Os provadores não tem ventilação suficiente para um dia quente, não possuem apoio de mão, considere que os idosos, nem sempre conseguem vestir-se em pé e os provadores não possuem um lugar para que eles possam vestir-se sentado, um cadeira ou até mesmo um banquinho dobrável.
Ou seja, cadeirantes e pessoas que tenham mobilidade reduzida, deverão perder o prazer de ir às compras? Esse ítem passou a ser um pré-requisito para as compras dos meus pais e são pouquíssimas lojas que dispõe desse "conforto".
Alouuuuuuuuu lojistas, para se livrarem do desconforto de terem que experimentar outras peças, eles acabam comprando menos, podem comprar o que não gostaram e todo mundo sai perdendo.
Como números abaixo, os senhores lojistas, devem concordar que o poder de compra nesse seguimento existe, que tal dar uma melhoradinha no atendimento à eles? Aqui em São Paulo, eu desconheço se a lei existe, mas se há, é desrespeitada. Campinas, no interior de São Paulo, está propondo e tentando aprovar:
A Câmara Municipal de Campinas aprovou por unanimidade, na noite de quarta (26), lei do vereador Francisco Sellin (PDT) que obriga lojas que vendem roupas a disponibilizar provador adaptado para pessoas com deficiência física e mobilidade reduzida. Originalmente, o projeto seria analisado na segunda, mas houve adiamento em virtude de falta de quórum.“Se muitas vezes já é difícil experimentar uma peça de vestuário nos provadores apertados, imagine o problema que é para os cadeirantes e pessoas com mobilidade reduzida. A medida visa eliminar barreiras físicas, possibilitando o acesso democrático e de forma autônoma aos serviços oferecidos pelos estabelecimentos comerciais”, afirma Sellin.
De acordo com o documento, as lojas terão que ter pelo menos um provador adaptado, e terão 180 dias para se adequarem a lei após sua publicação. Caso não cumpram a legislação, os estabelecimentos recebem advertência e multa.
O BRASIL TEM 20 MILHÕES DE IDOSOS
Com os atuais recursos sanitários e de prevenção, a qualidade de vida vem melhorando, mesmo em países como o Brasil, onde a estimativa de vida até há algum tempo era bem inferior a dos países desenvolvidos. Recente pesquisa divulgada pelo IBGE mostra que hoje, apesar de ainda estarmos longe de países como o Japão, esta estimativa já está em 71,3 anos e que a população de idosos subiu 47,8% nos últimos 10 anos.
Atualmente com 20 milhões de idosos, o Brasil, juntamente com a Rússia, Índia, China e África do Sul, já responde por 40,6% da população mundial de idosos, segundo a Organização das Nações Unidas (ONU).
De acordo com a OMS (Organização Mundial de Saúde) existem quatro estágios de envelhecimento:
- meia idade (45 a 59 anos),
- idoso/idosa (60 a 74 anos),
- ancião/anciã (75 a 90 anos)
- e velhice extrema- 90 anos em diante.
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