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novembro 08, 2010

Doença de Parkinson

Em 1817, James Parkinson descreveu pela primeira vez uma doença neurológica que compromete os movimentos e que acabou sendo conhecida pelo nome de doença de Parkinson. Apesar de já fazer muito tempo que isso aconteceu, os leigos continuam associando essa enfermidade apenas à imagem de pessoas de mais idade que tremem muito. No entanto, além de tremores, a pessoa com Parkinson apresenta outros sintomas, como lentificação dos movimentos, rigidez muscular e alterações na fala e na escrita.
A evolução natural da doença que ocorria antigamente sem que nada se pudesse fazer para interferir no processo, hoje não faz mais sentido. Tratamentos modernos aliviam os sintomas, controlam a evolução da doença e permitem manter os doentes em atividade e gozando de boa qualidade de vida.
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Doença de Parkinson

Em 1817, James Parkinson descreveu pela primeira vez uma doença neurológica que compromete os movimentos e que acabou sendo conhecida pelo nome de doença de Parkinson. Apesar de já fazer muito tempo que isso aconteceu, os leigos continuam associando essa enfermidade apenas à imagem de pessoas de mais idade que tremem muito. No entanto, além de tremores, a pessoa com Parkinson apresenta outros sintomas, como lentificação dos movimentos, rigidez muscular e alterações na fala e na escrita.
A evolução natural da doença que ocorria antigamente sem que nada se pudesse fazer para interferir no processo, hoje não faz mais sentido. Tratamentos modernos aliviam os sintomas, controlam a evolução da doença e permitem manter os doentes em atividade e gozando de boa qualidade de vida.
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junho 08, 2010

6 dicas para idosos com Doença de Parkinson

Estudos mostram que cerca de 200 mil pessoas com mais de 60 anos no Brasil são portadores do Mal de Parkinson, doença neurológica que compromete os movimentos, causando tremores, rigidez muscular, lentidão de movimentos, alterações de fala e escrita.

Se não diagnosticado precocemente e tratado adequadamente, o Mal de Parkinson pode se tornar uma doença incapacitante.


1. Deixe o caminho livre de obstáculos em casa (tapetes, fios elétricos, entre outros), o treino para ultrapassá-los deve ser aplicado somente em ambiente terapêutico;

2. Utilize copos de plástico, barbeador elétrico e outros itens domésticos que evitem como que o idoso se machuque ao executar alguma tarefa;

3. Estimule sua independência! Deixe-o fazer tarefas de casa que não gerem risco à sua saúde, mas que o façam sentir necessário no ambiente familiar;

4. Dê ritmo e separe as atividades do dia-a-dia em etapas como, por exemplo, sentar e levantar de um sofá ao toque de “1,2,3 levante”, “1,2,3 vamos andar”, “1,2,3 vamos nos sentar”;

5. Estimule os músculos faciais utilizando canudo na bebida;

6. Aproveite o tempo em que o idoso está sob a ação da medicação para o Parkinson para caminhar um pouco e realizar outras tarefas que lhe dão prazer.

Fonte: Associação Brasil Parkinson

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6 dicas para idosos com Doença de Parkinson

Estudos mostram que cerca de 200 mil pessoas com mais de 60 anos no Brasil são portadores do Mal de Parkinson, doença neurológica que compromete os movimentos, causando tremores, rigidez muscular, lentidão de movimentos, alterações de fala e escrita.

Se não diagnosticado precocemente e tratado adequadamente, o Mal de Parkinson pode se tornar uma doença incapacitante.


1. Deixe o caminho livre de obstáculos em casa (tapetes, fios elétricos, entre outros), o treino para ultrapassá-los deve ser aplicado somente em ambiente terapêutico;

2. Utilize copos de plástico, barbeador elétrico e outros itens domésticos que evitem como que o idoso se machuque ao executar alguma tarefa;

3. Estimule sua independência! Deixe-o fazer tarefas de casa que não gerem risco à sua saúde, mas que o façam sentir necessário no ambiente familiar;

4. Dê ritmo e separe as atividades do dia-a-dia em etapas como, por exemplo, sentar e levantar de um sofá ao toque de “1,2,3 levante”, “1,2,3 vamos andar”, “1,2,3 vamos nos sentar”;

5. Estimule os músculos faciais utilizando canudo na bebida;

6. Aproveite o tempo em que o idoso está sob a ação da medicação para o Parkinson para caminhar um pouco e realizar outras tarefas que lhe dão prazer.

Fonte: Associação Brasil Parkinson

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