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junho 27, 2010

Conheça os segredos da pressão alta para vencê-la


APRESENTAÇÃO

Para vencer um inimigo é preciso conhecer os seus pontos fortes e as suas fraquezas. O mesmo acontece com a pressão alta: para vencer esta “inimiga silenciosa” você precisa conhecer os seus segredos. Leia as informações a seguir e crie a sua própria maneira de lutar contra a pressão alta e vencê-la.
Os especialistas em pressão alta da Liga de Hipertensão do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Prof. Décio Mion Jr,  e Profa. Angela Pierin, que já conseguiram fazer com que centenas de pessoas hipertensas vencessem a doença, escreveram estas orientações para você. Eles explicam as melhores maneiras de enfrentar a pressão alta para mantê-la sobre controle.

Como especialistas, eles sabem o quanto é difícil para os pacientes tomar os remédios diariamente e seguir todas as orientações do médico para fazer exercícios, seguir dieta, comer alimentos com pouco sal e tomar bebidas alcoólicas em pequena quantidade. Por outro lado, eles também sabem que todas as pessoas que venceram as dificuldades iniciais para terem uma vida mais saudável estão muito felizes, satisfeitas com elas mesmas e com a pressão controlada.

Seja você também um desses felizardos. Não encurte sua vida. Não passe a velhice com baixa qualidade de vida, preso a uma cama por causa da pressão alta. Faça parte do nosso time. Boa sorte! Vá à luta. Estamos torcendo por você.

O QUE É PRESSÃO ALTA?

A pressão alta, também chamada de hipertensão arterial, é uma doença que ataca 1 em cada 5 brasileiros, chegando à razão de 1 para 2 entre as pessoas mais idosas. A pressão alta é uma doença traiçoeira porque, geralmente, as pessoas não sentem nada quando a pressão sobe. Por isso, ela é chamada de “assassina silenciosa”. Ela vai, de mansinho, deixando os vasos por onde circula, doentes, estreitados e endurecidos.
Dessa forma, os vasos podem estourar, como acontece no derrame, ou entupir, como ocorre no infarto ou na paralisação dos rins. Esses são os riscos da pressão alta não tratada e sem controle.

Conheça bem a sua inimiga: ela acaba com os vasos, o que pode causar um derrame, um infarto ou uma paralisação dos rins.

PORQUE TENHO PRESSÃO ALTA?

A pressão alta não escolhe a quem atacar. Ataca qualquer pessoa. Podem ser homens ou mulheres, jovens, idosos ou crianças, ricos ou pobres, brancos ou negros, pessoas calmas ou nervosas. Qualquer um de nós pode ter a doença.

Conheça bem a sua inimiga: ninguém está livre da pressão alta.

QUAL É A CAUSA DA PRESSÃO ALTA?

A sua causa ainda é desconhecida. Na maioria dos casos, o problema passa de pai para filho. O fato de ter pai, mãe ou avós hipertensos faz com que você tenha mais chances de ter a doença.
Além disso, outros fatores também contribuem para o aparecimento da pressão alta, tais como: excesso de sal e de bebidas alcoólicas, peso acima do ideal e vida sedentária, sem exercícios.

Conheça bem a sua inimiga: quando existem familiares com pressão alta, a chance de se ter a doença é maior e, por isso, torna-se ainda mais importante manter o peso, praticar atividade física regularmente, não exagerar no sal e nas bebidas alcoólicas.

PRESSÃO ALTA TEM CURA?

A maioria das pessoas que tem pressão alta não se cura da doença, consegue apenas controlar a pressão e manter uma vida normal. Um tratamento correto da pressão alta permite que você tenha uma boa qualidade de vida, além de evitar um eventual derrame, infarto ou paralisação dos rins.

Conheça bem a sua inimiga: trate a pressão corretamente para ter uma boa qualidade de vida.

O TRATAMENTO DURA QUANTO TEMPO?

Como a pressão alta não tem cura, o tratamento é para toda vida. É necessário estar sempre em tratamento para manter a doença controlada porque, quando o remédio é interrompido por um dia, a pressão pode subir. Por isso, é muito importante tomar os remédios todos os dias. Interromper o tratamento por conta própria é arriscado, pois pode aumentar abruptamente a pressão e trazer sérias conseqüências.

Conheça bem a sua inimiga: tome os remédios todos os dias para obter todos os benefícios do tratamento.

COMO TRATAR A PRESSÃO ALTA?

O tratamento deve ser feito com os remédios que controlam a pressão, juntamente com mudanças nos hábitos diários, tais como: reduzir a quantidade de sal e de bebidas alcoólicas, manter o peso ideal e praticar exercícios físicos regularmente. Algumas vezes, é possível controlar a pressão somente por meio das mudanças nos hábitos de vida.
Apenas o médico pode saber qual o remédio mais adequado para controlar a sua pressão.
Os remédios para o tratamento da pressão alta fazem os vasos se dilatarem até baixarem a pressão para os níveis considerados normais – hoje se sabe que o melhor é manter a pressão abaixo de 13/8.

Conheça bem a sua inimiga: não basta tomar remédios; faça também as mudanças necessárias nos seus hábitos diários o quanto antes. Os grandes benefícios só acontecem com as grandes mudanças.

COMO DEVO TOMAR OS REMÉDIOS? COMO FAZER PARA NÃO ESQUECER DE TOMÁ-LOS?

O uso do remédio deve ser contínuo. Os remédios devem ser tomados todos os dias, na dose e nos horários recomendados, para manter constante a sua atuação no organismo. Geralmente, uma dose ao dia é o suficiente para controlar a pressão, embora algumas pessoas precisem tomar remédios duas a três vezes ao dia. Procure associar a ingestão dos remédios com atividades cotidianas como no café da manhã, almoço ou jantar, ao deitar, acordar ou escovar os dentes.

Mantenha os remédios em locais visíveis – próximo a geladeira, televisão ou escova de dentes – e longe do alcance das crianças. Não deixe que os remédios acabem totalmente: compre sempre uma nova caixa antes de terminar a que você está usando e não corra o risco de ficar sem remédio.
Se possível, mantenha uma caixa de remédios em casa e outra no trabalho, pois no caso de você se esquecer de tomar o medicamento em casa, poderá fazê-lo no trabalho. Ao viajar, leve uma quantidade suficiente do remédio para o período em que estiver fora.

O envolvimento de outros familiares também poderá ajudá-lo a não se esquecer de tomar o remédio; por isso solicite ajuda. Não interrompa o tratamento porque o remédio acabou ou porque acha que está curado. Lembre-se: sua pressão estará sob controle apenas se você seguir o tratamento corretamente.

Conheça bem a sua inimiga: estabeleça uma rotina para lembrar dos remédios todos os dias e evitar que a pressão suba.

CASO ME SINTA MAL COM OS REMÉDIOS, O QUE DEVO FAZER?

Nunca interrompa o tratamento por conta própria. As pessoas reagem de maneiras diferente aos medicamentos. É necessário paciência até acertar o tipo e as doses ideais do remédio que controla melhor sua pressão. Caso sinta algo diferente, procure seu médico; se necessário, ele poderá mudar a medicação. Só ele pode saber qual o melhor remédio para seu bem-estar e controle da pressão.

Conheça bem a sua inimiga: nem sempre é possível controlar a pressão logo na primeira consulta. Se você contar para seu médico tudo o que sente, ele saberá qual o melhor remédio para combater a pressão alta.

COMO SABER SE A PRESSÃO ESTÁ CONTROLADA?

A pressão alta, na maioria das vezes, não apresenta sintomas específicos. Algumas pessoas se queixam de dor de cabeça, dor na nuca ou zumbido nos ouvidos. No entanto, esses sintomas não são específicos para pressão alta, pois podem estar relacionados a outros problemas de saúde. A única maneira de saber se a pressão está alta é fazendo a medição.

Normalmente, a pressão varia bastante durante as 24 horas do dia; ela se altera com a atividade física, com o sono e com as emoções. Por essa razão é que o médico mede a pressão mais de uma vez nas consultas. Às vezes, é necessário fazer um exame que mede a pressão por 24 horas, enquanto a pessoa realiza as suas atividades diárias. Esse exame, denominado Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA), serve para saber se a pressão está mesmo controlada durante o dia e  a noite.

Conheça bem a sua amiga: o único jeito de saber se a pressão está mesmo controlada é medindo a pressão.

QUEM PODE ME AJUDAR?

A sua família, os seus amigos e o seu médico. Vocês formam um time. Juntos, podem baixar a pressão e mantê-la sob controle; porém, para que isso aconteça é importante que você deixe seu médico ajudá-lo. É importante que ele conheça seus sentimentos, suas facilidades e dificuldades para fazer o tratamento. Aponte todas as suas dúvidas quando for às consultas. Não faça modificação no tratamento por conta própria, sempre o consulte.

Peça para seu médico esquematizar o plano de tratamento em cada consulta, incluindo dose e horários dos medicamentos, dieta e atividades físicas. Se ele pedir para você medir a pressão em casa, faça-o antes de tomar os remédios e repasse os valores para ele. Se você tiver dúvida sobre as modificações do remédio em seu organismo, discuta com seu médico.

Conheça bem sua inimiga: trabalhando com sua família, seus amigos e seu médico, a pressão alta será derrotada e você vencerá a “assassina silenciosa”.

Prof. Décio Mion Jr - Professor livre-docente
Angela M. G. Pierin -  Professora Doutora Chefe da Unidade de Hipertensão do Hospital das Clínicas
Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica Disciplina de Nefrologia da Faculdade  de Medicina da Universidade de São Paulo - Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo


Apoio: Laboratório MERCK SHARP & DOHME
Liga de Hipertensão do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Conheça os segredos da pressão alta para vencê-la


APRESENTAÇÃO

Para vencer um inimigo é preciso conhecer os seus pontos fortes e as suas fraquezas. O mesmo acontece com a pressão alta: para vencer esta “inimiga silenciosa” você precisa conhecer os seus segredos. Leia as informações a seguir e crie a sua própria maneira de lutar contra a pressão alta e vencê-la.
Os especialistas em pressão alta da Liga de Hipertensão do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Prof. Décio Mion Jr,  e Profa. Angela Pierin, que já conseguiram fazer com que centenas de pessoas hipertensas vencessem a doença, escreveram estas orientações para você. Eles explicam as melhores maneiras de enfrentar a pressão alta para mantê-la sobre controle.

Como especialistas, eles sabem o quanto é difícil para os pacientes tomar os remédios diariamente e seguir todas as orientações do médico para fazer exercícios, seguir dieta, comer alimentos com pouco sal e tomar bebidas alcoólicas em pequena quantidade. Por outro lado, eles também sabem que todas as pessoas que venceram as dificuldades iniciais para terem uma vida mais saudável estão muito felizes, satisfeitas com elas mesmas e com a pressão controlada.

Seja você também um desses felizardos. Não encurte sua vida. Não passe a velhice com baixa qualidade de vida, preso a uma cama por causa da pressão alta. Faça parte do nosso time. Boa sorte! Vá à luta. Estamos torcendo por você.

O QUE É PRESSÃO ALTA?

A pressão alta, também chamada de hipertensão arterial, é uma doença que ataca 1 em cada 5 brasileiros, chegando à razão de 1 para 2 entre as pessoas mais idosas. A pressão alta é uma doença traiçoeira porque, geralmente, as pessoas não sentem nada quando a pressão sobe. Por isso, ela é chamada de “assassina silenciosa”. Ela vai, de mansinho, deixando os vasos por onde circula, doentes, estreitados e endurecidos.
Dessa forma, os vasos podem estourar, como acontece no derrame, ou entupir, como ocorre no infarto ou na paralisação dos rins. Esses são os riscos da pressão alta não tratada e sem controle.

Conheça bem a sua inimiga: ela acaba com os vasos, o que pode causar um derrame, um infarto ou uma paralisação dos rins.

PORQUE TENHO PRESSÃO ALTA?

A pressão alta não escolhe a quem atacar. Ataca qualquer pessoa. Podem ser homens ou mulheres, jovens, idosos ou crianças, ricos ou pobres, brancos ou negros, pessoas calmas ou nervosas. Qualquer um de nós pode ter a doença.

Conheça bem a sua inimiga: ninguém está livre da pressão alta.

QUAL É A CAUSA DA PRESSÃO ALTA?

A sua causa ainda é desconhecida. Na maioria dos casos, o problema passa de pai para filho. O fato de ter pai, mãe ou avós hipertensos faz com que você tenha mais chances de ter a doença.
Além disso, outros fatores também contribuem para o aparecimento da pressão alta, tais como: excesso de sal e de bebidas alcoólicas, peso acima do ideal e vida sedentária, sem exercícios.

Conheça bem a sua inimiga: quando existem familiares com pressão alta, a chance de se ter a doença é maior e, por isso, torna-se ainda mais importante manter o peso, praticar atividade física regularmente, não exagerar no sal e nas bebidas alcoólicas.

PRESSÃO ALTA TEM CURA?

A maioria das pessoas que tem pressão alta não se cura da doença, consegue apenas controlar a pressão e manter uma vida normal. Um tratamento correto da pressão alta permite que você tenha uma boa qualidade de vida, além de evitar um eventual derrame, infarto ou paralisação dos rins.

Conheça bem a sua inimiga: trate a pressão corretamente para ter uma boa qualidade de vida.

O TRATAMENTO DURA QUANTO TEMPO?

Como a pressão alta não tem cura, o tratamento é para toda vida. É necessário estar sempre em tratamento para manter a doença controlada porque, quando o remédio é interrompido por um dia, a pressão pode subir. Por isso, é muito importante tomar os remédios todos os dias. Interromper o tratamento por conta própria é arriscado, pois pode aumentar abruptamente a pressão e trazer sérias conseqüências.

Conheça bem a sua inimiga: tome os remédios todos os dias para obter todos os benefícios do tratamento.

COMO TRATAR A PRESSÃO ALTA?

O tratamento deve ser feito com os remédios que controlam a pressão, juntamente com mudanças nos hábitos diários, tais como: reduzir a quantidade de sal e de bebidas alcoólicas, manter o peso ideal e praticar exercícios físicos regularmente. Algumas vezes, é possível controlar a pressão somente por meio das mudanças nos hábitos de vida.
Apenas o médico pode saber qual o remédio mais adequado para controlar a sua pressão.
Os remédios para o tratamento da pressão alta fazem os vasos se dilatarem até baixarem a pressão para os níveis considerados normais – hoje se sabe que o melhor é manter a pressão abaixo de 13/8.

Conheça bem a sua inimiga: não basta tomar remédios; faça também as mudanças necessárias nos seus hábitos diários o quanto antes. Os grandes benefícios só acontecem com as grandes mudanças.

COMO DEVO TOMAR OS REMÉDIOS? COMO FAZER PARA NÃO ESQUECER DE TOMÁ-LOS?

O uso do remédio deve ser contínuo. Os remédios devem ser tomados todos os dias, na dose e nos horários recomendados, para manter constante a sua atuação no organismo. Geralmente, uma dose ao dia é o suficiente para controlar a pressão, embora algumas pessoas precisem tomar remédios duas a três vezes ao dia. Procure associar a ingestão dos remédios com atividades cotidianas como no café da manhã, almoço ou jantar, ao deitar, acordar ou escovar os dentes.

Mantenha os remédios em locais visíveis – próximo a geladeira, televisão ou escova de dentes – e longe do alcance das crianças. Não deixe que os remédios acabem totalmente: compre sempre uma nova caixa antes de terminar a que você está usando e não corra o risco de ficar sem remédio.
Se possível, mantenha uma caixa de remédios em casa e outra no trabalho, pois no caso de você se esquecer de tomar o medicamento em casa, poderá fazê-lo no trabalho. Ao viajar, leve uma quantidade suficiente do remédio para o período em que estiver fora.

O envolvimento de outros familiares também poderá ajudá-lo a não se esquecer de tomar o remédio; por isso solicite ajuda. Não interrompa o tratamento porque o remédio acabou ou porque acha que está curado. Lembre-se: sua pressão estará sob controle apenas se você seguir o tratamento corretamente.

Conheça bem a sua inimiga: estabeleça uma rotina para lembrar dos remédios todos os dias e evitar que a pressão suba.

CASO ME SINTA MAL COM OS REMÉDIOS, O QUE DEVO FAZER?

Nunca interrompa o tratamento por conta própria. As pessoas reagem de maneiras diferente aos medicamentos. É necessário paciência até acertar o tipo e as doses ideais do remédio que controla melhor sua pressão. Caso sinta algo diferente, procure seu médico; se necessário, ele poderá mudar a medicação. Só ele pode saber qual o melhor remédio para seu bem-estar e controle da pressão.

Conheça bem a sua inimiga: nem sempre é possível controlar a pressão logo na primeira consulta. Se você contar para seu médico tudo o que sente, ele saberá qual o melhor remédio para combater a pressão alta.

COMO SABER SE A PRESSÃO ESTÁ CONTROLADA?

A pressão alta, na maioria das vezes, não apresenta sintomas específicos. Algumas pessoas se queixam de dor de cabeça, dor na nuca ou zumbido nos ouvidos. No entanto, esses sintomas não são específicos para pressão alta, pois podem estar relacionados a outros problemas de saúde. A única maneira de saber se a pressão está alta é fazendo a medição.

Normalmente, a pressão varia bastante durante as 24 horas do dia; ela se altera com a atividade física, com o sono e com as emoções. Por essa razão é que o médico mede a pressão mais de uma vez nas consultas. Às vezes, é necessário fazer um exame que mede a pressão por 24 horas, enquanto a pessoa realiza as suas atividades diárias. Esse exame, denominado Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA), serve para saber se a pressão está mesmo controlada durante o dia e  a noite.

Conheça bem a sua amiga: o único jeito de saber se a pressão está mesmo controlada é medindo a pressão.

QUEM PODE ME AJUDAR?

A sua família, os seus amigos e o seu médico. Vocês formam um time. Juntos, podem baixar a pressão e mantê-la sob controle; porém, para que isso aconteça é importante que você deixe seu médico ajudá-lo. É importante que ele conheça seus sentimentos, suas facilidades e dificuldades para fazer o tratamento. Aponte todas as suas dúvidas quando for às consultas. Não faça modificação no tratamento por conta própria, sempre o consulte.

Peça para seu médico esquematizar o plano de tratamento em cada consulta, incluindo dose e horários dos medicamentos, dieta e atividades físicas. Se ele pedir para você medir a pressão em casa, faça-o antes de tomar os remédios e repasse os valores para ele. Se você tiver dúvida sobre as modificações do remédio em seu organismo, discuta com seu médico.

Conheça bem sua inimiga: trabalhando com sua família, seus amigos e seu médico, a pressão alta será derrotada e você vencerá a “assassina silenciosa”.

Prof. Décio Mion Jr - Professor livre-docente
Angela M. G. Pierin -  Professora Doutora Chefe da Unidade de Hipertensão do Hospital das Clínicas
Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica Disciplina de Nefrologia da Faculdade  de Medicina da Universidade de São Paulo - Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo


Apoio: Laboratório MERCK SHARP & DOHME
Liga de Hipertensão do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo

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fevereiro 16, 2009

UNIFESP RECRUTA CUIDADORES DE PACIENTES COM DOENÇA DE ALZHEIMER E OUTRAS DEMÊNCIAS.


A pesquisa visa verificar os efeitos da prática de yoga e meditação na redução do estresse, da ansiedade e da depressão dos cuidadores de pacientes com doença de Alzheimer e outras demências.

Os interessados, homens e mulheres, deverão ter entre 30 e 65 anos, e, no mínimo, o segundo grau completo de escolaridade. Os voluntários serão divididos, por sorteio, em dois grupos distintos: grupo yoga e meditação e grupo controle (que receberá o treinamento de yoga e meditação ao término da pesquisa). O estudo terá duração de dois meses.

O voluntário não deverá ter asma; doença pulmonar obstrutiva crônica; síndrome de Cushing (desordem endócrina causada por níveis elevados de cortisol no sangue) e diabetes mellitus; e nem fazer uso de corticóide tópico, nasal ou qualquer forma de apresentação nos 30 dias anteriores ou álcool (mais do que cinco doses por semana) e drogas de abuso. Também não poderá ser praticante de yoga, meditação e técnicas de relaxamento progressivo antes do início da pesquisa.

O uso de tranquilizantes será permitido, desde que o voluntário já venha fazendo uso deste tipo de medicamento e não o abandone durante o experimento.

Os interessados deverão entrar em contato com Sueli, na Unidade de Medicina Comportamental da Unifesp, pelo telefone (11) 5082-2382, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.

UNIFESP RECRUTA CUIDADORES DE PACIENTES COM DOENÇA DE ALZHEIMER E OUTRAS DEMÊNCIAS.


A pesquisa visa verificar os efeitos da prática de yoga e meditação na redução do estresse, da ansiedade e da depressão dos cuidadores de pacientes com doença de Alzheimer e outras demências.

Os interessados, homens e mulheres, deverão ter entre 30 e 65 anos, e, no mínimo, o segundo grau completo de escolaridade. Os voluntários serão divididos, por sorteio, em dois grupos distintos: grupo yoga e meditação e grupo controle (que receberá o treinamento de yoga e meditação ao término da pesquisa). O estudo terá duração de dois meses.

O voluntário não deverá ter asma; doença pulmonar obstrutiva crônica; síndrome de Cushing (desordem endócrina causada por níveis elevados de cortisol no sangue) e diabetes mellitus; e nem fazer uso de corticóide tópico, nasal ou qualquer forma de apresentação nos 30 dias anteriores ou álcool (mais do que cinco doses por semana) e drogas de abuso. Também não poderá ser praticante de yoga, meditação e técnicas de relaxamento progressivo antes do início da pesquisa.

O uso de tranquilizantes será permitido, desde que o voluntário já venha fazendo uso deste tipo de medicamento e não o abandone durante o experimento.

Os interessados deverão entrar em contato com Sueli, na Unidade de Medicina Comportamental da Unifesp, pelo telefone (11) 5082-2382, de segunda a sexta-feira, das 9h às 16h.

fevereiro 14, 2009

‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’




O número de mulheres com mais de 50 anos infectadas pelo vírus da Aids triplicou em dez anos no Brasil. Em 1996, havia 3,7 casos para cada 100 mil habitantes; em 2006, a proporção chegou a 11,6 por 100 mil. Entre todas as faixas etárias, foi nessa que a doença mais cresceu ao longo do período: 213,5%.

Para reverter esse quadro, o ministério elegeu as mulheres com mais de 50 como alvo da campanha de prevenção da Aids lançada neste Carnaval. Por meio de anúncios na TV e no rádio, outdoors, panfletos etc, o governo divulgará o ‘‘Bloco da Mulher Madura’’, cujo slogan é: ‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’.

‘‘A pesquisa indica que essas mulheres sabem como a Aids é transmitida, mas não usam camisinha porque se consideram imunes à doença e nunca tiveram o hábito’’, disse Mariângela Simão, diretora do programa nacional de DST/Aids. ‘‘Elas também reclamam que têm menos lubrificação vaginal e que isso prejudica a relação, especialmente com camisinha. Mas basta usar lubrificante’’.

Assim como os preservativos, o gel lubrificante também é distribuído gratuitamente. ‘‘A pesquisa mostra que o homem é quem decide se usa camisinha ou não. A mulher deve perder a vergonha de exigir proteção’’,as mulheres também costumam achar que, por se relacionarem só com o marido, não correm risco de contrair a doença, o que não verdadeiro.

A advogada Beatriz Pacheco, 60, é um exemplo. O segundo marido dela, vítima de cirrose hepática, fez várias transfusões de sangue antes de morrer, em 1992. Ela se casou de novo em 1995 e, um ano depois, começou a ter doenças de pele. Em março de 1997, ela descobriu que estava com Aids. Embora não usasse camisinha com o então marido, ele não contraiu o vírus. ‘‘Tive medo de ser abandonada, mas ele disse que aprenderíamos a usar camisinha. Na farmácia, as pessoas riam ao ver a gente escolhendo camisinha’’, conta ela.

Segundo Jean Gorinchteyn, coordenador do ambulatório de Aids em idosos do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo, os idosos costumam ter resultados melhores no tratamento, pois o seguem à risca.

Ministério da Saúde


‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’




O número de mulheres com mais de 50 anos infectadas pelo vírus da Aids triplicou em dez anos no Brasil. Em 1996, havia 3,7 casos para cada 100 mil habitantes; em 2006, a proporção chegou a 11,6 por 100 mil. Entre todas as faixas etárias, foi nessa que a doença mais cresceu ao longo do período: 213,5%.

Para reverter esse quadro, o ministério elegeu as mulheres com mais de 50 como alvo da campanha de prevenção da Aids lançada neste Carnaval. Por meio de anúncios na TV e no rádio, outdoors, panfletos etc, o governo divulgará o ‘‘Bloco da Mulher Madura’’, cujo slogan é: ‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’.

‘‘A pesquisa indica que essas mulheres sabem como a Aids é transmitida, mas não usam camisinha porque se consideram imunes à doença e nunca tiveram o hábito’’, disse Mariângela Simão, diretora do programa nacional de DST/Aids. ‘‘Elas também reclamam que têm menos lubrificação vaginal e que isso prejudica a relação, especialmente com camisinha. Mas basta usar lubrificante’’.

Assim como os preservativos, o gel lubrificante também é distribuído gratuitamente. ‘‘A pesquisa mostra que o homem é quem decide se usa camisinha ou não. A mulher deve perder a vergonha de exigir proteção’’,as mulheres também costumam achar que, por se relacionarem só com o marido, não correm risco de contrair a doença, o que não verdadeiro.

A advogada Beatriz Pacheco, 60, é um exemplo. O segundo marido dela, vítima de cirrose hepática, fez várias transfusões de sangue antes de morrer, em 1992. Ela se casou de novo em 1995 e, um ano depois, começou a ter doenças de pele. Em março de 1997, ela descobriu que estava com Aids. Embora não usasse camisinha com o então marido, ele não contraiu o vírus. ‘‘Tive medo de ser abandonada, mas ele disse que aprenderíamos a usar camisinha. Na farmácia, as pessoas riam ao ver a gente escolhendo camisinha’’, conta ela.

Segundo Jean Gorinchteyn, coordenador do ambulatório de Aids em idosos do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo, os idosos costumam ter resultados melhores no tratamento, pois o seguem à risca.

Ministério da Saúde


fevereiro 12, 2009

Casa, separa - Por Maria Fernanda Schardong ( 2 )

Seguem alguns conselhos, com base na opinião de Teresa Negreiros e Márcia Ferreira para quem deseja enfrentar melhor a vida e estar mais bem preparado para os dias que virão.
- Entender o divórcio: Pensar com cautela na condição de separado e os motivos que determinaram esta condição;
- Distanciar-se do conflito conjugal, minimizando as brigas e voltar aos seus afazeres cotidianos;
- Lidar com a perda afetiva e abrir espaço para novos relacionamentos sociais, festas e encontros entre amigos;
- Livrar-se da culpa, é comum sentir raiva do cônjuge que pediu a separação ou sentir-se culpado por não ter tentando mais uma vez;
- Aceitar o divórcio como permanente e sem retorno;
- Arriscar-se a amar, alcançar uma esperança realista em relação aos seus próprios relacionamentos no futuro;
- Resíduos de tristeza, raiva e ansiedade em relação à intimidade e a relacionamentos que podem acabar sendo permanentes amedrontam, livrar-se deles é uma boa alternativa;
- É preciso investir, mas também saber a hora de prosseguir, lutar ou desistir.- Entender o amor como uma coisa positiva;- Saber que união não é uma prisão, e que nem sempre é a morte de um cônjuge que separa o casal.

Entendo que a mulher divorciada é melhor aceita, em comparação o que seriam as nossas mães se divorciassem no passado, e essa aceitação, promove a "facilidade", com que as pessoas resolvam divorciar-se sem muitas tentativas de diálogo ou acertos. (silvia masc)

Casa, separa - Por Maria Fernanda Schardong ( 2 )

Seguem alguns conselhos, com base na opinião de Teresa Negreiros e Márcia Ferreira para quem deseja enfrentar melhor a vida e estar mais bem preparado para os dias que virão.
- Entender o divórcio: Pensar com cautela na condição de separado e os motivos que determinaram esta condição;
- Distanciar-se do conflito conjugal, minimizando as brigas e voltar aos seus afazeres cotidianos;
- Lidar com a perda afetiva e abrir espaço para novos relacionamentos sociais, festas e encontros entre amigos;
- Livrar-se da culpa, é comum sentir raiva do cônjuge que pediu a separação ou sentir-se culpado por não ter tentando mais uma vez;
- Aceitar o divórcio como permanente e sem retorno;
- Arriscar-se a amar, alcançar uma esperança realista em relação aos seus próprios relacionamentos no futuro;
- Resíduos de tristeza, raiva e ansiedade em relação à intimidade e a relacionamentos que podem acabar sendo permanentes amedrontam, livrar-se deles é uma boa alternativa;
- É preciso investir, mas também saber a hora de prosseguir, lutar ou desistir.- Entender o amor como uma coisa positiva;- Saber que união não é uma prisão, e que nem sempre é a morte de um cônjuge que separa o casal.

Entendo que a mulher divorciada é melhor aceita, em comparação o que seriam as nossas mães se divorciassem no passado, e essa aceitação, promove a "facilidade", com que as pessoas resolvam divorciar-se sem muitas tentativas de diálogo ou acertos. (silvia masc)

fevereiro 11, 2009

Casa, separa - Por Maria Fernanda Schardong ( 1 )


Atualmente, o ideal do “felizes para sempre” foi substituído por relações menos duradouras. São as mulheres, na maioria dos casos, que decidem se separar. Os custos emocionais, no entanto, sobram para ambos os lados.

“Cada um sofre a sua maneira. Homens e mulheres mais dependentes afetivamente são os que ficam mais atordoados quando se vêem sós, sem alguém a quem dedicar a própria vida. E isto pode até acarretar, inclusive, doenças", alerta. Não é possível medir o peso do sofrimento. Mas a maneira como cada um vai enfrentar as perdas que a separação acarreta vai determinar o tamanho e o tempo da crise, diz a psicóloga Márcia Ferreira, especialista em terapia de casal e família pela PUC de São Paulo.

Apesar de ser uma experiência, em geral, negativa, a separação também tem seu lado positivo. Possibilita conhecer e vivenciar novas situações, proporciona o crescimento pessoal e o resgate da auto-estima, quebra conceitos pré-estabelecidos e, principalmente, permite ao indivíduo a descoberta da força interna que cada um trás dentro de si, ponderam as especialistas.

Entender o fim é essencial. "Quando as pessoas lidam com o divórcio de maneira enriquecedora, após a separação podem enfrentar melhor as mudanças no seu ciclo de vida. Mas, para isso, é preciso uma boa elaboração de sua história passada. Ou essas mudanças podem ser desastrosas" afirma Márcia Ferreira.

(continua amanhã)

Casa, separa - Por Maria Fernanda Schardong ( 1 )


Atualmente, o ideal do “felizes para sempre” foi substituído por relações menos duradouras. São as mulheres, na maioria dos casos, que decidem se separar. Os custos emocionais, no entanto, sobram para ambos os lados.

“Cada um sofre a sua maneira. Homens e mulheres mais dependentes afetivamente são os que ficam mais atordoados quando se vêem sós, sem alguém a quem dedicar a própria vida. E isto pode até acarretar, inclusive, doenças", alerta. Não é possível medir o peso do sofrimento. Mas a maneira como cada um vai enfrentar as perdas que a separação acarreta vai determinar o tamanho e o tempo da crise, diz a psicóloga Márcia Ferreira, especialista em terapia de casal e família pela PUC de São Paulo.

Apesar de ser uma experiência, em geral, negativa, a separação também tem seu lado positivo. Possibilita conhecer e vivenciar novas situações, proporciona o crescimento pessoal e o resgate da auto-estima, quebra conceitos pré-estabelecidos e, principalmente, permite ao indivíduo a descoberta da força interna que cada um trás dentro de si, ponderam as especialistas.

Entender o fim é essencial. "Quando as pessoas lidam com o divórcio de maneira enriquecedora, após a separação podem enfrentar melhor as mudanças no seu ciclo de vida. Mas, para isso, é preciso uma boa elaboração de sua história passada. Ou essas mudanças podem ser desastrosas" afirma Márcia Ferreira.

(continua amanhã)

fevereiro 10, 2009

Como um anjo!



A importância do sono.
Dormir é tão vital quanto comer e beber. Isso porque é durante o sono que o organismo armazena as informações na memória, organiza o aprendizado, repõe a energia gasta ao longo do dia e libera o hormônio do crescimento, responsável pela renovação celular. “É por essa razão que quem dorme mal tem dores no corpo, irritabilidade, alteração de humor e, a longo prazo, depressão, enfraquecimento dos ossos e maior predisposição a doenças”, diz o Dr. Luciano.

Os distúrbios do sono prejudicam até as curvas. Cientistas da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, observaram que pessoas que dormem apenas quatro horas por dia apresentam 18% menos leptina, hormônio associado à saciedade, e 27% mais grelina, hormônio ligado à fome, do que quem dorme até dez horas. Ou seja, dormir mesmo acarreta em mais sensação de fome.

A boa notícia é que basta uma noite de sono reparador para que o corpo se recupere de outra maldormida. “Normalmente, recomendamos entre sete e oito horas de sono, mas isso não é regra, afinal tem gente que se satisfaz com cinco horas, enquanto outras precisam de dez. O que importa é acordar bem-disposto e não ter sonolência durante o dia”, afirma o neurologista.

Dicas para ter uma boa noite de sono

  • Exercícios físicos somente até três horas antes de dormir
O exercício te deixará agitada (o), o que prejudica a chegada do sono.

  • Nada de cafeína à noite
A substância, presente no café, nos refrigerantes à base de cola e nos chás escuros, como o mate e o preto, é estimulante. Dê preferência aos chás de camomila, erva-cidreira ou erva-doce ou ainda leite quente para embalar o sono.
  • Pegue leve no álcool
Apesar do drinque relaxar nos primeiros minutos, em pouco tempo ele leva à excitação por mais de três horas.
  • Faça um jantar leve
Para não ficar rolando de um lado para outro na cama, evite comer muita gordura e proteína. Eles demoram a ser digeridos, deixando a sensação de peso no estômago. Opte por uma sopa de legumes com croutons, por exemplo.
  • Tome um banho quente
O calor “solta” a musculatura e libera as tensões, principalmente se deixar a ducha cair sobre a nuca. Melhor ainda se a luz do banheiro ficar apagada e o ambiente iluminado apenas por velas.
  • Prepare um escalda-pés, mergulhe os pés por dez minutos numa bacia com água morna e uma colher de sopa de sal grosso ou de cozinha. Adicione cinco gotas de óleo essencial de lavanda, camomila ou bergamota diluídas em uma colher de sopa de óleo de canola. “Finalize o ritual calçando meias de algodão macias.
  • Arrume o quarto
Quanto mais escuro melhor, pois a luz bloqueia a melatonina, hormônio responsável por regular o sono. O computador e a tevê têm o mesmo efeito, portanto, nada de dormir com eles ligados. Tire também o despertador e o telefone, assim não corre o risco de “quebrar” o silêncio.
  • Vá para a cama sempre no mesmo horário
Assim, naturalmente, você vai desacelerar o ritmo e se preparar para dormir.
  • Toque o rosto
Para relaxar, esfregue rapidamente a palma de uma mão na outra e coloque-as sobre os olhos. Respire lentamente enquanto faz isso. Não há insônia que resista!

Fonte: Dr.Luciano Ribeiro Pinto é neurologista e presidente da Associação Brasileira do Sono e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

Como um anjo!



A importância do sono.
Dormir é tão vital quanto comer e beber. Isso porque é durante o sono que o organismo armazena as informações na memória, organiza o aprendizado, repõe a energia gasta ao longo do dia e libera o hormônio do crescimento, responsável pela renovação celular. “É por essa razão que quem dorme mal tem dores no corpo, irritabilidade, alteração de humor e, a longo prazo, depressão, enfraquecimento dos ossos e maior predisposição a doenças”, diz o Dr. Luciano.

Os distúrbios do sono prejudicam até as curvas. Cientistas da Universidade de Chicago, nos Estados Unidos, observaram que pessoas que dormem apenas quatro horas por dia apresentam 18% menos leptina, hormônio associado à saciedade, e 27% mais grelina, hormônio ligado à fome, do que quem dorme até dez horas. Ou seja, dormir mesmo acarreta em mais sensação de fome.

A boa notícia é que basta uma noite de sono reparador para que o corpo se recupere de outra maldormida. “Normalmente, recomendamos entre sete e oito horas de sono, mas isso não é regra, afinal tem gente que se satisfaz com cinco horas, enquanto outras precisam de dez. O que importa é acordar bem-disposto e não ter sonolência durante o dia”, afirma o neurologista.

Dicas para ter uma boa noite de sono

  • Exercícios físicos somente até três horas antes de dormir
O exercício te deixará agitada (o), o que prejudica a chegada do sono.

  • Nada de cafeína à noite
A substância, presente no café, nos refrigerantes à base de cola e nos chás escuros, como o mate e o preto, é estimulante. Dê preferência aos chás de camomila, erva-cidreira ou erva-doce ou ainda leite quente para embalar o sono.
  • Pegue leve no álcool
Apesar do drinque relaxar nos primeiros minutos, em pouco tempo ele leva à excitação por mais de três horas.
  • Faça um jantar leve
Para não ficar rolando de um lado para outro na cama, evite comer muita gordura e proteína. Eles demoram a ser digeridos, deixando a sensação de peso no estômago. Opte por uma sopa de legumes com croutons, por exemplo.
  • Tome um banho quente
O calor “solta” a musculatura e libera as tensões, principalmente se deixar a ducha cair sobre a nuca. Melhor ainda se a luz do banheiro ficar apagada e o ambiente iluminado apenas por velas.
  • Prepare um escalda-pés, mergulhe os pés por dez minutos numa bacia com água morna e uma colher de sopa de sal grosso ou de cozinha. Adicione cinco gotas de óleo essencial de lavanda, camomila ou bergamota diluídas em uma colher de sopa de óleo de canola. “Finalize o ritual calçando meias de algodão macias.
  • Arrume o quarto
Quanto mais escuro melhor, pois a luz bloqueia a melatonina, hormônio responsável por regular o sono. O computador e a tevê têm o mesmo efeito, portanto, nada de dormir com eles ligados. Tire também o despertador e o telefone, assim não corre o risco de “quebrar” o silêncio.
  • Vá para a cama sempre no mesmo horário
Assim, naturalmente, você vai desacelerar o ritmo e se preparar para dormir.
  • Toque o rosto
Para relaxar, esfregue rapidamente a palma de uma mão na outra e coloque-as sobre os olhos. Respire lentamente enquanto faz isso. Não há insônia que resista!

Fonte: Dr.Luciano Ribeiro Pinto é neurologista e presidente da Associação Brasileira do Sono e professor da Universidade Federal de São Paulo (Unifesp).

fevereiro 06, 2009

No prato, um festival de cores




Morangos não são vermelhos por acaso, da mesma forma que uvas não nascem roxas por mero capricho da natureza. "Cada cor representa um pigmento, um nutriente com propriedades específicas", diz a nutricionista Fabiana Carvalho.

"Antigamente indicávamos uma alimentação colorida por causa da estética, pois era uma forma de tornar o prato harmônico e mais atraente, sobretudo para as crianças. Nos últimos anos, porém, pesquisas têm mostrado que a diversidade de cores é importante para a ingestão mais completa dos componentes que ajudam a prevenir doenças e fortalecer o corpo."

O poder da aquarela vegetal se tornou tão notório que virou recomendação especial do Ministério da Saúde, listada em seu ‘Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos’: "Uma alimentação variada é uma alimentação colorida", indica a publicação. Também o Instituto Nacional do Câncer (Inca) é taxativo ao vincular a diversidade de cores no prato à prevenção de tumores, hábito que devemos manter a nossa vida toda.

É bom lembrar, que as receitas obtém melhores resultados, quando são utilizados produtos de boa qualidade, qualidade não significa preço alto. Compre frutas e legumes de época (silvia masc)


Fonte: Fabiana Carvalho Trovão, especialista em nutrição clínica do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

No prato, um festival de cores




Morangos não são vermelhos por acaso, da mesma forma que uvas não nascem roxas por mero capricho da natureza. "Cada cor representa um pigmento, um nutriente com propriedades específicas", diz a nutricionista Fabiana Carvalho.

"Antigamente indicávamos uma alimentação colorida por causa da estética, pois era uma forma de tornar o prato harmônico e mais atraente, sobretudo para as crianças. Nos últimos anos, porém, pesquisas têm mostrado que a diversidade de cores é importante para a ingestão mais completa dos componentes que ajudam a prevenir doenças e fortalecer o corpo."

O poder da aquarela vegetal se tornou tão notório que virou recomendação especial do Ministério da Saúde, listada em seu ‘Guia Alimentar para Crianças Menores de Dois Anos’: "Uma alimentação variada é uma alimentação colorida", indica a publicação. Também o Instituto Nacional do Câncer (Inca) é taxativo ao vincular a diversidade de cores no prato à prevenção de tumores, hábito que devemos manter a nossa vida toda.

É bom lembrar, que as receitas obtém melhores resultados, quando são utilizados produtos de boa qualidade, qualidade não significa preço alto. Compre frutas e legumes de época (silvia masc)


Fonte: Fabiana Carvalho Trovão, especialista em nutrição clínica do Hospital Albert Einstein, em São Paulo.

fevereiro 04, 2009

Infecções fúngicas x diabetes


Fungos como Cândida albicans adoram umidade e calor. Eles crescem em lugares em que haja açúcar. Qualquer um pode contrair uma infecção fúngica, mas isso ocorre com mais frequência em pessoas com diabetes.


Por que pessoas com diabetes têm mais probabilidade de ter infecções fúngicas?
Há várias razões para que o corpo de uma pessoa com diabetes seja mais vulnerável a infecções fúngicas:

    • Glicose elevada no sangue cria um clima ideal para os fungos;
    • Pessoas com diabetes frequentemente têm o sistema imunológico debilitado;
    • As duas substâncias mais importantes que protegem o corpo contra infecções fúngicas, lisozima e lactoferrina, são ineficazes ou não funcionam em pessoas com diabetes.
Exames regulares de áreas sensíveis como a boca, genitais e a pele entre os dedos ajudam a detectar infecções precocemente e a tratá-las com eficácia.

Fonte: Aqui

Infecções fúngicas x diabetes


Fungos como Cândida albicans adoram umidade e calor. Eles crescem em lugares em que haja açúcar. Qualquer um pode contrair uma infecção fúngica, mas isso ocorre com mais frequência em pessoas com diabetes.


Por que pessoas com diabetes têm mais probabilidade de ter infecções fúngicas?
Há várias razões para que o corpo de uma pessoa com diabetes seja mais vulnerável a infecções fúngicas:

    • Glicose elevada no sangue cria um clima ideal para os fungos;
    • Pessoas com diabetes frequentemente têm o sistema imunológico debilitado;
    • As duas substâncias mais importantes que protegem o corpo contra infecções fúngicas, lisozima e lactoferrina, são ineficazes ou não funcionam em pessoas com diabetes.
Exames regulares de áreas sensíveis como a boca, genitais e a pele entre os dedos ajudam a detectar infecções precocemente e a tratá-las com eficácia.

Fonte: Aqui

fevereiro 03, 2009

PREVENÇÃO DE QUEDAS


ELIMINE OS PERIGOS DE SUA RESIDÊNCIA :
  • Ambientes com pouca luminosidade
  • Tapetes que escorregam
  • Fios de telefone ou eletricidade soltos
  • Desorganização: objetos, brinquedos espalhados pelo chão

ACRESCENTE MEDIDAS DE SEGURANÇA:

  • Barras de apoio no banheiro, no box
  • Iluminação noturna (abajur ao lado da cama, corredor)
  • Capachos não deslizantes


TOME ALGUNS CUIDADOS ADICIONAIS:

  • Use sapatos com solado de borracha, anti-derrapantes, não flexíveis e sem saltos
  • Não tenha pressa especialmente em lugares desconhecidos
  • Não tome bebidas alcóolicas
  • Informe ao seu médico e enfermeira se você estiver tendo tonturas, problemas de visão e de equilíbrio
  • Faça avaliação periódica de sua visão
  • Não use medicamentos sem autorização médica
  • Faça atividade física moderada e regular, com orientação médica

Dicas do pessoal da Fisioterapia do HU/USP

PREVENÇÃO DE QUEDAS


ELIMINE OS PERIGOS DE SUA RESIDÊNCIA :
  • Ambientes com pouca luminosidade
  • Tapetes que escorregam
  • Fios de telefone ou eletricidade soltos
  • Desorganização: objetos, brinquedos espalhados pelo chão

ACRESCENTE MEDIDAS DE SEGURANÇA:

  • Barras de apoio no banheiro, no box
  • Iluminação noturna (abajur ao lado da cama, corredor)
  • Capachos não deslizantes


TOME ALGUNS CUIDADOS ADICIONAIS:

  • Use sapatos com solado de borracha, anti-derrapantes, não flexíveis e sem saltos
  • Não tenha pressa especialmente em lugares desconhecidos
  • Não tome bebidas alcóolicas
  • Informe ao seu médico e enfermeira se você estiver tendo tonturas, problemas de visão e de equilíbrio
  • Faça avaliação periódica de sua visão
  • Não use medicamentos sem autorização médica
  • Faça atividade física moderada e regular, com orientação médica

Dicas do pessoal da Fisioterapia do HU/USP