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março 14, 2011

Diabetes e consumo de frutas

Imagem WallDesk
Para ajudar no controle do diabetes, é aconselhável que sejam feitas 6 refeições diárias: café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde, jantar e lanche da noite. 
Frutas e sucos são essenciais para compor uma dieta saudável, os diabéticos podem e devem  consumir  frutas, preferencialmente como lanches da manhã. 
Veja a lista e quantidades que são recomendadas como seguras, para os portadores de diabetes.


Abacate pequeno = Metade

Abacaxi = 1 fatia pequena

Ameixa fresca = 2 pequenas

Ameixa seca = 2 pequenas

Banana = 1 pequena

Caqui = 1 pequeno

Damasco = 2 médios

Figo = 1 médio

Framboesa = 10 unidades

Goiaba = 1 pequena

Grapefruit = metade

Jabuticaba = 1 pires (chá) (30 a 50 g)

Laranja = 1 unidade

Maracujá = 1 médio

Melancia = 1 fatia

Melão = 1 fatia média

Maçã = 1 pequena

Mamão = 1 fatia pequena

Mamão papaia = metade

Manga = 1 pequena

Morango = 10 grandes

Pêra = 1 pequena

Pêssego = 1 médio

Suco de laranja = 200 ml

Tâmara = 2 unidades

Tangerina = 2 pequenas

Uva = 12 unidades

Cada porção equivale a:  
Calorias: 40
Proteínas: 0
Gordura: 0
Hidrato de Carbono: 10g




  Fonte: ABD
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Diabetes e consumo de frutas

Imagem WallDesk
Para ajudar no controle do diabetes, é aconselhável que sejam feitas 6 refeições diárias: café da manhã, lanche, almoço, lanche da tarde, jantar e lanche da noite. 
Frutas e sucos são essenciais para compor uma dieta saudável, os diabéticos podem e devem  consumir  frutas, preferencialmente como lanches da manhã. 
Veja a lista e quantidades que são recomendadas como seguras, para os portadores de diabetes.


Abacate pequeno = Metade

Abacaxi = 1 fatia pequena

Ameixa fresca = 2 pequenas

Ameixa seca = 2 pequenas

Banana = 1 pequena

Caqui = 1 pequeno

Damasco = 2 médios

Figo = 1 médio

Framboesa = 10 unidades

Goiaba = 1 pequena

Grapefruit = metade

Jabuticaba = 1 pires (chá) (30 a 50 g)

Laranja = 1 unidade

Maracujá = 1 médio

Melancia = 1 fatia

Melão = 1 fatia média

Maçã = 1 pequena

Mamão = 1 fatia pequena

Mamão papaia = metade

Manga = 1 pequena

Morango = 10 grandes

Pêra = 1 pequena

Pêssego = 1 médio

Suco de laranja = 200 ml

Tâmara = 2 unidades

Tangerina = 2 pequenas

Uva = 12 unidades

Cada porção equivale a:  
Calorias: 40
Proteínas: 0
Gordura: 0
Hidrato de Carbono: 10g




  Fonte: ABD
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março 13, 2011

Mitos e lendas sobre a dieta do portador de diabetes


1. Diabético não pode comer beterraba. (Falso) Cada100 gr de beterraba contém 9,5 gr de glicídeos. O mesmo que a cenoura.
2. Diabético não pode comer batata e arroz junto.  (Falso) Pode, desde que esteja contemplado dentro de sua cota de carboidrato daquela refeição.

3. Diabético não pode comer arroz e macarrão.  (Falso) Pode, desde que esteja dentro da cota de carboidrato da refeição.

4. O diabético não deve comer caqui, pois é muito doce. (Falso)Pode, desde que se respeite a cota de carboidratos.

5. Substituir o leite por café.  (Falso) O leite é fonte de proteína e cálcio. O certo seria substituí-lo por coalhada, iogurte ou queijo. Já o café pode ser substituído pelo chá preto ou pelo mate.

6. Caldo de cana e água de coco são naturais, portanto o diabético pode beber a vontade.(Falso e Verdadeiro) Para consumir caldo de cana, necessita-se de insulina de ação rápida, que é utilizado por quem faz uso de bomba de infusão contínua de insulina. Requer estar em ótimo controle glicêmico, liberado portanto pelo médico. Não é aconselhável por seu difícil manejo e por não trazer benefícios maiores à saúde do que outros alimentos trazem.
Já a água de coco não pode ser ingerida a vontade. A não ser que esteja dentro da cota de carboidrato.

7. Água tônica é amarga e o diabético pode beber sem problemas. (Falso e Verdadeiro)  É o mesmo caso do caldo de cana. Para bebê-la, necessita-se de insulina de ação rápida, utilizado por quem faz uso de bomba de infusão contínua de insulina. Requer estar em ótimo controle glicêmico. Não é aconselhável por seu difícil manejo e por não trazer benefícios maiores à saúde do que outros alimentos trazem.

8. Suco de fruta é natural, portanto o diabético deve usar e abusar.  (Falso) Pode-se usar, mas não abusar. É importante não esquecer de verificar a cota de carboidrato antes.

9. Açúcar causa diabetes. (Falso)  O uso de açúcar não causa diabetes. Mas sendo diabético, seu uso depende de insulina de ação rápida e pode ser usado em quadros de hipoglicemia. Nestes casos, apenas para quem faz uso de bomba de infusão contínua de insulina, estando bem monitorado e com a glicemia controlada.

10. Não beber refrigerante dietético  (Falso)  Pode-se confiar nos refrigerantes dietéticos.

11. Beber muita água dá diabetes. (Falso)  Não. A hiperglicemia ou o alto índice de açúcar no sangue é que provoca a sede. A sensação de estar com muita sede ou a polidpsia faz com que se beba muita água. Este quadro leva a poliúria (urinar muito e freqüentemente). Estes são sintomas de diabetes malcontrolado.

12. O diabético não pode comer aipim e nem farofa. (Falso)  Pode, desde que esteja dentro da cota de carboidrato de uma refeição.

13. Banana faz mal ao diabético. (Falso)Não. O diabético pode comer banana, desde que respeite a cota de carboidrato.

14. Mel e açúcar mascavo são naturais. Sendo assim, diabético pode usar  (Falso e Verdadeiro) O uso de açúcar mascavo e mel depende de insulina de ação rápida, pode ser usado em casos de hipoglicemia e em quem faz uso de bomba de infusão contínua de insulina. Mas precisa-se estar bem monitorado e com a glicemia controlada. Não é aconselhável o uso por seu difícil manejo e por não trazer benefícios maiores à saúde do que outros alimentos.

15. Fritura faz mal, mas se utilizada margarina light não. (Falso) Se a fritura estiver dentro de cota de lipídeos (gorduras) é permitido. Mas se extrapolar a cota, não deve-se comer.

Fonte: ABD
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novembro 13, 2010

14 novembro dia mundial do diabetes


Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).
Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:
·Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;
·Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;
·Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;
·Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.



Sintomas
Poliúria - a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);
·Aumento do apetite;
·Alterações visuais;
·Impotência sexual;
·Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
·Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
·Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
·Distúrbios cardíacos e renais.
Fatores de risco
·Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
·Hereditariedade;
·Falta de atividade física regular;
·Hipertensão;
·Níveis altos de colesterol e triglicérides;
·Medicamentos, como os à base de cortisona;
·Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);
·Estresse emocional
Recomendações
·O tratamento do diabetes exige, além do acompanhamento médico especializado, os cuidados de uma equipe multidisciplinar. Procure seguir as orientações desses profissionais;
·A dieta alimentar deve ser observada criteriosamente. Procure ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que você se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, você poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia;
·Um programa regular de exercícios físicos irá ajudá-lo a controlar o nível de açúcar no sangue. Coloque-os como prioridade em sua rotina de vida;
·O fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sangüíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações;
·O controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade;
·Medicamentos à base de cortisona aumentam os níveis de glicose no sangue. Não se automedique;
·O diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Não minimize seus sintomas. Procure logo um serviço de saúde se está urinando demais e sentindo muita sede e muita fome.
Tratamento
O diabetes não pode ser dissociado de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas supra-renais) podem estar associados ao diabetes.
O tipo I é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.
O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal.

Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. A orientação de uma nutricionista e o acompanhamento de psicólogos e psiquiatras podem ajudar muito a reduzir o peso e, como conseqüência, cria a possibilidade de usar doses menores de remédios.
Atividade física é de extrema importância para reduzir o nível da glicose nos dois tipos de diabetes.

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14 novembro dia mundial do diabetes


Diabetes Mellitus é uma doença do metabolismo da glicose causada pela falta ou má absorção de insulina, hormônio produzido pelo pâncreas e cuja função é quebrar as moléculas de glicose para transformá-las em energia a fim de que seja aproveitada por todas as células. A ausência total ou parcial desse hormônio interfere não só na queima do açúcar como na sua transformação em outras substâncias (proteínas, músculos e gordura).
Na verdade, não se trata de uma doença única, mas de um conjunto de doenças com uma característica em comum: aumento da concentração de glicose no sangue provocado por duas diferentes situações:
·Diabetes tipo I – o pâncreas produz pouca ou nenhuma insulina. A instalação da doença ocorre mais na infância e adolescência e é insulinodependente, isto é, exige a aplicação de injeções diárias de insulina;
·Diabetes tipo II – as células são resistentes à ação da insulina. A incidência da doença que pode não ser insulinodependente, em geral, acomete as pessoas depois dos 40 anos de idade;
·Diabetes gestacional – ocorre durante a gravidez e, na maior parte dos casos, é provocado pelo aumento excessivo de peso da mãe;
·Diabetes associados a outras patologias como as pancreatites alcoólicas, uso de certos medicamentos, etc.



Sintomas
Poliúria - a pessoa urina demais e, como isso a desidrata, sente muita sede (polidpsia);
·Aumento do apetite;
·Alterações visuais;
·Impotência sexual;
·Infecções fúngicas na pele e nas unhas;
·Feridas, especialmente nos membros inferiores, que demoram a cicatrizar;
·Neuropatias diabéticas provocada pelo comprometimento das terminações nervosas;
·Distúrbios cardíacos e renais.
Fatores de risco
·Obesidade (inclusive a obesidade infantil);
·Hereditariedade;
·Falta de atividade física regular;
·Hipertensão;
·Níveis altos de colesterol e triglicérides;
·Medicamentos, como os à base de cortisona;
·Idade acima dos 40 anos (para o diabetes tipo II);
·Estresse emocional
Recomendações
·O tratamento do diabetes exige, além do acompanhamento médico especializado, os cuidados de uma equipe multidisciplinar. Procure seguir as orientações desses profissionais;
·A dieta alimentar deve ser observada criteriosamente. Procure ajuda para elaborar o cardápio adequado para seu caso. Não é necessário que você se prive por toda a vida dos alimentos de que mais gosta. Uma vez ou outra, você poderá saboreá-los desde que o faça com parcimônia;
·Um programa regular de exercícios físicos irá ajudá-lo a controlar o nível de açúcar no sangue. Coloque-os como prioridade em sua rotina de vida;
·O fumo provoca estreitamento das artérias e veias. Como o diabetes compromete a circulação nos pequenos vasos sangüíneos (retina e rins) e nos grandes vasos (coração e cérebro), fumar pode acelerar o processo e o aparecimento de complicações;
·O controle da pressão arterial e dos níveis de colesterol e triglicérides deve ser feito com regularidade;
·Medicamentos à base de cortisona aumentam os níveis de glicose no sangue. Não se automedique;
·O diagnóstico precoce é o primeiro passo para o sucesso do tratamento. Não minimize seus sintomas. Procure logo um serviço de saúde se está urinando demais e sentindo muita sede e muita fome.
Tratamento
O diabetes não pode ser dissociado de outras doenças glandulares. Além da obesidade, outros distúrbios metabólicos (excesso de cortisona, do hormônio do crescimento ou maior produção de adrenalina pelas supra-renais) podem estar associados ao diabetes.
O tipo I é também chamado de insulinodependente, porque exige o uso de insulina por via injetável para suprir o organismo desse hormônio que deixou de ser produzido pelo pâncreas. A suspensão da medicação pode provocar a cetoacidose diabética, distúrbio metabólico que pode colocar a vida em risco.
O tipo II não depende da aplicação de insulina e pode ser controlado por medicamentos ministrados por via oral. A doença descompensada pode levar ao coma hiperosmolar, uma complicação grave que pode ser fatal.

Dieta alimentar equilibrada é fundamental para o controle do diabetes. A orientação de uma nutricionista e o acompanhamento de psicólogos e psiquiatras podem ajudar muito a reduzir o peso e, como conseqüência, cria a possibilidade de usar doses menores de remédios.
Atividade física é de extrema importância para reduzir o nível da glicose nos dois tipos de diabetes.

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abril 22, 2010

Entendendo o diabetes tipo 2

Caros leitores.

Para inaugurar a Vídeoteca do Condomínio Longevidade, preparamos o vídeo, de forma à ser de fácil entendimento.

O vídeo mostra:
  1. O que é o diabete tipo 2
  2. Origem do nome
  3. Alerta
  4. Prevenção
  5. Causas e
  6. Complicações.

Na Biblioteca do Longevidade. vocês poderão saber mais, já que é uma doença frequente, e com informações, podemos lidar melhor com ela, ou evitá-la.
Aqui, Receitas da Molly, vocês encontrarão um número bastante expressivo de receitas diet, desde as mais simples, às mais sofisticadas, a postagem de hoje inclusive, trás várias sobremesas diet.
Qualquer dúvida, é só perguntar, iremos pesquisar, ou redirecioná-los para quem poderá melhor saná-la.

Para ver o vídeo, clique aqui

abraços,





Fonte pesquisada:
Sociedade Brasileira de Diabete
American Diabetes Association


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Entendendo o diabetes tipo 2

Caros leitores.

Para inaugurar a Vídeoteca do Condomínio Longevidade, preparamos o vídeo, de forma à ser de fácil entendimento.

O vídeo mostra:
  1. O que é o diabete tipo 2
  2. Origem do nome
  3. Alerta
  4. Prevenção
  5. Causas e
  6. Complicações.

Na Biblioteca do Longevidade. vocês poderão saber mais, já que é uma doença frequente, e com informações, podemos lidar melhor com ela, ou evitá-la.
Aqui, Receitas da Molly, vocês encontrarão um número bastante expressivo de receitas diet, desde as mais simples, às mais sofisticadas, a postagem de hoje inclusive, trás várias sobremesas diet.
Qualquer dúvida, é só perguntar, iremos pesquisar, ou redirecioná-los para quem poderá melhor saná-la.

Para ver o vídeo, clique aqui

abraços,





Fonte pesquisada:
Sociedade Brasileira de Diabete
American Diabetes Association


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dezembro 06, 2009

Natal e alimentação.

Reiterando a proposta do Blog, de que uma alimentação saudável é um dos ingredientes principais para uma longa vida com bem estar e saúde, iniciaremos hoje uma série de postagens de receitas para as comemorações de final de ano.

Vamos começar com receitas indicadas para diabeticos e em seguida, receitas para pessoas portadoras de doença Celíaca (aquelas que não podem ingerir nada que seja feito à base de trigo, centeio, aveia e cevada).

Ao pesquisar as receitas indicadas para diabéticos, pude constatar que elas são de baixo teor calórico, podendo ser consumidas por qualquer pessoa.

O Natal é um momento de confraternização onde os alimentos são apenas a moldura do dia, por isso siga as quantidades estabelecidas no seu plano alimentar, de acordo com o grupo do alimento.

Para ver e copiar as receitas, basta clicar na aba receitas, logo acima dessa postagens.

Feliz Natal e um Ano Novo com muita qualidade de vida!


Fontes
Diabetes: Celeste Elvira Viggiano e Ana Ligia V. Silva - Nutricionistas da Salute Consultoria Nutricional

Celeste Viggiano vêm trabalhando com Sociedade Brasileira de Diabetes há muitos anos e já foi responsável pela área de alimentação da entidade e é membro do depto de Nutrição - 2006/2007. -

Doença celíaca:Associação dos Celíacos do Brasil - ACELBRA


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Natal e alimentação.

Reiterando a proposta do Blog, de que uma alimentação saudável é um dos ingredientes principais para uma longa vida com bem estar e saúde, iniciaremos hoje uma série de postagens de receitas para as comemorações de final de ano.

Vamos começar com receitas indicadas para diabeticos e em seguida, receitas para pessoas portadoras de doença Celíaca (aquelas que não podem ingerir nada que seja feito à base de trigo, centeio, aveia e cevada).

Ao pesquisar as receitas indicadas para diabéticos, pude constatar que elas são de baixo teor calórico, podendo ser consumidas por qualquer pessoa.

O Natal é um momento de confraternização onde os alimentos são apenas a moldura do dia, por isso siga as quantidades estabelecidas no seu plano alimentar, de acordo com o grupo do alimento.

Para ver e copiar as receitas, basta clicar na aba receitas, logo acima dessa postagens.

Feliz Natal e um Ano Novo com muita qualidade de vida!


Fontes
Diabetes: Celeste Elvira Viggiano e Ana Ligia V. Silva - Nutricionistas da Salute Consultoria Nutricional

Celeste Viggiano vêm trabalhando com Sociedade Brasileira de Diabetes há muitos anos e já foi responsável pela área de alimentação da entidade e é membro do depto de Nutrição - 2006/2007. -

Doença celíaca:Associação dos Celíacos do Brasil - ACELBRA


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julho 21, 2009

Rir é bom remédio também para diabéticos

mmm
LONGEVIDADE

Dar boas gargalhadas ajuda, e muito, a afastar o risco de complicações cardiovasculares em diabéticos.

Isso é o que revelam pesquisadores americanos da Universidade Loma - Califórnia -USA.

Após acompanhar 20 pacientes com diabetes que também sofriam de hipertensão e tinham altas taxas de colesterol no sangue. Todos usavam remédios para controlar esses problemas.

Os cientistas dividiram os voluntários em dois grupos. Metade deles continuou com o tratamento padrão, tomando os medicamentos. Os demais, além da medicação, também assistiram diariamente a vídeos de humor, selecionados por eles mesmos, durante 30 minutos.

Ao fim de um ano, o grupo que foi estimulado a gargalhar tinha menores taxas de hormônios relacionados ao estresse, como a adrenalina. Além disso, nesses pacientes os níveis de HDL, o bom colesterol, cresceram 26% -no outro grupo, o aumento foi de 3%. E a proteína C-reativa, um marcador da inflamação e do risco de problemas cardiovasculares, despencou 66% entre os que riram mais. A queda dessa substância no grupo controle foi de 26%.

Os resultados da pesquisa, sugerem que rir pode ser um bom complemento terapêutico, capaz de ajudar a prevenir complicações. Estudos anteriores conduzidos pelo mesmo grupo já tinham constatado que a mera antecipação de um sorriso é capaz de aumentar em 27% os níveis das betaendorfinas, hormônios relacionados ao bem-estar, e em 87% as taxas do hormônio do crescimento, envolvido na resposta imune.

Fonte: Folha de S.Paulo

LONGEVIDADE

Rir é bom remédio também para diabéticos

mmm
LONGEVIDADE

Dar boas gargalhadas ajuda, e muito, a afastar o risco de complicações cardiovasculares em diabéticos.

Isso é o que revelam pesquisadores americanos da Universidade Loma - Califórnia -USA.

Após acompanhar 20 pacientes com diabetes que também sofriam de hipertensão e tinham altas taxas de colesterol no sangue. Todos usavam remédios para controlar esses problemas.

Os cientistas dividiram os voluntários em dois grupos. Metade deles continuou com o tratamento padrão, tomando os medicamentos. Os demais, além da medicação, também assistiram diariamente a vídeos de humor, selecionados por eles mesmos, durante 30 minutos.

Ao fim de um ano, o grupo que foi estimulado a gargalhar tinha menores taxas de hormônios relacionados ao estresse, como a adrenalina. Além disso, nesses pacientes os níveis de HDL, o bom colesterol, cresceram 26% -no outro grupo, o aumento foi de 3%. E a proteína C-reativa, um marcador da inflamação e do risco de problemas cardiovasculares, despencou 66% entre os que riram mais. A queda dessa substância no grupo controle foi de 26%.

Os resultados da pesquisa, sugerem que rir pode ser um bom complemento terapêutico, capaz de ajudar a prevenir complicações. Estudos anteriores conduzidos pelo mesmo grupo já tinham constatado que a mera antecipação de um sorriso é capaz de aumentar em 27% os níveis das betaendorfinas, hormônios relacionados ao bem-estar, e em 87% as taxas do hormônio do crescimento, envolvido na resposta imune.

Fonte: Folha de S.Paulo

LONGEVIDADE

junho 28, 2009

Como entender os termos do diabetes



O que a gente costuma escutar, ouvindo conversas sobre diabetes é um punhado de termos abreviados e de siglas. Para ajudar você a entender melhor o que significam essas siglas e abreviações, damos um glossário dos termos mais usados nos meios que se ocupam do diabetes.

DM1 — refere-se ao diabetes tipo 1, antigamente conhecido como diabetes insulino-dependente ou diabetes juvenil. As pessoas com DM1, ou tipo 1, não produzem sua própria insulina e precisam injetar insulina no corpo diariamente.

DM2 — Mais conhecido como diabetes tipo 2, ou diabetes do adulto, esse termo surgiu da idéia de que algumas pessoas conseguem produzir insulina. Porém, algumas pessoas com diabetes tipo 2 devem usar insulina como parte do tratamento.

ADA — A American Diabetes Association ou Associação Americana de Diabetes é o mais antigo de todos os grupos de diabéticos—que se concentra em pesquisa, informações e advocacia. Suas publicações e recomendações estabelecem o padrão do tratamento do diabetes nos Estados Unidos (www.diabetes.org).

EASD — A European Association for the Study of Diabetes é uma organização de diabetes que engloba cientistas, médicos, profissionais de laboratório, enfermeiros e estudantes do mundo todo, interessados em diabetes e assuntos afins. Suas publicações e recomendações ajudam a definir o padrão de atendimento na Europa (www.easd.org).

IDF — A International Diabetes Federation é uma aliança mundial de mais de 200 associações de diabetes em mais de 160 países, reunidas para melhorar a vida de pessoas com diabetes, nos quatro cantos do mundo.(www.idf.org)

JDRF — A Juvenile Diabetes Research Foundation é um grupo dedicado a arrecadar verba e aumentar a conscientização das pesquisas sobre o diabetes juvenil tipo 1 (www.jdf.org).

SBD — A Sociedade Brasileira de Diabetes é uma associação que tem como objetivo contribuir para a prevenção e tratamento adequado do diabetes, disseminando conhecimento técnico-científico entre médicos e profissionais de saúde, conscientizando a população a respeito da doença, melhorando a qualidade de vida das pessoas com diabetes e colaborando com o Estado na formulação e execução de políticas públicas voltadas para a atenção correta dos pacientes e para a redução significativa do número de indivíduos com diabetes em nosso país (www.diabetes.org.br).

ADJ — A Associação de Diabetes Juvenil é uma entidade fundada por um grupo de pais de crianças e adolescentes com diabetes. Seu objetivo é promover educação nesse campo para portadores, familiares, profissionais de saúde e comunidade. A ADJ busca também favorecer a qualidade de vida (www.adj.org.br).


ANAD — A Associação Nacional de Assitência ao Diabético é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, dedicados a atender, orientar, acompanhar, tratar e educar pessoas com diabetes. Atua junto a portadores de Diabetes e também junto aos multiprofissionais de saúde que trabalham em diabetes, no sentido de atualizá-los, reciclá-los e capacitá-los em diabetes, propiciando melhor atendimento e conseqüentemente uma melhor qualidade de vida ao paciente com diabetes (www.anad.org.br).

Evidentemente, você poderá se deparar com novos termos e siglas, conforme for aprendendo mais sobre diabetes. Sinta-se à vontade para pedir explicações à sua equipe de atendimento.

FONTE: ACCU-CHEK


Como entender os termos do diabetes



O que a gente costuma escutar, ouvindo conversas sobre diabetes é um punhado de termos abreviados e de siglas. Para ajudar você a entender melhor o que significam essas siglas e abreviações, damos um glossário dos termos mais usados nos meios que se ocupam do diabetes.

DM1 — refere-se ao diabetes tipo 1, antigamente conhecido como diabetes insulino-dependente ou diabetes juvenil. As pessoas com DM1, ou tipo 1, não produzem sua própria insulina e precisam injetar insulina no corpo diariamente.

DM2 — Mais conhecido como diabetes tipo 2, ou diabetes do adulto, esse termo surgiu da idéia de que algumas pessoas conseguem produzir insulina. Porém, algumas pessoas com diabetes tipo 2 devem usar insulina como parte do tratamento.

ADA — A American Diabetes Association ou Associação Americana de Diabetes é o mais antigo de todos os grupos de diabéticos—que se concentra em pesquisa, informações e advocacia. Suas publicações e recomendações estabelecem o padrão do tratamento do diabetes nos Estados Unidos (www.diabetes.org).

EASD — A European Association for the Study of Diabetes é uma organização de diabetes que engloba cientistas, médicos, profissionais de laboratório, enfermeiros e estudantes do mundo todo, interessados em diabetes e assuntos afins. Suas publicações e recomendações ajudam a definir o padrão de atendimento na Europa (www.easd.org).

IDF — A International Diabetes Federation é uma aliança mundial de mais de 200 associações de diabetes em mais de 160 países, reunidas para melhorar a vida de pessoas com diabetes, nos quatro cantos do mundo.(www.idf.org)

JDRF — A Juvenile Diabetes Research Foundation é um grupo dedicado a arrecadar verba e aumentar a conscientização das pesquisas sobre o diabetes juvenil tipo 1 (www.jdf.org).

SBD — A Sociedade Brasileira de Diabetes é uma associação que tem como objetivo contribuir para a prevenção e tratamento adequado do diabetes, disseminando conhecimento técnico-científico entre médicos e profissionais de saúde, conscientizando a população a respeito da doença, melhorando a qualidade de vida das pessoas com diabetes e colaborando com o Estado na formulação e execução de políticas públicas voltadas para a atenção correta dos pacientes e para a redução significativa do número de indivíduos com diabetes em nosso país (www.diabetes.org.br).

ADJ — A Associação de Diabetes Juvenil é uma entidade fundada por um grupo de pais de crianças e adolescentes com diabetes. Seu objetivo é promover educação nesse campo para portadores, familiares, profissionais de saúde e comunidade. A ADJ busca também favorecer a qualidade de vida (www.adj.org.br).


ANAD — A Associação Nacional de Assitência ao Diabético é uma instituição filantrópica, sem fins lucrativos, dedicados a atender, orientar, acompanhar, tratar e educar pessoas com diabetes. Atua junto a portadores de Diabetes e também junto aos multiprofissionais de saúde que trabalham em diabetes, no sentido de atualizá-los, reciclá-los e capacitá-los em diabetes, propiciando melhor atendimento e conseqüentemente uma melhor qualidade de vida ao paciente com diabetes (www.anad.org.br).

Evidentemente, você poderá se deparar com novos termos e siglas, conforme for aprendendo mais sobre diabetes. Sinta-se à vontade para pedir explicações à sua equipe de atendimento.

FONTE: ACCU-CHEK


maio 06, 2009

Receitas para quem tem diabetes.



Alimentação equilibrada é um dos quatro pilares que sustentam o bom controle do diabetes, ao lado da automonitorização, acompanhamento médico e atividades físicas. Abaixo, algumas receitas.
Receitas
Aqui


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Receitas para quem tem diabetes.



Alimentação equilibrada é um dos quatro pilares que sustentam o bom controle do diabetes, ao lado da automonitorização, acompanhamento médico e atividades físicas. Abaixo, algumas receitas.
Receitas
Aqui


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março 01, 2009

Buscador de endereços (Diabetes)

- Farmácias;
- Redes de farmácias;
- Lojas especializadas em produtos para Diabetes;
- Cirúrgicas;
- Distribuidores;
- Associações e centros de Diabetes.

Clique aqui

Nota: Esta postagem tem apenas o objetivo de informar.
O blog, não mantém nenhum vínculo com quaisquer fornecedores.

Buscador de endereços (Diabetes)

- Farmácias;
- Redes de farmácias;
- Lojas especializadas em produtos para Diabetes;
- Cirúrgicas;
- Distribuidores;
- Associações e centros de Diabetes.

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Nota: Esta postagem tem apenas o objetivo de informar.
O blog, não mantém nenhum vínculo com quaisquer fornecedores.

fevereiro 06, 2009

Engate a marcha


Hoje em dia, parece que todo mundo só fala de exercício. Mas será que tem alguém fazendo? Apesar de toda a publicidade de caríssimos aparelhos de ginástica, a verdade é que a maioria de nós ainda não está fazendo exercícios suficientes.

Embora essas notícias não sejam boas para ninguém, elas são especialmente ruins para pessoas com diabetes. Mas antes que você pense, “Já conheço esse filme,”eis algumas coisas que você deve ter em mente:


• Exercícios regulares ajudam a controlar o diabetes de muito mais maneiras do que você pensa


• Fazer exercícios não significa tornar-se um fanático por ginástica.


Primeiro, dê uma olhada em alguns dos benefícios que os exercícios podem trazer para sua saúde. Além de fazer você sentir-se e parecer bem, os exercícios podem:


• Ajudar a manter a glicemia na faixa normal

• Tornar seu organismo mais sensível à insulina, de modo que você pode usar menos medicamentos


• Aliviar e, em alguns casos, evitar o diabetes tipo 2


• Afastar o desenvolvimento das complicações de longo prazo


Agora que você sabe que os exercícios têm muito a oferecer, está na hora de engatar a marcha e começar a caminhar. Tente alongar braços e pernas para bombear o sangue. Para qualquer atividade que você escolher, pense numa maneira de ir aumentando o nível dos exercícios.

Fonte: ACCU-CHEK


Engate a marcha


Hoje em dia, parece que todo mundo só fala de exercício. Mas será que tem alguém fazendo? Apesar de toda a publicidade de caríssimos aparelhos de ginástica, a verdade é que a maioria de nós ainda não está fazendo exercícios suficientes.

Embora essas notícias não sejam boas para ninguém, elas são especialmente ruins para pessoas com diabetes. Mas antes que você pense, “Já conheço esse filme,”eis algumas coisas que você deve ter em mente:


• Exercícios regulares ajudam a controlar o diabetes de muito mais maneiras do que você pensa


• Fazer exercícios não significa tornar-se um fanático por ginástica.


Primeiro, dê uma olhada em alguns dos benefícios que os exercícios podem trazer para sua saúde. Além de fazer você sentir-se e parecer bem, os exercícios podem:


• Ajudar a manter a glicemia na faixa normal

• Tornar seu organismo mais sensível à insulina, de modo que você pode usar menos medicamentos


• Aliviar e, em alguns casos, evitar o diabetes tipo 2


• Afastar o desenvolvimento das complicações de longo prazo


Agora que você sabe que os exercícios têm muito a oferecer, está na hora de engatar a marcha e começar a caminhar. Tente alongar braços e pernas para bombear o sangue. Para qualquer atividade que você escolher, pense numa maneira de ir aumentando o nível dos exercícios.

Fonte: ACCU-CHEK


Engate a marcha


Hoje em dia, parece que todo mundo só fala de exercício. Mas será que tem alguém fazendo? Apesar de toda a publicidade de caríssimos aparelhos de ginástica, a verdade é que a maioria de nós ainda não está fazendo exercícios suficientes.

Embora essas notícias não sejam boas para ninguém, elas são especialmente ruins para pessoas com diabetes. Mas antes que você pense, “Já conheço esse filme,”eis algumas coisas que você deve ter em mente:


• Exercícios regulares ajudam a controlar o diabetes de muito mais maneiras do que você pensa


• Fazer exercícios não significa tornar-se um fanático por ginástica.


Primeiro, dê uma olhada em alguns dos benefícios que os exercícios podem trazer para sua saúde. Além de fazer você sentir-se e parecer bem, os exercícios podem:


• Ajudar a manter a glicemia na faixa normal

• Tornar seu organismo mais sensível à insulina, de modo que você pode usar menos medicamentos


• Aliviar e, em alguns casos, evitar o diabetes tipo 2


• Afastar o desenvolvimento das complicações de longo prazo


Agora que você sabe que os exercícios têm muito a oferecer, está na hora de engatar a marcha e começar a caminhar. Tente alongar braços e pernas para bombear o sangue. Para qualquer atividade que você escolher, pense numa maneira de ir aumentando o nível dos exercícios.

Fonte: ACCU-CHEK