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agosto 04, 2008

Envelhecimento Ativo.

Houve uma época em que o cidadão passava a vida inteira trabalhando, trabalhando, e quando se aposentava, tudo o que ele queria mesmo era descansar. Passar o dia relaxando em casa, sem ter de cumprir com obrigações ou seguir horários. A palavra de ordem era descanso. Mas o que vem acontecendo ultimamente no segmento da terceira idade é uma sensível mudança de comportamento, de um aposentado inerte e passivo para um cidadão mais atuante. É um conceito que os profissionais de saúde costumam chamar de “envelhecimento ativo”.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil logo deixará de ser um país jovem para se tornar um país com predominância de velhos. Isso devido à queda na taxa de natalidade (número de nascimentos por ano) e ao aumento da expectativa média de vida que atualmente é de 71,3, e que, estima-se, deve passar para 76 em 2024 e, pasmem, 81 anos em 2050. Dez a mais que a atual. Isso implica que, se hoje o Brasil tem uma população de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos, daqui a duas décadas, esse número poderá dobrar para 30 milhões.

A maneira como os especialistas vêm reagindo a esses números beira o desespero. A maioria associa esses dados a um déficit da previdência social e a um alto custo que o aumento no contingente da população mais velha vai gerar na saúde pública, com internações, cirurgias e remédios. Repensar essas políticas públicas é importante, mas não é a única medida necessária é preciso mudar o enfoque como se vê o idoso. “Não se pode dizer que o País está envelhecendo e logo ele vai ter problemas, é preciso pensar que ele está mais velho e vai ter um ganho”, explica.

“A ONU não quer que as políticas públicas caiam no assistencialismo, o importante é trabalhar a reinserção desse indivíduo, usando a experiência nos segmentos de decisão política, comunitária ou que envolvam projetos de interesse nacional”, alerta Heather, cuja tese de mestrado defendida na Faculdade de Saúde Pública afirma que um quarto dos idosos pratica serviço voluntário.

Considerada como uma alternativa da ONU para o envelhecimento ativo, o número de idosos envolvidos com voluntariado é baixo, principalmente se comparado a países norte-americanos e europeus, onde o índice chega aos 70%. Ainda assim, a maior parte dos idosos brasileiros pratica a forma indireta de serviço voluntário – as doações de dinheiro, roupas ou comida, por exemplo. É o caso da mãe de Ricardo Moura, técnico acadêmico do Departamento de Física e Matemática, em Ribeirão Preto. Dona Odete Alonso mora sozinha em casa, situação incomum entre os idosos brasileiros, e contribui mensalmente para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), doando alguma quantia em dinheiro.

Para Heather, o número de idosos voluntários tende a aumentar nos próximos anos, já que, para ela, a prática do voluntariado está relacionada com a questão cultural. “O serviço voluntário está presente de maneira forte na cultura do brasileiro há cerca de apenas dez anos, e a população que está envelhecendo está trazendo consigo essa consciência”, afirma.


Texto extraido daqui.



Envelhecimento Ativo.

Houve uma época em que o cidadão passava a vida inteira trabalhando, trabalhando, e quando se aposentava, tudo o que ele queria mesmo era descansar. Passar o dia relaxando em casa, sem ter de cumprir com obrigações ou seguir horários. A palavra de ordem era descanso. Mas o que vem acontecendo ultimamente no segmento da terceira idade é uma sensível mudança de comportamento, de um aposentado inerte e passivo para um cidadão mais atuante. É um conceito que os profissionais de saúde costumam chamar de “envelhecimento ativo”.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil logo deixará de ser um país jovem para se tornar um país com predominância de velhos. Isso devido à queda na taxa de natalidade (número de nascimentos por ano) e ao aumento da expectativa média de vida que atualmente é de 71,3, e que, estima-se, deve passar para 76 em 2024 e, pasmem, 81 anos em 2050. Dez a mais que a atual. Isso implica que, se hoje o Brasil tem uma população de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos, daqui a duas décadas, esse número poderá dobrar para 30 milhões.

A maneira como os especialistas vêm reagindo a esses números beira o desespero. A maioria associa esses dados a um déficit da previdência social e a um alto custo que o aumento no contingente da população mais velha vai gerar na saúde pública, com internações, cirurgias e remédios. Repensar essas políticas públicas é importante, mas não é a única medida necessária é preciso mudar o enfoque como se vê o idoso. “Não se pode dizer que o País está envelhecendo e logo ele vai ter problemas, é preciso pensar que ele está mais velho e vai ter um ganho”, explica.

“A ONU não quer que as políticas públicas caiam no assistencialismo, o importante é trabalhar a reinserção desse indivíduo, usando a experiência nos segmentos de decisão política, comunitária ou que envolvam projetos de interesse nacional”, alerta Heather, cuja tese de mestrado defendida na Faculdade de Saúde Pública afirma que um quarto dos idosos pratica serviço voluntário.

Considerada como uma alternativa da ONU para o envelhecimento ativo, o número de idosos envolvidos com voluntariado é baixo, principalmente se comparado a países norte-americanos e europeus, onde o índice chega aos 70%. Ainda assim, a maior parte dos idosos brasileiros pratica a forma indireta de serviço voluntário – as doações de dinheiro, roupas ou comida, por exemplo. É o caso da mãe de Ricardo Moura, técnico acadêmico do Departamento de Física e Matemática, em Ribeirão Preto. Dona Odete Alonso mora sozinha em casa, situação incomum entre os idosos brasileiros, e contribui mensalmente para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), doando alguma quantia em dinheiro.

Para Heather, o número de idosos voluntários tende a aumentar nos próximos anos, já que, para ela, a prática do voluntariado está relacionada com a questão cultural. “O serviço voluntário está presente de maneira forte na cultura do brasileiro há cerca de apenas dez anos, e a população que está envelhecendo está trazendo consigo essa consciência”, afirma.


Texto extraido daqui.



Envelhecimento Ativo.

Houve uma época em que o cidadão passava a vida inteira trabalhando, trabalhando, e quando se aposentava, tudo o que ele queria mesmo era descansar. Passar o dia relaxando em casa, sem ter de cumprir com obrigações ou seguir horários. A palavra de ordem era descanso. Mas o que vem acontecendo ultimamente no segmento da terceira idade é uma sensível mudança de comportamento, de um aposentado inerte e passivo para um cidadão mais atuante. É um conceito que os profissionais de saúde costumam chamar de “envelhecimento ativo”.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil logo deixará de ser um país jovem para se tornar um país com predominância de velhos. Isso devido à queda na taxa de natalidade (número de nascimentos por ano) e ao aumento da expectativa média de vida que atualmente é de 71,3, e que, estima-se, deve passar para 76 em 2024 e, pasmem, 81 anos em 2050. Dez a mais que a atual. Isso implica que, se hoje o Brasil tem uma população de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos, daqui a duas décadas, esse número poderá dobrar para 30 milhões.

A maneira como os especialistas vêm reagindo a esses números beira o desespero. A maioria associa esses dados a um déficit da previdência social e a um alto custo que o aumento no contingente da população mais velha vai gerar na saúde pública, com internações, cirurgias e remédios. Repensar essas políticas públicas é importante, mas não é a única medida necessária é preciso mudar o enfoque como se vê o idoso. “Não se pode dizer que o País está envelhecendo e logo ele vai ter problemas, é preciso pensar que ele está mais velho e vai ter um ganho”, explica.

“A ONU não quer que as políticas públicas caiam no assistencialismo, o importante é trabalhar a reinserção desse indivíduo, usando a experiência nos segmentos de decisão política, comunitária ou que envolvam projetos de interesse nacional”, alerta Heather, cuja tese de mestrado defendida na Faculdade de Saúde Pública afirma que um quarto dos idosos pratica serviço voluntário.

Considerada como uma alternativa da ONU para o envelhecimento ativo, o número de idosos envolvidos com voluntariado é baixo, principalmente se comparado a países norte-americanos e europeus, onde o índice chega aos 70%. Ainda assim, a maior parte dos idosos brasileiros pratica a forma indireta de serviço voluntário – as doações de dinheiro, roupas ou comida, por exemplo. É o caso da mãe de Ricardo Moura, técnico acadêmico do Departamento de Física e Matemática, em Ribeirão Preto. Dona Odete Alonso mora sozinha em casa, situação incomum entre os idosos brasileiros, e contribui mensalmente para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), doando alguma quantia em dinheiro.

Para Heather, o número de idosos voluntários tende a aumentar nos próximos anos, já que, para ela, a prática do voluntariado está relacionada com a questão cultural. “O serviço voluntário está presente de maneira forte na cultura do brasileiro há cerca de apenas dez anos, e a população que está envelhecendo está trazendo consigo essa consciência”, afirma.


Texto extraido daqui.



Envelhecimento Ativo.

Houve uma época em que o cidadão passava a vida inteira trabalhando, trabalhando, e quando se aposentava, tudo o que ele queria mesmo era descansar. Passar o dia relaxando em casa, sem ter de cumprir com obrigações ou seguir horários. A palavra de ordem era descanso. Mas o que vem acontecendo ultimamente no segmento da terceira idade é uma sensível mudança de comportamento, de um aposentado inerte e passivo para um cidadão mais atuante. É um conceito que os profissionais de saúde costumam chamar de “envelhecimento ativo”.

Segundo dados do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE), o Brasil logo deixará de ser um país jovem para se tornar um país com predominância de velhos. Isso devido à queda na taxa de natalidade (número de nascimentos por ano) e ao aumento da expectativa média de vida que atualmente é de 71,3, e que, estima-se, deve passar para 76 em 2024 e, pasmem, 81 anos em 2050. Dez a mais que a atual. Isso implica que, se hoje o Brasil tem uma população de 15 milhões de pessoas com mais de 60 anos, daqui a duas décadas, esse número poderá dobrar para 30 milhões.

A maneira como os especialistas vêm reagindo a esses números beira o desespero. A maioria associa esses dados a um déficit da previdência social e a um alto custo que o aumento no contingente da população mais velha vai gerar na saúde pública, com internações, cirurgias e remédios. Repensar essas políticas públicas é importante, mas não é a única medida necessária é preciso mudar o enfoque como se vê o idoso. “Não se pode dizer que o País está envelhecendo e logo ele vai ter problemas, é preciso pensar que ele está mais velho e vai ter um ganho”, explica.

“A ONU não quer que as políticas públicas caiam no assistencialismo, o importante é trabalhar a reinserção desse indivíduo, usando a experiência nos segmentos de decisão política, comunitária ou que envolvam projetos de interesse nacional”, alerta Heather, cuja tese de mestrado defendida na Faculdade de Saúde Pública afirma que um quarto dos idosos pratica serviço voluntário.

Considerada como uma alternativa da ONU para o envelhecimento ativo, o número de idosos envolvidos com voluntariado é baixo, principalmente se comparado a países norte-americanos e europeus, onde o índice chega aos 70%. Ainda assim, a maior parte dos idosos brasileiros pratica a forma indireta de serviço voluntário – as doações de dinheiro, roupas ou comida, por exemplo. É o caso da mãe de Ricardo Moura, técnico acadêmico do Departamento de Física e Matemática, em Ribeirão Preto. Dona Odete Alonso mora sozinha em casa, situação incomum entre os idosos brasileiros, e contribui mensalmente para a Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais (Apae), doando alguma quantia em dinheiro.

Para Heather, o número de idosos voluntários tende a aumentar nos próximos anos, já que, para ela, a prática do voluntariado está relacionada com a questão cultural. “O serviço voluntário está presente de maneira forte na cultura do brasileiro há cerca de apenas dez anos, e a população que está envelhecendo está trazendo consigo essa consciência”, afirma.


Texto extraido daqui.



junho 29, 2008

Planeta Grisalho (Parte 2) - O papel do "cuidador"

Com o aumento considerável da população de idosos, o papel do "cuidador" é fundamental no atendimento, acolhimento e conforto do idoso. Estão no vídeo abaixo, algumas orientações para o 'cuidador" não profissional, que assumirá a tarefa de cuidar de um idoso parcial ou totalmente dependente.
“É fundamental que o cuidador saiba até onde ele pode agir e a partir de quando ele precisa chamar outra pessoa. Ter essa noção é imprescindível, por isso se recomenda uma qualificação”, diz a professora Yeda Duarte, da Escola de Enfermagem (EE) da USP. Yeda ministra o curso Orientações básicas para o cuidado do idoso, que é oferecido na EE duas vezes por semestre, e tem qualificado um número significativo de interessados para a função.

Perfil

É bem heterogêneo o público que procura o curso para cuidadores da EE. “Temos pessoas que querem conhecer a profissão, gente de asilos e entidades de assistência, e até mesmo idosos que desejam saber como podem cuidar melhor de si próprios”, diz a professora. Na primeira turma, segundo a docente, a distribuição dos matriculados poderia ser feita da seguinte forma: 30% para familiares, 20% preenchidas com caráter institucional (pesquisadores da EE ou outras instituições) e 50% para interessados em geral sobre o assunto.



INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO:
(11) 3061-7531-7577.
Fora de São Paulo, verifique nos cursos de enfermagem de escolas estaduais e federais.

FONTE: USP ONLINE


Planeta Grisalho (Parte 2) - O papel do "cuidador"

Com o aumento considerável da população de idosos, o papel do "cuidador" é fundamental no atendimento, acolhimento e conforto do idoso. Estão no vídeo abaixo, algumas orientações para o 'cuidador" não profissional, que assumirá a tarefa de cuidar de um idoso parcial ou totalmente dependente.
“É fundamental que o cuidador saiba até onde ele pode agir e a partir de quando ele precisa chamar outra pessoa. Ter essa noção é imprescindível, por isso se recomenda uma qualificação”, diz a professora Yeda Duarte, da Escola de Enfermagem (EE) da USP. Yeda ministra o curso Orientações básicas para o cuidado do idoso, que é oferecido na EE duas vezes por semestre, e tem qualificado um número significativo de interessados para a função.

Perfil

É bem heterogêneo o público que procura o curso para cuidadores da EE. “Temos pessoas que querem conhecer a profissão, gente de asilos e entidades de assistência, e até mesmo idosos que desejam saber como podem cuidar melhor de si próprios”, diz a professora. Na primeira turma, segundo a docente, a distribuição dos matriculados poderia ser feita da seguinte forma: 30% para familiares, 20% preenchidas com caráter institucional (pesquisadores da EE ou outras instituições) e 50% para interessados em geral sobre o assunto.



INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO:
(11) 3061-7531-7577.
Fora de São Paulo, verifique nos cursos de enfermagem de escolas estaduais e federais.

FONTE: USP ONLINE


Planeta Grisalho (Parte 2) - O papel do "cuidador"

Com o aumento considerável da população de idosos, o papel do "cuidador" é fundamental no atendimento, acolhimento e conforto do idoso. Estão no vídeo abaixo, algumas orientações para o 'cuidador" não profissional, que assumirá a tarefa de cuidar de um idoso parcial ou totalmente dependente.
“É fundamental que o cuidador saiba até onde ele pode agir e a partir de quando ele precisa chamar outra pessoa. Ter essa noção é imprescindível, por isso se recomenda uma qualificação”, diz a professora Yeda Duarte, da Escola de Enfermagem (EE) da USP. Yeda ministra o curso Orientações básicas para o cuidado do idoso, que é oferecido na EE duas vezes por semestre, e tem qualificado um número significativo de interessados para a função.

Perfil

É bem heterogêneo o público que procura o curso para cuidadores da EE. “Temos pessoas que querem conhecer a profissão, gente de asilos e entidades de assistência, e até mesmo idosos que desejam saber como podem cuidar melhor de si próprios”, diz a professora. Na primeira turma, segundo a docente, a distribuição dos matriculados poderia ser feita da seguinte forma: 30% para familiares, 20% preenchidas com caráter institucional (pesquisadores da EE ou outras instituições) e 50% para interessados em geral sobre o assunto.



INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO:
(11) 3061-7531-7577.
Fora de São Paulo, verifique nos cursos de enfermagem de escolas estaduais e federais.

FONTE: USP ONLINE


Planeta Grisalho (Parte 2) - O papel do "cuidador"

Com o aumento considerável da população de idosos, o papel do "cuidador" é fundamental no atendimento, acolhimento e conforto do idoso. Estão no vídeo abaixo, algumas orientações para o 'cuidador" não profissional, que assumirá a tarefa de cuidar de um idoso parcial ou totalmente dependente.
“É fundamental que o cuidador saiba até onde ele pode agir e a partir de quando ele precisa chamar outra pessoa. Ter essa noção é imprescindível, por isso se recomenda uma qualificação”, diz a professora Yeda Duarte, da Escola de Enfermagem (EE) da USP. Yeda ministra o curso Orientações básicas para o cuidado do idoso, que é oferecido na EE duas vezes por semestre, e tem qualificado um número significativo de interessados para a função.

Perfil

É bem heterogêneo o público que procura o curso para cuidadores da EE. “Temos pessoas que querem conhecer a profissão, gente de asilos e entidades de assistência, e até mesmo idosos que desejam saber como podem cuidar melhor de si próprios”, diz a professora. Na primeira turma, segundo a docente, a distribuição dos matriculados poderia ser feita da seguinte forma: 30% para familiares, 20% preenchidas com caráter institucional (pesquisadores da EE ou outras instituições) e 50% para interessados em geral sobre o assunto.



INFORMAÇÕES SOBRE O CURSO:
(11) 3061-7531-7577.
Fora de São Paulo, verifique nos cursos de enfermagem de escolas estaduais e federais.

FONTE: USP ONLINE


junho 28, 2008

Planeta Grisalho ( Parte 1)




O planeta grisalho



Dentro de alguns meses, o número de avós e bisavós já será maior do que o de netos e bisnetos.

Em todo o mundo a proporção de pessoas com 60 anos ou mais está crescendo mais rapidamente do que a de qualquer outra faixa etária.

  • Entre 1970 e 2025, espera-se um crescimento de 223% na população acima dos 60, ou seja cerca de 694 milhões de idosos.
  • Em 2025, existirá um total de aproximadamente 1,2 bilhão de pessoas com mais de 60 anos.
  • Até 2050, haverá 2 bilhões sendo 80% nos países em desenvolvimento.


Brasileiros Dependentes

  • 40% em média dos indivíduos com 65 anos ou mais precisa de ajuda para realizar pelo menos uma tarefa diária, como fazer compras, cuidar das finanças, preparar refeições e limpar a casa.

  • 10% deles precisa ser auxiliado nas tarefas básicas, como tomar banho, vestir-se ir ao banheiro, alimentar-se, sentar e levantar de cadeiras e camas.

Essa reviravolta populacional é mais do que uma simples curiosidade estatística. Ela vai gerar profundas transformações na sociedade nas próximas décadas. Com mais velhos do que jovens, governos, empresas e outras instituições terão de se adaptar para atender a esse contingente cada vez mais numeroso.

"O envelhecimento é uma grande conquista social", diz o médico brasileiro Alexandre Kalache, diretor do programa de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde, OMS. "

Temos de celebrá-lo. Ruim era quando a maior parte da população morria antes dos 5 anos de idade."


Evidentemente, uma sociedade com mais idosos não é sinônimo apenas de problemas.


Há também inúmeras vantagens. Uma delas, já medida nos Estados Unidos, está relacionada à segurança pública. Pelas estatísticas, o índice de crimes cometidos por adolescentes é dez vezes maior do que o da faixa etária acima dos 50 anos. Uma nação mais grisalha pode ser, portanto, mais segura e tranqüila. Mesmo os problemas de saúde podem ser mais facilmente resolvidos com uma maior integração dos idosos na sociedade. "Cerca de metade das doenças da velhice é ligada à desordem afetiva e aos desequilíbrios emocionais", afirma o geriatra Clineu Almada, diretor científico do Centro de Envelhecimento da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp . "Ter atividades ajuda a evitar muitos problemas."

Atendimento melhor — A tendência óbvia é que, aos poucos, os idosos vão ocupar papéis e tarefas cada vez mais importantes na sociedade. Isso inclui também o mercado de trabalho. Acabou o tempo em que envelhecer era sinônimo de inatividade. Hoje, muitas pessoas se aposentam e continuam trabalhando. Isso pode ser observado em muitas empresas."Os idosos são mais atenciosos e a empatia com os clientes é muito grande", diretora de desenvolvimento de recursos humanos do Grupo Pão de Açúcar - Maria Aparecida Fonseca.


Referências:

VEJA

IPEA - Instituto de Pesquisa e Economia Aplicada

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Planeta Grisalho ( Parte 1)




O planeta grisalho



Dentro de alguns meses, o número de avós e bisavós já será maior do que o de netos e bisnetos.

Em todo o mundo a proporção de pessoas com 60 anos ou mais está crescendo mais rapidamente do que a de qualquer outra faixa etária.

  • Entre 1970 e 2025, espera-se um crescimento de 223% na população acima dos 60, ou seja cerca de 694 milhões de idosos.
  • Em 2025, existirá um total de aproximadamente 1,2 bilhão de pessoas com mais de 60 anos.
  • Até 2050, haverá 2 bilhões sendo 80% nos países em desenvolvimento.


Brasileiros Dependentes

  • 40% em média dos indivíduos com 65 anos ou mais precisa de ajuda para realizar pelo menos uma tarefa diária, como fazer compras, cuidar das finanças, preparar refeições e limpar a casa.

  • 10% deles precisa ser auxiliado nas tarefas básicas, como tomar banho, vestir-se ir ao banheiro, alimentar-se, sentar e levantar de cadeiras e camas.

Essa reviravolta populacional é mais do que uma simples curiosidade estatística. Ela vai gerar profundas transformações na sociedade nas próximas décadas. Com mais velhos do que jovens, governos, empresas e outras instituições terão de se adaptar para atender a esse contingente cada vez mais numeroso.

"O envelhecimento é uma grande conquista social", diz o médico brasileiro Alexandre Kalache, diretor do programa de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde, OMS. "

Temos de celebrá-lo. Ruim era quando a maior parte da população morria antes dos 5 anos de idade."


Evidentemente, uma sociedade com mais idosos não é sinônimo apenas de problemas.


Há também inúmeras vantagens. Uma delas, já medida nos Estados Unidos, está relacionada à segurança pública. Pelas estatísticas, o índice de crimes cometidos por adolescentes é dez vezes maior do que o da faixa etária acima dos 50 anos. Uma nação mais grisalha pode ser, portanto, mais segura e tranqüila. Mesmo os problemas de saúde podem ser mais facilmente resolvidos com uma maior integração dos idosos na sociedade. "Cerca de metade das doenças da velhice é ligada à desordem afetiva e aos desequilíbrios emocionais", afirma o geriatra Clineu Almada, diretor científico do Centro de Envelhecimento da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp . "Ter atividades ajuda a evitar muitos problemas."

Atendimento melhor — A tendência óbvia é que, aos poucos, os idosos vão ocupar papéis e tarefas cada vez mais importantes na sociedade. Isso inclui também o mercado de trabalho. Acabou o tempo em que envelhecer era sinônimo de inatividade. Hoje, muitas pessoas se aposentam e continuam trabalhando. Isso pode ser observado em muitas empresas."Os idosos são mais atenciosos e a empatia com os clientes é muito grande", diretora de desenvolvimento de recursos humanos do Grupo Pão de Açúcar - Maria Aparecida Fonseca.


Referências:

VEJA

IPEA - Instituto de Pesquisa e Economia Aplicada

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Planeta Grisalho ( Parte 1)




O planeta grisalho



Dentro de alguns meses, o número de avós e bisavós já será maior do que o de netos e bisnetos.

Em todo o mundo a proporção de pessoas com 60 anos ou mais está crescendo mais rapidamente do que a de qualquer outra faixa etária.

  • Entre 1970 e 2025, espera-se um crescimento de 223% na população acima dos 60, ou seja cerca de 694 milhões de idosos.
  • Em 2025, existirá um total de aproximadamente 1,2 bilhão de pessoas com mais de 60 anos.
  • Até 2050, haverá 2 bilhões sendo 80% nos países em desenvolvimento.


Brasileiros Dependentes

  • 40% em média dos indivíduos com 65 anos ou mais precisa de ajuda para realizar pelo menos uma tarefa diária, como fazer compras, cuidar das finanças, preparar refeições e limpar a casa.

  • 10% deles precisa ser auxiliado nas tarefas básicas, como tomar banho, vestir-se ir ao banheiro, alimentar-se, sentar e levantar de cadeiras e camas.

Essa reviravolta populacional é mais do que uma simples curiosidade estatística. Ela vai gerar profundas transformações na sociedade nas próximas décadas. Com mais velhos do que jovens, governos, empresas e outras instituições terão de se adaptar para atender a esse contingente cada vez mais numeroso.

"O envelhecimento é uma grande conquista social", diz o médico brasileiro Alexandre Kalache, diretor do programa de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde, OMS. "

Temos de celebrá-lo. Ruim era quando a maior parte da população morria antes dos 5 anos de idade."


Evidentemente, uma sociedade com mais idosos não é sinônimo apenas de problemas.


Há também inúmeras vantagens. Uma delas, já medida nos Estados Unidos, está relacionada à segurança pública. Pelas estatísticas, o índice de crimes cometidos por adolescentes é dez vezes maior do que o da faixa etária acima dos 50 anos. Uma nação mais grisalha pode ser, portanto, mais segura e tranqüila. Mesmo os problemas de saúde podem ser mais facilmente resolvidos com uma maior integração dos idosos na sociedade. "Cerca de metade das doenças da velhice é ligada à desordem afetiva e aos desequilíbrios emocionais", afirma o geriatra Clineu Almada, diretor científico do Centro de Envelhecimento da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp . "Ter atividades ajuda a evitar muitos problemas."

Atendimento melhor — A tendência óbvia é que, aos poucos, os idosos vão ocupar papéis e tarefas cada vez mais importantes na sociedade. Isso inclui também o mercado de trabalho. Acabou o tempo em que envelhecer era sinônimo de inatividade. Hoje, muitas pessoas se aposentam e continuam trabalhando. Isso pode ser observado em muitas empresas."Os idosos são mais atenciosos e a empatia com os clientes é muito grande", diretora de desenvolvimento de recursos humanos do Grupo Pão de Açúcar - Maria Aparecida Fonseca.


Referências:

VEJA

IPEA - Instituto de Pesquisa e Economia Aplicada

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística

Planeta Grisalho ( Parte 1)




O planeta grisalho



Dentro de alguns meses, o número de avós e bisavós já será maior do que o de netos e bisnetos.

Em todo o mundo a proporção de pessoas com 60 anos ou mais está crescendo mais rapidamente do que a de qualquer outra faixa etária.

  • Entre 1970 e 2025, espera-se um crescimento de 223% na população acima dos 60, ou seja cerca de 694 milhões de idosos.
  • Em 2025, existirá um total de aproximadamente 1,2 bilhão de pessoas com mais de 60 anos.
  • Até 2050, haverá 2 bilhões sendo 80% nos países em desenvolvimento.


Brasileiros Dependentes

  • 40% em média dos indivíduos com 65 anos ou mais precisa de ajuda para realizar pelo menos uma tarefa diária, como fazer compras, cuidar das finanças, preparar refeições e limpar a casa.

  • 10% deles precisa ser auxiliado nas tarefas básicas, como tomar banho, vestir-se ir ao banheiro, alimentar-se, sentar e levantar de cadeiras e camas.

Essa reviravolta populacional é mais do que uma simples curiosidade estatística. Ela vai gerar profundas transformações na sociedade nas próximas décadas. Com mais velhos do que jovens, governos, empresas e outras instituições terão de se adaptar para atender a esse contingente cada vez mais numeroso.

"O envelhecimento é uma grande conquista social", diz o médico brasileiro Alexandre Kalache, diretor do programa de Envelhecimento e Saúde da Organização Mundial de Saúde, OMS. "

Temos de celebrá-lo. Ruim era quando a maior parte da população morria antes dos 5 anos de idade."


Evidentemente, uma sociedade com mais idosos não é sinônimo apenas de problemas.


Há também inúmeras vantagens. Uma delas, já medida nos Estados Unidos, está relacionada à segurança pública. Pelas estatísticas, o índice de crimes cometidos por adolescentes é dez vezes maior do que o da faixa etária acima dos 50 anos. Uma nação mais grisalha pode ser, portanto, mais segura e tranqüila. Mesmo os problemas de saúde podem ser mais facilmente resolvidos com uma maior integração dos idosos na sociedade. "Cerca de metade das doenças da velhice é ligada à desordem afetiva e aos desequilíbrios emocionais", afirma o geriatra Clineu Almada, diretor científico do Centro de Envelhecimento da Universidade Federal de São Paulo - Unifesp . "Ter atividades ajuda a evitar muitos problemas."

Atendimento melhor — A tendência óbvia é que, aos poucos, os idosos vão ocupar papéis e tarefas cada vez mais importantes na sociedade. Isso inclui também o mercado de trabalho. Acabou o tempo em que envelhecer era sinônimo de inatividade. Hoje, muitas pessoas se aposentam e continuam trabalhando. Isso pode ser observado em muitas empresas."Os idosos são mais atenciosos e a empatia com os clientes é muito grande", diretora de desenvolvimento de recursos humanos do Grupo Pão de Açúcar - Maria Aparecida Fonseca.


Referências:

VEJA

IPEA - Instituto de Pesquisa e Economia Aplicada

IBGE - Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística