerca de cinco anos, mudaram-se para Monte Mor, para ficar mais perto dos filhos e receber os cuidados deles.Os dois não se casaram na igreja. "Casamos no civil e já estava bom. O importante era que nós tínhamos amor um pelo outro", afirma seo Antônio, sem querer dar muitos detalhes da história.

A festa pelos 80 anos foi simples, como é a família: só um almoço, para os que moram mais perto. Com tantos descendentes, fica impossível conciliar uma data para reunir todos. Para um dos filhos, Evando Xavier de Carvalho, honestidade e os valores morais são as grandes qualidades dos pais. "Durante a vida toda, eles foram assim: bem-humorados e pais que nunca levantaram a mão para nenhum dos filhos. Foram enérgicos quando necessário e conseguiram passar a todos como é importante ter uma família", diz ele, aos 59 anos.

Dona Otília gaba-se de ficar "mais de ano sem tomar um comprimido". Seo Antônio tem dificuldades para ouvir e só consegue caminhar bem devagar, se apoiando na parede. Ela ainda sai para caminhar pelas ruas, até faz umas comprinhas de vez em quando. Gosta também de receber amigos para um café e não descarta uma cerveja preta. "É só ter em casa que eu bebo", conta.

Fonte: Cosmo On-line


Casal de 102 e 99 anos comemora 80 de casados

LONGEVIDADE
Com o tom de voz bem baixinho, quase num sussurro, na melodia que é uma mistura de notas de cantiga de ninar e cântico de igreja, dona Otília Maria de Jesus entoa uma estrofe que ela mesma compôs: "Ainda vou no céu em vida/ perguntar ao Nosso Senhor/ se no dia que eu morrer/ posso levar o meu amor". A música tem tudo a ver com a história da "cantora: ela e o marido, Antônio Xavier de Carvalho, estão casados há 80 anos, completados no último dia 9. Os dois vivem na casa de um dos nove filhos, em Monte Mor.Sentados lado a lado, as mãos calejadas dos dois se entrelaçam o tempo todo. Quando percebe alguma fala carinhosa do marido, dona Otília se encosta nos ombros dele. Cheios de demonstrações de carinho, a memória é retomada aos poucos, alguns lapsos surgem, um corrige o outro e o sorriso grande, simultâneo entre os companheiros, vem em seguida.Na colônia de centenas de empregados de uma fazenda de café na Vila Elisiário, na região de Catanduva (a 300 quilômetros de Campinas), tanto a família de dona Otília, hoje com 99 anos, quanto a de seo Antônio, de 102, foram morar na década de 20, vindas do Sertão da Bahia. Ali, numa das animadas festas, na época em que os bailes começavam às 18h e, no máximo, até as 21h, já tinham acabado, seo Antônio começou a observar a moça. "E não é que eu gostei?", conta dona Otília. Para que o casamento se realizasse, não demorou sequer dois meses. "E foi uma festança com tanta leitoa assada que eu nunca vi tanta fartura", relembra seo Antônio.

O casal passou a maior parte da vida na zona rural. Da fazenda da Vila Elisiário, onde nasceram os dois primeiros filhos, dona Otília tem a lembrança também do patrão, Amâncio Pereira, que foi seu padrinho de casamento. "Lá, nós pegamos 5 mil pés de café para cuidar sozinhos. Íamos para o cafezal juntos, logo cedo, quando o sol começava a aparecer no céu", diz seo Antônio. O costume de acordar ainda de madrugada prevalece até hoje. "E eu lá sou mulher de acordar às 11h? Nessa hora já até almocei", orgulha-se ela.

O casal passou outros 50 anos no Paraná, primeiro como empregados noutra fazenda de café e, depois, como proprietários de um pequeno sítio. Há cerca de cinco anos, mudaram-se para Monte Mor, para ficar mais perto dos filhos e receber os cuidados deles.Os dois não se casaram na igreja. "Casamos no civil e já estava bom. O importante era que nós tínhamos amor um pelo outro", afirma seo Antônio, sem querer dar muitos detalhes da história.

A festa pelos 80 anos foi simples, como é a família: só um almoço, para os que moram mais perto. Com tantos descendentes, fica impossível conciliar uma data para reunir todos. Para um dos filhos, Evando Xavier de Carvalho, honestidade e os valores morais são as grandes qualidades dos pais. "Durante a vida toda, eles foram assim: bem-humorados e pais que nunca levantaram a mão para nenhum dos filhos. Foram enérgicos quando necessário e conseguiram passar a todos como é importante ter uma família", diz ele, aos 59 anos.

Dona Otília gaba-se de ficar "mais de ano sem tomar um comprimido". Seo Antônio tem dificuldades para ouvir e só consegue caminhar bem devagar, se apoiando na parede. Ela ainda sai para caminhar pelas ruas, até faz umas comprinhas de vez em quando. Gosta também de receber amigos para um café e não descarta uma cerveja preta. "É só ter em casa que eu bebo", conta.

Fonte: Cosmo On-line


novembro 27, 2009

Dá para explicar Dr. ?

LONGEVIDADE

Quantas vezes já nos sentimos constrangidos durante uma consulta por não entender o "mediquês" falado pelos médicos?

A falta de entendimento em uma consulta médica gera desentendimentos, conhecer seus direitos é o primeiro passo para a escolha de um médico de confiança e, com isso, receber uma consulta com a dignidade que todos nós merecemos.
Não esqueçam também de levar os nomes dos medicamentos que você ou quem você acompanha, esteja tomando.

Conforme o Código de Ética Médica, citarei alguns direitos dos pacientes, caso você queira conhecer todos, veja aqui (DIREITOS DO PACIENTE - RELAÇÃO MÉDICO/PACIENTE)


  • Tem direito: a informação clara e precisa sobre o diagnóstico,
  • Tem direito: a perguntar sobre o próprio caso, tem direito a levar um acompanhante,
  • Tem direito: a ter acesso aos dados de prontuário,
  • Tem direito: a conhecer as opções de tratamento,
  • Tem direito: a discutir com o médico sobre uma segunda opinião,
  • Tem direito: ao segredo das informações.

    Porém, nem sempre esses direitos acontecem. "A compreensão de cuidado e confiança é muito particular. Algumas pessoas necessitam de mais carinho e amor, outras são mais diretas", depende do modo de se comunicar de cada um. Por isso, é o paciente o responsável final pela escolha do tratamento em que confia", explica o corregedor do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luis Dávila. Daí a importância da empatia entre médico e paciente na escolha do profissional. "Conheço casos em que o médico errou e o paciente não quis denunciar porque reconheceu o esforço e compreendeu que o erro foi humano", ressalta Roberto. "Houve empatia, relações de confiança entre os dois e a aceitação de que nenhum procedimento está livre de falhas", completa.

    Só existe uma ressalva à autonomia do paciente sobre as escolhas do profissional e do tratamento no Código de Ética Médica. Por sinal, bastante polêmica. Se o paciente correr risco de vida, o médico pode intervir sobre o tratamento sem a autorização dele. Nesse caso, o dever do médico sobre a manutenção da vida supera a liberdade do paciente.

Por isso, quando estiverem em consultas, não se inibam de perguntar qualquer coisa que vocês não estiverem entendendo, é um direito. Ao acompanhar um idoso, pergunte se para ele tudo ficou claro, se não, explique em casa, em uma linguagem que ele entenda, dê exemplos, e for necessário. desenhe, há pessoas que entendem mellhor a linguagem visual.

O mesmo vale para a receita, por exemplo, "tomar o comprimido 3x ao dia" podem surgir dúvidas como: após, ou antes, das refeições? Posso tomar com sucos? Com leite? Com chá? Na farmácia, procure mais esclarecimentos com o farmacêutico, lembrando-se sempre, que farmacêutico não é médico, e balconista , não é farmacêutico.

Fonte: Portaria do Ministério da Saúde nº1286 de 26/10/93- art.8º e nº74 de 04/05/94.


Dá para explicar Dr. ?

LONGEVIDADE

Quantas vezes já nos sentimos constrangidos durante uma consulta por não entender o "mediquês" falado pelos médicos?

A falta de entendimento em uma consulta médica gera desentendimentos, conhecer seus direitos é o primeiro passo para a escolha de um médico de confiança e, com isso, receber uma consulta com a dignidade que todos nós merecemos.
Não esqueçam também de levar os nomes dos medicamentos que você ou quem você acompanha, esteja tomando.

Conforme o Código de Ética Médica, citarei alguns direitos dos pacientes, caso você queira conhecer todos, veja aqui (DIREITOS DO PACIENTE - RELAÇÃO MÉDICO/PACIENTE)


  • Tem direito: a informação clara e precisa sobre o diagnóstico,
  • Tem direito: a perguntar sobre o próprio caso, tem direito a levar um acompanhante,
  • Tem direito: a ter acesso aos dados de prontuário,
  • Tem direito: a conhecer as opções de tratamento,
  • Tem direito: a discutir com o médico sobre uma segunda opinião,
  • Tem direito: ao segredo das informações.

    Porém, nem sempre esses direitos acontecem. "A compreensão de cuidado e confiança é muito particular. Algumas pessoas necessitam de mais carinho e amor, outras são mais diretas", depende do modo de se comunicar de cada um. Por isso, é o paciente o responsável final pela escolha do tratamento em que confia", explica o corregedor do Conselho Federal de Medicina, Roberto Luis Dávila. Daí a importância da empatia entre médico e paciente na escolha do profissional. "Conheço casos em que o médico errou e o paciente não quis denunciar porque reconheceu o esforço e compreendeu que o erro foi humano", ressalta Roberto. "Houve empatia, relações de confiança entre os dois e a aceitação de que nenhum procedimento está livre de falhas", completa.

    Só existe uma ressalva à autonomia do paciente sobre as escolhas do profissional e do tratamento no Código de Ética Médica. Por sinal, bastante polêmica. Se o paciente correr risco de vida, o médico pode intervir sobre o tratamento sem a autorização dele. Nesse caso, o dever do médico sobre a manutenção da vida supera a liberdade do paciente.

Por isso, quando estiverem em consultas, não se inibam de perguntar qualquer coisa que vocês não estiverem entendendo, é um direito. Ao acompanhar um idoso, pergunte se para ele tudo ficou claro, se não, explique em casa, em uma linguagem que ele entenda, dê exemplos, e for necessário. desenhe, há pessoas que entendem mellhor a linguagem visual.

O mesmo vale para a receita, por exemplo, "tomar o comprimido 3x ao dia" podem surgir dúvidas como: após, ou antes, das refeições? Posso tomar com sucos? Com leite? Com chá? Na farmácia, procure mais esclarecimentos com o farmacêutico, lembrando-se sempre, que farmacêutico não é médico, e balconista , não é farmacêutico.

Fonte: Portaria do Ministério da Saúde nº1286 de 26/10/93- art.8º e nº74 de 04/05/94.


novembro 25, 2009

Velho cão ...

LONGEVIDADE
Um cão velho e com olhar cansado estava andando pela rua e entrou em meu jardim. Eu pude ver, pela coleira e seu pêlo brilhante, que ele era bem alimentado e bem cuidado.
Ele chegou perto calmamente e eu o agradei. Então ele me seguiu e entrou em minha casa. Passou pela sala, entrou no corredor, deitou-se em um cantinho e dormiu.

Uma hora depois ele foi para a porta e eu o deixei sair.

No dia seguinte ele voltou, fez "festinha" para mim no jardim, entrou em minha casa e novamente dormiu por uma hora no cantinho do corredor. Isso se repetiu por várias semanas.

Curioso, coloquei um bilhete em sua coleira: "Gostaria de saber quem é o dono deste lindo e amável cachorro, e perguntar se você sabe que ele vem até a minha casa todas as tardes para tirar uma soneca."

No dia seguinte ele chegou para sua habitual soneca, com um outro bilhete na coleira: "Ele mora em uma casa com 6 crianças, 2 das quais têm menos de 3 anos - provavelmente ele está tentando descansar um pouco.

Posso ir junto com ele amanhã???"