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outubro 13, 2010

Queda de idosos assume dimensão de epidemia




ALGUMAS DICAS DE SEGURANÇA


 
  • Boa iluminação nas escadas e corredores
  • Retirar tapetes soltos, móveis baixos, e obstáculos do chão
  • Suportes de parede no box e ao lado do vaso sanitário para auxiliar o equilíbrio
  • Manter corrimão nas escadas
  • Remover soleiras altas das portas
  • Boa iluminação no trajeto da cama ao banheiro durante a noite
  • Não usar chaves na porta do banheiro, local de acidentes frequentes

 
As quedas de pessoas com mais de 60 anos de idade  assumiram dimensão de epidemia no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. No ano passado, o Sistema Único de Saúde (SUS) contabilizou R$ 57,6 milhões de gastos com internações de idosos. Em 2006, o total foi de R$ 49 milhões.

As mulheres representaram a maioria de idosos internados em 2009, somando 20.778 contra 10.029 em 2006. A presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Sílvia Pereira, explicou que as pessoas da terceira idade ficam mais vulneráveis por causa da osteoporose, doença que atinge os ossos.

“As mulheres fraturam mais porque têm uma massa óssea menor, perdem muito osso depois da menopausa. Por volta dos 50 anos, há um declínio muito rápido por causa da perda do estrogêneo”, afirmou.

De acordo com a médica, as principais causas de queda entre pessoas acima dos 60 anos estão associadas a problemas de visão, deficiências auditivas, uso de medicamentos e perda de musculatura, inclusive na planta do pé.

Ela ressaltou que, por essa razão, pessoas mais velhas devem ir ao médico pelo menos uma vez ao ano. No caso de pacientes com pressão alta ou diabetes, as consultas devem ser ainda mais frequentes. O médico deve estar atento e perguntar sobre eventual queda já que, para o idoso ou mesmo a família, nem sempre isso parece ter importância.

“A queda é minimizada. As pessoas pensam que é normal, mas não é”, reforçou. Outra dica é apurar o ambiente onde vive o idoso, se bem iluminado e se há “armadilhas” como degraus, buracos, fios soltos ou brinquedos espalhados. É preciso atentar ainda para o tipo de calçado usado pelas pessoas mais velhas: “Elas gostam muito de chinelo, mas não pode. A sandália tem que ser fechada atrás, o calcanhar não pode estar solto”, explicou.

A queda pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida do idoso, como dependência dos parentes, reclusão e depressão. Pode ainda levar à morte, em decorrência de problemas como traumatismo craniano, hemorragias e fraturas, sobretudo de fêmur.
Em 2009, o número de mortes provocadas apenas por fraturas de fêmur em idosos chegou a 1.478 em todo o país.

“Cirurgias em pessoas mais velhas têm mais risco, o pós-operatório pode apresentar problemas como pneumonia ou trombose. Isso tudo é o que a gente não quer. Queremos uma pessoa idosa saudável, ativa tanto na parte física quanto na intelectual”, afirmou Sílvia. (da Folhapress)

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Queda de idosos assume dimensão de epidemia




ALGUMAS DICAS DE SEGURANÇA


 
  • Boa iluminação nas escadas e corredores
  • Retirar tapetes soltos, móveis baixos, e obstáculos do chão
  • Suportes de parede no box e ao lado do vaso sanitário para auxiliar o equilíbrio
  • Manter corrimão nas escadas
  • Remover soleiras altas das portas
  • Boa iluminação no trajeto da cama ao banheiro durante a noite
  • Não usar chaves na porta do banheiro, local de acidentes frequentes

 
As quedas de pessoas com mais de 60 anos de idade  assumiram dimensão de epidemia no Brasil, de acordo com dados do Ministério da Saúde. No ano passado, o Sistema Único de Saúde (SUS) contabilizou R$ 57,6 milhões de gastos com internações de idosos. Em 2006, o total foi de R$ 49 milhões.

As mulheres representaram a maioria de idosos internados em 2009, somando 20.778 contra 10.029 em 2006. A presidente da Sociedade Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Sílvia Pereira, explicou que as pessoas da terceira idade ficam mais vulneráveis por causa da osteoporose, doença que atinge os ossos.

“As mulheres fraturam mais porque têm uma massa óssea menor, perdem muito osso depois da menopausa. Por volta dos 50 anos, há um declínio muito rápido por causa da perda do estrogêneo”, afirmou.

De acordo com a médica, as principais causas de queda entre pessoas acima dos 60 anos estão associadas a problemas de visão, deficiências auditivas, uso de medicamentos e perda de musculatura, inclusive na planta do pé.

Ela ressaltou que, por essa razão, pessoas mais velhas devem ir ao médico pelo menos uma vez ao ano. No caso de pacientes com pressão alta ou diabetes, as consultas devem ser ainda mais frequentes. O médico deve estar atento e perguntar sobre eventual queda já que, para o idoso ou mesmo a família, nem sempre isso parece ter importância.

“A queda é minimizada. As pessoas pensam que é normal, mas não é”, reforçou. Outra dica é apurar o ambiente onde vive o idoso, se bem iluminado e se há “armadilhas” como degraus, buracos, fios soltos ou brinquedos espalhados. É preciso atentar ainda para o tipo de calçado usado pelas pessoas mais velhas: “Elas gostam muito de chinelo, mas não pode. A sandália tem que ser fechada atrás, o calcanhar não pode estar solto”, explicou.

A queda pode causar sérios prejuízos à qualidade de vida do idoso, como dependência dos parentes, reclusão e depressão. Pode ainda levar à morte, em decorrência de problemas como traumatismo craniano, hemorragias e fraturas, sobretudo de fêmur.
Em 2009, o número de mortes provocadas apenas por fraturas de fêmur em idosos chegou a 1.478 em todo o país.

“Cirurgias em pessoas mais velhas têm mais risco, o pós-operatório pode apresentar problemas como pneumonia ou trombose. Isso tudo é o que a gente não quer. Queremos uma pessoa idosa saudável, ativa tanto na parte física quanto na intelectual”, afirmou Sílvia. (da Folhapress)

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junho 19, 2010

Queda dos idosos é também relacionada à nutrição.




 Um excelente artigo, com opiniões de profissionais de diversas áreas, sobre "Queda de idosos".
A prevenção deve ser feita, desde a infância.
 Você pode, conferir aqui: Aqui


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Queda dos idosos é também relacionada à nutrição.




 Um excelente artigo, com opiniões de profissionais de diversas áreas, sobre "Queda de idosos".
A prevenção deve ser feita, desde a infância.
 Você pode, conferir aqui: Aqui


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fevereiro 19, 2010

Baixo consumo de vitamina D é um dos principais causadores da doença

Oesteoporose, é a perda de massa óssea, ou seja, o osso vai desgastando-se ao ponto que até pequenos traumas podem provocar fraturas

.

A perda começa, geralmente, entre os 34 a 39 anos podendo levar anos para ser percebida. Ambos os sexos são afetados pela doença , porém as mulheres têm um maior índice de incidência devido a redução hormonal (estrógenos) após a menopausa.

Infelizmente, muitas mulheres percebem o problema entre os 50 a 70 anos quando sofrem uma fratura dolorosa inesperadamente ( principalmente punho e mão). Outras percebem que sua altura está diminuindo ou que suas roupas já não lhe caem tão bem, pois as vértebras se tornam tão frágeis que com movimentos como tossir ou carregar alguma coisa pode sofrer uma lesão na coluna.

A hereditariedade também é um fator muito importante no surgimento da osteoporose. Por exemplo, alguém que tenha na família a mãe ou avó com a doença tem grandes chances de tê-la.

Alertas
    -Se vem sofrendo ou já sofreu fraturas por traumas mínimos
    -Se a altura está diminuindo
    -Pessoas com anorexia nervosa, glândula tireóide hiperativa e doença do fígado
    -Dor nas costas, principalmente se esta dor concentra-se entre o final da torácica e início da lombar


O que fazer para evitá-la:

-Procurar um médico para averiguar se está com a doença.
- Caso não tenha ainda, a melhor medida é a prevenção;
-Não fumar- além de prejudicar os pulmões, coração e circulação também favorece osteoporose; - Diminuir o consumo de álcool, pois aumenta a possibilidade de desenvolver a doença;
-Fazer exercícios ajuda a preveni-la

Na alimentação:

É importante lembrar que a prevenção começa na infância , então tanto crianças quanto adultos devem continuar ingerindo alimentos ricos em cálcio como:

    Leite, queijo, iogurte Pão Sardinha Brócolis Ovos, etc.

A dose diária de cálcio no organismo, por dia, para adultos sadios é de 1000mg e, para pessoas com osteoporose, é de 1500mg.

Caso seja diagnosticada a doença:

Pergunte ao seu médico sobre os diversos tratamentos, e TUDO sobre a doença.

OBS: o simples fato de que o nosso esqueleto sustente o peso, já é essencial para a saúde dos ossos. No entanto, sobrecargas afetam na manutenção e na integridade desse esqueleto.

Outro fator importante é que o exercício físico diário, além de contribuir para a prevenção da osteoporose pelo aumento da massa óssea, melhora a coordenação e função neuromuscular evitando quedas que podem causar fraturas, principalmente as fraturas de quadril.

Baixo consumo de vitamina D é um dos principais causadores da doença

Oesteoporose, é a perda de massa óssea, ou seja, o osso vai desgastando-se ao ponto que até pequenos traumas podem provocar fraturas

.

A perda começa, geralmente, entre os 34 a 39 anos podendo levar anos para ser percebida. Ambos os sexos são afetados pela doença , porém as mulheres têm um maior índice de incidência devido a redução hormonal (estrógenos) após a menopausa.

Infelizmente, muitas mulheres percebem o problema entre os 50 a 70 anos quando sofrem uma fratura dolorosa inesperadamente ( principalmente punho e mão). Outras percebem que sua altura está diminuindo ou que suas roupas já não lhe caem tão bem, pois as vértebras se tornam tão frágeis que com movimentos como tossir ou carregar alguma coisa pode sofrer uma lesão na coluna.

A hereditariedade também é um fator muito importante no surgimento da osteoporose. Por exemplo, alguém que tenha na família a mãe ou avó com a doença tem grandes chances de tê-la.

Alertas
    -Se vem sofrendo ou já sofreu fraturas por traumas mínimos
    -Se a altura está diminuindo
    -Pessoas com anorexia nervosa, glândula tireóide hiperativa e doença do fígado
    -Dor nas costas, principalmente se esta dor concentra-se entre o final da torácica e início da lombar


O que fazer para evitá-la:

-Procurar um médico para averiguar se está com a doença.
- Caso não tenha ainda, a melhor medida é a prevenção;
-Não fumar- além de prejudicar os pulmões, coração e circulação também favorece osteoporose; - Diminuir o consumo de álcool, pois aumenta a possibilidade de desenvolver a doença;
-Fazer exercícios ajuda a preveni-la

Na alimentação:

É importante lembrar que a prevenção começa na infância , então tanto crianças quanto adultos devem continuar ingerindo alimentos ricos em cálcio como:

    Leite, queijo, iogurte Pão Sardinha Brócolis Ovos, etc.

A dose diária de cálcio no organismo, por dia, para adultos sadios é de 1000mg e, para pessoas com osteoporose, é de 1500mg.

Caso seja diagnosticada a doença:

Pergunte ao seu médico sobre os diversos tratamentos, e TUDO sobre a doença.

OBS: o simples fato de que o nosso esqueleto sustente o peso, já é essencial para a saúde dos ossos. No entanto, sobrecargas afetam na manutenção e na integridade desse esqueleto.

Outro fator importante é que o exercício físico diário, além de contribuir para a prevenção da osteoporose pelo aumento da massa óssea, melhora a coordenação e função neuromuscular evitando quedas que podem causar fraturas, principalmente as fraturas de quadril.

fevereiro 18, 2010

Vovó caiu, o que fazer?


O ideal é prevenir, mas... quando acontece, o que fazer?

È preciso tomar cuidado com os procedimentos a serem tomados após a queda.



- verificar se a vítima está consciente, respirando ou com sangramentos.

- identificar se houve fraturas. Se houver queixa de muita dor, e não conseguir movimentar determinada área do corpo, é bastante provável que tenha havido fratura de algum osso.

- movimentar a vítima o mínimo possível. Apenas o necessário para deixá-la em uma posição reta e confortável.

- ligar para uma emergência e pedir uma ambulância. Se houver transporte próprio, o ideal é deixá-lo imobilizado até chegar ao hospital.

- uma das fraturas mais comuns na terceira idade é a que ocorre no terço superior do fêmur, a quebra do osso produz alterações visíveis, como o encurtamento do membro.

- deixar a vítima imóvel, em uma posição confortável, e procurar um hospital o mais rápido possível.

- se a fratura for no braço, é recomendável colocar o membro em uma tipóia antes de procurar ajuda médica.

Ainda há casos em que a fratura não impede que o idoso se movimente. "No entanto, se depois da queda ele se queixar de dor em um determinado local, deve-se levá-lo ao hospital para fazer radiografia".

As quedas não podem ser encaradas como normais, pois podem estar ligadas a debilidades do sistema músculo-ósteo-articular, uso de medicamentos e até *medo.

Queda é um dos acidentes mais comuns entre os idosos. Estatísticas mostram que um em cada três idosos com mais de 65 anos caem, pelo menos, uma vez por ano, e metade dos que têm mais de 85 anos sofrem tombos, no mínimo, uma vez por ano. Além disso, as quedas representam a sexta causa de morte entre os idosos, devido às complicações do acidente.

* falaremos oportunamente sobre porque o medo nos idosos provoca quedas.

Fontes: IOT - Instituto de Ortopedia e Traumatologia - Universidade de São Paulo

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Vovó caiu, o que fazer?


O ideal é prevenir, mas... quando acontece, o que fazer?

È preciso tomar cuidado com os procedimentos a serem tomados após a queda.



- verificar se a vítima está consciente, respirando ou com sangramentos.

- identificar se houve fraturas. Se houver queixa de muita dor, e não conseguir movimentar determinada área do corpo, é bastante provável que tenha havido fratura de algum osso.

- movimentar a vítima o mínimo possível. Apenas o necessário para deixá-la em uma posição reta e confortável.

- ligar para uma emergência e pedir uma ambulância. Se houver transporte próprio, o ideal é deixá-lo imobilizado até chegar ao hospital.

- uma das fraturas mais comuns na terceira idade é a que ocorre no terço superior do fêmur, a quebra do osso produz alterações visíveis, como o encurtamento do membro.

- deixar a vítima imóvel, em uma posição confortável, e procurar um hospital o mais rápido possível.

- se a fratura for no braço, é recomendável colocar o membro em uma tipóia antes de procurar ajuda médica.

Ainda há casos em que a fratura não impede que o idoso se movimente. "No entanto, se depois da queda ele se queixar de dor em um determinado local, deve-se levá-lo ao hospital para fazer radiografia".

As quedas não podem ser encaradas como normais, pois podem estar ligadas a debilidades do sistema músculo-ósteo-articular, uso de medicamentos e até *medo.

Queda é um dos acidentes mais comuns entre os idosos. Estatísticas mostram que um em cada três idosos com mais de 65 anos caem, pelo menos, uma vez por ano, e metade dos que têm mais de 85 anos sofrem tombos, no mínimo, uma vez por ano. Além disso, as quedas representam a sexta causa de morte entre os idosos, devido às complicações do acidente.

* falaremos oportunamente sobre porque o medo nos idosos provoca quedas.

Fontes: IOT - Instituto de Ortopedia e Traumatologia - Universidade de São Paulo

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outubro 13, 2009

Notícia: Metade dos pacientes idosos teme queda durante o banho

(Nos próximos dias, farei l postagem dividida em 3 partes, já que o assunto é vasto, sobre a arquitetura da casa do idoso, está ficando bem interessante).

abraços

Pesquisa no Ambulatório de Prevenção ao Risco de Quedas do Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP) aponta que metade dos pacientes idosos teme cair durante o banho. Para um idoso, uma simples queda pode resultar em fraturas graves - como do fêmur, que pode deixar consequências para o resto da vida. O diretor do Serviço de Geriatria do HC, Wilson Jacob, explica que o tombo provoca marcas físicas e psicológicas. "O idoso pode nunca mais andar plenamente." Os danos psicológicos são os que levam a pessoa mais velha a mudar o comportamento - como evitar o banho.

Jacob explica que são três os motivos que podem aumentam o risco de quedas. Na ordem: músculos frágeis, dificuldades em manter o equilíbrio (como tonturas ou vertigens decorrentes de distúrbios no labirinto) e problemas articulares (que podem levar a mudança de postura ou na forma de caminhar).

O que se deve fazer é adaptar o ambiente à incapacidade física dos idosos. O banheiro deve ter os itens de segurança indicados a eles. "Quinas pontiagudas e peças de vidro são proibidas num box usado por um idoso", diz a arquiteta Cybele Barros, especialista em adaptar um lar às necessidades dos mais velhos.

Exercícios

Jacob também atribuiu responsabilidade aos idosos, que devem praticar exercícios físicos para manter os músculos fortalecidos. A recomendação é pela prática de musculação, pelo menos três vezes por semana, em dias alternados. "Caminhada, corrida ou ciclismo são bons para resistência, não para manter a força dos músculos", explica.

Mas o especialista alerta: para chegar à velhice com os músculos sadios, é preciso manter uma prática regular de atividade física desde a juventude. E a musculação deve fazer parte da rotina de exercícios. Jacob explica que, se uma pessoa se mantém sedentária dos 30 aos 50 anos, terá perdido, em 20 anos, 10% da massa muscular. mantidas as condições, o ritmo aumenta par 1% ao ano a partir dos 50 anos. "E pode chegar aos 80 com 40% a menos."




Notícia: Metade dos pacientes idosos teme queda durante o banho

(Nos próximos dias, farei l postagem dividida em 3 partes, já que o assunto é vasto, sobre a arquitetura da casa do idoso, está ficando bem interessante).

abraços

Pesquisa no Ambulatório de Prevenção ao Risco de Quedas do Hospital das Clínicas (HC) da Universidade de São Paulo (USP) aponta que metade dos pacientes idosos teme cair durante o banho. Para um idoso, uma simples queda pode resultar em fraturas graves - como do fêmur, que pode deixar consequências para o resto da vida. O diretor do Serviço de Geriatria do HC, Wilson Jacob, explica que o tombo provoca marcas físicas e psicológicas. "O idoso pode nunca mais andar plenamente." Os danos psicológicos são os que levam a pessoa mais velha a mudar o comportamento - como evitar o banho.

Jacob explica que são três os motivos que podem aumentam o risco de quedas. Na ordem: músculos frágeis, dificuldades em manter o equilíbrio (como tonturas ou vertigens decorrentes de distúrbios no labirinto) e problemas articulares (que podem levar a mudança de postura ou na forma de caminhar).

O que se deve fazer é adaptar o ambiente à incapacidade física dos idosos. O banheiro deve ter os itens de segurança indicados a eles. "Quinas pontiagudas e peças de vidro são proibidas num box usado por um idoso", diz a arquiteta Cybele Barros, especialista em adaptar um lar às necessidades dos mais velhos.

Exercícios

Jacob também atribuiu responsabilidade aos idosos, que devem praticar exercícios físicos para manter os músculos fortalecidos. A recomendação é pela prática de musculação, pelo menos três vezes por semana, em dias alternados. "Caminhada, corrida ou ciclismo são bons para resistência, não para manter a força dos músculos", explica.

Mas o especialista alerta: para chegar à velhice com os músculos sadios, é preciso manter uma prática regular de atividade física desde a juventude. E a musculação deve fazer parte da rotina de exercícios. Jacob explica que, se uma pessoa se mantém sedentária dos 30 aos 50 anos, terá perdido, em 20 anos, 10% da massa muscular. mantidas as condições, o ritmo aumenta par 1% ao ano a partir dos 50 anos. "E pode chegar aos 80 com 40% a menos."




outubro 06, 2009

Os 6 sentidos e o envelhecimento

longevidade

Os cinco sentidos do corpo humano sofrem alterações com o passar dos anos, que os tornam cada vez menos aguçados. Com alguns cuidados básicos, no entanto, as pessoas podem evitar os desgastes sensoriais, preservando visão, audição, paladar, olfato e tato.


Especialistas do Grupo de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, explicam como ocorrem as modificações dos sentidos humanos e dão dicas para obter um envelhecimento saudável.


Audição – Para o geriatra do HC Leonardo Lopes, o diagnóstico precoce da perda auditiva evita a evolução, minimizando o impacto negativo que essa alteração traz para a vida do idoso.

Segundo ele, pesquisas internacionais apontam que a partir dos 65 anos 18% dos idosos começam a ter queixas auditivas. "Com o passar da idade o problema se agrava, atingindo cerca de 30% dos idosos com 80 anos e 50% daqueles com 90 anos ou mais", informa.

Ainda segundo o especialista, na terceira idade sons de alta freqüência (música, voz feminina ou de criança, sons ambientes como canto de pássaros) vão ficando difíceis de serem identificados.

Uma das principais causas de perda auditiva está ligada à exposição a ruídos excessivos. A avaliação periódica para controle de doenças como hipertensão, diabetes e obesidade também é fundamental para proteger a audição.

Visão – Os problemas oculares mais comuns relacionados à terceira idade são: catarata, glaucoma e retinopatia diabética. A médica Érika Satomi, lembra que com o envelhecimento humano a produção de lágrimas diminui e a musculatura do olho enfraquece.

De acordo com ela, não existe uma idade específica para desencadear perdas da visão, mas existem medidas que ajudam a prevenir o problema, tais como: evitar fumar; usar óculos de sol; e controlar doenças como diabetes e hipertensão.

Paladar e Olfato – Antes dos 65 anos, somente 2% das pessoas têm queixas relacionadas à falta de paladar e olfato. De acordo com a geriatra do HC, Sumika Mori Lin, o número sobe para 30% entre pessoas de 70 e 80 anos. "A partir dos 80 anos, a perda desses dois sentidos atinge cerca de dois terços dos idosos", explica.

"Manter uma boa higiene oral, evitar o fumo e bebidas alcoólicas são medidas que ajudam a conservar a sensibilidade ao longo dos anos", ressalta a médica.

Tato – Com o avanço da idade, há uma redução da sensibilidade da pele à dor. Diferenças entre quente e frio também ficam difíceis de serem identificadas, aumentando o risco de lesões por queimaduras.

Para prevenir acidentes na terceira idade, é recomendado cuidados com a temperatura máxima da água e com o fogo. Atenção a possíveis lesões no corpo também são importantes, pois com a diminuição do tato, o idoso fica privado do principal sinal de que algo está errado, a dor.

Equilíbrio – Apesar de não ser um dos cinco sentidos humanos, para o professor titular de Geriatria do Hospital das Clínicas, Wilson Jacob, o equilíbrio também deve ser encarado como um sentido vital na terceira idade, pois o medo de quedas podem levá-los a não sair de casa.

Segundo o geriatra Antonio Carlos Pereira Barretto Filho, pesquisador nas áreas de tontura, equilíbrio e quedas do idoso, 13,6% dos idosos que procuram a geriatria do HC se queixam de tonturas. Além da prática de atividades físicas, doutor Antonio Carlos ressalta a importância de cuidar da visão, pois é um dos componentes mais importantes do equilíbrio.

Fonte: Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo

Os 6 sentidos e o envelhecimento

longevidade

Os cinco sentidos do corpo humano sofrem alterações com o passar dos anos, que os tornam cada vez menos aguçados. Com alguns cuidados básicos, no entanto, as pessoas podem evitar os desgastes sensoriais, preservando visão, audição, paladar, olfato e tato.


Especialistas do Grupo de Geriatria do Hospital das Clínicas da FMUSP, explicam como ocorrem as modificações dos sentidos humanos e dão dicas para obter um envelhecimento saudável.


Audição – Para o geriatra do HC Leonardo Lopes, o diagnóstico precoce da perda auditiva evita a evolução, minimizando o impacto negativo que essa alteração traz para a vida do idoso.

Segundo ele, pesquisas internacionais apontam que a partir dos 65 anos 18% dos idosos começam a ter queixas auditivas. "Com o passar da idade o problema se agrava, atingindo cerca de 30% dos idosos com 80 anos e 50% daqueles com 90 anos ou mais", informa.

Ainda segundo o especialista, na terceira idade sons de alta freqüência (música, voz feminina ou de criança, sons ambientes como canto de pássaros) vão ficando difíceis de serem identificados.

Uma das principais causas de perda auditiva está ligada à exposição a ruídos excessivos. A avaliação periódica para controle de doenças como hipertensão, diabetes e obesidade também é fundamental para proteger a audição.

Visão – Os problemas oculares mais comuns relacionados à terceira idade são: catarata, glaucoma e retinopatia diabética. A médica Érika Satomi, lembra que com o envelhecimento humano a produção de lágrimas diminui e a musculatura do olho enfraquece.

De acordo com ela, não existe uma idade específica para desencadear perdas da visão, mas existem medidas que ajudam a prevenir o problema, tais como: evitar fumar; usar óculos de sol; e controlar doenças como diabetes e hipertensão.

Paladar e Olfato – Antes dos 65 anos, somente 2% das pessoas têm queixas relacionadas à falta de paladar e olfato. De acordo com a geriatra do HC, Sumika Mori Lin, o número sobe para 30% entre pessoas de 70 e 80 anos. "A partir dos 80 anos, a perda desses dois sentidos atinge cerca de dois terços dos idosos", explica.

"Manter uma boa higiene oral, evitar o fumo e bebidas alcoólicas são medidas que ajudam a conservar a sensibilidade ao longo dos anos", ressalta a médica.

Tato – Com o avanço da idade, há uma redução da sensibilidade da pele à dor. Diferenças entre quente e frio também ficam difíceis de serem identificadas, aumentando o risco de lesões por queimaduras.

Para prevenir acidentes na terceira idade, é recomendado cuidados com a temperatura máxima da água e com o fogo. Atenção a possíveis lesões no corpo também são importantes, pois com a diminuição do tato, o idoso fica privado do principal sinal de que algo está errado, a dor.

Equilíbrio – Apesar de não ser um dos cinco sentidos humanos, para o professor titular de Geriatria do Hospital das Clínicas, Wilson Jacob, o equilíbrio também deve ser encarado como um sentido vital na terceira idade, pois o medo de quedas podem levá-los a não sair de casa.

Segundo o geriatra Antonio Carlos Pereira Barretto Filho, pesquisador nas áreas de tontura, equilíbrio e quedas do idoso, 13,6% dos idosos que procuram a geriatria do HC se queixam de tonturas. Além da prática de atividades físicas, doutor Antonio Carlos ressalta a importância de cuidar da visão, pois é um dos componentes mais importantes do equilíbrio.

Fonte: Secretaria Estadual da Saúde de São Paulo

setembro 19, 2009

Evitando problemas com medicamentos

LONGEVIDADE
Em casa

•Faça uma lista de todos os remédios que toma, mesmo daqueles que não têm prescrição. Anote o nome, quem receitou, as quantidades e o horário. Mantenha uma cópia em casa e outra no bolso ou na carteira
•Leia e guarde as bulas
•Siga horários e quantidades de acordo com o indicado pelo médico
•Verifique as datas de vencimento das drogas e elimine os remédios velhos
•Não utilize remédios prescritos para outras pessoas
• Não interrompa o tratamento sem aval do médico. Nem tome doses menores ou maiores do que as prescritas
•Evite misturar remédios e álcool

No consultório
• Pergunte se há alternativas terapêuticas ao remédio
• Informe-se sobre a ação da droga, o período de administração, como saber se está funcionando, o que poderá sentir enquanto toma a medicação
•Informe ao médico também sobre o uso de vitaminas, fitoterápicos, laxantes e os remédios vendidos sem prescrição. Eles podem interferir na ação das drogas
•Pergunte sobre a administração do remédio com comida. Alguns podem ter eficácia menor se tomados na s refeições
•A cada nova consulta, revise com o médico os medicamentos que toma
•Comunique o profissional imediatamente se tiver problemas após tomar o remédio
Remédios que devem ser usados com cuidados redobrados, e apenas com prescrição médica.
Antidepressivos
Trazem efeitos colaterais como constipação intestinal, boca seca, retenção urinária, problemas que muitas vezes já estão presentes nos idosos.
Benzodiazepmicos
Tranquilizantes, remédios para dormir. Podem causar dependência.
Analgésicos opióides
Podem levar à dependência.
Antiinflamatórios
Pode trazer problemas estomacais e diminuir o efeito de drogas para baixar a pressão, muito utilizadas por idosos.
Hipoglicemiantes de longa ação
Reduzem os teores de açúcar no sangue por muito tempo e podem levar a demaios ou quedas.
Relaxantes musculares
Em teoria, só deveriam ser utilizados como coadjuvantes de anestesias. Podem intensificar o quadro de fragilidade muscular

LONGEVIDADE

Evitando problemas com medicamentos

LONGEVIDADE
Em casa

•Faça uma lista de todos os remédios que toma, mesmo daqueles que não têm prescrição. Anote o nome, quem receitou, as quantidades e o horário. Mantenha uma cópia em casa e outra no bolso ou na carteira
•Leia e guarde as bulas
•Siga horários e quantidades de acordo com o indicado pelo médico
•Verifique as datas de vencimento das drogas e elimine os remédios velhos
•Não utilize remédios prescritos para outras pessoas
• Não interrompa o tratamento sem aval do médico. Nem tome doses menores ou maiores do que as prescritas
•Evite misturar remédios e álcool

No consultório
• Pergunte se há alternativas terapêuticas ao remédio
• Informe-se sobre a ação da droga, o período de administração, como saber se está funcionando, o que poderá sentir enquanto toma a medicação
•Informe ao médico também sobre o uso de vitaminas, fitoterápicos, laxantes e os remédios vendidos sem prescrição. Eles podem interferir na ação das drogas
•Pergunte sobre a administração do remédio com comida. Alguns podem ter eficácia menor se tomados na s refeições
•A cada nova consulta, revise com o médico os medicamentos que toma
•Comunique o profissional imediatamente se tiver problemas após tomar o remédio
Remédios que devem ser usados com cuidados redobrados, e apenas com prescrição médica.
Antidepressivos
Trazem efeitos colaterais como constipação intestinal, boca seca, retenção urinária, problemas que muitas vezes já estão presentes nos idosos.
Benzodiazepmicos
Tranquilizantes, remédios para dormir. Podem causar dependência.
Analgésicos opióides
Podem levar à dependência.
Antiinflamatórios
Pode trazer problemas estomacais e diminuir o efeito de drogas para baixar a pressão, muito utilizadas por idosos.
Hipoglicemiantes de longa ação
Reduzem os teores de açúcar no sangue por muito tempo e podem levar a demaios ou quedas.
Relaxantes musculares
Em teoria, só deveriam ser utilizados como coadjuvantes de anestesias. Podem intensificar o quadro de fragilidade muscular

LONGEVIDADE

março 03, 2009

Estresse eleva risco de queda entre idosos, sugere pesquisa




O estresse emocional é um fator de risco para a ocorrência de quedas entre idosos, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Karolinska Institute, da Suécia.

Os pesquisadores avaliaram 137 pessoas com mais de 65 anos que estavam hospitalizadas devido a fraturas causadas por quedas e descobriram que as chances de os idosos caírem eram maiores até uma hora após um acontecimento que os deixasse emocionalmente abalados.

O risco subia cerca de 20 vezes depois de um incidente estressante. No caso de episódios de raiva, a probabilidade de o idoso cair subia aproximadamente doze vezes. Eventos tristes foram relacionados a um risco seis vezes maior de fraturas decorrentes de quedas.

O estudo levantou algumas hipóteses para essa relação. Uma delas é que esses incidentes deixam os idosos mais distraídos, diminuindo a atenção necessária para manter o equilíbrio. Além disso, o estresse também pode afetar a capacidade visual.

Os pesquisadores ressaltam a necessidade de mais estudos para confirmar os dados, mas sugerem que, após eventos estressantes, os idosos busquem ficar sentados até se acalmarem.

Folha de S.Paulo

Estresse eleva risco de queda entre idosos, sugere pesquisa




O estresse emocional é um fator de risco para a ocorrência de quedas entre idosos, de acordo com uma pesquisa realizada pelo Karolinska Institute, da Suécia.

Os pesquisadores avaliaram 137 pessoas com mais de 65 anos que estavam hospitalizadas devido a fraturas causadas por quedas e descobriram que as chances de os idosos caírem eram maiores até uma hora após um acontecimento que os deixasse emocionalmente abalados.

O risco subia cerca de 20 vezes depois de um incidente estressante. No caso de episódios de raiva, a probabilidade de o idoso cair subia aproximadamente doze vezes. Eventos tristes foram relacionados a um risco seis vezes maior de fraturas decorrentes de quedas.

O estudo levantou algumas hipóteses para essa relação. Uma delas é que esses incidentes deixam os idosos mais distraídos, diminuindo a atenção necessária para manter o equilíbrio. Além disso, o estresse também pode afetar a capacidade visual.

Os pesquisadores ressaltam a necessidade de mais estudos para confirmar os dados, mas sugerem que, após eventos estressantes, os idosos busquem ficar sentados até se acalmarem.

Folha de S.Paulo

novembro 25, 2008

Movimento do amor - Ai Chi - Método terapêutico oriental
















Amor-energia. Este é o significado literal da expressão Ai Chi, que dá nome ao método criado pelo japonês Jun Konno, especialista em Educação Física. Bastante difundido no Japão, Europa e Estados Unidos, aos poucos, o Ai Chi ganha mais adeptos no Brasil. Trata-se de uma seqüência de movimentos lentos e contínuos, feitos dentro de uma piscina aquecida, e combinados a técnicas de respiração. Segundo adeptos, a prática relaxa, ajuda a minimizar o estresse e dores, aumenta o equilíbrio e faz a energia circular pelo corpo. De quebra, pode combater a insônia.

Jun Konno batizou o método em homenagem à sua filha, que se chama Ai (amor) e é portadora de deficiência. A base para os movimentos vem do Tai Chi Chuan e um dos objetivos é fazer a energia vital circular pelos meridianos do corpo - um dos principais é o que passa ao redor do coração. "Quando sentimos emoções negativas, como raiva, a tendência é enrijecer essa região peitoral. E a energia acaba sendo bloqueada", explica o preparador físico e diretor da Aquabrasil, Marcelo Roque, que costuma usar o Ai Chi como parte das aulas de hidroginástica.

Quem trouxe a técnica para o Brasil foi o professor de Educação Física, especializado em modalidades aquáticas, Paulo André Poli de Figueiredo.

PREVENÇÃO

Ai Chi promove um melhor equilíbrio do corpo, remédio contra as quedas - um dos piores inimigos da velhice. "Melhora também a coordenação motora." Para alcançar bons resultados, acrescenta, o ideal é praticar pelo menos duas vezes por semana, em sessões de 45 minutos cada.

"A água dá suporte para fazer exercícios que não é possível realizar no chão. favorece o equilíbrio, ameniza a dores e melhora a qualidade do sono. os exercícios fortalecem os músculos, dão mais flexibilidade e mobilidade".

Lembrando que, qualquer pessoa que vai iniciar qualquer prática de exercício, deve submeter-se à uma avaliação médica.



Movimento do amor - Ai Chi - Método terapêutico oriental
















Amor-energia. Este é o significado literal da expressão Ai Chi, que dá nome ao método criado pelo japonês Jun Konno, especialista em Educação Física. Bastante difundido no Japão, Europa e Estados Unidos, aos poucos, o Ai Chi ganha mais adeptos no Brasil. Trata-se de uma seqüência de movimentos lentos e contínuos, feitos dentro de uma piscina aquecida, e combinados a técnicas de respiração. Segundo adeptos, a prática relaxa, ajuda a minimizar o estresse e dores, aumenta o equilíbrio e faz a energia circular pelo corpo. De quebra, pode combater a insônia.

Jun Konno batizou o método em homenagem à sua filha, que se chama Ai (amor) e é portadora de deficiência. A base para os movimentos vem do Tai Chi Chuan e um dos objetivos é fazer a energia vital circular pelos meridianos do corpo - um dos principais é o que passa ao redor do coração. "Quando sentimos emoções negativas, como raiva, a tendência é enrijecer essa região peitoral. E a energia acaba sendo bloqueada", explica o preparador físico e diretor da Aquabrasil, Marcelo Roque, que costuma usar o Ai Chi como parte das aulas de hidroginástica.

Quem trouxe a técnica para o Brasil foi o professor de Educação Física, especializado em modalidades aquáticas, Paulo André Poli de Figueiredo.

PREVENÇÃO

Ai Chi promove um melhor equilíbrio do corpo, remédio contra as quedas - um dos piores inimigos da velhice. "Melhora também a coordenação motora." Para alcançar bons resultados, acrescenta, o ideal é praticar pelo menos duas vezes por semana, em sessões de 45 minutos cada.

"A água dá suporte para fazer exercícios que não é possível realizar no chão. favorece o equilíbrio, ameniza a dores e melhora a qualidade do sono. os exercícios fortalecem os músculos, dão mais flexibilidade e mobilidade".

Lembrando que, qualquer pessoa que vai iniciar qualquer prática de exercício, deve submeter-se à uma avaliação médica.