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fevereiro 06, 2009

No prato, um festival de cores




Morangos não são vermelhos por acaso, da mesma forma que uvas não nascem roxas por mero capricho da natureza. "Cada cor representa um pigmento, um nutriente com propriedades específicas", diz a nutricionista Fabiana Carvalho.

"Antigamente indicávamos uma alimentação colorida por causa da estética, pois era uma forma de tornar o prato harmônico e mais atraente, sobretudo para as crianças. Nos últimos anos, porém, pesquisas têm mostrado que a diversidade de cores é importante para a ingestão mais completa dos componentes que ajudam a prevenir doenças e fortalecer o corpo."

O poder da aquarela vegetal se tornou tão notório que virou recomendação especial do Ministério da Saúde, listada em seu ‘Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos’: "Uma alimentação variada é uma alimentação colorida", indica a publicação. Também o Instituto Nacional do Câncer (Inca) é taxativo ao vincular a diversidade de cores no prato à prevenção de tumores, hábito que devemos manter a nossa vida toda.

É bom lembrar, que as receitas obtém melhores resultados, quando são utilizados produtos de boa qualidade, qualidade não significa preço alto. Compre frutas e legumes de época (silvia masc)


Fonte: Fabiana Carvalho Trovão, especialista em nutrição clínica do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

No prato, um festival de cores




Morangos não são vermelhos por acaso, da mesma forma que uvas não nascem roxas por mero capricho da natureza. "Cada cor representa um pigmento, um nutriente com propriedades específicas", diz a nutricionista Fabiana Carvalho.

"Antigamente indicávamos uma alimentação colorida por causa da estética, pois era uma forma de tornar o prato harmônico e mais atraente, sobretudo para as crianças. Nos últimos anos, porém, pesquisas têm mostrado que a diversidade de cores é importante para a ingestão mais completa dos componentes que ajudam a prevenir doenças e fortalecer o corpo."

O poder da aquarela vegetal se tornou tão notório que virou recomendação especial do Ministério da Saúde, listada em seu ‘Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos’: "Uma alimentação variada é uma alimentação colorida", indica a publicação. Também o Instituto Nacional do Câncer (Inca) é taxativo ao vincular a diversidade de cores no prato à prevenção de tumores, hábito que devemos manter a nossa vida toda.

É bom lembrar, que as receitas obtém melhores resultados, quando são utilizados produtos de boa qualidade, qualidade não significa preço alto. Compre frutas e legumes de época (silvia masc)


Fonte: Fabiana Carvalho Trovão, especialista em nutrição clínica do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

janeiro 30, 2009

Bolo de Banana Caramelada (Enviada pelo Milton)



Ingredientes Calda

- 1 xícara (chá) de açúcar
- Manteiga para untar
- 6 banas nanicas

Ingredientes Massa

- 1 xícara (chá) óleo
- 3 xícaras (chá) farinha de trigo
- 1 conher (sopa) d efermento em po´
- 1 conher (chá) canela em pó
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de leite
- 3 ovos

Preparo Calda

. Leve ao fogo a panela com açúcar
. Quando dourar, junte meia xícara (chá) água fervente, mexer até dissover
. Coloque a calda numa assadeira (~23x32) untada
. Corte as bananas ao meio, comprimento, distribua sobre a calda e reserve

Preparo Massa

. Bata no liquidificador: leite Moça, canela, óleo e os ovos.
. Coloque a mistura numa vasilha e junte a farinha e o fermento peneirados. Mexa bem
. Despeje sobre as bananas
. Forno 200 graus pré aquecido por 40 minutos
. Quando amornar, desenformar

Mais receitas, aqui Blog do Milton Toshiba

Bolo de Banana Caramelada (Enviada pelo Milton)



Ingredientes Calda

- 1 xícara (chá) de açúcar
- Manteiga para untar
- 6 banas nanicas

Ingredientes Massa

- 1 xícara (chá) óleo
- 3 xícaras (chá) farinha de trigo
- 1 conher (sopa) d efermento em po´
- 1 conher (chá) canela em pó
- 1 lata de leite condensado
- 1 lata de leite
- 3 ovos

Preparo Calda

. Leve ao fogo a panela com açúcar
. Quando dourar, junte meia xícara (chá) água fervente, mexer até dissover
. Coloque a calda numa assadeira (~23x32) untada
. Corte as bananas ao meio, comprimento, distribua sobre a calda e reserve

Preparo Massa

. Bata no liquidificador: leite Moça, canela, óleo e os ovos.
. Coloque a mistura numa vasilha e junte a farinha e o fermento peneirados. Mexa bem
. Despeje sobre as bananas
. Forno 200 graus pré aquecido por 40 minutos
. Quando amornar, desenformar

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janeiro 20, 2009

Livre-se do descascador para brecar as rugas e combater o câncer


No que diz respeito à sua boca, fruta é algo macio e doce. Pelo menos o interior dela. Mas alguns dos antioxidantes mais poderosos estão justamente do lado de fora — aquele que vai parar no lixo. “É muito importante comer as cascas”, afirma a consultora de Women’s Health Anita Sachs, chefe da disciplina de nutrição do departamento de medicina preventiva da Unifesp. Mas ela faz um alerta: as frutas devem ser muito bem higienizadas, com uma solução de água com hipoclorito de sódio (à venda nos supermercados). Ninguém quer que você encare um abacaxi inteiro, mas, nestes cinco casos de frutas inteiramente comestíveis, a quantidade de nutrientes compensa o trabalho extra de sua mandíbula.



Maçã
Uma pesquisa da Universidade Cornell, nos EUA, descobriu que a casca da maçã tem 87% mais fi toquímicos que previnem o câncer do que o doce e refrescante interior.


DICA Se uma maçã inteira é difícil de engolir, pique em pedaços e misture com um sorbet, adicione em um mingau ou potinho de cereais ou coloque em um bolo.


Pepino
A pele desse fruto de baixíssima caloria é feita de silício, necessário para incrementar a produção de colágeno. Não existe um mínimo recomendado, mas especialistas sugerem que sejam ingeridas ao menos 5 miligramas por dia, a quantidade que você obtém da casca de um pepino.


DICA Prefira os orgânicos. O cultivo comum geralmente usa produtos que formam uma capa sobre a casca para prolongar sua vida nas prateleiras, enquanto os orgânicos fi cam limpos.



Beringela
Descasque essa beleza púrpura e você deixará de ingerir 300 miligramas de antocianina, um antioxidante que previne o dano nas células do cérebro. Pior, você perde 200 miligramas de potássio, que previne cãibras, 13 miligramas de magnésio, que ajuda a manter o sistema imunológico saudável, e 3 gramas de fi bras, fortes aliadas contra a pancinha.


DICA Se a berinjela estiver em um molho ou com um queijo, você nem vai perceber que estava com pele — desde que seja usada o mais rápido possível depois da compra, porque a pele fica amarga com o tempo.


Kiwi
Compostos químicos encontrados na felpuda casca são capazes de lutar contra bactérias nojentinhas como estafi lococos e E. coli – aquelas que vivem nas fezes.


DICA Não quer ter a impressão de que está comendo uma taturana? Salpique o seu kiwi em um smoothie ou corte em fatias bem fi ninhas e misture na salada.


Laranja
A casca contém um óleo (d-limoneno) que é o inimigo mortal dos raios ultravioleta. Um estudo da Universidade do Arizona, nos EUA, mostrou que ingerir uma colher (chá) de casca por semana reduz o risco de câncer de pele em 30%.


DICA Em vez de morder aquela cascona, espalhe lascas dela no salmão, no molho ou na salada.


FONTE: WOMAN’S HEALTH

Livre-se do descascador para brecar as rugas e combater o câncer


No que diz respeito à sua boca, fruta é algo macio e doce. Pelo menos o interior dela. Mas alguns dos antioxidantes mais poderosos estão justamente do lado de fora — aquele que vai parar no lixo. “É muito importante comer as cascas”, afirma a consultora de Women’s Health Anita Sachs, chefe da disciplina de nutrição do departamento de medicina preventiva da Unifesp. Mas ela faz um alerta: as frutas devem ser muito bem higienizadas, com uma solução de água com hipoclorito de sódio (à venda nos supermercados). Ninguém quer que você encare um abacaxi inteiro, mas, nestes cinco casos de frutas inteiramente comestíveis, a quantidade de nutrientes compensa o trabalho extra de sua mandíbula.



Maçã
Uma pesquisa da Universidade Cornell, nos EUA, descobriu que a casca da maçã tem 87% mais fi toquímicos que previnem o câncer do que o doce e refrescante interior.


DICA Se uma maçã inteira é difícil de engolir, pique em pedaços e misture com um sorbet, adicione em um mingau ou potinho de cereais ou coloque em um bolo.


Pepino
A pele desse fruto de baixíssima caloria é feita de silício, necessário para incrementar a produção de colágeno. Não existe um mínimo recomendado, mas especialistas sugerem que sejam ingeridas ao menos 5 miligramas por dia, a quantidade que você obtém da casca de um pepino.


DICA Prefira os orgânicos. O cultivo comum geralmente usa produtos que formam uma capa sobre a casca para prolongar sua vida nas prateleiras, enquanto os orgânicos fi cam limpos.



Beringela
Descasque essa beleza púrpura e você deixará de ingerir 300 miligramas de antocianina, um antioxidante que previne o dano nas células do cérebro. Pior, você perde 200 miligramas de potássio, que previne cãibras, 13 miligramas de magnésio, que ajuda a manter o sistema imunológico saudável, e 3 gramas de fi bras, fortes aliadas contra a pancinha.


DICA Se a berinjela estiver em um molho ou com um queijo, você nem vai perceber que estava com pele — desde que seja usada o mais rápido possível depois da compra, porque a pele fica amarga com o tempo.


Kiwi
Compostos químicos encontrados na felpuda casca são capazes de lutar contra bactérias nojentinhas como estafi lococos e E. coli – aquelas que vivem nas fezes.


DICA Não quer ter a impressão de que está comendo uma taturana? Salpique o seu kiwi em um smoothie ou corte em fatias bem fi ninhas e misture na salada.


Laranja
A casca contém um óleo (d-limoneno) que é o inimigo mortal dos raios ultravioleta. Um estudo da Universidade do Arizona, nos EUA, mostrou que ingerir uma colher (chá) de casca por semana reduz o risco de câncer de pele em 30%.


DICA Em vez de morder aquela cascona, espalhe lascas dela no salmão, no molho ou na salada.


FONTE: WOMAN’S HEALTH

janeiro 16, 2009

Vejam alimentos que passaram de vilões a mocinhos

Enquanto a ciência tentava comprovar a parcela de culpa da alimentação nos problemas de saúde, uma lista crescente de alimentos ia para o "banco dos réus" e para fora dos pratos de muita gente. Foi dessa forma, por exemplo, que o ovo virou inimigo número 1 de quem precisava reduzir o colesterol e o café, um veneno para quem sofria de gastrite. Felizmente, os avanços nos estudos, nos últimos anos, mostraram que certos "vilões", além de saborosos, são, na verdade, mais mocinhos do que aparentam. Não apenas porque se descobriu que esses alimentos também apresentam nutrientes que fazem maravilhas ao organismo. Mas, especialmente, pela comprovação de que o verdadeiro perigo está na forma como se come - e não necessariamente no alimento que é consumido.

Confira, a seguir, os mitos e verdades relacionadas a alguns alimentos que passaram de vilões a mocinhos:

O que diziam dessa fruta: muito calórica, era proibida na dieta de quem desejava emagrecer. Por ser bastante oleoso, algumas pessoas acusavam o abacate de ser um alimento rico em colesterol. Detalhe: esse tipo de gordura só existe em fontes de origem animal. Ou seja, jamais seria encontrado em uma fruta. O seu lado mocinho: por conter pouca água, a fruta tem alta concentração de vitaminas e minerais. O abacate é ainda benéfico para o sistema digestivo, para o fígado e para o sistema imunológico. E olhe a ironia: por ser rico em ácido oléico (uma gordura monoinsaturada, gordura do bem que dá a oleosidade da fruta), o abacate previne o colesterol ruim (LDL) e mantém os níveis do colesterol bom (HDL).

O que diziam da bebida: que provocava gastrite, elevação da pressão arterial, agitação e insônia. Corriqueira no cardápio nacional, a bebida, que inclusive dá nome ao desjejum (café da manhã), era ainda relacionada à má absorção de cálcio, o que poderia contribuir para enfraquecer os ossos. Segundo especialistas, esse malefícios dependem muito mais do grau de sensibilidade de algumas pessoas à cafeína. Qual seu lado mocinho: pesquisas apontam que o consumo moderado da bebida auxilia na concentração e na memória, diminuindo os riscos de doenças degenerativas. Há ainda evidência de que ele tenha efeito positivo na melhora do humor e em casos de depressão. Estudo publicado em 2006 e realizado pela nutricionista Rosana Perim, gerente de Nutrição do Hospital do Coração, aponta ainda que a gordura presente na bebida tem relação direta com sua preparação. "O café deve ser coado ou filtrado. Assim, é possível reter as substâncias gordurosas que podem favorecer o aumento do colesterol", explica Rosana.
O que diziam dessa guloseima: era sinônimo de gordura e açúcar em excesso, por isso de alto teor calórico. Risco certo para o coração, por ser uma fonte de colesterol, o chocolate foi riscado do cardápio de pessoas preocupadas em emagrecer ou com problemas cardíacos. Qual o seu lado mocinho: acredite se quiser, mas o doce ajuda a relaxar e até a dormir. Quem defende a idéia é o médico Guenther Von Eye, professor adjunto de Medicina Interna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. "O chocolate libera endorfina, substância ligada à sensações de prazer e bem-estar, por isso ajuda a pessoa se sentir bem. Por isso, inclusive, que há sempre um bombom nos quartos de hotéis", completa o médico. Aponta ainda que o flavanol (substância presente no cacau) aumenta o fluxo sanguíneo no cérebro - o que pode ser uma esperança no tratamento de danos vasculares. Mas não exagere. O doce é calórico sim e somente até 6g de chocolate por dia pode ser considerada uma quantidade de consumo saudável.

O que diziam dele: rico em colesterol, o ovo foi, por muito tempo, considerado o principal inimigo de pessoas com problemas cardíacos. "As pessoas só não sabem que 70% a 80% do colesterol são produzidos pelo fígado, só o restante vem da alimentação", alerta o médico Paulo Olzon, da Unifesp. Qual seu lado mocinho: "Quando consumido sem exagero, o ovo apresenta risco somente para pessoas com predisposição genética a produzir de forma elevada o colesterol pelo fígado", ensina a nutricionista Eliana Cristina de Almeida, professora da Unifesp.
Segundo Eliana, o ovo é ainda uma fonte rica em proteínas, vitaminas lipossolúveis (que, entre outras funções, também tem ação antioxidante), minerais e gordura insaturada (uma gordura do bem). "O ovo tem substâncias de proteção contra a arteriosclerose, por exemplo. O importante é não exagerar na dose, pois todo alimento em excesso traz prejuízos ao organismo".
E não é só. A gema oferece uma grande concentração de colina. Essa substância reveste a membrana das células (incluindo as células nervosas do cérebro) e não é produzida pelo organismo. Por isso, comer ovo é uma forma de garantir a integridade celular. Outra função da colina é formar a acetilcolina - um neurotransmissor relacionado às funções de aprendizado e memória.


Fonte:
Eliana Cristina de Almeida - nutricionista, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifep)
www.unifesp.br
Guenther Von Eye - professor adjunto de Medicina Interna da Universidade Federal de Medicina do Rio Grande do Sul
www.ufrgs.br
Paulo Olzon Monteiro da Silva - clínico geral, chefe da disciplina de Clínica Médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) www.unifesp.br
Rosana Perim - nutricionista, gerente de nutrição do Hospital do Coração de São Paulo (HCor)
www.hcor.com.br



Vejam alimentos que passaram de vilões a mocinhos

Enquanto a ciência tentava comprovar a parcela de culpa da alimentação nos problemas de saúde, uma lista crescente de alimentos ia para o "banco dos réus" e para fora dos pratos de muita gente. Foi dessa forma, por exemplo, que o ovo virou inimigo número 1 de quem precisava reduzir o colesterol e o café, um veneno para quem sofria de gastrite. Felizmente, os avanços nos estudos, nos últimos anos, mostraram que certos "vilões", além de saborosos, são, na verdade, mais mocinhos do que aparentam. Não apenas porque se descobriu que esses alimentos também apresentam nutrientes que fazem maravilhas ao organismo. Mas, especialmente, pela comprovação de que o verdadeiro perigo está na forma como se come - e não necessariamente no alimento que é consumido.

Confira, a seguir, os mitos e verdades relacionadas a alguns alimentos que passaram de vilões a mocinhos:

O que diziam dessa fruta: muito calórica, era proibida na dieta de quem desejava emagrecer. Por ser bastante oleoso, algumas pessoas acusavam o abacate de ser um alimento rico em colesterol. Detalhe: esse tipo de gordura só existe em fontes de origem animal. Ou seja, jamais seria encontrado em uma fruta. O seu lado mocinho: por conter pouca água, a fruta tem alta concentração de vitaminas e minerais. O abacate é ainda benéfico para o sistema digestivo, para o fígado e para o sistema imunológico. E olhe a ironia: por ser rico em ácido oléico (uma gordura monoinsaturada, gordura do bem que dá a oleosidade da fruta), o abacate previne o colesterol ruim (LDL) e mantém os níveis do colesterol bom (HDL).

O que diziam da bebida: que provocava gastrite, elevação da pressão arterial, agitação e insônia. Corriqueira no cardápio nacional, a bebida, que inclusive dá nome ao desjejum (café da manhã), era ainda relacionada à má absorção de cálcio, o que poderia contribuir para enfraquecer os ossos. Segundo especialistas, esse malefícios dependem muito mais do grau de sensibilidade de algumas pessoas à cafeína. Qual seu lado mocinho: pesquisas apontam que o consumo moderado da bebida auxilia na concentração e na memória, diminuindo os riscos de doenças degenerativas. Há ainda evidência de que ele tenha efeito positivo na melhora do humor e em casos de depressão. Estudo publicado em 2006 e realizado pela nutricionista Rosana Perim, gerente de Nutrição do Hospital do Coração, aponta ainda que a gordura presente na bebida tem relação direta com sua preparação. "O café deve ser coado ou filtrado. Assim, é possível reter as substâncias gordurosas que podem favorecer o aumento do colesterol", explica Rosana.
O que diziam dessa guloseima: era sinônimo de gordura e açúcar em excesso, por isso de alto teor calórico. Risco certo para o coração, por ser uma fonte de colesterol, o chocolate foi riscado do cardápio de pessoas preocupadas em emagrecer ou com problemas cardíacos. Qual o seu lado mocinho: acredite se quiser, mas o doce ajuda a relaxar e até a dormir. Quem defende a idéia é o médico Guenther Von Eye, professor adjunto de Medicina Interna da Universidade Federal do Rio Grande do Sul. "O chocolate libera endorfina, substância ligada à sensações de prazer e bem-estar, por isso ajuda a pessoa se sentir bem. Por isso, inclusive, que há sempre um bombom nos quartos de hotéis", completa o médico. Aponta ainda que o flavanol (substância presente no cacau) aumenta o fluxo sanguíneo no cérebro - o que pode ser uma esperança no tratamento de danos vasculares. Mas não exagere. O doce é calórico sim e somente até 6g de chocolate por dia pode ser considerada uma quantidade de consumo saudável.

O que diziam dele: rico em colesterol, o ovo foi, por muito tempo, considerado o principal inimigo de pessoas com problemas cardíacos. "As pessoas só não sabem que 70% a 80% do colesterol são produzidos pelo fígado, só o restante vem da alimentação", alerta o médico Paulo Olzon, da Unifesp. Qual seu lado mocinho: "Quando consumido sem exagero, o ovo apresenta risco somente para pessoas com predisposição genética a produzir de forma elevada o colesterol pelo fígado", ensina a nutricionista Eliana Cristina de Almeida, professora da Unifesp.
Segundo Eliana, o ovo é ainda uma fonte rica em proteínas, vitaminas lipossolúveis (que, entre outras funções, também tem ação antioxidante), minerais e gordura insaturada (uma gordura do bem). "O ovo tem substâncias de proteção contra a arteriosclerose, por exemplo. O importante é não exagerar na dose, pois todo alimento em excesso traz prejuízos ao organismo".
E não é só. A gema oferece uma grande concentração de colina. Essa substância reveste a membrana das células (incluindo as células nervosas do cérebro) e não é produzida pelo organismo. Por isso, comer ovo é uma forma de garantir a integridade celular. Outra função da colina é formar a acetilcolina - um neurotransmissor relacionado às funções de aprendizado e memória.


Fonte:
Eliana Cristina de Almeida - nutricionista, professora da Universidade Federal de São Paulo (Unifep)
www.unifesp.br
Guenther Von Eye - professor adjunto de Medicina Interna da Universidade Federal de Medicina do Rio Grande do Sul
www.ufrgs.br
Paulo Olzon Monteiro da Silva - clínico geral, chefe da disciplina de Clínica Médica da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp) www.unifesp.br
Rosana Perim - nutricionista, gerente de nutrição do Hospital do Coração de São Paulo (HCor)
www.hcor.com.br



janeiro 15, 2009

Sugestões alimentares para indivíduos fisicamente ativos


Sugestões de alimentos 4 horas ou mais antes e 4 horas após os exercícios:

Arroz, carnes magras e frutas
Lanches de peito de peru com folhas e tomate
Massas ao molho de tomate com carnes magras
Queijos magros, leite ou iogurte desnatado.
Biscoitos ou bolo simples.
Barra energética ou proteica
Frutas frescas ou secas (passas, damasco)
Sucos de frutas.
Água de coco.
Água.


Sugestões de alimentos 2-3 horas antes e 2 horas após os exercícios

Cereais com leite ou iogurte desnatado.
Pães, biscoitos sem recheio, batatas assadas ou cozidas, bolo simples.
Frutas frescas ou secas.
Barra energética ou proteica
Água de coco.
Água.


Sugestões de alimentos 1 hora ou menos antes e 30 minutos depois do exercício

Barra energética ou proteica
Frutas frescas ou secas.
Suco de frutas.
Água de coco.
Água.



*Marília Fernandes é nutricionista e consultora nas áreas de Educação Alimentar, Qualidade de Vida e Bem Estar, Nutracêutica, Estética, Longevidade saudável, Atividade Física, Marketing alimentício e Saúde Ocupacional. Para entrar em contato, escreva para fernandesmarilia@uol.com.br
As informações fornecidas não são individualizadas, não deixe de consultar o seu médico.

Sugestões alimentares para indivíduos fisicamente ativos


Sugestões de alimentos 4 horas ou mais antes e 4 horas após os exercícios:

Arroz, carnes magras e frutas
Lanches de peito de peru com folhas e tomate
Massas ao molho de tomate com carnes magras
Queijos magros, leite ou iogurte desnatado.
Biscoitos ou bolo simples.
Barra energética ou proteica
Frutas frescas ou secas (passas, damasco)
Sucos de frutas.
Água de coco.
Água.


Sugestões de alimentos 2-3 horas antes e 2 horas após os exercícios

Cereais com leite ou iogurte desnatado.
Pães, biscoitos sem recheio, batatas assadas ou cozidas, bolo simples.
Frutas frescas ou secas.
Barra energética ou proteica
Água de coco.
Água.


Sugestões de alimentos 1 hora ou menos antes e 30 minutos depois do exercício

Barra energética ou proteica
Frutas frescas ou secas.
Suco de frutas.
Água de coco.
Água.



*Marília Fernandes é nutricionista e consultora nas áreas de Educação Alimentar, Qualidade de Vida e Bem Estar, Nutracêutica, Estética, Longevidade saudável, Atividade Física, Marketing alimentício e Saúde Ocupacional. Para entrar em contato, escreva para fernandesmarilia@uol.com.br
As informações fornecidas não são individualizadas, não deixe de consultar o seu médico.

janeiro 09, 2009

Mel , um santo remédio?



"Dizer que a ingestão de mel pode combater um mal específico é exagero, mas sabemos que ele é rico em antioxidantes e faz parte da nutrição saudável, propriedades que podem ajudar o corpo a se defender de algumas doenças, sobretudo as degenerativas", explica o médico Wilmar Accursio, endocrinologista e nutrólogo pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Accursio lembra que algumas das propriedades terapêuticas atribuídas ao mel têm fundamento científico e salienta que ainda existem mitos sobre os reais benefícios proporcionados pelo alimento ao organismo humano.

"O efeito antibactericida do mel é comprovado quanto ao uso tópico. Ele ajuda a cicatrizar feridas e alivia picadas de insetos. Nos adultos, destaca-se uma ação pró-biótica, ou seja, que promove a regulação do intestino ao estimular o equilíbrio da flora intestinal", detalha.

Nos casos de diabete - caracterizada pela deficiência no metabolismo da glicose - o mel deve ser consumido com moderação. "É melhor do que o açúcar comum, mas não é inofensivo. Açúcares dos tipos cristal, refinado e mascavo são de rápida absorção pelo organismo, eles têm, portanto, alto índice glicêmico. O mel tem índice intermediário, que não chega a ser tão baixo como o do feijão, por exemplo. Assim, a ingestão do mel será liberada de acordo com o nível de atividade física do diabético e mediante o controle da doença. Só o médico pode definir a dose adequada para cada quadro", diz Accursio.

"O mel de girassol é o mais benéfico para diabéticos por apresentar baixo índice glicêmico, uma vez que contém mais frutose e menos glicose", diz Presidente da Sociedade Brasileira de Nutrologia (Abran) e mestre em ciências da saúde, Durval Ribas Filho

A ingestão de mel indicada para adultos sem restrição à glicose é de 13 ml por dia. "Equivale a uma colher de sopa", compara. "O mel tem ação terapêutica e também possui propriedades estéticas, funcionando como adstringente na pele. Esses benefícios, contudo, estão relacionados ao mel puro, que não é encontrado com facilidade. Só por meio de análises laboratoriais é possível constatar essa pureza", completa.


Na compra: Observar se o mel possui selo de pureza e investigar sua procedência são medidas de segurança para consumir o produto, principalmente no caso de crianças. Em agosto de 2008 uma pesquisa do Ministério da Saúde aplicada a seis estados do País atestou que 7% das cem amostras de mel comercializadas por ambulantes e feirantes estavam contaminadas pelo bacilo clostridium botulinum,agente responsável pelo botulismo.


PROPRIEDADES

Mel puro contém potássio, ferro, zinco, vitaminas A, C e B, enxofre, antioxidantes e cálcio. Ele tem, portanto, valor nutritivo superior ao do açúcar refinado, à base de cana - sendo mais indicado como adoçante. No quesito teor calórico, os dois alimentos são semelhantes: 1 grama de açúcar tem 4 calorias e 1 grama de mel possui 6 calorias.


Fonte: Abril.com

Mel , um santo remédio?



"Dizer que a ingestão de mel pode combater um mal específico é exagero, mas sabemos que ele é rico em antioxidantes e faz parte da nutrição saudável, propriedades que podem ajudar o corpo a se defender de algumas doenças, sobretudo as degenerativas", explica o médico Wilmar Accursio, endocrinologista e nutrólogo pela Universidade Federal de São Paulo (Unifesp). Accursio lembra que algumas das propriedades terapêuticas atribuídas ao mel têm fundamento científico e salienta que ainda existem mitos sobre os reais benefícios proporcionados pelo alimento ao organismo humano.

"O efeito antibactericida do mel é comprovado quanto ao uso tópico. Ele ajuda a cicatrizar feridas e alivia picadas de insetos. Nos adultos, destaca-se uma ação pró-biótica, ou seja, que promove a regulação do intestino ao estimular o equilíbrio da flora intestinal", detalha.

Nos casos de diabete - caracterizada pela deficiência no metabolismo da glicose - o mel deve ser consumido com moderação. "É melhor do que o açúcar comum, mas não é inofensivo. Açúcares dos tipos cristal, refinado e mascavo são de rápida absorção pelo organismo, eles têm, portanto, alto índice glicêmico. O mel tem índice intermediário, que não chega a ser tão baixo como o do feijão, por exemplo. Assim, a ingestão do mel será liberada de acordo com o nível de atividade física do diabético e mediante o controle da doença. Só o médico pode definir a dose adequada para cada quadro", diz Accursio.

"O mel de girassol é o mais benéfico para diabéticos por apresentar baixo índice glicêmico, uma vez que contém mais frutose e menos glicose", diz Presidente da Sociedade Brasileira de Nutrologia (Abran) e mestre em ciências da saúde, Durval Ribas Filho

A ingestão de mel indicada para adultos sem restrição à glicose é de 13 ml por dia. "Equivale a uma colher de sopa", compara. "O mel tem ação terapêutica e também possui propriedades estéticas, funcionando como adstringente na pele. Esses benefícios, contudo, estão relacionados ao mel puro, que não é encontrado com facilidade. Só por meio de análises laboratoriais é possível constatar essa pureza", completa.


Na compra: Observar se o mel possui selo de pureza e investigar sua procedência são medidas de segurança para consumir o produto, principalmente no caso de crianças. Em agosto de 2008 uma pesquisa do Ministério da Saúde aplicada a seis estados do País atestou que 7% das cem amostras de mel comercializadas por ambulantes e feirantes estavam contaminadas pelo bacilo clostridium botulinum,agente responsável pelo botulismo.


PROPRIEDADES

Mel puro contém potássio, ferro, zinco, vitaminas A, C e B, enxofre, antioxidantes e cálcio. Ele tem, portanto, valor nutritivo superior ao do açúcar refinado, à base de cana - sendo mais indicado como adoçante. No quesito teor calórico, os dois alimentos são semelhantes: 1 grama de açúcar tem 4 calorias e 1 grama de mel possui 6 calorias.


Fonte: Abril.com