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setembro 28, 2010

Os idosos nas eleições.

 
Nas eleições existe uma parcela da população que não é obrigada a votar, mas ainda assim não abrem mão de exercer a cidadania porque julga importante a participação na política do País. São os idosos com mais de 70 anos que não têm mais a obrigatoriedade de votar, de acordo com a legislação eleitoral.Em Ribeirão Preto, segundo o último Censo 2000, pelo menos 22.651 idosos estavam nesta condição. Os que continuam a votar não se preocupam com as limitações físicas da idade e fazem questão de ir às urnas.
O casal Rui Fonseca, de 91 anos, e Elydia Farinha Fonseca, de 87 anos, representa o que se convencionou a chamar de exemplos de eleitores: mesmo com a idade avançada ainda votam e são politicamente ativos.  Eles se informam e analisam as propostas e a história de cada candidato.Rui confessa que já foi até convidado para ser candidato, mas não aceitou. "O meu envolvimento com a política é somente avaliar os candidatos e votar", diz o aposentado, garantindo que sempre acertou na maioria das vezes. "Sempre escolhi bem."Mesmo um pouco descrente com a política atual, Elydia ainda assim no dia da eleição acorda bem cedo e é uma das primeiras a chegar à seção, sempre na companhia do marido. "Investigo o passado do candidato para saber se é verdade o que ele está falando", conta.
Para conhecer os políticos que disputam esta eleição, o casal não perde o horário eleitoral da TV. "Quantos corruptos que conhecemos parecem honestos na TV, logo identificamos o truque", garante Elydia.
Momento históricoO casal também lembra de um momento marcante da história do país - a eleição de 1950, quando Getúlio Vargas foi eleito novamente presidente. "Gostava da ideologia do partido dele", conta Fonseca. Além de Vargas, Elydia também relembra a queda de Fernando Collor de Mello em 1992. "Foi uma decepção porque votamos nele, acreditamos na sua competência", afirma a aposentada.
Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Os idosos nas eleições.

 
Nas eleições existe uma parcela da população que não é obrigada a votar, mas ainda assim não abrem mão de exercer a cidadania porque julga importante a participação na política do País. São os idosos com mais de 70 anos que não têm mais a obrigatoriedade de votar, de acordo com a legislação eleitoral.Em Ribeirão Preto, segundo o último Censo 2000, pelo menos 22.651 idosos estavam nesta condição. Os que continuam a votar não se preocupam com as limitações físicas da idade e fazem questão de ir às urnas.
O casal Rui Fonseca, de 91 anos, e Elydia Farinha Fonseca, de 87 anos, representa o que se convencionou a chamar de exemplos de eleitores: mesmo com a idade avançada ainda votam e são politicamente ativos.  Eles se informam e analisam as propostas e a história de cada candidato.Rui confessa que já foi até convidado para ser candidato, mas não aceitou. "O meu envolvimento com a política é somente avaliar os candidatos e votar", diz o aposentado, garantindo que sempre acertou na maioria das vezes. "Sempre escolhi bem."Mesmo um pouco descrente com a política atual, Elydia ainda assim no dia da eleição acorda bem cedo e é uma das primeiras a chegar à seção, sempre na companhia do marido. "Investigo o passado do candidato para saber se é verdade o que ele está falando", conta.
Para conhecer os políticos que disputam esta eleição, o casal não perde o horário eleitoral da TV. "Quantos corruptos que conhecemos parecem honestos na TV, logo identificamos o truque", garante Elydia.
Momento históricoO casal também lembra de um momento marcante da história do país - a eleição de 1950, quando Getúlio Vargas foi eleito novamente presidente. "Gostava da ideologia do partido dele", conta Fonseca. Além de Vargas, Elydia também relembra a queda de Fernando Collor de Mello em 1992. "Foi uma decepção porque votamos nele, acreditamos na sua competência", afirma a aposentada.
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