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setembro 29, 2009

Por que NHENHENHÉM?

longevidade

Imagem: Vibe Cartunage

NHENHENHÉM:

Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indìgenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen" .

JURAR DE PÉS JUNTOS

- Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.

A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, as quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado p'ra dizer nada além da verdade.

Até hoje o termo é usado p'ra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.

MOTORISTA BARBEIRO:

- Nossa, que cara mais barbeiro!

No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão "coisa de barbeiro". Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de "motorista barbeiro", ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.

TIRAR O CAVALO DA CHUVA:

- Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!

No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.

À BEÇA:

O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.

DAR COM OS BURROS N'ÁGUA:

A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.

GUARDAR A SETE CHAVES:

No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino. Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo "guardar a sete chaves" pra designar algo muito bem guardado.

OK:

A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam pras bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 Killed" (nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".

ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:

Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada pra designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.

PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:

A história mais aceitável pra explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados pra Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.

PRA INGLÊS VER:

A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas "pra inglês ver". Daí surgiu o termo.

RASGAR SEDA:

A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão pra cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa".

O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:

Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos pra Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não quis ver.

ANDA À TOA:

Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo pra onde o navio que o reboca determinar.

QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO:

Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

DA PÁ VIRADA:

A origem do ditado é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada para baixo, voltada pro solo, está inútil, abandonada pelo Homem vagabundo, irresponsável, parasita. Usado também para definir pessoas com comportamento fora do padrão.

VAI TOMAR BANHO:

Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore pra limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho".

A DAR COM O PAU:

O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu pro estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.

ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:

Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.

Enviado por Paulo Toledo.

LONGEVIDADE

Por que NHENHENHÉM?

longevidade

Imagem: Vibe Cartunage

NHENHENHÉM:

Nheë, em tupi, quer dizer falar. Quando os portugueses chegaram ao Brasil, os indìgenas não entendiam aquela falação estranha e diziam que os portugueses ficavam a dizer "nhen-nhen-nhen" .

JURAR DE PÉS JUNTOS

- Mãe, eu juro de pés juntos que não fui eu.

A expressão surgiu através das torturas executadas pela Santa Inquisição, as quais o acusado de heresias tinha as mãos e os pés amarrados (juntos) e era torturado p'ra dizer nada além da verdade.

Até hoje o termo é usado p'ra expressar a veracidade de algo que uma pessoa diz.

MOTORISTA BARBEIRO:

- Nossa, que cara mais barbeiro!

No século XIX, os barbeiros faziam não somente os serviços de corte de cabelo e barba, mas também, tiravam dentes, cortavam calos, etc, e por não serem profissionais, seus serviços mal feitos geravam marcas. A partir daí, desde o século XV, todo serviço mal feito era atribuído ao barbeiro, pela expressão "coisa de barbeiro". Esse termo veio de Portugal, contudo a associação de "motorista barbeiro", ou seja, um mau motorista, é tipicamente brasileira.

TIRAR O CAVALO DA CHUVA:

- Pode ir tirando seu cavalinho da chuva porque não vou deixar você sair hoje!

No século XIX, quando uma visita iria ser breve, ela deixava o cavalo ao relento em frente à casa do anfitrião e se fosse demorar, colocava o cavalo nos fundos da casa, em um lugar protegido da chuva e do sol. Contudo, o convidado só poderia pôr o animal protegido da chuva se o anfitrião percebesse que a visita estava boa e dissesse: "pode tirar o cavalo da chuva". Depois disso, a expressão passou a significar a desistência de alguma coisa.

À BEÇA:

O mesmo que abundantemente, com fartura, de maneira copiosa. A origem do dito é atribuída às qualidades de argumentador do jurista alagoano Gumercindo Bessa, advogado dos acreanos que não queriam que o Território do Acre fosse incorporado ao Estado do Amazonas.

DAR COM OS BURROS N'ÁGUA:

A expressão surgiu no período do Brasil colonial, onde tropeiros que escoavam a produção de ouro, cacau e café, precisavam ir da região Sul à Sudeste sobre burros e mulas. O fato era que muitas vezes esses burros, devido à falta de estradas adequadas, passavam por caminhos muito difíceis e regiões alagadas, onde os burros morriam afogados. Daí em diante o termo passou a ser usado pra se referir a alguém que faz um grande esforço pra conseguir algum feito e não consegue ter sucesso naquilo.

GUARDAR A SETE CHAVES:

No século XIII, os reis de Portugal adotavam um sistema de arquivamento de jóias e documentos importantes da corte através de um baú que possuía quatro fechaduras, sendo que cada chave era distribuída a um alto funcionário do reino. Portanto eram apenas quatro chaves. O número sete passou a ser utilizado devido ao valor místico atribuído a ele, desde a época das religiões primitivas. A partir daí começou-se a utilizar o termo "guardar a sete chaves" pra designar algo muito bem guardado.

OK:

A expressão inglesa "OK" (okay), que é mundialmente conhecida pra significar algo que está tudo bem, teve sua origem na Guerra da Secessão, no EUA. Durante a guerra, quando os soldados voltavam pras bases sem nenhuma morte entre a tropa, escreviam numa placa "0 Killed" (nenhum morto), expressando sua grande satisfação, daí surgiu o termo "OK".

ONDE JUDAS PERDEU AS BOTAS:

Existe uma história não comprovada, de que após trair Jesus, Judas enforcou-se em uma árvore sem nada nos pés, já que havia posto o dinheiro que ganhou por entregar Jesus dentro de suas botas. Quando os soldados viram que Judas estava sem as botas, saíram em busca delas e do dinheiro da traição. Nunca ninguém ficou sabendo se acharam as botas de Judas. A partir daí surgiu à expressão, usada pra designar um lugar distante, desconhecido e inacessível.

PENSANDO NA MORTE DA BEZERRA:

A história mais aceitável pra explicar a origem do termo é proveniente das tradições hebraicas, onde os bezerros eram sacrificados pra Deus como forma de redenção de pecados. Um filho do rei Absalão tinha grande apego a uma bezerra que foi sacrificada. Assim, após o animal morrer, ele ficou se lamentando e pensando na morte da bezerra. Após alguns meses o garoto morreu.

PRA INGLÊS VER:

A expressão surgiu por volta de 1830, quando a Inglaterra exigiu que o Brasil aprovasse leis que impedissem o tráfico de escravos. No entanto, todos sabiam que essas leis não seriam cumpridas, assim, essas leis eram criadas apenas "pra inglês ver". Daí surgiu o termo.

RASGAR SEDA:

A expressão que é utilizada quando alguém elogia grandemente outra pessoa, surgiu através da peça de teatro do teatrólogo Luís Carlos Martins Pena. Na peça, um vendedor de tecidos usa o pretexto de sua profissão pra cortejar uma moça e começa a elogiar exageradamente sua beleza, até que a moça percebe a intenção do rapaz e diz: "Não rasgue a seda, que se esfiapa".

O PIOR CEGO É O QUE NÃO QUER VER:

Em 1647, em Nimes, na França, na universidade local, o doutor Vicent de Paul D`Argenrt fez o primeiro transplante de córnea em um aldeão de nome Angel. Foi um sucesso da medicina da época, menos pra Angel, que assim que passou a enxergar ficou horrorizado com o mundo que via. Disse que o mundo que ele imaginava era muito melhor. Pediu ao cirurgião que arrancasse seus olhos. O caso foi acabar no tribunal de Paris e no Vaticano. Angel ganhou a causa e entrou pra história como o cego que não quis ver.

ANDA À TOA:

Toa é a corda com que uma embarcação reboca a outra. Um navio que está à toa é o que não tem leme nem rumo, indo pra onde o navio que o reboca determinar.

QUEM NÃO TEM CÃO CAÇA COM GATO:

Na verdade, a expressão, com o passar dos anos, se adulterou. Inicialmente se dizia quem não tem cão caça como gato, ou seja, se esgueirando, astutamente, traiçoeiramente, como fazem os gatos.

DA PÁ VIRADA:

A origem do ditado é em relação ao instrumento, a pá. Quando a pá está virada para baixo, voltada pro solo, está inútil, abandonada pelo Homem vagabundo, irresponsável, parasita. Usado também para definir pessoas com comportamento fora do padrão.

VAI TOMAR BANHO:

Em "Casa Grande & Senzala", Gilberto Freyre analisa os hábitos de higiene dos índios versus os do colonizador português. Depois das Cruzadas, como corolário dos contatos comerciais, o europeu se contagiou de sífilis e de outras doenças transmissíveis e desenvolveu medo ao banho e horror à nudez, o que muito agradou à Igreja. Ora, o índio não conhecia a sífilis e se lavava da cabeça aos pés nos banhos de rio, além de usar folhas de árvore pra limpar os bebês e lavar no rio as redes nas quais dormiam. Ora, o cheiro exalado pelo corpo dos portugueses, abafado em roupas que não eram trocadas com freqüência e raramente lavadas, aliado à falta de banho, causava repugnância aos índios. Então os índios, quando estavam fartos de receber ordens dos portugueses, mandavam que fossem "tomar banho".

A DAR COM O PAU:

O substantivo "pau" figura em várias expressões brasileiras. Esta expressão teve origem nos navios negreiros. Os negros capturados preferiam morrer durante a travessia e, pra isso, deixavam de comer. Então, criou-se o "pau de comer" que era atravessado na boca dos escravos e os marinheiros jogavam sapa e angu pro estômago dos infelizes, a dar com o pau. O povo incorporou a expressão.

ELES QUE SÃO BRANCOS QUE SE ENTENDAM:

Esta foi das primeiras punições impostas aos racistas, ainda no século XVIII. Um mulato, capitão de regimento, teve uma discussão com um de seus comandados e queixou-se a seu superior, um oficial português. O capitão reivindicava a punição do soldado que o desrespeitara. Como resposta, ouviu do português a seguinte frase: "Vocês que são pardos, que se entendam". O oficial ficou indignado e recorreu à instância superior, na pessoa de dom Luís de Vasconcelos (1742-1807), 12° vice-rei do Brasil. Ao tomar conhecimento dos fatos, dom Luís mandou prender o oficial português que estranhou a atitude do vice-rei. Mas, dom Luís se explicou: Nós somos brancos, cá nos entendemos.

Enviado por Paulo Toledo.

LONGEVIDADE

março 19, 2009

O Desejo do bem envelhecer - (poema)


Navegando na internet, descobri hoje que a psicóloga Ana Patrícia Jorge tem em Portugal um blog chamado "O Envelhecimento Humano" com propostas bem semelhante ao Longevidade, além de blogueira, ela escreve poemas , lindos como esse e hoje acompanhamos, uma o blog da outra.

O Desejo
Desejo bem envelhecer
Ana Patrícia Jorge
16-03-09


Desejo ouvir o chirriar de um pássaro
Desejo o sol pela manhã
Desejo a música de um compasso
Não desejo uma vida vã


Quero viver
Quero sorrir
Quero bem envelhecer
Ao topo da vida desejo subir


Sou pessoa
Sou Humano
Sou Idoso
Mas não sou insano

Posso ser velho
Mas não sou inábil
Vejo-me ao espelho
E ainda sou saudável

Por isso DESEJO...
Desejo ser respeitado...
Desejo Ser Amado...
Desejo BEM ENVELHECER!!!


O Desejo do bem envelhecer - (poema)


Navegando na internet, descobri hoje que a psicóloga Ana Patrícia Jorge tem em Portugal um blog chamado "O Envelhecimento Humano" com propostas bem semelhante ao Longevidade, além de blogueira, ela escreve poemas , lindos como esse e hoje acompanhamos, uma o blog da outra.

O Desejo
Desejo bem envelhecer
Ana Patrícia Jorge
16-03-09


Desejo ouvir o chirriar de um pássaro
Desejo o sol pela manhã
Desejo a música de um compasso
Não desejo uma vida vã


Quero viver
Quero sorrir
Quero bem envelhecer
Ao topo da vida desejo subir


Sou pessoa
Sou Humano
Sou Idoso
Mas não sou insano

Posso ser velho
Mas não sou inábil
Vejo-me ao espelho
E ainda sou saudável

Por isso DESEJO...
Desejo ser respeitado...
Desejo Ser Amado...
Desejo BEM ENVELHECER!!!


março 12, 2009

INFORMAÇÕES MUITO ÚTEIS (?) SOBRE O CORPO HUMANO !!! (colaboração Alexander Striemer)

- A comida leva 7 segundos da boca ao estômago..

- Um fio de cabelo agüenta 3kg.

- O tamanho médio do pênis do homem é 3 vezes o comprimento do polegar.

- O fêmur é mais forte que concreto.

- O coração da mulher bate mais rápido que o do homem.

- Existem cerca de um trilhão de bactérias em cada um de seus pés.

- As mulheres piscam duas vezes mais que os homens.

- O peso médio da pele de uma pessoa é duas vezes maior que o do cérebro.

- Seu corpo utiliza 300 músculos para manter o equilíbrio quando você está
parado em pé.

- Se a saliva não consegue dissolver algo, você não consegue sentir seu
sabor.

- As mulheres que estão lendo este texto já terminaram

- Os homens que estão lendo esse texto provavelmente ainda estão ocupados
medindo seus polegares.

INFORMAÇÕES MUITO ÚTEIS (?) SOBRE O CORPO HUMANO !!! (colaboração Alexander Striemer)

- A comida leva 7 segundos da boca ao estômago..

- Um fio de cabelo agüenta 3kg.

- O tamanho médio do pênis do homem é 3 vezes o comprimento do polegar.

- O fêmur é mais forte que concreto.

- O coração da mulher bate mais rápido que o do homem.

- Existem cerca de um trilhão de bactérias em cada um de seus pés.

- As mulheres piscam duas vezes mais que os homens.

- O peso médio da pele de uma pessoa é duas vezes maior que o do cérebro.

- Seu corpo utiliza 300 músculos para manter o equilíbrio quando você está
parado em pé.

- Se a saliva não consegue dissolver algo, você não consegue sentir seu
sabor.

- As mulheres que estão lendo este texto já terminaram

- Os homens que estão lendo esse texto provavelmente ainda estão ocupados
medindo seus polegares.

janeiro 30, 2009

Pão francês por que ele tem esse nome?



O pão francês das padarias brasileiras na verdade não tem tanto a ver com os pães feitos na França. A receita do pãozinho hoje mais consumido no Brasil surgiu no início do século 20, provavelmente perto da 1ª Guerra Mundial, por encomenda de brasileiros endinheirados que voltavam de viagem a países da Europa.

Até o fim do século 19, o pão mais comum no Brasil era completamente diferente, com miolo e casca escuros. Na época, era bastante popular em Paris um pão curto com miolo branco e casca dourada - espécie de precursor da baguete, atual predileção dos franceses. Os viajantes de famílias ricas que voltavam de lá descreviam o produto a seus cozinheiros, que tentavam então reproduzir a receita pela aparência.

O resultado foi a invenção do "pão francês" brasileiro, que difere de sua fonte de inspiração européia, sobretudo por levar um pouco de açúcar e gordura na massa antes de ir ao forno.

Com o tempo, o novo pão foi ganhando apelidos locais diferentes, como cacetinho, média ou filão, em diferentes cidades do Brasil.

Aqui

Pão francês por que ele tem esse nome?



O pão francês das padarias brasileiras na verdade não tem tanto a ver com os pães feitos na França. A receita do pãozinho hoje mais consumido no Brasil surgiu no início do século 20, provavelmente perto da 1ª Guerra Mundial, por encomenda de brasileiros endinheirados que voltavam de viagem a países da Europa.

Até o fim do século 19, o pão mais comum no Brasil era completamente diferente, com miolo e casca escuros. Na época, era bastante popular em Paris um pão curto com miolo branco e casca dourada - espécie de precursor da baguete, atual predileção dos franceses. Os viajantes de famílias ricas que voltavam de lá descreviam o produto a seus cozinheiros, que tentavam então reproduzir a receita pela aparência.

O resultado foi a invenção do "pão francês" brasileiro, que difere de sua fonte de inspiração européia, sobretudo por levar um pouco de açúcar e gordura na massa antes de ir ao forno.

Com o tempo, o novo pão foi ganhando apelidos locais diferentes, como cacetinho, média ou filão, em diferentes cidades do Brasil.

Aqui

janeiro 29, 2009

Por que a bolacha fica mole e o pão duro? Marcela Munhoz



Os alimentos podem ter suas características modificadas quando em contato com o ar porque ocorre troca de umidade entre os dois. Assim, os biscoitos ficam moles porque quase não têm água na composição, enquanto o pão endurece porque tem muita água.

A palavra biscoito vem do latim e significa assado duas vezes; isso para torná-lo crocante. A guloseima, em geral, leva farinha de trigo, açúcar, manteiga e ovo. Por ter pouquíssima quantidade de água na receita (apenas a contida na manteiga e ovos), o biscoito que fica exposto absorve a umidade do ar, perdendo a crocância e tornando-se mole. A melhor forma de evitar isso é mantê-lo bem fechado na embalagem, em pote de vidro ou na geladeira.

Com o pão francês ocorre o oposto. Esse alimento é composto por farinha de trigo e quase 1/3 de água. Após o cozimento, quando o pão é exposto ao ar, tende a perder a água para o ambiente e endurece.

O pãozinho enfrenta ainda outro problema: mesmo se for mantido fechado em saco plástico, logo fica borrachudo e perde a crocância. Isso porque o miolo perde água e a umidade, que não pode escapar para o ambiente, faz com que a casquinha (parte mais seca do pão) amoleça e o pão fique murcho.

A dica para quem quer comer pão sempre fresquinho e crocante é devorá-lo assim que chega da padaria. Outra maneira é colocá-lo imediatamente no congelador para manter sua consistência (a água congela com o pão e não é perdida para o ambiente). Daí é só aquecer na hora de devorá-lo, ou umidecê-lo antes de levar ao forno.

Consultoria de Carolina Vautier Teixeira Giongo, professora de Ciências Exatas e da Terra da Unifesp.

Por que a bolacha fica mole e o pão duro? Marcela Munhoz



Os alimentos podem ter suas características modificadas quando em contato com o ar porque ocorre troca de umidade entre os dois. Assim, os biscoitos ficam moles porque quase não têm água na composição, enquanto o pão endurece porque tem muita água.

A palavra biscoito vem do latim e significa assado duas vezes; isso para torná-lo crocante. A guloseima, em geral, leva farinha de trigo, açúcar, manteiga e ovo. Por ter pouquíssima quantidade de água na receita (apenas a contida na manteiga e ovos), o biscoito que fica exposto absorve a umidade do ar, perdendo a crocância e tornando-se mole. A melhor forma de evitar isso é mantê-lo bem fechado na embalagem, em pote de vidro ou na geladeira.

Com o pão francês ocorre o oposto. Esse alimento é composto por farinha de trigo e quase 1/3 de água. Após o cozimento, quando o pão é exposto ao ar, tende a perder a água para o ambiente e endurece.

O pãozinho enfrenta ainda outro problema: mesmo se for mantido fechado em saco plástico, logo fica borrachudo e perde a crocância. Isso porque o miolo perde água e a umidade, que não pode escapar para o ambiente, faz com que a casquinha (parte mais seca do pão) amoleça e o pão fique murcho.

A dica para quem quer comer pão sempre fresquinho e crocante é devorá-lo assim que chega da padaria. Outra maneira é colocá-lo imediatamente no congelador para manter sua consistência (a água congela com o pão e não é perdida para o ambiente). Daí é só aquecer na hora de devorá-lo, ou umidecê-lo antes de levar ao forno.

Consultoria de Carolina Vautier Teixeira Giongo, professora de Ciências Exatas e da Terra da Unifesp.

outubro 02, 2008

Vovó Delícia



Musical infantil adaptado de um texto do Ziraldo

O espetáculo valoriza laços familiares

A independência feminina música, muitas cores, alegria e fantasia são ingredientes do musical infantil Vovó Delícia, em que brilha a marca registrada de um grande artista brasileiro, Ziraldo Alves Pinto, o desenhista e autor que se comunica como ninguém com as crianças e toda a família em uma série de trabalhos clássicos: Menino Maluquinho, Saci Pererê e Flicts, entre muitos outros.

A História O espetáculo fala de maneira alegre e carinhosa das avós do século 21, que em nada se parecem com as velhinhas de outros tempos, tricotando na cadeira de balanço. As novas avós são jovens, antenadas, fazem ginástica, saem com amigos, se cuidam e cuidam dos netos com amor e humor. O início da história mostra a Vovó Delícia internada em uma UTI, motivo de aflição para a família, em especial para neta, que tem a avó como heroína, companheira, confidente e modelo de mulher contemporânea. Não por acaso, celebra-se o Dia Internacional da Mulher. “Por que essa vovó maluquinha tinha que gostar tanto de andar de moto? Deu no que deu...”

E Ziraldo, como sempre, teve a sensibilidade para captar esta ternura de novo milênio, nem melhor nem pior que a de outros tempos, apenas diferente.

Local: Teatro Copa Airlines (Shopping Eldorado – Avenida Rebouças, 3.970 – Pinheiros – São Paulo – Tel.: 11.3034-0075)
Estréia: 12 de outubro, domingo, 14h – Dia da Criança
Horários: sábados e domingos, às 14h
Temporada: até 14 de dezembro de 2008
Recomendado para crianças a partir de 7 anos
Lotação: 796 lugares Preços: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia)Bilheteria: terça à sábado, das 14 às 20h; domingo, das 14 às 19hs - tel.4003.2330. Aceita cartões Visa, Mastercard e Dinners.
Acesso para portadores de necessidades especiais
Ar Condicionado

Vovó Delícia



Musical infantil adaptado de um texto do Ziraldo

O espetáculo valoriza laços familiares

A independência feminina música, muitas cores, alegria e fantasia são ingredientes do musical infantil Vovó Delícia, em que brilha a marca registrada de um grande artista brasileiro, Ziraldo Alves Pinto, o desenhista e autor que se comunica como ninguém com as crianças e toda a família em uma série de trabalhos clássicos: Menino Maluquinho, Saci Pererê e Flicts, entre muitos outros.

A História O espetáculo fala de maneira alegre e carinhosa das avós do século 21, que em nada se parecem com as velhinhas de outros tempos, tricotando na cadeira de balanço. As novas avós são jovens, antenadas, fazem ginástica, saem com amigos, se cuidam e cuidam dos netos com amor e humor. O início da história mostra a Vovó Delícia internada em uma UTI, motivo de aflição para a família, em especial para neta, que tem a avó como heroína, companheira, confidente e modelo de mulher contemporânea. Não por acaso, celebra-se o Dia Internacional da Mulher. “Por que essa vovó maluquinha tinha que gostar tanto de andar de moto? Deu no que deu...”

E Ziraldo, como sempre, teve a sensibilidade para captar esta ternura de novo milênio, nem melhor nem pior que a de outros tempos, apenas diferente.

Local: Teatro Copa Airlines (Shopping Eldorado – Avenida Rebouças, 3.970 – Pinheiros – São Paulo – Tel.: 11.3034-0075)
Estréia: 12 de outubro, domingo, 14h – Dia da Criança
Horários: sábados e domingos, às 14h
Temporada: até 14 de dezembro de 2008
Recomendado para crianças a partir de 7 anos
Lotação: 796 lugares Preços: R$ 30,00 e R$ 15,00 (meia)Bilheteria: terça à sábado, das 14 às 20h; domingo, das 14 às 19hs - tel.4003.2330. Aceita cartões Visa, Mastercard e Dinners.
Acesso para portadores de necessidades especiais
Ar Condicionado

setembro 19, 2008

De onde surgiram as expressões?

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NAS COXAS - As primeiras telhas dos telhados nas Casas aqui no Brasil eram feitas de argila,que eram moldadas nas coxas dos escravos que vieram da África. Como os escravos variavam de tamanho e porte fisico, as telhas ficavam todas desiguais devido as diferentes tipos de coxas.
Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito.

CALCANHAR DE AQUILES - De acordo com a mitologia grega, Tétis, mãe de Aquiles, a fim de tornar seu filho indestrutível, mergulhou-o num lago mágico,segurando-o pelo calcanhar.Na Guerra de Tróia, Aquiles foi atingido na única parte de seu corpo que não tinha proteção: o calcanhar. Portanto, o ponto fraco de uma pessoa é conhecido como calcanhar de Aquiles.

VOTO DE MINERVA - Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da mãe. No julgamento, houve empate entre os acusados. Coube à deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu.
Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.

CASA DA MÃE JOANA - Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a minoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro, cuja proprietária se chamava Joana. Como esses homens mandavam e desmandavam no país, a frase casa da mãe Joana ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.

CONTO DO VIGÁRIO - Duas igrejas de Ouro Preto receberam uma imagem de santa como presente. Para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários contariam com a ajuda de Deus, ou melhor, de um burro.
O negócio era o seguinte: colocaram o burro entre as duas paróquias e o animalzinho teria que caminhar até uma delas.
A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E foi isso que aconteceu, só que,mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burro. Desse modo, conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.

FICAR A VER NAVIOS - Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na batalha de Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por esse motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca. Era comum as pessoas visitarem o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, para esperar pelo rei. Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.

NÃO ENTENDO PATAVINAS - Os portugueses encontravam uma enorme dificuldade de entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova, sendo assim, não entender patavina significa não entender nada.

SEM EIRA NEM BEIRA - Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está sem grana.

O CANTO DO CISNE - Dizia-se que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de morrer. A expressão canto do cisne representa as últimas realizações de alguém.

ESTÔMAGO DE AVESTRUZ - Define aquele que come de tudo. O estômago do avestruz é dotado de um suco gástrico capaz de dissolver até metais.

LÁGRIMAS DE CROCODILO - É uma expressão usada para se referir ao choro fingido. O crocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele
chora enquanto devora a vítima.

De onde surgiram as expressões?

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NAS COXAS - As primeiras telhas dos telhados nas Casas aqui no Brasil eram feitas de argila,que eram moldadas nas coxas dos escravos que vieram da África. Como os escravos variavam de tamanho e porte fisico, as telhas ficavam todas desiguais devido as diferentes tipos de coxas.
Daí a expressão fazendo nas coxas, ou seja, de qualquer jeito.

CALCANHAR DE AQUILES - De acordo com a mitologia grega, Tétis, mãe de Aquiles, a fim de tornar seu filho indestrutível, mergulhou-o num lago mágico,segurando-o pelo calcanhar.Na Guerra de Tróia, Aquiles foi atingido na única parte de seu corpo que não tinha proteção: o calcanhar. Portanto, o ponto fraco de uma pessoa é conhecido como calcanhar de Aquiles.

VOTO DE MINERVA - Orestes, filho de Clitemnestra, foi acusado pelo assassinato da mãe. No julgamento, houve empate entre os acusados. Coube à deusa Minerva o voto decisivo, que foi em favor do réu.
Voto de Minerva é, portanto, o voto decisivo.

CASA DA MÃE JOANA - Na época do Brasil Império, mais especificamente durante a minoridade do Dom Pedro II, os homens que realmente mandavam no país costumavam se encontrar num prostíbulo do Rio de Janeiro, cuja proprietária se chamava Joana. Como esses homens mandavam e desmandavam no país, a frase casa da mãe Joana ficou conhecida como sinônimo de lugar em que ninguém manda.

CONTO DO VIGÁRIO - Duas igrejas de Ouro Preto receberam uma imagem de santa como presente. Para decidir qual das duas ficaria com a escultura, os vigários contariam com a ajuda de Deus, ou melhor, de um burro.
O negócio era o seguinte: colocaram o burro entre as duas paróquias e o animalzinho teria que caminhar até uma delas.
A escolhida pelo quadrúpede ficaria com a santa. E foi isso que aconteceu, só que,mais tarde, descobriram que um dos vigários havia treinado o burro. Desse modo, conto do vigário passou a ser sinônimo de falcatrua e malandragem.

FICAR A VER NAVIOS - Dom Sebastião, rei de Portugal, havia morrido na batalha de Alcácer-Quibir, mas seu corpo nunca foi encontrado. Por esse motivo, o povo português se recusava a acreditar na morte do monarca. Era comum as pessoas visitarem o Alto de Santa Catarina, em Lisboa, para esperar pelo rei. Como ele não voltou, o povo ficava a ver navios.

NÃO ENTENDO PATAVINAS - Os portugueses encontravam uma enorme dificuldade de entender o que falavam os frades italianos patavinos, originários de Pádua, ou Padova, sendo assim, não entender patavina significa não entender nada.

SEM EIRA NEM BEIRA - Os telhados de antigamente possuíam eira e beira, detalhes que conferiam status ao dono do imóvel. Possuir eira e beira era sinal de riqueza e de cultura. Não ter eira nem beira significa que a pessoa é pobre, está sem grana.

O CANTO DO CISNE - Dizia-se que o cisne emitia um belíssimo canto pouco antes de morrer. A expressão canto do cisne representa as últimas realizações de alguém.

ESTÔMAGO DE AVESTRUZ - Define aquele que come de tudo. O estômago do avestruz é dotado de um suco gástrico capaz de dissolver até metais.

LÁGRIMAS DE CROCODILO - É uma expressão usada para se referir ao choro fingido. O crocodilo, quando ingere um alimento, faz forte pressão contra o céu da boca, comprimindo as glândulas lacrimais. Assim, ele
chora enquanto devora a vítima.

setembro 15, 2008

Você Sabia?


Clique na imagem que você vai saber.

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setembro 07, 2008

O que você queria saber, mas tinha vergonha ou não sabia à quem perguntar...( II )

Crtl - A
Crtl + A


O que causa o Arroto?

Também chamado eructação, o arroto é causado pelo ato de engolir ar (aerofagia).

Falar ou comer muito rápido, engolindo ar, são as causas mais comuns.

Ingerir alguma substância que contenha gás, como refrigerante, pode ser outra causa provável.

A cura não é muito educada.

Basta 'eructar'.

Por que há uma espécie de 'Choque' quando se Bate o Cotovelo na Quina da Mesa?

A reação é causada pela compressão de um nervo, chamado ulnar.

No cotovelo, o nervo ulnar está muito exposto, ficando suscetível a pancadas.

Esse nervo está ligado aos dedos mínimo e anular. Por isso, a sensação de choque se

espalha do cotovelo até esses dois dedos.

Estalar os Dedos Engrossa as Articulações?

Não.Ao esticar o dedo, o líquido sinovial lubrificante da articulação responsável por diminuir o atrito se desloca sob o vácuo formado entre as articulações, fazendo o barulho do estalo.

O mesmo fenômeno pode ser percebido nas Costas e nos joelhos.

Provocar o estalo no dedo não faz mal algum.

Por que tenho a Impressão de já ter visto um lugar onde nunca estive?

A sensação de 'déjá vu' pode acontecer com quase todos e tem origem biológica.

O hipocampo - região do cérebro responsável pelo processamento da memória - é ativado fora de hora, exatamente quando está ocorrendo um fato novo, dando a impressão de que aquilo já estava registrado,de que é um fato do passado.

O evento é mais freqüente em pessoas com epilepsia no lobo temporal e isso, provavelmente, está relacionado com' disparo 'anormal do hipocampo, um dos centros cerebrais da memória,mas isso não implica que pessoas que tenham 'déjá vu' sofram de epilepsia.

Por que a gente Boceja?

É uma forma de ativar o cérebro e evitar o sono, ao bocejar, o segundo e o terceiro ramo do nervo trigêmeo (um dos nervos da face) são ativados, estimulando o cérebro.

O mesmo efeito pode ser obtido mascando chiclete.

O único mistério é o fator epidêmico do bocejo ninguém sabe porque as pessoas bocejam quando vêem outras bocejando.



Na próxima semana tem mais!



O que você queria saber, mas tinha vergonha ou não sabia à quem perguntar...( II )

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O que causa o Arroto?

Também chamado eructação, o arroto é causado pelo ato de engolir ar (aerofagia).

Falar ou comer muito rápido, engolindo ar, são as causas mais comuns.

Ingerir alguma substância que contenha gás, como refrigerante, pode ser outra causa provável.

A cura não é muito educada.

Basta 'eructar'.

Por que há uma espécie de 'Choque' quando se Bate o Cotovelo na Quina da Mesa?

A reação é causada pela compressão de um nervo, chamado ulnar.

No cotovelo, o nervo ulnar está muito exposto, ficando suscetível a pancadas.

Esse nervo está ligado aos dedos mínimo e anular. Por isso, a sensação de choque se

espalha do cotovelo até esses dois dedos.

Estalar os Dedos Engrossa as Articulações?

Não.Ao esticar o dedo, o líquido sinovial lubrificante da articulação responsável por diminuir o atrito se desloca sob o vácuo formado entre as articulações, fazendo o barulho do estalo.

O mesmo fenômeno pode ser percebido nas Costas e nos joelhos.

Provocar o estalo no dedo não faz mal algum.

Por que tenho a Impressão de já ter visto um lugar onde nunca estive?

A sensação de 'déjá vu' pode acontecer com quase todos e tem origem biológica.

O hipocampo - região do cérebro responsável pelo processamento da memória - é ativado fora de hora, exatamente quando está ocorrendo um fato novo, dando a impressão de que aquilo já estava registrado,de que é um fato do passado.

O evento é mais freqüente em pessoas com epilepsia no lobo temporal e isso, provavelmente, está relacionado com' disparo 'anormal do hipocampo, um dos centros cerebrais da memória,mas isso não implica que pessoas que tenham 'déjá vu' sofram de epilepsia.

Por que a gente Boceja?

É uma forma de ativar o cérebro e evitar o sono, ao bocejar, o segundo e o terceiro ramo do nervo trigêmeo (um dos nervos da face) são ativados, estimulando o cérebro.

O mesmo efeito pode ser obtido mascando chiclete.

O único mistério é o fator epidêmico do bocejo ninguém sabe porque as pessoas bocejam quando vêem outras bocejando.



Na próxima semana tem mais!



setembro 04, 2008

Museus de São Paulo: Saiba como Freqüentar de Graça

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Mam
foto: Romulo Fialdini

MAM
- Quem for ao parque Ibirapuera aos domingos pode aproveitar e visitar gratuitamente o Museu de Arte Contemporânea de São Paulo.

MAC -O Museu de Arte Contemporânea da USP oferece acesso gratuito todos os dias em suas duas unidades, tanto na cidade Universitária quanto no Parque Ibirapuera.


FONTE: Nômade Bit