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dezembro 12, 2010

Vitamina B12 pode ajudar na prevenção do Alzheimer?

Quando temos na família, um caso de uma doença grave e ainda sem cura como o Alzeheimer é natural que a qualquer notícia de cura ou prevenção, a tendência é aderir à qualquer indicação que se fale nas novas descobertas.  O importante porém, é observar que  as vezes mesmo para as comunidades científicas, existem várias interpretações, verificar a credibilidade da fonte, verificar se a pesquisa é conclusiva, conversar com o seu médico ou serviço de saúde, é no mínimo, um ato de bom senso.
Na pesquisa em questão, foram analisadas 271 pessoas com idades entre 65 e 79 anos. Divididos em dois grupos, os idosos foram observados por sete anos e os que consumiram maior quantidade de vitaminas do complexo B, incluindo a B12 e ácido fólico, mostraram maior resistência ou não desenvolveram a doença em comparação ao outro grupo que ficou mais vulnerável.
Em contrapartida à pesquisa, recentemente foi publicado um painel médico dos Institutos Nacionais de Saúde no qual ficou concluído que não existem alimentos ou vitaminas que definitivamente impeçam o desenvolvimento da doença de Alzheimer.
 
Contudo, os especialistas afirmam que uma boa alimentação é o melhor caminho. "Uma dieta saudável continua a ser importante, porém o papel da suplementação vitamínica permanece no campo da incerteza", afirma Dr. Sudha Seshadri, professor associado de neurologia na Universidade de Medicina de Boston e autor de um editorial que acompanha o estudo.
 
Para Maria Carillo, PhD e diretora sênior de relações médicas e científicas na Associação do Alzheimer, é preciso ter cuidado na interpretação das novas descobertas, especialmente dado que os participantes do estudo pouco desenvolveram a doença. "Nós sabemos que a vitamina B12 é um grande colaborador para reduzir os níveis de homocisteína.
A redução destes, em geral, é importante para a saúde cardiovascular e este estudo reforça o nosso conhecimento sobre o seu papel na prevenção do Alzheimer", disse.
Sam Gandy, médico e diretor adjunto do Alzheimer Research Center, na Mount Sinai School of Medicine, em Nova York, afirma que o estudo tem embasamento, todavia ele tem receio que os resultados não se apliquem para pessoas fora da Escandinávia e que eles estimulem os médicos a recomendar injeções de vitamina B12 para os seus pacientes.

 "Ainda não está claro se aumentar a ingestão de vitamina B12 vai ajudar a proteger contra Alzheimer. Uma boa alimentação deve minimizar o risco da doença, mas não podemos dizer que qualquer alimento específico tenha sido comprovado a reduzir esse risco", afirmou. 


















Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Vitamina B12 pode ajudar na prevenção do Alzheimer?

Quando temos na família, um caso de uma doença grave e ainda sem cura como o Alzeheimer é natural que a qualquer notícia de cura ou prevenção, a tendência é aderir à qualquer indicação que se fale nas novas descobertas.  O importante porém, é observar que  as vezes mesmo para as comunidades científicas, existem várias interpretações, verificar a credibilidade da fonte, verificar se a pesquisa é conclusiva, conversar com o seu médico ou serviço de saúde, é no mínimo, um ato de bom senso.
Na pesquisa em questão, foram analisadas 271 pessoas com idades entre 65 e 79 anos. Divididos em dois grupos, os idosos foram observados por sete anos e os que consumiram maior quantidade de vitaminas do complexo B, incluindo a B12 e ácido fólico, mostraram maior resistência ou não desenvolveram a doença em comparação ao outro grupo que ficou mais vulnerável.
Em contrapartida à pesquisa, recentemente foi publicado um painel médico dos Institutos Nacionais de Saúde no qual ficou concluído que não existem alimentos ou vitaminas que definitivamente impeçam o desenvolvimento da doença de Alzheimer.
 
Contudo, os especialistas afirmam que uma boa alimentação é o melhor caminho. "Uma dieta saudável continua a ser importante, porém o papel da suplementação vitamínica permanece no campo da incerteza", afirma Dr. Sudha Seshadri, professor associado de neurologia na Universidade de Medicina de Boston e autor de um editorial que acompanha o estudo.
 
Para Maria Carillo, PhD e diretora sênior de relações médicas e científicas na Associação do Alzheimer, é preciso ter cuidado na interpretação das novas descobertas, especialmente dado que os participantes do estudo pouco desenvolveram a doença. "Nós sabemos que a vitamina B12 é um grande colaborador para reduzir os níveis de homocisteína.
A redução destes, em geral, é importante para a saúde cardiovascular e este estudo reforça o nosso conhecimento sobre o seu papel na prevenção do Alzheimer", disse.
Sam Gandy, médico e diretor adjunto do Alzheimer Research Center, na Mount Sinai School of Medicine, em Nova York, afirma que o estudo tem embasamento, todavia ele tem receio que os resultados não se apliquem para pessoas fora da Escandinávia e que eles estimulem os médicos a recomendar injeções de vitamina B12 para os seus pacientes.

 "Ainda não está claro se aumentar a ingestão de vitamina B12 vai ajudar a proteger contra Alzheimer. Uma boa alimentação deve minimizar o risco da doença, mas não podemos dizer que qualquer alimento específico tenha sido comprovado a reduzir esse risco", afirmou. 


















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fevereiro 17, 2010

Misturar ervas populares e remédios pode ser perigoso




















Sabe aquele chazinho inocente, que nos recomendam ou que com a melhor das intenções, recomendamos para os amigos mediante alguma queixa? Veja o que pesquisadores dizem a respeito.

Pesquisadores estão alertando que ervas e suplementos populares, incluindo erva-de-são-joão e até mesmo alho e gengibre, não se misturam bem a medicamentos comuns para o coração, e também podem ser perigosos para pacientes que tomam estatina, anticoagulante e remédios para a pressão arterial.

A erva de são joão eleva a pressão e os batimentos cardíacos, e o alho e o gengibre aumentam o risco de hemorragias em pacientes que tomam anticoagulantes, afirmaram os pesquisadores. Mesmo o suco de toronja pode ser arriscado, aumentando os efeitos de bloqueadores dos canais de cálcio e estatinas, disseram eles.

“Esta não é uma pesquisa nova, mas existe uma tendência na direção de um uso cada vez maior desses compostos. Os pacientes muitas vezes não discutem com seus médicos os compostos que tomam por conta própria”, disse Arshad Jahangir, autor de um artigo publicado nesta semana no “The Journal of the American College of Cardiology”.

O trabalho inclui uma lista com mais de duas dúzias de produtos de ervas que os pacientes deveriam usar com cautela, além de uma lista de interações comuns entre medicamentos e ervas. Entre os produtos listados estão o ginkgo, o ginseng e a equinácea, assim como algumas surpresas como o leite de soja e o chá verde –que podem reduzir a eficácia do anticoagulante varfarina– e até mesmo a babosa e o alcaçuz.

Os médicos precisam ser mais assertivos e perguntar aos pacientes sobre as ervas e suplementos que eles tomam; já os pacientes precisam revelar essa informação a seus médicos, disse Jahangir.

Para quem toma suplementos de alho acreditando que isso melhorará a saúde de seu coração, explicou Jahangir, “as pessoas vão se surpreender ao saber que podem estar tomando algo capaz de aumentar os riscos de hemorragia”.

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Misturar ervas populares e remédios pode ser perigoso




















Sabe aquele chazinho inocente, que nos recomendam ou que com a melhor das intenções, recomendamos para os amigos mediante alguma queixa? Veja o que pesquisadores dizem a respeito.

Pesquisadores estão alertando que ervas e suplementos populares, incluindo erva-de-são-joão e até mesmo alho e gengibre, não se misturam bem a medicamentos comuns para o coração, e também podem ser perigosos para pacientes que tomam estatina, anticoagulante e remédios para a pressão arterial.

A erva de são joão eleva a pressão e os batimentos cardíacos, e o alho e o gengibre aumentam o risco de hemorragias em pacientes que tomam anticoagulantes, afirmaram os pesquisadores. Mesmo o suco de toronja pode ser arriscado, aumentando os efeitos de bloqueadores dos canais de cálcio e estatinas, disseram eles.

“Esta não é uma pesquisa nova, mas existe uma tendência na direção de um uso cada vez maior desses compostos. Os pacientes muitas vezes não discutem com seus médicos os compostos que tomam por conta própria”, disse Arshad Jahangir, autor de um artigo publicado nesta semana no “The Journal of the American College of Cardiology”.

O trabalho inclui uma lista com mais de duas dúzias de produtos de ervas que os pacientes deveriam usar com cautela, além de uma lista de interações comuns entre medicamentos e ervas. Entre os produtos listados estão o ginkgo, o ginseng e a equinácea, assim como algumas surpresas como o leite de soja e o chá verde –que podem reduzir a eficácia do anticoagulante varfarina– e até mesmo a babosa e o alcaçuz.

Os médicos precisam ser mais assertivos e perguntar aos pacientes sobre as ervas e suplementos que eles tomam; já os pacientes precisam revelar essa informação a seus médicos, disse Jahangir.

Para quem toma suplementos de alho acreditando que isso melhorará a saúde de seu coração, explicou Jahangir, “as pessoas vão se surpreender ao saber que podem estar tomando algo capaz de aumentar os riscos de hemorragia”.

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dezembro 02, 2009

Tarja Preta , o que é isso?

Para imediata compreensão do risco e do grau de necessidade da prescrição médica os medicamentos são distinguidos com uma linguagem de tarjas impressas em suas embalagens.



Tarja Preta: a tarja preta informa que o medicamento é de alto risco, não pode ser usado sem prescrição médica e que só podem ser vendidos com apresentação da receita.

As receitas destes tipos de medicamento ficam retidas nos estabelecimento distribuidor do medicamento e são recolhidas, periodicamente, pelos serviços públicos de saúde.

Tarja Vermelha: o medicamento com tarja vermelha é de menor risco, ou seja, embora também seja vendido apenas com receita médica, não representa risco de vida, mas apenas de efeitos colaterais.

Ainda que o consumidor possua o medicamento em casa, ou consiga adquiri-lo independente de apresentar receita médica, é importante que obtenha orientação médica para utilizá-lo, pois, mesmo sendo recomendado para alguns tipos de doenças seus efeitos podem agravar outras áreas da saúde.

Sem Tarja: a ausência de tarja não é um indicador de que o medicamento possa ser usado sem contra-indicação, mas apenas que pode ser vendido sem a apresentação da receita médica, assim, o consumidor deve manter os mesmos cuidados recomendados para os demais medicamentos com tarja.

Tarja Preta , o que é isso?

Para imediata compreensão do risco e do grau de necessidade da prescrição médica os medicamentos são distinguidos com uma linguagem de tarjas impressas em suas embalagens.



Tarja Preta: a tarja preta informa que o medicamento é de alto risco, não pode ser usado sem prescrição médica e que só podem ser vendidos com apresentação da receita.

As receitas destes tipos de medicamento ficam retidas nos estabelecimento distribuidor do medicamento e são recolhidas, periodicamente, pelos serviços públicos de saúde.

Tarja Vermelha: o medicamento com tarja vermelha é de menor risco, ou seja, embora também seja vendido apenas com receita médica, não representa risco de vida, mas apenas de efeitos colaterais.

Ainda que o consumidor possua o medicamento em casa, ou consiga adquiri-lo independente de apresentar receita médica, é importante que obtenha orientação médica para utilizá-lo, pois, mesmo sendo recomendado para alguns tipos de doenças seus efeitos podem agravar outras áreas da saúde.

Sem Tarja: a ausência de tarja não é um indicador de que o medicamento possa ser usado sem contra-indicação, mas apenas que pode ser vendido sem a apresentação da receita médica, assim, o consumidor deve manter os mesmos cuidados recomendados para os demais medicamentos com tarja.

novembro 23, 2009

Dicas de como comprar, conservar e tomar remédios

LONGEVIDADE

Os medicamentos fazem parte do dia a dia de muitas pessoas. Mas você sabe qual é a melhor forma de armazená-los, se o certo é ingeri-los com água ou leite e o que fazer se esquecer de tomar um comprimido?

Para eliminar essas e outras dúvidas sobre o assunto, confira 16 dicas listadas no guia Saiba Mais Sobre os Seus Medicamentos, produzido pela Divisão de Farmácia do Instituto Central do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). E não se esqueça da importância de apostar apenas em remédios prescritos pelo médico, já que o que é bom para um pode não ser ao outro.

1) Não adquira medicamentos com embalagem amassada, rasgada, sem rótulo ou que tenha alguma informação apagada, riscada ou raspada.

2) Mantenha-os na embalagem original para garantir sua qualidade.

3) Deixe-os em locais frescos, longe do calor, da luz ou da umidade. Por isso, nada de guardá-los no banheiro ou na cozinha.

4) Caso tenha remédios que necessitem ficar na geladeira, não os coloque na porta ou no congelador.

5) Sempre verifique a data de validade indicada na embalagem. Nunca tome produtos vencidos.

6) Coloque os medicamentos fora do alcance das crianças.

7) Procure tomá-los sempre no mesmo horário. Uma dica é montar uma agenda ou tabela com o intuito de não esquecer ou confundir-se. (O Longevidade fornece gratuitamente a agenda/tabela de medicamentos, basta solicitar pelo e-mail: silvia.masc@gmail.com ).

8) Se tiver de ser em jejum, deve estar realmente de estômago vazio. Ingira-os pelo menos de 30 a 60 minutos antes ou duas horas após a refeição.

9) Lave e seque bem a colher, faca, lâmina, copos, pratos e colheres de medidas antes e depois de usar os remédios.

10) Tome-os com um copo cheio de água, nunca com álcool. Evite também leite, refrigerantes e bebidas quentes, como chás.

11) Caso sinta-se mal após o uso de algum medicamento, comunique ao médico ou farmacêutico.

12) Se utilizar sonda enteral e tiver tratamento com comprimidos, amasse-os em um prato, copo ou xícara de vidro até obter um pó fino e dilua-os com um pouco de água. Prepare e use cada medicamento separadamente. A sonda pode entupir e, por isso, é importante lavá-la entre um e outro com água filtrada antes e depois. Nunca os adicione na fórmula da dieta enteral (líquida).

13) Se esquecer de tomar um remédio de uma dose ao dia, ingira-o assim que lembrar.

14) No caso de medicamentos com mais de uma dose por dia, tome somente no próximo horário, nunca duas doses de uma vez.

15) Quando for ao médico, não deixe de fazer as seguintes perguntas: "Quais são os nomes dos medicamentos receitados?" "Para que serve cada um deles?" "Em quais horários devo tomá-los?" "Por quanto tempo vou tomá-los?" "O que mudou no meu tratamento?" "Todos os medicamentos são padronizados no hospital?".

16) Tenha uma lista com os medicamentos que utiliza, o que auxilia o paciente, seu médico e o farmacêutico.
LONGEVIDADE

Dicas de como comprar, conservar e tomar remédios

LONGEVIDADE

Os medicamentos fazem parte do dia a dia de muitas pessoas. Mas você sabe qual é a melhor forma de armazená-los, se o certo é ingeri-los com água ou leite e o que fazer se esquecer de tomar um comprimido?

Para eliminar essas e outras dúvidas sobre o assunto, confira 16 dicas listadas no guia Saiba Mais Sobre os Seus Medicamentos, produzido pela Divisão de Farmácia do Instituto Central do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (USP). E não se esqueça da importância de apostar apenas em remédios prescritos pelo médico, já que o que é bom para um pode não ser ao outro.

1) Não adquira medicamentos com embalagem amassada, rasgada, sem rótulo ou que tenha alguma informação apagada, riscada ou raspada.

2) Mantenha-os na embalagem original para garantir sua qualidade.

3) Deixe-os em locais frescos, longe do calor, da luz ou da umidade. Por isso, nada de guardá-los no banheiro ou na cozinha.

4) Caso tenha remédios que necessitem ficar na geladeira, não os coloque na porta ou no congelador.

5) Sempre verifique a data de validade indicada na embalagem. Nunca tome produtos vencidos.

6) Coloque os medicamentos fora do alcance das crianças.

7) Procure tomá-los sempre no mesmo horário. Uma dica é montar uma agenda ou tabela com o intuito de não esquecer ou confundir-se. (O Longevidade fornece gratuitamente a agenda/tabela de medicamentos, basta solicitar pelo e-mail: silvia.masc@gmail.com ).

8) Se tiver de ser em jejum, deve estar realmente de estômago vazio. Ingira-os pelo menos de 30 a 60 minutos antes ou duas horas após a refeição.

9) Lave e seque bem a colher, faca, lâmina, copos, pratos e colheres de medidas antes e depois de usar os remédios.

10) Tome-os com um copo cheio de água, nunca com álcool. Evite também leite, refrigerantes e bebidas quentes, como chás.

11) Caso sinta-se mal após o uso de algum medicamento, comunique ao médico ou farmacêutico.

12) Se utilizar sonda enteral e tiver tratamento com comprimidos, amasse-os em um prato, copo ou xícara de vidro até obter um pó fino e dilua-os com um pouco de água. Prepare e use cada medicamento separadamente. A sonda pode entupir e, por isso, é importante lavá-la entre um e outro com água filtrada antes e depois. Nunca os adicione na fórmula da dieta enteral (líquida).

13) Se esquecer de tomar um remédio de uma dose ao dia, ingira-o assim que lembrar.

14) No caso de medicamentos com mais de uma dose por dia, tome somente no próximo horário, nunca duas doses de uma vez.

15) Quando for ao médico, não deixe de fazer as seguintes perguntas: "Quais são os nomes dos medicamentos receitados?" "Para que serve cada um deles?" "Em quais horários devo tomá-los?" "Por quanto tempo vou tomá-los?" "O que mudou no meu tratamento?" "Todos os medicamentos são padronizados no hospital?".

16) Tenha uma lista com os medicamentos que utiliza, o que auxilia o paciente, seu médico e o farmacêutico.
LONGEVIDADE

setembro 19, 2009

Evitando problemas com medicamentos

LONGEVIDADE
Em casa

•Faça uma lista de todos os remédios que toma, mesmo daqueles que não têm prescrição. Anote o nome, quem receitou, as quantidades e o horário. Mantenha uma cópia em casa e outra no bolso ou na carteira
•Leia e guarde as bulas
•Siga horários e quantidades de acordo com o indicado pelo médico
•Verifique as datas de vencimento das drogas e elimine os remédios velhos
•Não utilize remédios prescritos para outras pessoas
• Não interrompa o tratamento sem aval do médico. Nem tome doses menores ou maiores do que as prescritas
•Evite misturar remédios e álcool

No consultório
• Pergunte se há alternativas terapêuticas ao remédio
• Informe-se sobre a ação da droga, o período de administração, como saber se está funcionando, o que poderá sentir enquanto toma a medicação
•Informe ao médico também sobre o uso de vitaminas, fitoterápicos, laxantes e os remédios vendidos sem prescrição. Eles podem interferir na ação das drogas
•Pergunte sobre a administração do remédio com comida. Alguns podem ter eficácia menor se tomados na s refeições
•A cada nova consulta, revise com o médico os medicamentos que toma
•Comunique o profissional imediatamente se tiver problemas após tomar o remédio
Remédios que devem ser usados com cuidados redobrados, e apenas com prescrição médica.
Antidepressivos
Trazem efeitos colaterais como constipação intestinal, boca seca, retenção urinária, problemas que muitas vezes já estão presentes nos idosos.
Benzodiazepmicos
Tranquilizantes, remédios para dormir. Podem causar dependência.
Analgésicos opióides
Podem levar à dependência.
Antiinflamatórios
Pode trazer problemas estomacais e diminuir o efeito de drogas para baixar a pressão, muito utilizadas por idosos.
Hipoglicemiantes de longa ação
Reduzem os teores de açúcar no sangue por muito tempo e podem levar a demaios ou quedas.
Relaxantes musculares
Em teoria, só deveriam ser utilizados como coadjuvantes de anestesias. Podem intensificar o quadro de fragilidade muscular

LONGEVIDADE

Evitando problemas com medicamentos

LONGEVIDADE
Em casa

•Faça uma lista de todos os remédios que toma, mesmo daqueles que não têm prescrição. Anote o nome, quem receitou, as quantidades e o horário. Mantenha uma cópia em casa e outra no bolso ou na carteira
•Leia e guarde as bulas
•Siga horários e quantidades de acordo com o indicado pelo médico
•Verifique as datas de vencimento das drogas e elimine os remédios velhos
•Não utilize remédios prescritos para outras pessoas
• Não interrompa o tratamento sem aval do médico. Nem tome doses menores ou maiores do que as prescritas
•Evite misturar remédios e álcool

No consultório
• Pergunte se há alternativas terapêuticas ao remédio
• Informe-se sobre a ação da droga, o período de administração, como saber se está funcionando, o que poderá sentir enquanto toma a medicação
•Informe ao médico também sobre o uso de vitaminas, fitoterápicos, laxantes e os remédios vendidos sem prescrição. Eles podem interferir na ação das drogas
•Pergunte sobre a administração do remédio com comida. Alguns podem ter eficácia menor se tomados na s refeições
•A cada nova consulta, revise com o médico os medicamentos que toma
•Comunique o profissional imediatamente se tiver problemas após tomar o remédio
Remédios que devem ser usados com cuidados redobrados, e apenas com prescrição médica.
Antidepressivos
Trazem efeitos colaterais como constipação intestinal, boca seca, retenção urinária, problemas que muitas vezes já estão presentes nos idosos.
Benzodiazepmicos
Tranquilizantes, remédios para dormir. Podem causar dependência.
Analgésicos opióides
Podem levar à dependência.
Antiinflamatórios
Pode trazer problemas estomacais e diminuir o efeito de drogas para baixar a pressão, muito utilizadas por idosos.
Hipoglicemiantes de longa ação
Reduzem os teores de açúcar no sangue por muito tempo e podem levar a demaios ou quedas.
Relaxantes musculares
Em teoria, só deveriam ser utilizados como coadjuvantes de anestesias. Podem intensificar o quadro de fragilidade muscular

LONGEVIDADE

setembro 08, 2009

MUITO ÚTIL...


Basta digitar o nome do remédio desejado no site abaixo, e você terá também os genéricos e os similares de todas as marcas com os respectivos preços em todo o Território Nacional.
 
 

MUITO ÚTIL...


Basta digitar o nome do remédio desejado no site abaixo, e você terá também os genéricos e os similares de todas as marcas com os respectivos preços em todo o Território Nacional.
 
 

agosto 30, 2009

É Hora do Remédio. O que fazer?

LONGEVIDADE

Os medicamentos ocupam um papel fundamental na prevenção e cura das doenças. São recursos utilizados para obter benefícios como a cura, a prevenção, o diagnóstico de uma doença ou então o alívio de sintomas incômodos ou incapacitantes. É uma regra estabelecida que os benefícios esperados com a sua utilização devem ser maiores do que os riscos decorrentes do seu emprego.

Nem todos os distúrbios ou doenças requerem o uso de medicamentos: alguns problemas são de duração limitada e desaparecem mesmo sem a sua utilização. Existem ainda distúrbios e doenças que podem ser tratados com outras terapias, tais como dietas especiais, repouso, massagens,exercícios específicos, etc.

O uso de medicamentos é motivo de preocupação devido à elevada ocorrência de efeitos indesejados e intoxicações, que poderiam ser evitados, na sua grande maioria.

Contribui para aumentar estes problemas a propaganda por parte de alguns fabricantes, que propõe situações de uso irracional de medicamentos.

O uso de medicamentos requer SEMPRE muitos cuidados.

Existem casos em que tais cuidados devem ser intensificados por serem maiores os riscos de prejuízos, como é o caso de tratamentos em pessoas idosas.

O objetivo principal do farmacêutico é aconselhar os usuários (pacientes) e o público em geral quanto ao uso de produtos e serviços farmacêuticos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida na prevenção de doenças, fazendo com que os medicamentos estejam disponíveis, sejam úteis, eficazes, seguros, baratos (preço justo) e com qualidade.

Pela sua formação acadêmica, o farmacêutico é o especialista em matéria de medicamento, é um profissional da saúde, de nível superior, que está a sua disposição para orientá-lo em benefício da saúde de quem o procura, este é um direito legal que você tem.

O farmacêutico conhece os medicamentos, sua composição e finalidade, ele pode orientar no uso dos remédios que foram receitados pelo médico, que é o profissional capaz de identificar doenças através dos sintomas que você sente e quem pode receitar o medicamento, se for necessário.

Lembre-se, balconista de drogaria ou farmácia não é farmacêutico. Drogarias e farmácias não são consultórios médicos.

Procure um farmacêutico na farmácia ou drogaria mais próxima sempre que precisar e peça a sua orientação, esse profissional sabe qual a forma correta de usar os medicamentos.

Na farmácia, pergunte pelo farmacêutico.


Hélio José de Araújo
Presidente do Conselho Regional
de Farmácia do Distrito Federal
DIRETORIA DO CRF-DF Conselho Regional de Farmácia – DF
Hélio José de Araújo - Presidente SCS, Qd. 6, Bl. A, Ed. José Severo, Sl 609

longevidade

É Hora do Remédio. O que fazer?

LONGEVIDADE

Os medicamentos ocupam um papel fundamental na prevenção e cura das doenças. São recursos utilizados para obter benefícios como a cura, a prevenção, o diagnóstico de uma doença ou então o alívio de sintomas incômodos ou incapacitantes. É uma regra estabelecida que os benefícios esperados com a sua utilização devem ser maiores do que os riscos decorrentes do seu emprego.

Nem todos os distúrbios ou doenças requerem o uso de medicamentos: alguns problemas são de duração limitada e desaparecem mesmo sem a sua utilização. Existem ainda distúrbios e doenças que podem ser tratados com outras terapias, tais como dietas especiais, repouso, massagens,exercícios específicos, etc.

O uso de medicamentos é motivo de preocupação devido à elevada ocorrência de efeitos indesejados e intoxicações, que poderiam ser evitados, na sua grande maioria.

Contribui para aumentar estes problemas a propaganda por parte de alguns fabricantes, que propõe situações de uso irracional de medicamentos.

O uso de medicamentos requer SEMPRE muitos cuidados.

Existem casos em que tais cuidados devem ser intensificados por serem maiores os riscos de prejuízos, como é o caso de tratamentos em pessoas idosas.

O objetivo principal do farmacêutico é aconselhar os usuários (pacientes) e o público em geral quanto ao uso de produtos e serviços farmacêuticos, contribuindo para a melhoria da qualidade de vida na prevenção de doenças, fazendo com que os medicamentos estejam disponíveis, sejam úteis, eficazes, seguros, baratos (preço justo) e com qualidade.

Pela sua formação acadêmica, o farmacêutico é o especialista em matéria de medicamento, é um profissional da saúde, de nível superior, que está a sua disposição para orientá-lo em benefício da saúde de quem o procura, este é um direito legal que você tem.

O farmacêutico conhece os medicamentos, sua composição e finalidade, ele pode orientar no uso dos remédios que foram receitados pelo médico, que é o profissional capaz de identificar doenças através dos sintomas que você sente e quem pode receitar o medicamento, se for necessário.

Lembre-se, balconista de drogaria ou farmácia não é farmacêutico. Drogarias e farmácias não são consultórios médicos.

Procure um farmacêutico na farmácia ou drogaria mais próxima sempre que precisar e peça a sua orientação, esse profissional sabe qual a forma correta de usar os medicamentos.

Na farmácia, pergunte pelo farmacêutico.


Hélio José de Araújo
Presidente do Conselho Regional
de Farmácia do Distrito Federal
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