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fevereiro 09, 2011

Idosos com Alzheimer devem viver em ambientes bem projetados

Idosos, principalmente aqueles que têm com Alzheimer,
precisam de condições especiais para que
viver com conforto e segurança
A casa, a mobília e os costumes das pessoas mudam conforme os acontecimentos da vida. “A chegada de um bebê, por exemplo, transforma a rotina da casa e a decoração, além de exigir muita atenção. Com os idosos, não é diferente. Eles precisam de condições especiais para que vivam com conforto e segurança”, afirma Paulo Renato Canineu, geriatra da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).

Esses cuidados aumentam quando o idoso é portador da doença de Alzheimer (DA), uma doença degenerativa e progressiva que atinge o cérebro e resultando, inicialmente, na perda da memória. No estágio mais grave, a doença pode comprometer totalmente o paciente e levá-lo à morte.

A progressão da DA geralmente é lenta e, aos poucos, o idoso perde aptidões que tinha, ficando impossibilitado de executar certas atividades. Por causa das limitações que o portador apresenta, uma das primeiras atitudes que se deve tomar é a adaptação do ambiente para que a casa atenda suas necessidades.
Os tapetes devem ser retirados de todo o local, o que ajudará a prevenir quedas e escorregões. Nos banheiros, barras de segurança devem ser instaladas próximas ao chuveiro e ao vaso sanitário. Essas atitudes estimulam a independência e a segurança do portador de Alzheimer.

Com a evolução da doença do estágio leve para o moderado, a atenção e os cuidados só aumentam. É nessa fase que o paciente apresenta grande comprometimento da memória. Portanto, é importante organizar uma rotina diária para que ele não fique muito confuso. As cortinas devem ser evitadas para que o ambiente seja claro e arejado e, de preferência, deve-se usar cores claras nas paredes.

“Os espelhos também podem ser retirados do ambiente caso o paciente apresente alterações de comportamento ao se ver refletido. Afinal, com as alterações da memória, ele pode perder a referência pessoal. Com o tempo, pode se confundir com sua própria imagem”, afirma Canineu.

Os ambientes mais perigosos da residência para o portador de DA são a escada e a cozinha. Como ele perde a noção de altura e de espaço, pode se desequilibrar ou até mesmo pisar em falso e cair. A cozinha trás perigos que vão além, já que armazena objetos pesados, cortantes e pontiagudos. Outro ponto é o gás, que, por um descuido qualquer, pode intoxicar e até mesmo causar um incêndio. 

“Infelizmente ainda não se sabe o que causa a doença de Alzheimer. Porém, cuidados básicos que estimulem a independência e proporcionem segurança, conforto e orientação, já ajudam no dia a dia de quem tem DA”, completa o especialista.

Existem também opções de medicamentos que retardam a progressão da doença e outros que minimizam os distúrbios de humor e comportamento. Entre eles, estão os inibidores da acetilcolinestinesterase, que podem retardar o declínio da função cognitiva em pacientes com DA leve a moderada. Deste grupo, o cloridrato de donepezila é o único com aprovação também na fase grave da doença.

Vale lembrar que, se iniciado já na fase leve da doença, durante o surgimento dos primeiros sintomas, o tratamento terá resultados ainda melhores. Contudo, o médico deve ser sempre procurado para avaliar e indicar a terapêutica mais adequada para cada paciente.

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Idosos com Alzheimer devem viver em ambientes bem projetados

Idosos, principalmente aqueles que têm com Alzheimer,
precisam de condições especiais para que
viver com conforto e segurança
A casa, a mobília e os costumes das pessoas mudam conforme os acontecimentos da vida. “A chegada de um bebê, por exemplo, transforma a rotina da casa e a decoração, além de exigir muita atenção. Com os idosos, não é diferente. Eles precisam de condições especiais para que vivam com conforto e segurança”, afirma Paulo Renato Canineu, geriatra da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).

Esses cuidados aumentam quando o idoso é portador da doença de Alzheimer (DA), uma doença degenerativa e progressiva que atinge o cérebro e resultando, inicialmente, na perda da memória. No estágio mais grave, a doença pode comprometer totalmente o paciente e levá-lo à morte.

A progressão da DA geralmente é lenta e, aos poucos, o idoso perde aptidões que tinha, ficando impossibilitado de executar certas atividades. Por causa das limitações que o portador apresenta, uma das primeiras atitudes que se deve tomar é a adaptação do ambiente para que a casa atenda suas necessidades.
Os tapetes devem ser retirados de todo o local, o que ajudará a prevenir quedas e escorregões. Nos banheiros, barras de segurança devem ser instaladas próximas ao chuveiro e ao vaso sanitário. Essas atitudes estimulam a independência e a segurança do portador de Alzheimer.

Com a evolução da doença do estágio leve para o moderado, a atenção e os cuidados só aumentam. É nessa fase que o paciente apresenta grande comprometimento da memória. Portanto, é importante organizar uma rotina diária para que ele não fique muito confuso. As cortinas devem ser evitadas para que o ambiente seja claro e arejado e, de preferência, deve-se usar cores claras nas paredes.

“Os espelhos também podem ser retirados do ambiente caso o paciente apresente alterações de comportamento ao se ver refletido. Afinal, com as alterações da memória, ele pode perder a referência pessoal. Com o tempo, pode se confundir com sua própria imagem”, afirma Canineu.

Os ambientes mais perigosos da residência para o portador de DA são a escada e a cozinha. Como ele perde a noção de altura e de espaço, pode se desequilibrar ou até mesmo pisar em falso e cair. A cozinha trás perigos que vão além, já que armazena objetos pesados, cortantes e pontiagudos. Outro ponto é o gás, que, por um descuido qualquer, pode intoxicar e até mesmo causar um incêndio. 

“Infelizmente ainda não se sabe o que causa a doença de Alzheimer. Porém, cuidados básicos que estimulem a independência e proporcionem segurança, conforto e orientação, já ajudam no dia a dia de quem tem DA”, completa o especialista.

Existem também opções de medicamentos que retardam a progressão da doença e outros que minimizam os distúrbios de humor e comportamento. Entre eles, estão os inibidores da acetilcolinestinesterase, que podem retardar o declínio da função cognitiva em pacientes com DA leve a moderada. Deste grupo, o cloridrato de donepezila é o único com aprovação também na fase grave da doença.

Vale lembrar que, se iniciado já na fase leve da doença, durante o surgimento dos primeiros sintomas, o tratamento terá resultados ainda melhores. Contudo, o médico deve ser sempre procurado para avaliar e indicar a terapêutica mais adequada para cada paciente.

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dezembro 12, 2010

Vitamina B12 pode ajudar na prevenção do Alzheimer?

Quando temos na família, um caso de uma doença grave e ainda sem cura como o Alzeheimer é natural que a qualquer notícia de cura ou prevenção, a tendência é aderir à qualquer indicação que se fale nas novas descobertas.  O importante porém, é observar que  as vezes mesmo para as comunidades científicas, existem várias interpretações, verificar a credibilidade da fonte, verificar se a pesquisa é conclusiva, conversar com o seu médico ou serviço de saúde, é no mínimo, um ato de bom senso.
Na pesquisa em questão, foram analisadas 271 pessoas com idades entre 65 e 79 anos. Divididos em dois grupos, os idosos foram observados por sete anos e os que consumiram maior quantidade de vitaminas do complexo B, incluindo a B12 e ácido fólico, mostraram maior resistência ou não desenvolveram a doença em comparação ao outro grupo que ficou mais vulnerável.
Em contrapartida à pesquisa, recentemente foi publicado um painel médico dos Institutos Nacionais de Saúde no qual ficou concluído que não existem alimentos ou vitaminas que definitivamente impeçam o desenvolvimento da doença de Alzheimer.
 
Contudo, os especialistas afirmam que uma boa alimentação é o melhor caminho. "Uma dieta saudável continua a ser importante, porém o papel da suplementação vitamínica permanece no campo da incerteza", afirma Dr. Sudha Seshadri, professor associado de neurologia na Universidade de Medicina de Boston e autor de um editorial que acompanha o estudo.
 
Para Maria Carillo, PhD e diretora sênior de relações médicas e científicas na Associação do Alzheimer, é preciso ter cuidado na interpretação das novas descobertas, especialmente dado que os participantes do estudo pouco desenvolveram a doença. "Nós sabemos que a vitamina B12 é um grande colaborador para reduzir os níveis de homocisteína.
A redução destes, em geral, é importante para a saúde cardiovascular e este estudo reforça o nosso conhecimento sobre o seu papel na prevenção do Alzheimer", disse.
Sam Gandy, médico e diretor adjunto do Alzheimer Research Center, na Mount Sinai School of Medicine, em Nova York, afirma que o estudo tem embasamento, todavia ele tem receio que os resultados não se apliquem para pessoas fora da Escandinávia e que eles estimulem os médicos a recomendar injeções de vitamina B12 para os seus pacientes.

 "Ainda não está claro se aumentar a ingestão de vitamina B12 vai ajudar a proteger contra Alzheimer. Uma boa alimentação deve minimizar o risco da doença, mas não podemos dizer que qualquer alimento específico tenha sido comprovado a reduzir esse risco", afirmou. 


















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Vitamina B12 pode ajudar na prevenção do Alzheimer?

Quando temos na família, um caso de uma doença grave e ainda sem cura como o Alzeheimer é natural que a qualquer notícia de cura ou prevenção, a tendência é aderir à qualquer indicação que se fale nas novas descobertas.  O importante porém, é observar que  as vezes mesmo para as comunidades científicas, existem várias interpretações, verificar a credibilidade da fonte, verificar se a pesquisa é conclusiva, conversar com o seu médico ou serviço de saúde, é no mínimo, um ato de bom senso.
Na pesquisa em questão, foram analisadas 271 pessoas com idades entre 65 e 79 anos. Divididos em dois grupos, os idosos foram observados por sete anos e os que consumiram maior quantidade de vitaminas do complexo B, incluindo a B12 e ácido fólico, mostraram maior resistência ou não desenvolveram a doença em comparação ao outro grupo que ficou mais vulnerável.
Em contrapartida à pesquisa, recentemente foi publicado um painel médico dos Institutos Nacionais de Saúde no qual ficou concluído que não existem alimentos ou vitaminas que definitivamente impeçam o desenvolvimento da doença de Alzheimer.
 
Contudo, os especialistas afirmam que uma boa alimentação é o melhor caminho. "Uma dieta saudável continua a ser importante, porém o papel da suplementação vitamínica permanece no campo da incerteza", afirma Dr. Sudha Seshadri, professor associado de neurologia na Universidade de Medicina de Boston e autor de um editorial que acompanha o estudo.
 
Para Maria Carillo, PhD e diretora sênior de relações médicas e científicas na Associação do Alzheimer, é preciso ter cuidado na interpretação das novas descobertas, especialmente dado que os participantes do estudo pouco desenvolveram a doença. "Nós sabemos que a vitamina B12 é um grande colaborador para reduzir os níveis de homocisteína.
A redução destes, em geral, é importante para a saúde cardiovascular e este estudo reforça o nosso conhecimento sobre o seu papel na prevenção do Alzheimer", disse.
Sam Gandy, médico e diretor adjunto do Alzheimer Research Center, na Mount Sinai School of Medicine, em Nova York, afirma que o estudo tem embasamento, todavia ele tem receio que os resultados não se apliquem para pessoas fora da Escandinávia e que eles estimulem os médicos a recomendar injeções de vitamina B12 para os seus pacientes.

 "Ainda não está claro se aumentar a ingestão de vitamina B12 vai ajudar a proteger contra Alzheimer. Uma boa alimentação deve minimizar o risco da doença, mas não podemos dizer que qualquer alimento específico tenha sido comprovado a reduzir esse risco", afirmou. 


















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dezembro 04, 2010

Estratégias para levar uma vida mais tranqüila e remediar os danos causados pela doença de Alzheimer




Uma vez diagnosticada a doença, há outras
estratégias que podem, por sua vez,
 remediar os danos.




Cuidados Possíveis:
Parar de fumar também pode ajudar na luta contra a doença. Uma pesquisa feita por especialistas finlandeses mostrou que fumar entre os 50 e 60 anos pode aumentar os riscos de se ter a doença. Dentre as 21.123 pessoas que participaram do estudo, 1.136 foram diagnosticadas com DA. O quanto antes o cigarro for deixado de lado, melhor.


Mais comum em mulheres (12 a 19%) que em homens (6 a 10%), o risco de desenvolver DA surge a partir da idade de 65 e dobra a cada meia década. A demência atinge de 30 a 40% de quem já passou dos 85 anos. Além da preocupação com os próprios doentes, especialistas ressaltam a necessidade de atenção aos cuidadores.


Um dia de cada vez. Não achar o caminho de volta para casa, perder a habilidade de ter uma conversa inteligente ou até mesmo esquecer o rosto dos filhos. Ao receber o diagnóstico, é comum pensar no futuro e imaginar um cenário devastador. Mas não se deve entrar em pânico. Cada caso é um caso e leva tempo para a doença se desenvolver.

Rotina faz bem. Ir à missa todo domingo, fazer compras sempre no mesmo mercado, almoçar no horário habitual. Manter a pessoa diagnosticada com a doença freqüentando lugares conhecidos, vendo rostos familiares e realizando tarefas às quais está acostumada é bom para ela e ajuda a manter um cenário claro e organizado em sua mente. Mudanças e novidades demais podem confundir a mente de quem sofre de Alzheimer e dificultar o dia a dia. "Quanto mais funcional o paciente for mantido, melhor, mais retarda a evolução da doença", diz Borges.

Corrigir sem insistir. "Não, não foi assim que aconteceu, foi de outro jeito." Muitos familiares corrigem o paciente quando ele se confunde com datas, nomes, lugares ou até mesmo tem alguns delírios. Borges explica que a correção deve ser feita com sutileza. "É bom manter a pessoa orientada, ter calendários grandes em casa, visualização bem clara de que dia, mês e ano é hoje, associar com datas comemorativas", recomenda. Se o paciente persistir no erro, não se deve insistir. Entrar no jogo dele é a melhor saída. "Brigar deixa-o mais desorientado e agressivo." Além do mais, quem o corrige se coloca em uma posição de adversário, reduzindo drasticamente as chances de aproveitar o tempo na companhia um do outro.

Música ajuda. Descobrir as músicas preferidas, uma canção marcante ou os grandes sucessos da época em que o portador da doença era adolescente ou estava em seus 20 anos pode ser muito útil. "Tem que tocar músicas que retratem a história dele. Elas ajudam a acalmar, ajudam na absorção do conteúdo do vocabulário, ajudam a trazer lembranças e a fazer com que ele converse sobre esses assuntos", assegura Borges.

Fazer coisas simples. Dobrar toalhas ou pôr a mesa. Tarefas simples como estas podem significar a diferença entre uma conversa frustrada e um bom tempo passado juntos, pois a capacidade de bater um bom papo vai se perdendo com o avanço da doença, por causa dos lapsos de memória, da confusão e da instabilidade do humor. Isso pode fazer parentes e amigos sentirem dificuldade para se relacionar com a vítima de Alzheimer. Em vez disso, é recomendado realizar??pequenos trabalhos cotidianos conversando com alguém querido. "Não e só conversa, não é só atividade, é um pouco de tudo", diz Borges.

Nada de intolerância. "Vai logo", "que lerdeza" e "haja paciência" são frases que quem sofre de Alzheimer costuma ouvir de estranhos, pois costumam levar mais??tempo para se decidirem e para fazer as coisas. Desconhecidos podem se sentir incomodados com isso, reclamar e até perder a educação. Felizmente, esse quadro vem se revertendo. "Nós estamos melhorando muito esse tipo de coisa, até porque a doença está sendo mais falada e estudada, nós temos muitos filmes falando sobre a doença, novelas, etc.", diz Borges. Ter ou cuidar de alguém com DA não é nenhum pecado. "As pessoas não têm mais vergonha de dizer que têm pai ou mãe com Alzheimer." É preciso explicar sobre a doença e as limitações que vêm com ela. Combater a intolerância é fundamental. A memória e a mente podem falhar, mas isso não tira o direito de viver em sociedade.

A doença não é a pessoa. Se comportar grosseiramente, cuspir e até morder. Estes comportamentos que a doença traz podem ser bastante perturbadores de se ver em alguém que antes era educado e compreensivo. É comum pensar que a vítima da doença sempre teve essas características e que o Alzheimer apenas as liberou, mas este não é o caso. A doença é que danifica o cérebro e causa esses transtornos, que podem ser confundidos com a personalidade da pessoa – mas não são. "O que não pode é acontecer e achar que isso é comum, é preciso procurar ajuda", defende Borges.

Trabalho em grupo. Estar em contato freqüente com parentes e amigos ajuda muito o paciente, mas os lapsos de memória e as alterações de humor podem ser cansativos para quem o cerca. A solução é se revezar em turnos para fazer companhia e conversar com quem tem a doença. Esse método faz com que todos interajam com o portador da doença sem que ninguém se canse. Borges explica que existem dois tipos de cuidador: o formal, que é um profissional pago para isso; e o informal, que geralmente é algum parente. Independentemente do tipo, deve haver revezamento. "Nunca é bom ter uma pessoa só, porque é muito cansativo do ponto de vista emocional, físico e estrutural. 80% das que cuidam sozinhas entram em depressão", diz.

Paixão de quem cuida. Jogar boliche, ir ao cinema, pegar uma onda. Todos que cercam o paciente precisam de um tempo para si mesmos. Conforme a pessoa que tem a doença sofre um afastamento da realidade, um vazio vai se formando na vida de quem cuida dela. É preciso preenchê-lo alimentando práticas que dêem prazer ao cuidador, servindo como um escape. É bom cuidar de quem se ama, mas não faz bem viver em função da doença alheia. "Por isso que tem que haver esse revezamento," completa a médica.

Bons momentos. Uma festa surpresa de aniversário (mesmo que o aniversariante não lembre que está ficando mais velho), uma cerimônia para renovar os votos de casamento, ou simplesmente ganhar um sorriso de alguém querido. "Isso sempre está ajudando a memória, mexendo com o cérebro na linha das emoções", diz Borges. Vítimas de Alzheimer apreciam muito ver a família unida, os amigos ajudando um ao outro, as pessoas com quem se importam se dando bem. Como portadores da doença tendem a ficar deprimidos por causa de seu quadro de saúde, laços interpessoais ganham muito mais importância e momentos emocionantes fazem um grande bem, deixando-os imensamente satisfeitos.
Fonte: (ABRAz) (http://www.abraz.com.br/).
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Estratégias para levar uma vida mais tranqüila e remediar os danos causados pela doença de Alzheimer




Uma vez diagnosticada a doença, há outras
estratégias que podem, por sua vez,
 remediar os danos.




Cuidados Possíveis:
Parar de fumar também pode ajudar na luta contra a doença. Uma pesquisa feita por especialistas finlandeses mostrou que fumar entre os 50 e 60 anos pode aumentar os riscos de se ter a doença. Dentre as 21.123 pessoas que participaram do estudo, 1.136 foram diagnosticadas com DA. O quanto antes o cigarro for deixado de lado, melhor.


Mais comum em mulheres (12 a 19%) que em homens (6 a 10%), o risco de desenvolver DA surge a partir da idade de 65 e dobra a cada meia década. A demência atinge de 30 a 40% de quem já passou dos 85 anos. Além da preocupação com os próprios doentes, especialistas ressaltam a necessidade de atenção aos cuidadores.


Um dia de cada vez. Não achar o caminho de volta para casa, perder a habilidade de ter uma conversa inteligente ou até mesmo esquecer o rosto dos filhos. Ao receber o diagnóstico, é comum pensar no futuro e imaginar um cenário devastador. Mas não se deve entrar em pânico. Cada caso é um caso e leva tempo para a doença se desenvolver.

Rotina faz bem. Ir à missa todo domingo, fazer compras sempre no mesmo mercado, almoçar no horário habitual. Manter a pessoa diagnosticada com a doença freqüentando lugares conhecidos, vendo rostos familiares e realizando tarefas às quais está acostumada é bom para ela e ajuda a manter um cenário claro e organizado em sua mente. Mudanças e novidades demais podem confundir a mente de quem sofre de Alzheimer e dificultar o dia a dia. "Quanto mais funcional o paciente for mantido, melhor, mais retarda a evolução da doença", diz Borges.

Corrigir sem insistir. "Não, não foi assim que aconteceu, foi de outro jeito." Muitos familiares corrigem o paciente quando ele se confunde com datas, nomes, lugares ou até mesmo tem alguns delírios. Borges explica que a correção deve ser feita com sutileza. "É bom manter a pessoa orientada, ter calendários grandes em casa, visualização bem clara de que dia, mês e ano é hoje, associar com datas comemorativas", recomenda. Se o paciente persistir no erro, não se deve insistir. Entrar no jogo dele é a melhor saída. "Brigar deixa-o mais desorientado e agressivo." Além do mais, quem o corrige se coloca em uma posição de adversário, reduzindo drasticamente as chances de aproveitar o tempo na companhia um do outro.

Música ajuda. Descobrir as músicas preferidas, uma canção marcante ou os grandes sucessos da época em que o portador da doença era adolescente ou estava em seus 20 anos pode ser muito útil. "Tem que tocar músicas que retratem a história dele. Elas ajudam a acalmar, ajudam na absorção do conteúdo do vocabulário, ajudam a trazer lembranças e a fazer com que ele converse sobre esses assuntos", assegura Borges.

Fazer coisas simples. Dobrar toalhas ou pôr a mesa. Tarefas simples como estas podem significar a diferença entre uma conversa frustrada e um bom tempo passado juntos, pois a capacidade de bater um bom papo vai se perdendo com o avanço da doença, por causa dos lapsos de memória, da confusão e da instabilidade do humor. Isso pode fazer parentes e amigos sentirem dificuldade para se relacionar com a vítima de Alzheimer. Em vez disso, é recomendado realizar??pequenos trabalhos cotidianos conversando com alguém querido. "Não e só conversa, não é só atividade, é um pouco de tudo", diz Borges.

Nada de intolerância. "Vai logo", "que lerdeza" e "haja paciência" são frases que quem sofre de Alzheimer costuma ouvir de estranhos, pois costumam levar mais??tempo para se decidirem e para fazer as coisas. Desconhecidos podem se sentir incomodados com isso, reclamar e até perder a educação. Felizmente, esse quadro vem se revertendo. "Nós estamos melhorando muito esse tipo de coisa, até porque a doença está sendo mais falada e estudada, nós temos muitos filmes falando sobre a doença, novelas, etc.", diz Borges. Ter ou cuidar de alguém com DA não é nenhum pecado. "As pessoas não têm mais vergonha de dizer que têm pai ou mãe com Alzheimer." É preciso explicar sobre a doença e as limitações que vêm com ela. Combater a intolerância é fundamental. A memória e a mente podem falhar, mas isso não tira o direito de viver em sociedade.

A doença não é a pessoa. Se comportar grosseiramente, cuspir e até morder. Estes comportamentos que a doença traz podem ser bastante perturbadores de se ver em alguém que antes era educado e compreensivo. É comum pensar que a vítima da doença sempre teve essas características e que o Alzheimer apenas as liberou, mas este não é o caso. A doença é que danifica o cérebro e causa esses transtornos, que podem ser confundidos com a personalidade da pessoa – mas não são. "O que não pode é acontecer e achar que isso é comum, é preciso procurar ajuda", defende Borges.

Trabalho em grupo. Estar em contato freqüente com parentes e amigos ajuda muito o paciente, mas os lapsos de memória e as alterações de humor podem ser cansativos para quem o cerca. A solução é se revezar em turnos para fazer companhia e conversar com quem tem a doença. Esse método faz com que todos interajam com o portador da doença sem que ninguém se canse. Borges explica que existem dois tipos de cuidador: o formal, que é um profissional pago para isso; e o informal, que geralmente é algum parente. Independentemente do tipo, deve haver revezamento. "Nunca é bom ter uma pessoa só, porque é muito cansativo do ponto de vista emocional, físico e estrutural. 80% das que cuidam sozinhas entram em depressão", diz.

Paixão de quem cuida. Jogar boliche, ir ao cinema, pegar uma onda. Todos que cercam o paciente precisam de um tempo para si mesmos. Conforme a pessoa que tem a doença sofre um afastamento da realidade, um vazio vai se formando na vida de quem cuida dela. É preciso preenchê-lo alimentando práticas que dêem prazer ao cuidador, servindo como um escape. É bom cuidar de quem se ama, mas não faz bem viver em função da doença alheia. "Por isso que tem que haver esse revezamento," completa a médica.

Bons momentos. Uma festa surpresa de aniversário (mesmo que o aniversariante não lembre que está ficando mais velho), uma cerimônia para renovar os votos de casamento, ou simplesmente ganhar um sorriso de alguém querido. "Isso sempre está ajudando a memória, mexendo com o cérebro na linha das emoções", diz Borges. Vítimas de Alzheimer apreciam muito ver a família unida, os amigos ajudando um ao outro, as pessoas com quem se importam se dando bem. Como portadores da doença tendem a ficar deprimidos por causa de seu quadro de saúde, laços interpessoais ganham muito mais importância e momentos emocionantes fazem um grande bem, deixando-os imensamente satisfeitos.
Fonte: (ABRAz) (http://www.abraz.com.br/).
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novembro 06, 2010

Estresse na meia-idade aumenta risco de demência

O estresse faz parte da sua vida? Pois saiba que a presença desse incômodo na meia-idade pode aumentar o risco de mulheres desenvolverem demência, principalmente sob a forma da doença de Alzheimer. 
_______________



Um estudo da Universidade de Gotemburgo,  Suécia equipe acompanhou 1.415 pessoas do sexo feminino, que tinham entre 38 e 60 anos no início da pesquisa. Os níveis de estresse foram avaliados em três anos: 1968, 1974, 1980. O distúrbio psicológico foi definido como uma "sensação de irritação, tensão, nervosismo, ansiedade, medo ou problemas de sono", com duração de um mês ou mais. Durante o período do trabalho, 161 participantes receberam o diagnóstico de demência.

A partir desses dados, os cientistas concluíram que o risco da patologia foi 65% maior em quem sofreu estresse frequente na meia-idade. A chance subiu para 73% quando as voluntárias relataram o problema em duas das avaliações e mais do que o dobro quando os três levantamentos mostraram estresse.

A pesquisadora Lena Johansson informa que o trabalho, divulgado na publicação Brain, confirma as conclusões de estudos semelhantes em animais. Mas, como a maioria que se classificou estressada não desenvolveu a enfermidade, ainda não é possível advertir sobre os perigos do estresse em relação à demência. Portanto, os resultados precisam ser checados em outros testes. 

Fonte: Brain A Journal of Neurology
 

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Estresse na meia-idade aumenta risco de demência

O estresse faz parte da sua vida? Pois saiba que a presença desse incômodo na meia-idade pode aumentar o risco de mulheres desenvolverem demência, principalmente sob a forma da doença de Alzheimer. 
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Um estudo da Universidade de Gotemburgo,  Suécia equipe acompanhou 1.415 pessoas do sexo feminino, que tinham entre 38 e 60 anos no início da pesquisa. Os níveis de estresse foram avaliados em três anos: 1968, 1974, 1980. O distúrbio psicológico foi definido como uma "sensação de irritação, tensão, nervosismo, ansiedade, medo ou problemas de sono", com duração de um mês ou mais. Durante o período do trabalho, 161 participantes receberam o diagnóstico de demência.

A partir desses dados, os cientistas concluíram que o risco da patologia foi 65% maior em quem sofreu estresse frequente na meia-idade. A chance subiu para 73% quando as voluntárias relataram o problema em duas das avaliações e mais do que o dobro quando os três levantamentos mostraram estresse.

A pesquisadora Lena Johansson informa que o trabalho, divulgado na publicação Brain, confirma as conclusões de estudos semelhantes em animais. Mas, como a maioria que se classificou estressada não desenvolveu a enfermidade, ainda não é possível advertir sobre os perigos do estresse em relação à demência. Portanto, os resultados precisam ser checados em outros testes. 

Fonte: Brain A Journal of Neurology
 

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novembro 04, 2010

Causa e cura de Alzheimer ainda são desconhecidas

Ainda não foi descoberta a cura para a doença, ainda não se sabe ao certo o que causa ou como preveni-la, é uma doença que traz muito sofrimento para o doente e sua família. A existência de uma preocupação em nível internacional por parte das autoridades médicas e dos profissionais das áreas de saúde a respeito da doença, sendo importante a população saber o que é a doença de Alzheimer, seus principais sintomas, forma de diagnosticar e possíveis tratamentos

  • A importância de detectar precocemente os primeiros sintomas da doença, para assim estimular a busca de um diagnóstico médico e tratamento adequado para o paciente e suporte social para a família;
  • Explicar a diferença do curso da doença de Alzheimer de outras doenças similares e do processo de envelhecimento normal;
  • A busca de novos tratamentos e terapias que possam beneficiar o paciente;
  • Esclarecer sobre a reabilitação sóciocognitiva para o paciente e bem como medidas que visam a prevenção da doença e a promoção de um envelhecimento saudável;
  • Informar a comunidade a ação da ABRAZ esclarecendo as estratégias voltadas para o cuidador familiar, o apoio que a ABRAZ e profissionais especializados voluntários fornece aos cuidadores para melhora do bem-estar do cuidador;
  • A importância do atendimento ao portador de Doença de Alzheimer na rede pública, bem como a existência de equipes multiprofissionais na área de geriatria e gerontologia que estudam e trabalham em prol do idoso acometido pela doença; 
  • É necessário ainda a solidariedade e a conscientização por parte da família e de toda a sociedade.

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Causa e cura de Alzheimer ainda são desconhecidas

Ainda não foi descoberta a cura para a doença, ainda não se sabe ao certo o que causa ou como preveni-la, é uma doença que traz muito sofrimento para o doente e sua família. A existência de uma preocupação em nível internacional por parte das autoridades médicas e dos profissionais das áreas de saúde a respeito da doença, sendo importante a população saber o que é a doença de Alzheimer, seus principais sintomas, forma de diagnosticar e possíveis tratamentos

  • A importância de detectar precocemente os primeiros sintomas da doença, para assim estimular a busca de um diagnóstico médico e tratamento adequado para o paciente e suporte social para a família;
  • Explicar a diferença do curso da doença de Alzheimer de outras doenças similares e do processo de envelhecimento normal;
  • A busca de novos tratamentos e terapias que possam beneficiar o paciente;
  • Esclarecer sobre a reabilitação sóciocognitiva para o paciente e bem como medidas que visam a prevenção da doença e a promoção de um envelhecimento saudável;
  • Informar a comunidade a ação da ABRAZ esclarecendo as estratégias voltadas para o cuidador familiar, o apoio que a ABRAZ e profissionais especializados voluntários fornece aos cuidadores para melhora do bem-estar do cuidador;
  • A importância do atendimento ao portador de Doença de Alzheimer na rede pública, bem como a existência de equipes multiprofissionais na área de geriatria e gerontologia que estudam e trabalham em prol do idoso acometido pela doença; 
  • É necessário ainda a solidariedade e a conscientização por parte da família e de toda a sociedade.

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setembro 20, 2010

Mais de 700 mil pessoas sofrem Mal de Alzheimer no Brasil

Hoje,  Dia Mundial do Alzheimer, neurologistas do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo alertam para a doença, de causa desconhecida, que atinge 5% da população com mais de 65 anos. Após os 80, a prevalência da doença é de 15%. No Brasil, estima-se que 700 mil pessoas sofrem com o mal.

O diagnóstico precoce e o tratamento adequado garantem ao paciente uma vida mais longa e com mais qualidade. Avaliações neuropsicológicas, fonoaudiológicas e exames de neuroimagem são os principais instrumentos para uma rápida comprovação.

"Quanto mais cedo o mal de Alzheimer for identificado, mais tempo o paciente manterá suas funções cognitivas preservadas", explica o neurologista e coordenador do Centro de Referência em Distúrbios Cognitivos do HC da USP, Ricardo Nitrini.

O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que causa a morte gradual dos neurônios, provoca perda de memória e de outras funções cognitivas, como raciocínio, juízo crítico, orientação e outras.

No início, a pessoa apresenta pequenos lapsos de memória, alterações de comportamento, humor e mudança de personalidade, desorientação no tempo e espaço e dificuldades em realizar tarefas corriqueiras, como se alimentar ou se vestir, diminuição no controle de pensamentos e planejamentos de ações, perda de iniciativa e esquecimento constantes de coisas consideradas banais, como chaves. Nos estágios mais avançados, não reconhece os familiares e nem os amigos. Com o tempo, perde a identidade e tornar-se dependente.

A Abraz realiza campanhas permanentes e que o objetivo da associação é a informação que, aliada a solidariedade, traz aos familiares maior tranqüilidade nos manejos diários. "Por isso contamos com o familiar/cuidador para que nosso trabalho frutifique e para atingirmos nosso objetivo, que é aprendermos a lidar com a doença, oferecendo subsídios para que todos vivam com um pouco mais de qualidade", afirma a coordenadora da Abraz
 
Avanço da doença surpreende profissionais

Um dos sinais de que a pessoa está com Mal de Alzheimer é a demência.

 "A demência é o termo usado para descrever as desordens que afetam a memória e o comportamento da pessoa e é normalmente desencadeadas por processos vasculares que afetam os Corpúsculos de Levy e os lobos frontal, temporal ou ambos.

A Doença de Alzheimer é considerada a responsável por 50 a 60% dos vasos de demência no mundo, mas o que vem surpreendendo os profissionais é o acometimento de indivíduos com idade inferior a 60 anos", explica a coordenadora da Sub-regional Uberaba da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), Zélia Maria Couto Salerno Zélia Salerno.

A coordenadora lembra que a demência tem impacto devastador, afetando não somente a pessoa, mas também seus familiares, cuidadores e a sociedade, "pois a falta de compreensão e conscientização sobre a doença resulta no repasse de recursos insuficientes para o tratamento, o que interfere na qualidade de vida como um todo. É necessário fazer da DA e de outras demências uma prioridade mundial, adotando medidas de promoção de saúde e, assim, prevenir a doença por meio da saúde pública", avalia, ressaltando que a estimativa é que este ano 66 milhões de pessoas serão acometidas por demência e até 2050 serão 115 milhões.

Clique  Abraz

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Mais de 700 mil pessoas sofrem Mal de Alzheimer no Brasil

Hoje,  Dia Mundial do Alzheimer, neurologistas do Hospital das Clínicas, da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo alertam para a doença, de causa desconhecida, que atinge 5% da população com mais de 65 anos. Após os 80, a prevalência da doença é de 15%. No Brasil, estima-se que 700 mil pessoas sofrem com o mal.

O diagnóstico precoce e o tratamento adequado garantem ao paciente uma vida mais longa e com mais qualidade. Avaliações neuropsicológicas, fonoaudiológicas e exames de neuroimagem são os principais instrumentos para uma rápida comprovação.

"Quanto mais cedo o mal de Alzheimer for identificado, mais tempo o paciente manterá suas funções cognitivas preservadas", explica o neurologista e coordenador do Centro de Referência em Distúrbios Cognitivos do HC da USP, Ricardo Nitrini.

O Mal de Alzheimer é uma doença degenerativa que causa a morte gradual dos neurônios, provoca perda de memória e de outras funções cognitivas, como raciocínio, juízo crítico, orientação e outras.

No início, a pessoa apresenta pequenos lapsos de memória, alterações de comportamento, humor e mudança de personalidade, desorientação no tempo e espaço e dificuldades em realizar tarefas corriqueiras, como se alimentar ou se vestir, diminuição no controle de pensamentos e planejamentos de ações, perda de iniciativa e esquecimento constantes de coisas consideradas banais, como chaves. Nos estágios mais avançados, não reconhece os familiares e nem os amigos. Com o tempo, perde a identidade e tornar-se dependente.

A Abraz realiza campanhas permanentes e que o objetivo da associação é a informação que, aliada a solidariedade, traz aos familiares maior tranqüilidade nos manejos diários. "Por isso contamos com o familiar/cuidador para que nosso trabalho frutifique e para atingirmos nosso objetivo, que é aprendermos a lidar com a doença, oferecendo subsídios para que todos vivam com um pouco mais de qualidade", afirma a coordenadora da Abraz
 
Avanço da doença surpreende profissionais

Um dos sinais de que a pessoa está com Mal de Alzheimer é a demência.

 "A demência é o termo usado para descrever as desordens que afetam a memória e o comportamento da pessoa e é normalmente desencadeadas por processos vasculares que afetam os Corpúsculos de Levy e os lobos frontal, temporal ou ambos.

A Doença de Alzheimer é considerada a responsável por 50 a 60% dos vasos de demência no mundo, mas o que vem surpreendendo os profissionais é o acometimento de indivíduos com idade inferior a 60 anos", explica a coordenadora da Sub-regional Uberaba da Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), Zélia Maria Couto Salerno Zélia Salerno.

A coordenadora lembra que a demência tem impacto devastador, afetando não somente a pessoa, mas também seus familiares, cuidadores e a sociedade, "pois a falta de compreensão e conscientização sobre a doença resulta no repasse de recursos insuficientes para o tratamento, o que interfere na qualidade de vida como um todo. É necessário fazer da DA e de outras demências uma prioridade mundial, adotando medidas de promoção de saúde e, assim, prevenir a doença por meio da saúde pública", avalia, ressaltando que a estimativa é que este ano 66 milhões de pessoas serão acometidas por demência e até 2050 serão 115 milhões.

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maio 10, 2010

Neurologista esclarece as verdades e os mitos sobre a memória


Todo esquecimento é sinal da doença de Alzheimer? Afinal, como deve ser a alimentação para deixar a memória afiada? Será que os exercícios físicos realmente fazem bem para o cérebro? Quando o assunto é memória fica difícil conseguir guardar tanta informação, e mais complicado ainda é saber quais dessas informações, de fato, são verdadeiras.


Por exemplo, lembra daquela velha história de que esquecer faz parte do envelhecimento? Esqueça. De acordo com a neurologista e membro do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Sônia Brucki, isso não passa de um mito. “A ideia de que com o passar dos anos a diminuição da memória seja normal não é verdade. O envelhecimento saudável propicia a preservação de nossas funções cognitivas, inclusive da memória”, afirma ela.

Aqui, a neurologista esclarece o que é verdade e o que não passa de mito.




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Neurologista esclarece as verdades e os mitos sobre a memória


Todo esquecimento é sinal da doença de Alzheimer? Afinal, como deve ser a alimentação para deixar a memória afiada? Será que os exercícios físicos realmente fazem bem para o cérebro? Quando o assunto é memória fica difícil conseguir guardar tanta informação, e mais complicado ainda é saber quais dessas informações, de fato, são verdadeiras.


Por exemplo, lembra daquela velha história de que esquecer faz parte do envelhecimento? Esqueça. De acordo com a neurologista e membro do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Sônia Brucki, isso não passa de um mito. “A ideia de que com o passar dos anos a diminuição da memória seja normal não é verdade. O envelhecimento saudável propicia a preservação de nossas funções cognitivas, inclusive da memória”, afirma ela.

Aqui, a neurologista esclarece o que é verdade e o que não passa de mito.




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fevereiro 18, 2010

Animais ajudam a tratar pacientes com Alzheimer

Terapia afetiva

A revelação é que os idosos, sobretudo quando institucionalizados, sentem uma enorme necessidade de receber demonstrações de afeto, como o toque, atenção e carinho, o que muitas vezes acaba não ocorrendo, pois estão afastados do convívio social. De acordo com Teixeira, a terapia com animais enfatiza bastante o tato e o contato, além de exercitar habilidades cognitivas como a memória afetiva, ou seja, aquela despertada por algum fato que traz lembranças com certa ligação afetiva.


Quer saber mais? Clique aqui



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Animais ajudam a tratar pacientes com Alzheimer

Terapia afetiva

A revelação é que os idosos, sobretudo quando institucionalizados, sentem uma enorme necessidade de receber demonstrações de afeto, como o toque, atenção e carinho, o que muitas vezes acaba não ocorrendo, pois estão afastados do convívio social. De acordo com Teixeira, a terapia com animais enfatiza bastante o tato e o contato, além de exercitar habilidades cognitivas como a memória afetiva, ou seja, aquela despertada por algum fato que traz lembranças com certa ligação afetiva.


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outubro 12, 2009

É possível retardar o desenvolvimento do Mal de Alzheimer com musicoterapia.

LONGEVIDADE
Estudos feitos nos Estados Unidos indicam que pacientes com Mal de Alzheimer talvez possam retardar o desenvolvimento da condição por meio de musicoterapia. O pesquisador Petr Janata, da Universidade da Califórnia, monitorou a atividade cerebral de um grupo de voluntários enquanto ouviam música e concluiu que a região do cérebro associada à música também está associada às memórias mais vívidas de uma pessoa. A área do cérebro parece servir de centro que liga música conhecida, memórias e emoções. Seu estudo foi publicado na edição online da revista científica Cerebral Cortex e será incluído na edição impressa da revista, ainda neste ano. Segundo Janata, a revelação pode ajudar a explicar por que música pode despertar reações fortes em pessoas com o Mal de Alzheimer. A região ativada durante o experimento, o córtex pré-frontal (logo atrás da testa), é uma das últimas áreas do cérebro a se atrofiar à medida em que a doença progride. "O que parece acontecer é que uma música conhecida serve de trilha sonora para um filme mental que começa a tocar em nossa cabeça", disse o especialista. "Ela traz de volta as lembranças de uma pessoa ou um lugar, e você pode de repente ver o rosto daquela pessoa na sua mente". "Agora podemos ver a associação entre essas duas coisas - música e memória".

E já que estamos falando em música, no vídeo abaixo. vejam que experiência interessante.
As escadas de um metrô em Estocolmo, na Suécia, se transformaram em um piano gigante. À medida que os pés pisam em um degrau, ele toca uma nota diferente. Vídeo mostra que crianças, adultos e idosos dispensaram a rolante




Fonte: BBC
LONGEVIDADE

É possível retardar o desenvolvimento do Mal de Alzheimer com musicoterapia.

LONGEVIDADE
Estudos feitos nos Estados Unidos indicam que pacientes com Mal de Alzheimer talvez possam retardar o desenvolvimento da condição por meio de musicoterapia. O pesquisador Petr Janata, da Universidade da Califórnia, monitorou a atividade cerebral de um grupo de voluntários enquanto ouviam música e concluiu que a região do cérebro associada à música também está associada às memórias mais vívidas de uma pessoa. A área do cérebro parece servir de centro que liga música conhecida, memórias e emoções. Seu estudo foi publicado na edição online da revista científica Cerebral Cortex e será incluído na edição impressa da revista, ainda neste ano. Segundo Janata, a revelação pode ajudar a explicar por que música pode despertar reações fortes em pessoas com o Mal de Alzheimer. A região ativada durante o experimento, o córtex pré-frontal (logo atrás da testa), é uma das últimas áreas do cérebro a se atrofiar à medida em que a doença progride. "O que parece acontecer é que uma música conhecida serve de trilha sonora para um filme mental que começa a tocar em nossa cabeça", disse o especialista. "Ela traz de volta as lembranças de uma pessoa ou um lugar, e você pode de repente ver o rosto daquela pessoa na sua mente". "Agora podemos ver a associação entre essas duas coisas - música e memória".

E já que estamos falando em música, no vídeo abaixo. vejam que experiência interessante.
As escadas de um metrô em Estocolmo, na Suécia, se transformaram em um piano gigante. À medida que os pés pisam em um degrau, ele toca uma nota diferente. Vídeo mostra que crianças, adultos e idosos dispensaram a rolante




Fonte: BBC
LONGEVIDADE

agosto 02, 2009

Cuidando do Portador da DA

LONGEVIDADE


Cuidar de uma pessoa portadora de *DA pode ser difícil em alguns momentos. Requer principalmente amor, solidariedade e tudo que estas duas palavras englobam: paciência, dedicação e, sobretudo, uma assistência que merece a divisão de tarefas entre os familiares, visto que os cuidados exigem atenção diuturna, gerando grande desgaste físico e emocional para aqueles que lidam diretamente com o portador. Frente à DA e a todos os problemas inerentes a ela, contamos atualmente com uma poderosa arma: a INFORMAÇÃO. Somente com o conhecimento do que é e do que será, teremos condições de enfrentar tão árdua tarefa. Portanto, VAMOS UNIR FORÇAS!! Para facilitar o seu trabalho, selecionamos algumas “dicas” que podem auxiliá-lo no seu dia-a-dia:

* Doença de Alzheimer

Estabeleça rotinas, mas mantenha a normalidade: uma rotina pode facilitar as atividades que você deverá fazer e, ao mesmo tempo, estruturar um novo sistema de vida. A rotina pode representar segurança para o portador; porém, embora ela possa ajudar, é importante manter a normalidade da vida familiar; procure tratar o portador da mesma forma como o tratava antes da doença;

Incentive a independência: é necessário que o portador receba estímulos à sua independência. Faça com ele e não por ele, respeite e preserve sua capacidade atual de realizar atividades de vida diária. Supervisione, auxilie e faça por ele apenas quando não houver nenhuma capacidade para execução de determinada tarefa. Isto o ajudará a manter a auto-estima, o respeito próprio e, conseqüentemente, diminuirá a ansiedade do familiar;

Ajude o portador a manter sua dignidade: lembre-se que a pessoa de quem você cuida é ainda um indivíduo com sentimentos. O que você ou outros familiares fazem ou falam em sua presença pode perturbá-lo. Evite discutir sobre as condições do portador na sua presença;

Evite confrontos: qualquer tipo de conflito pode causar estresse desnecessário em você e/ou no portador. Evite chamar atenção e mantenha a calma de maneira que a situação não piore. Lembre-se que por mais que pareça proposital, é a doença que ocasiona momentos de agitação, agressividade, etc. NÃO é culpa do portador. Tente identificar qual ou quais fatores podem ser responsáveis pela alteração apresentada e, a partir daí, trabalhe para eliminá-los;

Faça perguntas simples: mantenha uma conversa simples, sem incluir vários pensamentos, idéias ou escolhas; as perguntas devem possibilitar respostas como “sim” ou “não”; perguntar “você quer laranja?” é melhor do que “que fruta você gostaria de comer?”.

Mantenha seu senso de humor: procure rir com (e não rir do) o portador de DA. Algumas situações podem parecer engraçadas para você, mas não são para ele. Mantenha um humor saudável e respeitoso, ele ajuda a diminuir o estresse.

Torne a casa segura: a dificuldade motora e a perda de memória podem aumentar a possibilidade de quedas. Por isso, você deve trazer o máximo de segurança para sua casa: verifique tapetes, mesas de centro, móveis com quina, objetos de decoração, escadas, banheiras, janelas, piscinas, etc.

Encoraje o exercício e a saúde física: em alguns casos, o exercício físico pode colaborar para que o portador mantenha suas habilidades físicas e mentais por um tempo maior. O exercício apropriado depende da condição de cada pessoa. Consulte o médico para melhores informações.

Ajude a manter as habilidades pessoais: algumas atividades podem incentivar a dignidade e o respeito próprio, dando propósito e significado à vida. Uma pessoa que antes foi uma dona de casa, um motorista, um professor ou um executivo pode ter maior satisfação usando algumas das habilidades relacionadas ao seu serviço anterior. Lembre-se, entretanto, que a DA é progressiva e os gostos ou habilidades das pessoas acometidas pela doença fatalmente mudarão com o tempo. Conhecer estes detalhes exigirá de você, familiar/cuidador, maior observação para que, dessa forma, seja possível um planejamento de atividades compatíveis com o grau de dependência apresentado pelo portador.

Mantenha a comunicação: com o avanço da doença, a comunicação entre você e o portador pode tornar-se mais difícil. As seguintes dicas poderão ajudá-lo:


- tenha certeza de que a atenção do portador não está sendo prejudicada por outros fatores;
- fale clara e pausadamente, frente a frente e olhando nos seus olhos;
- demonstre amor através do contato físico;
- preste atenção na linguagem corporal – pessoas que perdem a comunicação verbal, comunicam-se muito com os gestos;
- procure identificar as lembranças ou palavras-chave que podem ajudá-lo a comunicar-se efetivamente com o portador.

Use artifícios de memória: para alguns portadores, o uso de artifícios de memória pode ajudá-lo a lembrar de ações cotidianas e prevenir confusões como, por exemplo: mostre fotografias dos familiares com seus nomes para ajudá-lo a reconhecer quem é quem no ambiente familiar, coloque placas indicativas nas portas identificando o quarto, o banheiro, etc. Lembre-se, porém, que com o avançar da doença estes artifícios não mais terão o resultado esperado.

ABRAZ

LONGEVIDADE

Cuidando do Portador da DA

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Cuidar de uma pessoa portadora de *DA pode ser difícil em alguns momentos. Requer principalmente amor, solidariedade e tudo que estas duas palavras englobam: paciência, dedicação e, sobretudo, uma assistência que merece a divisão de tarefas entre os familiares, visto que os cuidados exigem atenção diuturna, gerando grande desgaste físico e emocional para aqueles que lidam diretamente com o portador. Frente à DA e a todos os problemas inerentes a ela, contamos atualmente com uma poderosa arma: a INFORMAÇÃO. Somente com o conhecimento do que é e do que será, teremos condições de enfrentar tão árdua tarefa. Portanto, VAMOS UNIR FORÇAS!! Para facilitar o seu trabalho, selecionamos algumas “dicas” que podem auxiliá-lo no seu dia-a-dia:

* Doença de Alzheimer

Estabeleça rotinas, mas mantenha a normalidade: uma rotina pode facilitar as atividades que você deverá fazer e, ao mesmo tempo, estruturar um novo sistema de vida. A rotina pode representar segurança para o portador; porém, embora ela possa ajudar, é importante manter a normalidade da vida familiar; procure tratar o portador da mesma forma como o tratava antes da doença;

Incentive a independência: é necessário que o portador receba estímulos à sua independência. Faça com ele e não por ele, respeite e preserve sua capacidade atual de realizar atividades de vida diária. Supervisione, auxilie e faça por ele apenas quando não houver nenhuma capacidade para execução de determinada tarefa. Isto o ajudará a manter a auto-estima, o respeito próprio e, conseqüentemente, diminuirá a ansiedade do familiar;

Ajude o portador a manter sua dignidade: lembre-se que a pessoa de quem você cuida é ainda um indivíduo com sentimentos. O que você ou outros familiares fazem ou falam em sua presença pode perturbá-lo. Evite discutir sobre as condições do portador na sua presença;

Evite confrontos: qualquer tipo de conflito pode causar estresse desnecessário em você e/ou no portador. Evite chamar atenção e mantenha a calma de maneira que a situação não piore. Lembre-se que por mais que pareça proposital, é a doença que ocasiona momentos de agitação, agressividade, etc. NÃO é culpa do portador. Tente identificar qual ou quais fatores podem ser responsáveis pela alteração apresentada e, a partir daí, trabalhe para eliminá-los;

Faça perguntas simples: mantenha uma conversa simples, sem incluir vários pensamentos, idéias ou escolhas; as perguntas devem possibilitar respostas como “sim” ou “não”; perguntar “você quer laranja?” é melhor do que “que fruta você gostaria de comer?”.

Mantenha seu senso de humor: procure rir com (e não rir do) o portador de DA. Algumas situações podem parecer engraçadas para você, mas não são para ele. Mantenha um humor saudável e respeitoso, ele ajuda a diminuir o estresse.

Torne a casa segura: a dificuldade motora e a perda de memória podem aumentar a possibilidade de quedas. Por isso, você deve trazer o máximo de segurança para sua casa: verifique tapetes, mesas de centro, móveis com quina, objetos de decoração, escadas, banheiras, janelas, piscinas, etc.

Encoraje o exercício e a saúde física: em alguns casos, o exercício físico pode colaborar para que o portador mantenha suas habilidades físicas e mentais por um tempo maior. O exercício apropriado depende da condição de cada pessoa. Consulte o médico para melhores informações.

Ajude a manter as habilidades pessoais: algumas atividades podem incentivar a dignidade e o respeito próprio, dando propósito e significado à vida. Uma pessoa que antes foi uma dona de casa, um motorista, um professor ou um executivo pode ter maior satisfação usando algumas das habilidades relacionadas ao seu serviço anterior. Lembre-se, entretanto, que a DA é progressiva e os gostos ou habilidades das pessoas acometidas pela doença fatalmente mudarão com o tempo. Conhecer estes detalhes exigirá de você, familiar/cuidador, maior observação para que, dessa forma, seja possível um planejamento de atividades compatíveis com o grau de dependência apresentado pelo portador.

Mantenha a comunicação: com o avanço da doença, a comunicação entre você e o portador pode tornar-se mais difícil. As seguintes dicas poderão ajudá-lo:


- tenha certeza de que a atenção do portador não está sendo prejudicada por outros fatores;
- fale clara e pausadamente, frente a frente e olhando nos seus olhos;
- demonstre amor através do contato físico;
- preste atenção na linguagem corporal – pessoas que perdem a comunicação verbal, comunicam-se muito com os gestos;
- procure identificar as lembranças ou palavras-chave que podem ajudá-lo a comunicar-se efetivamente com o portador.

Use artifícios de memória: para alguns portadores, o uso de artifícios de memória pode ajudá-lo a lembrar de ações cotidianas e prevenir confusões como, por exemplo: mostre fotografias dos familiares com seus nomes para ajudá-lo a reconhecer quem é quem no ambiente familiar, coloque placas indicativas nas portas identificando o quarto, o banheiro, etc. Lembre-se, porém, que com o avançar da doença estes artifícios não mais terão o resultado esperado.

ABRAZ

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