março 17, 2011
COMO AGIR NO ELEVADOR EM PANE
fevereiro 15, 2011
outubro 18, 2010
Resposta ao leitor(a) anônimo(a).
Lamento muito pelos dissabores que está passando essa pessoa a qual você se refere.
O bom senso me diz, que o melhor a fazer, é procurar ajuda com pessoas especializadas no assunto, ligue para o telefone da cidade que for mais adequada para você e peça orientação na delegacia ou serviço de proteção aos idosos.
O que você relatou no seu e-mail, é muito sério, desde apropriação indébita de valores que são destinados aos cuidados dessa pessoa idosa, ao total estado de negligência com a saúde física e mental.
Quando você diz que o que observa, causa desconforto, e vê o fato como uma injustiça à esse idoso, mas, que você não quer fazer denúncia pois não quer se indispor com a família e com o tutor, não vejo como isso possa mudar para melhor a vida dessa pessoa, lembro à você, que para fazer uma boa omelete, é preciso quebrar os ovos. E assistir ao sofrimento de alguém com capacidade reduzida e nada fazer, é no mínimo ao meu ver, ser conivente com esses fatos.
Para ter acesso aos números dos telefones, clique aqui
Se puder passar o seu e-mail, eu não publicarei e poderei enviar o Estatuto do Idoso, nele, você encontrará maiores esclarecimentos.
Desejos sinceros de que essa situação se resolva da melhor maneira possivel.
abraços,
Silvia Masc
Sinta-se em casa e deixe seu comentário.
Resposta ao leitor(a) anônimo(a).
Lamento muito pelos dissabores que está passando essa pessoa a qual você se refere.
O bom senso me diz, que o melhor a fazer, é procurar ajuda com pessoas especializadas no assunto, ligue para o telefone da cidade que for mais adequada para você e peça orientação na delegacia ou serviço de proteção aos idosos.
O que você relatou no seu e-mail, é muito sério, desde apropriação indébita de valores que são destinados aos cuidados dessa pessoa idosa, ao total estado de negligência com a saúde física e mental.
Quando você diz que o que observa, causa desconforto, e vê o fato como uma injustiça à esse idoso, mas, que você não quer fazer denúncia pois não quer se indispor com a família e com o tutor, não vejo como isso possa mudar para melhor a vida dessa pessoa, lembro à você, que para fazer uma boa omelete, é preciso quebrar os ovos. E assistir ao sofrimento de alguém com capacidade reduzida e nada fazer, é no mínimo ao meu ver, ser conivente com esses fatos.
Para ter acesso aos números dos telefones, clique aqui
Se puder passar o seu e-mail, eu não publicarei e poderei enviar o Estatuto do Idoso, nele, você encontrará maiores esclarecimentos.
Desejos sinceros de que essa situação se resolva da melhor maneira possivel.
abraços,
Silvia Masc
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outubro 14, 2010
Alouuuuuuuu lojistas
Os provadores não tem ventilação suficiente para um dia quente, não possuem apoio de mão, considere que os idosos, nem sempre conseguem vestir-se em pé e os provadores não possuem um lugar para que eles possam vestir-se sentado, um cadeira ou até mesmo um banquinho dobrável.
Ou seja, cadeirantes e pessoas que tenham mobilidade reduzida, deverão perder o prazer de ir às compras? Esse ítem passou a ser um pré-requisito para as compras dos meus pais e são pouquíssimas lojas que dispõe desse "conforto".
Alouuuuuuuuu lojistas, para se livrarem do desconforto de terem que experimentar outras peças, eles acabam comprando menos, podem comprar o que não gostaram e todo mundo sai perdendo.
Como números abaixo, os senhores lojistas, devem concordar que o poder de compra nesse seguimento existe, que tal dar uma melhoradinha no atendimento à eles? Aqui em São Paulo, eu desconheço se a lei existe, mas se há, é desrespeitada. Campinas, no interior de São Paulo, está propondo e tentando aprovar:
A Câmara Municipal de Campinas aprovou por unanimidade, na noite de quarta (26), lei do vereador Francisco Sellin (PDT) que obriga lojas que vendem roupas a disponibilizar provador adaptado para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. Originalmente, o projeto seria analisado na segunda, mas houve adiamento em virtude de falta de quórum.“Se muitas vezes já é difícil experimentar uma peça de vestuário nos provadores apertados, imagine o problema que é para os cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. A medida visa eliminar barreiras físicas, possibilitando o acesso democrático e de forma autônoma aos serviços oferecidos pelos estabelecimentos comerciais”, afirma Sellin.
De acordo com o documento, as lojas terão que ter pelo menos um provador adaptado, e terão 180 dias para se adequarem a lei após sua publicação. Caso não cumpram a legislação, os estabelecimentos recebem advertência e multa.
O BRASIL TEM 20 MILHÕES DE IDOSOS
Com os atuais recursos sanitários e de prevenção, a qualidade de vida vem melhorando, mesmo em países como o Brasil, onde a estimativa de vida até há algum tempo era bem inferior a dos países desenvolvidos. Recente pesquisa divulgada pelo IBGE mostra que hoje, apesar de ainda estarmos longe de países como o Japão, esta estimativa já está em 71,3 anos e que a população de idosos subiu 47,8% nos últimos 10 anos.
Atualmente com 20 milhões de idosos, o Brasil, juntamente com a Rússia, Índia, China e África do Sul, já responde por 40,6% da população mundial de idosos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) existem quatro estágios de envelhecimento:
- meia idade (45 a 59 anos),
- idoso/idosa (60 a 74 anos),
- ancião/anciã (75 a 90 anos)
- e velhice extrema- 90 anos em diante.
Sinta-se em casa e deixe seu comentário.
Alouuuuuuuu lojistas
Os provadores não tem ventilação suficiente para um dia quente, não possuem apoio de mão, considere que os idosos, nem sempre conseguem vestir-se em pé e os provadores não possuem um lugar para que eles possam vestir-se sentado, um cadeira ou até mesmo um banquinho dobrável.
Ou seja, cadeirantes e pessoas que tenham mobilidade reduzida, deverão perder o prazer de ir às compras? Esse ítem passou a ser um pré-requisito para as compras dos meus pais e são pouquíssimas lojas que dispõe desse "conforto".
Alouuuuuuuuu lojistas, para se livrarem do desconforto de terem que experimentar outras peças, eles acabam comprando menos, podem comprar o que não gostaram e todo mundo sai perdendo.
Como números abaixo, os senhores lojistas, devem concordar que o poder de compra nesse seguimento existe, que tal dar uma melhoradinha no atendimento à eles? Aqui em São Paulo, eu desconheço se a lei existe, mas se há, é desrespeitada. Campinas, no interior de São Paulo, está propondo e tentando aprovar:
A Câmara Municipal de Campinas aprovou por unanimidade, na noite de quarta (26), lei do vereador Francisco Sellin (PDT) que obriga lojas que vendem roupas a disponibilizar provador adaptado para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. Originalmente, o projeto seria analisado na segunda, mas houve adiamento em virtude de falta de quórum.“Se muitas vezes já é difícil experimentar uma peça de vestuário nos provadores apertados, imagine o problema que é para os cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. A medida visa eliminar barreiras físicas, possibilitando o acesso democrático e de forma autônoma aos serviços oferecidos pelos estabelecimentos comerciais”, afirma Sellin.
De acordo com o documento, as lojas terão que ter pelo menos um provador adaptado, e terão 180 dias para se adequarem a lei após sua publicação. Caso não cumpram a legislação, os estabelecimentos recebem advertência e multa.
O BRASIL TEM 20 MILHÕES DE IDOSOS
Com os atuais recursos sanitários e de prevenção, a qualidade de vida vem melhorando, mesmo em países como o Brasil, onde a estimativa de vida até há algum tempo era bem inferior a dos países desenvolvidos. Recente pesquisa divulgada pelo IBGE mostra que hoje, apesar de ainda estarmos longe de países como o Japão, esta estimativa já está em 71,3 anos e que a população de idosos subiu 47,8% nos últimos 10 anos.
Atualmente com 20 milhões de idosos, o Brasil, juntamente com a Rússia, Índia, China e África do Sul, já responde por 40,6% da população mundial de idosos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) existem quatro estágios de envelhecimento:
- meia idade (45 a 59 anos),
- idoso/idosa (60 a 74 anos),
- ancião/anciã (75 a 90 anos)
- e velhice extrema- 90 anos em diante.
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setembro 28, 2010
Os idosos nas eleições.
Nas eleições existe uma parcela da população que não é obrigada a votar, mas ainda assim não abrem mão de exercer a cidadania porque julga importante a participação na política do País. São os idosos com mais de 70 anos que não têm mais a obrigatoriedade de votar, de acordo com a legislação eleitoral.
Em Ribeirão Preto, segundo o último Censo 2000, pelo menos 22.651 idosos estavam nesta condição.
Os que continuam a votar não se preocupam com as limitações físicas da idade e fazem questão de ir às urnas.
O casal Rui Fonseca, de 91 anos, e Elydia Farinha Fonseca, de 87 anos, representa o que se convencionou a chamar de exemplos de eleitores: mesmo com a idade avançada ainda votam e são politicamente ativos.
Eles se informam e analisam as propostas e a história de cada candidato.
Rui confessa que já foi até convidado para ser candidato, mas não aceitou. "O meu envolvimento com a política é somente avaliar os candidatos e votar", diz o aposentado, garantindo que sempre acertou na maioria das vezes. "Sempre escolhi bem."
Mesmo um pouco descrente com a política atual, Elydia ainda assim no dia da eleição acorda bem cedo e é uma das primeiras a chegar à seção, sempre na companhia do marido. "Investigo o passado do candidato para saber se é verdade o que ele está falando", conta.
Para conhecer os políticos que disputam esta eleição, o casal não perde o horário eleitoral da TV. "Quantos corruptos que conhecemos parecem honestos na TV, logo identificamos o truque", garante Elydia.
Momento histórico
O casal também lembra de um momento marcante da história do país - a eleição de 1950, quando Getúlio Vargas foi eleito novamente presidente. "Gostava da ideologia do partido dele", conta Fonseca.
Além de Vargas, Elydia também relembra a queda de Fernando Collor de Mello em 1992. "Foi uma decepção porque votamos nele, acreditamos na sua competência", afirma a aposentada.
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Os idosos nas eleições.
Nas eleições existe uma parcela da população que não é obrigada a votar, mas ainda assim não abrem mão de exercer a cidadania porque julga importante a participação na política do País. São os idosos com mais de 70 anos que não têm mais a obrigatoriedade de votar, de acordo com a legislação eleitoral.
Em Ribeirão Preto, segundo o último Censo 2000, pelo menos 22.651 idosos estavam nesta condição.
Os que continuam a votar não se preocupam com as limitações físicas da idade e fazem questão de ir às urnas.
O casal Rui Fonseca, de 91 anos, e Elydia Farinha Fonseca, de 87 anos, representa o que se convencionou a chamar de exemplos de eleitores: mesmo com a idade avançada ainda votam e são politicamente ativos.
Eles se informam e analisam as propostas e a história de cada candidato.
Rui confessa que já foi até convidado para ser candidato, mas não aceitou. "O meu envolvimento com a política é somente avaliar os candidatos e votar", diz o aposentado, garantindo que sempre acertou na maioria das vezes. "Sempre escolhi bem."
Mesmo um pouco descrente com a política atual, Elydia ainda assim no dia da eleição acorda bem cedo e é uma das primeiras a chegar à seção, sempre na companhia do marido. "Investigo o passado do candidato para saber se é verdade o que ele está falando", conta.
Para conhecer os políticos que disputam esta eleição, o casal não perde o horário eleitoral da TV. "Quantos corruptos que conhecemos parecem honestos na TV, logo identificamos o truque", garante Elydia.
Momento histórico
O casal também lembra de um momento marcante da história do país - a eleição de 1950, quando Getúlio Vargas foi eleito novamente presidente. "Gostava da ideologia do partido dele", conta Fonseca.
Além de Vargas, Elydia também relembra a queda de Fernando Collor de Mello em 1992. "Foi uma decepção porque votamos nele, acreditamos na sua competência", afirma a aposentada.
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setembro 27, 2010
Tire suas dúvidas, sobre doação de órgãos
Tire suas dúvidas
Como devo expressar o desejo de doar meus órgãos?
É fundamental comunicar à família esta decisão e deixar claro seu desejo em ser doador. Isto porque a família é sempre consultada no momento da doação
Quem pode doar em vida?
O médico deverá avaliar a história clínica da pessoa e as doenças prévias. A compatibilidade sangüínea é primordial em todos os casos. Há também testes especiais para selecionar o doador que apresenta maior chance de sucesso.
Quais órgãos / tecidos podem ser obtidos de um doador vivo?
Um dos rins, parte do fígado e parte da medula.
Quais órgãos / tecidos podem ser obtidos de um doador cadáver?
Córnea, rins, coração, pâncreas, pulmão, ossos, intestino, fígado, músculos / tendão, pele e vasosangüíneos.
Quem é o potencial doador cadáver?
São pacientes assistidos em UTI com quadro de morte encefálica, ou seja, morte cerebral, que determina a interrupção da irrigação sangüínea ao cérebro. Geralmente são vítimas de traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral).
Quem recebe os órgãos / tecidos doados?
Quando é reconhecido um doador efetivo, a Central de Transplante é comunicada pois apenas ela tem acesso aos Cadastros Técnicos com informações de quem está na fila esperando um órgão.
Além da ordem da lista, a escolha do receptor será definida pelos exames de compatibilidade entre doador e receptor, por isso, nem sempre o primeiro da fila é o próximo a receber o órgão.
Após a doação, o corpo fica deformado?
Não, de modo algum.
A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra, realizada com todos os cuidados de reconstituição, o que também é obrigatório por lei.
Morte Encefálica
O que é morte encefálica?
É a morte do cérebro, incluindo tronco cerebral que desempenha funções vitais como controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada cardíaca é inevitável. Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo.
Morte encefálica é o mesmo que coma?
Não, a morte encefálica é muito diferente do coma. No coma, as células cerebrais continuam vivas, executando suas funções vitais; o que ocorre é uma falta de integração entre o indivíduo e tudo o que o rodeia. Na morte encefálica as células nervosas estão sendo rapidamente destruídas, o que é irreversível.
Qual a importância do diagnóstico de morte encefálica para o transplante?
É fundamental que os órgãos sejam aproveitados para doação enquanto ainda há a circulação sangüínea irrigando-os, ou seja, antes que o coração deixe de bater e os aparelhos não possam mais manter a respiração do paciente.
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Tire suas dúvidas, sobre doação de órgãos
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Como devo expressar o desejo de doar meus órgãos?
É fundamental comunicar à família esta decisão e deixar claro seu desejo em ser doador. Isto porque a família é sempre consultada no momento da doação
Quem pode doar em vida?
O médico deverá avaliar a história clínica da pessoa e as doenças prévias. A compatibilidade sangüínea é primordial em todos os casos. Há também testes especiais para selecionar o doador que apresenta maior chance de sucesso.
Quais órgãos / tecidos podem ser obtidos de um doador vivo?
Um dos rins, parte do fígado e parte da medula.
Quais órgãos / tecidos podem ser obtidos de um doador cadáver?
Córnea, rins, coração, pâncreas, pulmão, ossos, intestino, fígado, músculos / tendão, pele e vasosangüíneos.
Quem é o potencial doador cadáver?
São pacientes assistidos em UTI com quadro de morte encefálica, ou seja, morte cerebral, que determina a interrupção da irrigação sangüínea ao cérebro. Geralmente são vítimas de traumatismo craniano ou AVC (derrame cerebral).
Quem recebe os órgãos / tecidos doados?
Quando é reconhecido um doador efetivo, a Central de Transplante é comunicada pois apenas ela tem acesso aos Cadastros Técnicos com informações de quem está na fila esperando um órgão.
Além da ordem da lista, a escolha do receptor será definida pelos exames de compatibilidade entre doador e receptor, por isso, nem sempre o primeiro da fila é o próximo a receber o órgão.
Após a doação, o corpo fica deformado?
Não, de modo algum.
A retirada dos órgãos é uma cirurgia como qualquer outra, realizada com todos os cuidados de reconstituição, o que também é obrigatório por lei.
Morte Encefálica
O que é morte encefálica?
É a morte do cérebro, incluindo tronco cerebral que desempenha funções vitais como controle da respiração. Quando isso ocorre, a parada cardíaca é inevitável. Embora ainda haja batimentos cardíacos, a pessoa com morte cerebral não pode respirar sem os aparelhos e o coração não baterá por mais de algumas poucas horas. Por isso, a morte encefálica já caracteriza a morte do indivíduo.
Morte encefálica é o mesmo que coma?
Não, a morte encefálica é muito diferente do coma. No coma, as células cerebrais continuam vivas, executando suas funções vitais; o que ocorre é uma falta de integração entre o indivíduo e tudo o que o rodeia. Na morte encefálica as células nervosas estão sendo rapidamente destruídas, o que é irreversível.
Qual a importância do diagnóstico de morte encefálica para o transplante?
É fundamental que os órgãos sejam aproveitados para doação enquanto ainda há a circulação sangüínea irrigando-os, ou seja, antes que o coração deixe de bater e os aparelhos não possam mais manter a respiração do paciente.
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setembro 26, 2010
Alegria e força do voto da terceira idade
Conversar com Nádia Freitas Lins é uma experiência daquelas que nos motivam a querer fazer as coisas acontecerem. Aos 81 anos, a médica aposentada é alegre, lúcida, de bem com o mundo e cheia de sonhos. Dona Nádia nasceu no Ceará e veio para o Recife aos 16 anos, onde votou pela primeira vez e, ainda hoje, eleição após eleição, faz questão de exercer o mesmo direito. “Se a gente se abstém, dá margem para que os escândalos fiquem maiores. Se não escolhemos nossos representantes, somos coniventes com quem está lá e usa mal o poder que lhe foi conferido”, justificou.
A médica aposentada faz parte de um grupo que cresce no Brasil, o da terceira idade.
Pesquisas do Ministério da Saúde também constatam que as mulheres vivem em média, 7 anos a mais que os homens, levando ao que especialistas denominam de feminilização do país. Cresce também o percentual de idosas que assim como dona Nádia e, nas palavras dela, continuam “ativas e votando”.
Mesmo aponsentada há alguns anos, dona Nádia continua trabalhando. Ela é presidente do Instituto de Pesquisa e Estudos da Terceira Idade (IPEDI), um grupo que promove diversas atividades para idosos, como palestras educativas, oficinas e grupos de estudos. Por isso, ela fala com propriedade que falta muito para o Brasil dizer que cuida dos seus idosos.
Dona Nádia afirma que assistência médica e acessibilidade são as principais deficiências encontradas por cidadãos acima dos 60 anos.
Foto: Nando Chiappetta/DP/D.A Press (Diário de Pernambuco)
Alegria e força do voto da terceira idade
Conversar com Nádia Freitas Lins é uma experiência daquelas que nos motivam a querer fazer as coisas acontecerem. Aos 81 anos, a médica aposentada é alegre, lúcida, de bem com o mundo e cheia de sonhos. Dona Nádia nasceu no Ceará e veio para o Recife aos 16 anos, onde votou pela primeira vez e, ainda hoje, eleição após eleição, faz questão de exercer o mesmo direito. “Se a gente se abstém, dá margem para que os escândalos fiquem maiores. Se não escolhemos nossos representantes, somos coniventes com quem está lá e usa mal o poder que lhe foi conferido”, justificou.
A médica aposentada faz parte de um grupo que cresce no Brasil, o da terceira idade.
Pesquisas do Ministério da Saúde também constatam que as mulheres vivem em média, 7 anos a mais que os homens, levando ao que especialistas denominam de feminilização do país. Cresce também o percentual de idosas que assim como dona Nádia e, nas palavras dela, continuam “ativas e votando”.
Mesmo aponsentada há alguns anos, dona Nádia continua trabalhando. Ela é presidente do Instituto de Pesquisa e Estudos da Terceira Idade (IPEDI), um grupo que promove diversas atividades para idosos, como palestras educativas, oficinas e grupos de estudos. Por isso, ela fala com propriedade que falta muito para o Brasil dizer que cuida dos seus idosos.
Dona Nádia afirma que assistência médica e acessibilidade são as principais deficiências encontradas por cidadãos acima dos 60 anos.
Foto: Nando Chiappetta/DP/D.A Press (Diário de Pernambuco)
agosto 27, 2010
"Tudo é uma questão de manter a mente quieta a espinha ereta e o coração tranquilo"
Porque meu pai chegou aos 80 anos, andando com agilidade e ereto?
· Papai não é fumante,
· Não é sedentário, caminha muito e diáriamente
· Não é obeso
· Se alimenta de forma correta e com moderação
. Mensalmente ele cuida dos pés com um podólogo
Exercita o corpo e a mente, adora ler, ver bons filmes, boa música, usa o computador, adora uma boa conversa, está constantemente em atividade em casa, fazendo manutenção nos eletro domésticos, o que não está com defeito ele lubrifica, faz a limpeza interna, ou seja, não para.
Pelo que observo, meu pai segue a receita correta, e penso que a sociedade ainda acha que é aceitável o idoso caminhar lentamente e encurvado.
Especialistas defendem que análise da caminhada passe a ser um dos sinais vitais verificados em consultas, como pressão e respiração, a maneira de caminhar, define o estado de saúde das pessoas, já que não é incomum, vermos jovens com postura encurvada, então insisto, porque representar os idosos como se todos fossem doentes?Esse é o meu pai, todo esticadinho... e não é pose pra foto não, ele segue a sugestão da música...
Cardiopatia
Doenças pulmonares
Artrite
Distúrbios da visão, causados por diabetes
Depressão
Sinta-se em casa e deixe seu comentário.
"Tudo é uma questão de manter a mente quieta a espinha ereta e o coração tranquilo"
Porque meu pai chegou aos 80 anos, andando com agilidade e ereto?
· Papai não é fumante,
· Não é sedentário, caminha muito e diáriamente
· Não é obeso
· Se alimenta de forma correta e com moderação
. Mensalmente ele cuida dos pés com um podólogo
Exercita o corpo e a mente, adora ler, ver bons filmes, boa música, usa o computador, adora uma boa conversa, está constantemente em atividade em casa, fazendo manutenção nos eletro domésticos, o que não está com defeito ele lubrifica, faz a limpeza interna, ou seja, não para.
Pelo que observo, meu pai segue a receita correta, e penso que a sociedade ainda acha que é aceitável o idoso caminhar lentamente e encurvado.
Especialistas defendem que análise da caminhada passe a ser um dos sinais vitais verificados em consultas, como pressão e respiração, a maneira de caminhar, define o estado de saúde das pessoas, já que não é incomum, vermos jovens com postura encurvada, então insisto, porque representar os idosos como se todos fossem doentes?Esse é o meu pai, todo esticadinho... e não é pose pra foto não, ele segue a sugestão da música...
Cardiopatia
Doenças pulmonares
Artrite
Distúrbios da visão, causados por diabetes
Depressão
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