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outubro 10, 2010

Postura correta no computador

<a href="http://video.msn.com/?mkt=pt-br&amp;brand=v5%5E544x306&amp;from=sp&amp;vid=757009ec-abaf-4c3b-a8bc-eb41ee393c56" target="_new" title="Postura certa no computador">Video: Postura certa no computador</a>Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Postura correta no computador

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julho 14, 2010

Falta de umidade no ar: recomendações para evitar efeitos danosos na saúde

O INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária, tendo em vista os baixos índices de umidade relativa do ar verificado em várias localidades do país durante o período de inverno , divulga uma série de recomendações para evitar efeitos danosos na saúde das pessoas

Nunca é demais lembrar que nos grandes centros urbanos, além da baixa unidade relativa do ar, ainda temos a questão da poluição atmosférica o que pode agravar ainda mais alguns sintomas entre os quais se destacam:

 inflamação das vias aéreas superiores, podendo desencadear sensação de secura e ressecamento da mucosa nasal, sangramento e, obstrução nasal, espirros, dificuldade para respirar, tosse, crises de asma e rinite.
 aumento da possibilidade de ocorrência de conjuntivites alérgicas, com a irritação ocular por ressecamento ressecamento e irritação da pele  sensação de cansaço e falta de ar

Por conta destes problemas o especialista em saúde pública e vigilância sanitária , Rui Dammenhain, recomenda os seguintes cuidados:

 Evite fazer exercícios físicos intensos principalmente em vias de elevado tráfego de veículos;
 Manter hidratação adequada, especialmente em crianças idosos ( cinco à seis copos de água por dia);
 Umidificar o ambiente domiciliar , principalmente o quarto de dormir com o uso de vaporizador, umidificador, recipientes com água, e toalhas úmidas
 Utilizar colírios umidificantes (NUNCA SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA)
 Pingar diariamente cerca de 3 à 4 gotas de soro fisiológico nas narinas
 Usar cremes hidratantes


Fonte: gecom@inbravisa.com.br 
Tel (11)3672.1300


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Falta de umidade no ar: recomendações para evitar efeitos danosos na saúde

O INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária, tendo em vista os baixos índices de umidade relativa do ar verificado em várias localidades do país durante o período de inverno , divulga uma série de recomendações para evitar efeitos danosos na saúde das pessoas

Nunca é demais lembrar que nos grandes centros urbanos, além da baixa unidade relativa do ar, ainda temos a questão da poluição atmosférica o que pode agravar ainda mais alguns sintomas entre os quais se destacam:

 inflamação das vias aéreas superiores, podendo desencadear sensação de secura e ressecamento da mucosa nasal, sangramento e, obstrução nasal, espirros, dificuldade para respirar, tosse, crises de asma e rinite.
 aumento da possibilidade de ocorrência de conjuntivites alérgicas, com a irritação ocular por ressecamento ressecamento e irritação da pele  sensação de cansaço e falta de ar

Por conta destes problemas o especialista em saúde pública e vigilância sanitária , Rui Dammenhain, recomenda os seguintes cuidados:

 Evite fazer exercícios físicos intensos principalmente em vias de elevado tráfego de veículos;
 Manter hidratação adequada, especialmente em crianças idosos ( cinco à seis copos de água por dia);
 Umidificar o ambiente domiciliar , principalmente o quarto de dormir com o uso de vaporizador, umidificador, recipientes com água, e toalhas úmidas
 Utilizar colírios umidificantes (NUNCA SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA)
 Pingar diariamente cerca de 3 à 4 gotas de soro fisiológico nas narinas
 Usar cremes hidratantes


Fonte: gecom@inbravisa.com.br 
Tel (11)3672.1300


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junho 27, 2010

Conheça os segredos da pressão alta para vencê-la


APRESENTAÇÃO

Para vencer um inimigo é preciso conhecer os seus pontos fortes e as suas fraquezas. O mesmo acontece com a pressão alta: para vencer esta “inimiga silenciosa” você precisa conhecer os seus segredos. Leia as informações a seguir e crie a sua própria maneira de lutar contra a pressão alta e vencê-la.
Os especialistas em pressão alta da Liga de Hipertensão do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Prof. Décio Mion Jr,  e Profa. Angela Pierin, que já conseguiram fazer com que centenas de pessoas hipertensas vencessem a doença, escreveram estas orientações para você. Eles explicam as melhores maneiras de enfrentar a pressão alta para mantê-la sobre controle.

Como especialistas, eles sabem o quanto é difícil para os pacientes tomar os remédios diariamente e seguir todas as orientações do médico para fazer exercícios, seguir dieta, comer alimentos com pouco sal e tomar bebidas alcoólicas em pequena quantidade. Por outro lado, eles também sabem que todas as pessoas que venceram as dificuldades iniciais para terem uma vida mais saudável estão muito felizes, satisfeitas com elas mesmas e com a pressão controlada.

Seja você também um desses felizardos. Não encurte sua vida. Não passe a velhice com baixa qualidade de vida, preso a uma cama por causa da pressão alta. Faça parte do nosso time. Boa sorte! Vá à luta. Estamos torcendo por você.

O QUE É PRESSÃO ALTA?

A pressão alta, também chamada de hipertensão arterial, é uma doença que ataca 1 em cada 5 brasileiros, chegando à razão de 1 para 2 entre as pessoas mais idosas. A pressão alta é uma doença traiçoeira porque, geralmente, as pessoas não sentem nada quando a pressão sobe. Por isso, ela é chamada de “assassina silenciosa”. Ela vai, de mansinho, deixando os vasos por onde circula, doentes, estreitados e endurecidos.
Dessa forma, os vasos podem estourar, como acontece no derrame, ou entupir, como ocorre no infarto ou na paralisação dos rins. Esses são os riscos da pressão alta não tratada e sem controle.

Conheça bem a sua inimiga: ela acaba com os vasos, o que pode causar um derrame, um infarto ou uma paralisação dos rins.

PORQUE TENHO PRESSÃO ALTA?

A pressão alta não escolhe a quem atacar. Ataca qualquer pessoa. Podem ser homens ou mulheres, jovens, idosos ou crianças, ricos ou pobres, brancos ou negros, pessoas calmas ou nervosas. Qualquer um de nós pode ter a doença.

Conheça bem a sua inimiga: ninguém está livre da pressão alta.

QUAL É A CAUSA DA PRESSÃO ALTA?

A sua causa ainda é desconhecida. Na maioria dos casos, o problema passa de pai para filho. O fato de ter pai, mãe ou avós hipertensos faz com que você tenha mais chances de ter a doença.
Além disso, outros fatores também contribuem para o aparecimento da pressão alta, tais como: excesso de sal e de bebidas alcoólicas, peso acima do ideal e vida sedentária, sem exercícios.

Conheça bem a sua inimiga: quando existem familiares com pressão alta, a chance de se ter a doença é maior e, por isso, torna-se ainda mais importante manter o peso, praticar atividade física regularmente, não exagerar no sal e nas bebidas alcoólicas.

PRESSÃO ALTA TEM CURA?

A maioria das pessoas que tem pressão alta não se cura da doença, consegue apenas controlar a pressão e manter uma vida normal. Um tratamento correto da pressão alta permite que você tenha uma boa qualidade de vida, além de evitar um eventual derrame, infarto ou paralisação dos rins.

Conheça bem a sua inimiga: trate a pressão corretamente para ter uma boa qualidade de vida.

O TRATAMENTO DURA QUANTO TEMPO?

Como a pressão alta não tem cura, o tratamento é para toda vida. É necessário estar sempre em tratamento para manter a doença controlada porque, quando o remédio é interrompido por um dia, a pressão pode subir. Por isso, é muito importante tomar os remédios todos os dias. Interromper o tratamento por conta própria é arriscado, pois pode aumentar abruptamente a pressão e trazer sérias conseqüências.

Conheça bem a sua inimiga: tome os remédios todos os dias para obter todos os benefícios do tratamento.

COMO TRATAR A PRESSÃO ALTA?

O tratamento deve ser feito com os remédios que controlam a pressão, juntamente com mudanças nos hábitos diários, tais como: reduzir a quantidade de sal e de bebidas alcoólicas, manter o peso ideal e praticar exercícios físicos regularmente. Algumas vezes, é possível controlar a pressão somente por meio das mudanças nos hábitos de vida.
Apenas o médico pode saber qual o remédio mais adequado para controlar a sua pressão.
Os remédios para o tratamento da pressão alta fazem os vasos se dilatarem até baixarem a pressão para os níveis considerados normais – hoje se sabe que o melhor é manter a pressão abaixo de 13/8.

Conheça bem a sua inimiga: não basta tomar remédios; faça também as mudanças necessárias nos seus hábitos diários o quanto antes. Os grandes benefícios só acontecem com as grandes mudanças.

COMO DEVO TOMAR OS REMÉDIOS? COMO FAZER PARA NÃO ESQUECER DE TOMÁ-LOS?

O uso do remédio deve ser contínuo. Os remédios devem ser tomados todos os dias, na dose e nos horários recomendados, para manter constante a sua atuação no organismo. Geralmente, uma dose ao dia é o suficiente para controlar a pressão, embora algumas pessoas precisem tomar remédios duas a três vezes ao dia. Procure associar a ingestão dos remédios com atividades cotidianas como no café da manhã, almoço ou jantar, ao deitar, acordar ou escovar os dentes.

Mantenha os remédios em locais visíveis – próximo a geladeira, televisão ou escova de dentes – e longe do alcance das crianças. Não deixe que os remédios acabem totalmente: compre sempre uma nova caixa antes de terminar a que você está usando e não corra o risco de ficar sem remédio.
Se possível, mantenha uma caixa de remédios em casa e outra no trabalho, pois no caso de você se esquecer de tomar o medicamento em casa, poderá fazê-lo no trabalho. Ao viajar, leve uma quantidade suficiente do remédio para o período em que estiver fora.

O envolvimento de outros familiares também poderá ajudá-lo a não se esquecer de tomar o remédio; por isso solicite ajuda. Não interrompa o tratamento porque o remédio acabou ou porque acha que está curado. Lembre-se: sua pressão estará sob controle apenas se você seguir o tratamento corretamente.

Conheça bem a sua inimiga: estabeleça uma rotina para lembrar dos remédios todos os dias e evitar que a pressão suba.

CASO ME SINTA MAL COM OS REMÉDIOS, O QUE DEVO FAZER?

Nunca interrompa o tratamento por conta própria. As pessoas reagem de maneiras diferente aos medicamentos. É necessário paciência até acertar o tipo e as doses ideais do remédio que controla melhor sua pressão. Caso sinta algo diferente, procure seu médico; se necessário, ele poderá mudar a medicação. Só ele pode saber qual o melhor remédio para seu bem-estar e controle da pressão.

Conheça bem a sua inimiga: nem sempre é possível controlar a pressão logo na primeira consulta. Se você contar para seu médico tudo o que sente, ele saberá qual o melhor remédio para combater a pressão alta.

COMO SABER SE A PRESSÃO ESTÁ CONTROLADA?

A pressão alta, na maioria das vezes, não apresenta sintomas específicos. Algumas pessoas se queixam de dor de cabeça, dor na nuca ou zumbido nos ouvidos. No entanto, esses sintomas não são específicos para pressão alta, pois podem estar relacionados a outros problemas de saúde. A única maneira de saber se a pressão está alta é fazendo a medição.

Normalmente, a pressão varia bastante durante as 24 horas do dia; ela se altera com a atividade física, com o sono e com as emoções. Por essa razão é que o médico mede a pressão mais de uma vez nas consultas. Às vezes, é necessário fazer um exame que mede a pressão por 24 horas, enquanto a pessoa realiza as suas atividades diárias. Esse exame, denominado Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA), serve para saber se a pressão está mesmo controlada durante o dia e  a noite.

Conheça bem a sua amiga: o único jeito de saber se a pressão está mesmo controlada é medindo a pressão.

QUEM PODE ME AJUDAR?

A sua família, os seus amigos e o seu médico. Vocês formam um time. Juntos, podem baixar a pressão e mantê-la sob controle; porém, para que isso aconteça é importante que você deixe seu médico ajudá-lo. É importante que ele conheça seus sentimentos, suas facilidades e dificuldades para fazer o tratamento. Aponte todas as suas dúvidas quando for às consultas. Não faça modificação no tratamento por conta própria, sempre o consulte.

Peça para seu médico esquematizar o plano de tratamento em cada consulta, incluindo dose e horários dos medicamentos, dieta e atividades físicas. Se ele pedir para você medir a pressão em casa, faça-o antes de tomar os remédios e repasse os valores para ele. Se você tiver dúvida sobre as modificações do remédio em seu organismo, discuta com seu médico.

Conheça bem sua inimiga: trabalhando com sua família, seus amigos e seu médico, a pressão alta será derrotada e você vencerá a “assassina silenciosa”.

Prof. Décio Mion Jr - Professor livre-docente
Angela M. G. Pierin -  Professora Doutora Chefe da Unidade de Hipertensão do Hospital das Clínicas
Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica Disciplina de Nefrologia da Faculdade  de Medicina da Universidade de São Paulo - Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo


Apoio: Laboratório MERCK SHARP & DOHME
Liga de Hipertensão do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo

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Conheça os segredos da pressão alta para vencê-la


APRESENTAÇÃO

Para vencer um inimigo é preciso conhecer os seus pontos fortes e as suas fraquezas. O mesmo acontece com a pressão alta: para vencer esta “inimiga silenciosa” você precisa conhecer os seus segredos. Leia as informações a seguir e crie a sua própria maneira de lutar contra a pressão alta e vencê-la.
Os especialistas em pressão alta da Liga de Hipertensão do Hospital das Clínicas, em São Paulo, Prof. Décio Mion Jr,  e Profa. Angela Pierin, que já conseguiram fazer com que centenas de pessoas hipertensas vencessem a doença, escreveram estas orientações para você. Eles explicam as melhores maneiras de enfrentar a pressão alta para mantê-la sobre controle.

Como especialistas, eles sabem o quanto é difícil para os pacientes tomar os remédios diariamente e seguir todas as orientações do médico para fazer exercícios, seguir dieta, comer alimentos com pouco sal e tomar bebidas alcoólicas em pequena quantidade. Por outro lado, eles também sabem que todas as pessoas que venceram as dificuldades iniciais para terem uma vida mais saudável estão muito felizes, satisfeitas com elas mesmas e com a pressão controlada.

Seja você também um desses felizardos. Não encurte sua vida. Não passe a velhice com baixa qualidade de vida, preso a uma cama por causa da pressão alta. Faça parte do nosso time. Boa sorte! Vá à luta. Estamos torcendo por você.

O QUE É PRESSÃO ALTA?

A pressão alta, também chamada de hipertensão arterial, é uma doença que ataca 1 em cada 5 brasileiros, chegando à razão de 1 para 2 entre as pessoas mais idosas. A pressão alta é uma doença traiçoeira porque, geralmente, as pessoas não sentem nada quando a pressão sobe. Por isso, ela é chamada de “assassina silenciosa”. Ela vai, de mansinho, deixando os vasos por onde circula, doentes, estreitados e endurecidos.
Dessa forma, os vasos podem estourar, como acontece no derrame, ou entupir, como ocorre no infarto ou na paralisação dos rins. Esses são os riscos da pressão alta não tratada e sem controle.

Conheça bem a sua inimiga: ela acaba com os vasos, o que pode causar um derrame, um infarto ou uma paralisação dos rins.

PORQUE TENHO PRESSÃO ALTA?

A pressão alta não escolhe a quem atacar. Ataca qualquer pessoa. Podem ser homens ou mulheres, jovens, idosos ou crianças, ricos ou pobres, brancos ou negros, pessoas calmas ou nervosas. Qualquer um de nós pode ter a doença.

Conheça bem a sua inimiga: ninguém está livre da pressão alta.

QUAL É A CAUSA DA PRESSÃO ALTA?

A sua causa ainda é desconhecida. Na maioria dos casos, o problema passa de pai para filho. O fato de ter pai, mãe ou avós hipertensos faz com que você tenha mais chances de ter a doença.
Além disso, outros fatores também contribuem para o aparecimento da pressão alta, tais como: excesso de sal e de bebidas alcoólicas, peso acima do ideal e vida sedentária, sem exercícios.

Conheça bem a sua inimiga: quando existem familiares com pressão alta, a chance de se ter a doença é maior e, por isso, torna-se ainda mais importante manter o peso, praticar atividade física regularmente, não exagerar no sal e nas bebidas alcoólicas.

PRESSÃO ALTA TEM CURA?

A maioria das pessoas que tem pressão alta não se cura da doença, consegue apenas controlar a pressão e manter uma vida normal. Um tratamento correto da pressão alta permite que você tenha uma boa qualidade de vida, além de evitar um eventual derrame, infarto ou paralisação dos rins.

Conheça bem a sua inimiga: trate a pressão corretamente para ter uma boa qualidade de vida.

O TRATAMENTO DURA QUANTO TEMPO?

Como a pressão alta não tem cura, o tratamento é para toda vida. É necessário estar sempre em tratamento para manter a doença controlada porque, quando o remédio é interrompido por um dia, a pressão pode subir. Por isso, é muito importante tomar os remédios todos os dias. Interromper o tratamento por conta própria é arriscado, pois pode aumentar abruptamente a pressão e trazer sérias conseqüências.

Conheça bem a sua inimiga: tome os remédios todos os dias para obter todos os benefícios do tratamento.

COMO TRATAR A PRESSÃO ALTA?

O tratamento deve ser feito com os remédios que controlam a pressão, juntamente com mudanças nos hábitos diários, tais como: reduzir a quantidade de sal e de bebidas alcoólicas, manter o peso ideal e praticar exercícios físicos regularmente. Algumas vezes, é possível controlar a pressão somente por meio das mudanças nos hábitos de vida.
Apenas o médico pode saber qual o remédio mais adequado para controlar a sua pressão.
Os remédios para o tratamento da pressão alta fazem os vasos se dilatarem até baixarem a pressão para os níveis considerados normais – hoje se sabe que o melhor é manter a pressão abaixo de 13/8.

Conheça bem a sua inimiga: não basta tomar remédios; faça também as mudanças necessárias nos seus hábitos diários o quanto antes. Os grandes benefícios só acontecem com as grandes mudanças.

COMO DEVO TOMAR OS REMÉDIOS? COMO FAZER PARA NÃO ESQUECER DE TOMÁ-LOS?

O uso do remédio deve ser contínuo. Os remédios devem ser tomados todos os dias, na dose e nos horários recomendados, para manter constante a sua atuação no organismo. Geralmente, uma dose ao dia é o suficiente para controlar a pressão, embora algumas pessoas precisem tomar remédios duas a três vezes ao dia. Procure associar a ingestão dos remédios com atividades cotidianas como no café da manhã, almoço ou jantar, ao deitar, acordar ou escovar os dentes.

Mantenha os remédios em locais visíveis – próximo a geladeira, televisão ou escova de dentes – e longe do alcance das crianças. Não deixe que os remédios acabem totalmente: compre sempre uma nova caixa antes de terminar a que você está usando e não corra o risco de ficar sem remédio.
Se possível, mantenha uma caixa de remédios em casa e outra no trabalho, pois no caso de você se esquecer de tomar o medicamento em casa, poderá fazê-lo no trabalho. Ao viajar, leve uma quantidade suficiente do remédio para o período em que estiver fora.

O envolvimento de outros familiares também poderá ajudá-lo a não se esquecer de tomar o remédio; por isso solicite ajuda. Não interrompa o tratamento porque o remédio acabou ou porque acha que está curado. Lembre-se: sua pressão estará sob controle apenas se você seguir o tratamento corretamente.

Conheça bem a sua inimiga: estabeleça uma rotina para lembrar dos remédios todos os dias e evitar que a pressão suba.

CASO ME SINTA MAL COM OS REMÉDIOS, O QUE DEVO FAZER?

Nunca interrompa o tratamento por conta própria. As pessoas reagem de maneiras diferente aos medicamentos. É necessário paciência até acertar o tipo e as doses ideais do remédio que controla melhor sua pressão. Caso sinta algo diferente, procure seu médico; se necessário, ele poderá mudar a medicação. Só ele pode saber qual o melhor remédio para seu bem-estar e controle da pressão.

Conheça bem a sua inimiga: nem sempre é possível controlar a pressão logo na primeira consulta. Se você contar para seu médico tudo o que sente, ele saberá qual o melhor remédio para combater a pressão alta.

COMO SABER SE A PRESSÃO ESTÁ CONTROLADA?

A pressão alta, na maioria das vezes, não apresenta sintomas específicos. Algumas pessoas se queixam de dor de cabeça, dor na nuca ou zumbido nos ouvidos. No entanto, esses sintomas não são específicos para pressão alta, pois podem estar relacionados a outros problemas de saúde. A única maneira de saber se a pressão está alta é fazendo a medição.

Normalmente, a pressão varia bastante durante as 24 horas do dia; ela se altera com a atividade física, com o sono e com as emoções. Por essa razão é que o médico mede a pressão mais de uma vez nas consultas. Às vezes, é necessário fazer um exame que mede a pressão por 24 horas, enquanto a pessoa realiza as suas atividades diárias. Esse exame, denominado Monitorização Ambulatorial da Pressão Arterial (MAPA), serve para saber se a pressão está mesmo controlada durante o dia e  a noite.

Conheça bem a sua amiga: o único jeito de saber se a pressão está mesmo controlada é medindo a pressão.

QUEM PODE ME AJUDAR?

A sua família, os seus amigos e o seu médico. Vocês formam um time. Juntos, podem baixar a pressão e mantê-la sob controle; porém, para que isso aconteça é importante que você deixe seu médico ajudá-lo. É importante que ele conheça seus sentimentos, suas facilidades e dificuldades para fazer o tratamento. Aponte todas as suas dúvidas quando for às consultas. Não faça modificação no tratamento por conta própria, sempre o consulte.

Peça para seu médico esquematizar o plano de tratamento em cada consulta, incluindo dose e horários dos medicamentos, dieta e atividades físicas. Se ele pedir para você medir a pressão em casa, faça-o antes de tomar os remédios e repasse os valores para ele. Se você tiver dúvida sobre as modificações do remédio em seu organismo, discuta com seu médico.

Conheça bem sua inimiga: trabalhando com sua família, seus amigos e seu médico, a pressão alta será derrotada e você vencerá a “assassina silenciosa”.

Prof. Décio Mion Jr - Professor livre-docente
Angela M. G. Pierin -  Professora Doutora Chefe da Unidade de Hipertensão do Hospital das Clínicas
Departamento de Enfermagem Médico-Cirúrgica Disciplina de Nefrologia da Faculdade  de Medicina da Universidade de São Paulo - Escola de Enfermagem Universidade de São Paulo


Apoio: Laboratório MERCK SHARP & DOHME
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maio 22, 2010

Quem cala consente a dor


Os sentimentos ruins são frutos de expectativas frustradas. Colocamos no outro ou naquela oportunidade a responsabilidade de resolver nossos problemas como se eles não fossem consequências dos nossos próprios atos, daí a mágoa e o ressentimento.

Na medida em que não extravasamos este sentimento e vamos dando a ele uma conotação negativa maior do que de fato ele deveria ter, sufocamos nossos limites emocionais e daí aparecem os sintomas físicos. "Todos nós criamos expectativas sobre a vida e toleramos até certo limite algumas frustrações. Quando elas extrapolam este limite, que é pessoal, e nos fazem sofrer, significa que algo está em desequilíbrio e é preciso resolver", explica Denise a psicóloga e coordenadora do Setor de Gerenciamento de Qualidade de Vida da Unifesp.

"O problema é que a maioria das pessoas acha que resolver os ressentimentos é resolver com o outro aquilo que está pendente, o que deve ser feito mesmo, porém, antes disso, é preciso entender o que te de fato te fez mal e porque ganhou tamanha dimensão na sua vida para daí buscar o equilíbrio", afirma a especialista da Unifesp.


Por que não consigo expressar meus sentimentos?
Muita gente costuma guardar a mágoa e os sentimentos ruins por não conseguir extravasar, daí vem à tristeza e a angústia. Isso acontece porque temos temperamentos e limites diferentes fazendo com que alguns levem sem traumas as decepções do dia a dia, enquanto outros guardem e fiquem remoendo as dores.
"É algo muito pessoal a forma que cada um reage às adversidades. Se você é tímido, reage de um jeito; se é inseguro, age de outra maneira. O importante nesta questão é perceber que quem cria a conotação negativa que gera a mágoa e o ressentimento somos nós. A pessoa pode até ter errado com você, mas a intensidade disso na sua vida quem dá é você mesmo", explica a psicóloga.

Sentimento reprimido = saúde em perigo
Segundo a psicóloga da Unifesp, a dor emocional se torna física quando a intensidade que damos ao fato que nos magoa chega a interferir na atividade cerebral de modo a dificultar o envio de estímulos nervosos responsáveis pela execução de algumas funções de nosso organismo. "O cérebro deixa de comandar alguma função e o corpo reage sinalizando onde está o problema", explica.

"A gente se adapta as novas situações, isso é um processo natural, porém, quando algo nos machuca a ponto de extrapolar nossos limites, a dor emocional bloqueia alguma função física que já é propensa a ter problemas ou intensifica os sintomas de alguma doença já existente", explica Denise.
Para ela, os sintomas emocionais podem acometer três áreas interdependentes das nossas vidas de modo a influenciar umas as outras de acordo com a origem do problema emocional. "Quando a pessoa tem uma doença que tem origem emocional, dificilmente consegue desempenhar com total desenvoltura suas atividades sociais e começa a dar sinais físicos. É um conjunto de fatores que se somam e vão se acumulando. Quando o corpo reage com sintomas de alguma doença é porque a pessoa extrapolou seu limite emocional e o organismo responde tentando eliminar a dor", explica.

Sintomas que podem estar relacionados à dor reprimida:

-Físicos: úlcera, hipertensão, alergias, asma, estresse e, a longo prazo, câncer.
-Psíquicos: irritabilidade, ansiedade, agressividade, nervosismo.
-Sociais: queda de desempenho no trabalho, tendência ao isolamento, apatia, conflitos domésticos, dentre outros.


Colocar em pratos limpos
É muito comum ouvirmos as pessoas dizendo que se temos um problema com alguém é melhor resolver e conversar para não guardar mágoa porque isso faz mal, porém, esta máxima nem sempre é a melhor opção para quem sofre com problema.

De acordo com Denise Diniz nem sempre as pessoas conseguem lidar com a dor que sentem. "Além disso, conversar com o outro que os magoou significa trair seus valores morais e isso as maltrata mais do que a mágoa ou a dor reprimida", explica ela. Nestes casos, é melhor trabalhar para que ela supere a dor e siga em frente.


Extravasar sim! Magoar não
Uma hora você estoura! Pois é, isso não é o problema, o grave é quando você o faz e desconta nos outros as dores que são suas, magoando as pessoas ao seu redor. Para evitar que isso aconteça e te ajudar a extravasar, a psicóloga dá algumas dicas:

1.Aceite que algo lhe incomoda sem medo de expor seus sentimentos, assim você não intensifica a dor remoendo mágoa dos outros.

2. Detecte o que de fato lhe fez mal para não sair atirando para todos os lados.

3. Não crie expectativas em relação ao outro para não se decepcionar depois. "Só você pode curar sua dor, não adianta achar que o outro vai te livrar do sofrimento", diz Denise.

4. Busque em você e na sua vida todos os recursos que podem te ajudar a superar esta dor: amigos, praticar esportes, terapia, entre outros. "Se pergunte quais destas possibilidades fariam mais efeito na hora de trabalhar a dor que está te maltratando e corra atrás dela. Nem sempre o que lhe indicam é o melhor para você e, às vezes, uma conversa franca é mais útil do que uma consulta", explica.

5. Trabalhe sua autoestima: "As pessoas te maltratam se você deixa que isso aconteça. É você quem escolhe as relações que quer estabelecer com as pessoas, por isso, em vez de culpar o outro pelo seu sofrimento, olhe para si mesmo e se ajude", afirma Denise.

6. Perdoe. A psicóloga lembra que perdoar não é esquecer o que te fez mal e sim superar e se libertar daquele sentimento ruim: "só nos curamos quando viramos a página e, para isso, é preciso disposição e paciência. Não dá para achar que superou só porque você quer se sentir assim, tem que ser sincero para ser verdadeiro".

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Quem cala consente a dor


Os sentimentos ruins são frutos de expectativas frustradas. Colocamos no outro ou naquela oportunidade a responsabilidade de resolver nossos problemas como se eles não fossem consequências dos nossos próprios atos, daí a mágoa e o ressentimento.

Na medida em que não extravasamos este sentimento e vamos dando a ele uma conotação negativa maior do que de fato ele deveria ter, sufocamos nossos limites emocionais e daí aparecem os sintomas físicos. "Todos nós criamos expectativas sobre a vida e toleramos até certo limite algumas frustrações. Quando elas extrapolam este limite, que é pessoal, e nos fazem sofrer, significa que algo está em desequilíbrio e é preciso resolver", explica Denise a psicóloga e coordenadora do Setor de Gerenciamento de Qualidade de Vida da Unifesp.

"O problema é que a maioria das pessoas acha que resolver os ressentimentos é resolver com o outro aquilo que está pendente, o que deve ser feito mesmo, porém, antes disso, é preciso entender o que te de fato te fez mal e porque ganhou tamanha dimensão na sua vida para daí buscar o equilíbrio", afirma a especialista da Unifesp.


Por que não consigo expressar meus sentimentos?
Muita gente costuma guardar a mágoa e os sentimentos ruins por não conseguir extravasar, daí vem à tristeza e a angústia. Isso acontece porque temos temperamentos e limites diferentes fazendo com que alguns levem sem traumas as decepções do dia a dia, enquanto outros guardem e fiquem remoendo as dores.
"É algo muito pessoal a forma que cada um reage às adversidades. Se você é tímido, reage de um jeito; se é inseguro, age de outra maneira. O importante nesta questão é perceber que quem cria a conotação negativa que gera a mágoa e o ressentimento somos nós. A pessoa pode até ter errado com você, mas a intensidade disso na sua vida quem dá é você mesmo", explica a psicóloga.

Sentimento reprimido = saúde em perigo
Segundo a psicóloga da Unifesp, a dor emocional se torna física quando a intensidade que damos ao fato que nos magoa chega a interferir na atividade cerebral de modo a dificultar o envio de estímulos nervosos responsáveis pela execução de algumas funções de nosso organismo. "O cérebro deixa de comandar alguma função e o corpo reage sinalizando onde está o problema", explica.

"A gente se adapta as novas situações, isso é um processo natural, porém, quando algo nos machuca a ponto de extrapolar nossos limites, a dor emocional bloqueia alguma função física que já é propensa a ter problemas ou intensifica os sintomas de alguma doença já existente", explica Denise.
Para ela, os sintomas emocionais podem acometer três áreas interdependentes das nossas vidas de modo a influenciar umas as outras de acordo com a origem do problema emocional. "Quando a pessoa tem uma doença que tem origem emocional, dificilmente consegue desempenhar com total desenvoltura suas atividades sociais e começa a dar sinais físicos. É um conjunto de fatores que se somam e vão se acumulando. Quando o corpo reage com sintomas de alguma doença é porque a pessoa extrapolou seu limite emocional e o organismo responde tentando eliminar a dor", explica.

Sintomas que podem estar relacionados à dor reprimida:

-Físicos: úlcera, hipertensão, alergias, asma, estresse e, a longo prazo, câncer.
-Psíquicos: irritabilidade, ansiedade, agressividade, nervosismo.
-Sociais: queda de desempenho no trabalho, tendência ao isolamento, apatia, conflitos domésticos, dentre outros.


Colocar em pratos limpos
É muito comum ouvirmos as pessoas dizendo que se temos um problema com alguém é melhor resolver e conversar para não guardar mágoa porque isso faz mal, porém, esta máxima nem sempre é a melhor opção para quem sofre com problema.

De acordo com Denise Diniz nem sempre as pessoas conseguem lidar com a dor que sentem. "Além disso, conversar com o outro que os magoou significa trair seus valores morais e isso as maltrata mais do que a mágoa ou a dor reprimida", explica ela. Nestes casos, é melhor trabalhar para que ela supere a dor e siga em frente.


Extravasar sim! Magoar não
Uma hora você estoura! Pois é, isso não é o problema, o grave é quando você o faz e desconta nos outros as dores que são suas, magoando as pessoas ao seu redor. Para evitar que isso aconteça e te ajudar a extravasar, a psicóloga dá algumas dicas:

1.Aceite que algo lhe incomoda sem medo de expor seus sentimentos, assim você não intensifica a dor remoendo mágoa dos outros.

2. Detecte o que de fato lhe fez mal para não sair atirando para todos os lados.

3. Não crie expectativas em relação ao outro para não se decepcionar depois. "Só você pode curar sua dor, não adianta achar que o outro vai te livrar do sofrimento", diz Denise.

4. Busque em você e na sua vida todos os recursos que podem te ajudar a superar esta dor: amigos, praticar esportes, terapia, entre outros. "Se pergunte quais destas possibilidades fariam mais efeito na hora de trabalhar a dor que está te maltratando e corra atrás dela. Nem sempre o que lhe indicam é o melhor para você e, às vezes, uma conversa franca é mais útil do que uma consulta", explica.

5. Trabalhe sua autoestima: "As pessoas te maltratam se você deixa que isso aconteça. É você quem escolhe as relações que quer estabelecer com as pessoas, por isso, em vez de culpar o outro pelo seu sofrimento, olhe para si mesmo e se ajude", afirma Denise.

6. Perdoe. A psicóloga lembra que perdoar não é esquecer o que te fez mal e sim superar e se libertar daquele sentimento ruim: "só nos curamos quando viramos a página e, para isso, é preciso disposição e paciência. Não dá para achar que superou só porque você quer se sentir assim, tem que ser sincero para ser verdadeiro".

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maio 10, 2010

Neurologista esclarece as verdades e os mitos sobre a memória


Todo esquecimento é sinal da doença de Alzheimer? Afinal, como deve ser a alimentação para deixar a memória afiada? Será que os exercícios físicos realmente fazem bem para o cérebro? Quando o assunto é memória fica difícil conseguir guardar tanta informação, e mais complicado ainda é saber quais dessas informações, de fato, são verdadeiras.


Por exemplo, lembra daquela velha história de que esquecer faz parte do envelhecimento? Esqueça. De acordo com a neurologista e membro do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Sônia Brucki, isso não passa de um mito. “A ideia de que com o passar dos anos a diminuição da memória seja normal não é verdade. O envelhecimento saudável propicia a preservação de nossas funções cognitivas, inclusive da memória”, afirma ela.

Aqui, a neurologista esclarece o que é verdade e o que não passa de mito.




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Neurologista esclarece as verdades e os mitos sobre a memória


Todo esquecimento é sinal da doença de Alzheimer? Afinal, como deve ser a alimentação para deixar a memória afiada? Será que os exercícios físicos realmente fazem bem para o cérebro? Quando o assunto é memória fica difícil conseguir guardar tanta informação, e mais complicado ainda é saber quais dessas informações, de fato, são verdadeiras.


Por exemplo, lembra daquela velha história de que esquecer faz parte do envelhecimento? Esqueça. De acordo com a neurologista e membro do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Sônia Brucki, isso não passa de um mito. “A ideia de que com o passar dos anos a diminuição da memória seja normal não é verdade. O envelhecimento saudável propicia a preservação de nossas funções cognitivas, inclusive da memória”, afirma ela.

Aqui, a neurologista esclarece o que é verdade e o que não passa de mito.




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abril 04, 2010

Pálpebras em excesso?

Quem já passou dos 45 anos sabe bem o quanto aquelas bolsas que surgem nas pálpebras incomodam. Resultado da flacidez da musculatura e sem meios de prevenção, a única saída para quem deseja removê-las é a cirurgia. Chamado blefaroplastia, o procedimento já lidera a lista dos mais utilizados para rejuvenescimento facial de homens e mulheres nos EUA, segundo a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos. Aqui no Brasil, a procura também está crescendo.

Segundo o especialista Carlos D Aparecida Machado Filho, coordenador do Departamento de Cirurgia Dermatológica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, os músculos que mantêm a gordura retida vão tornando-se flácidos com o passar dos anos. Sem a rigidez muscular, a gordura tende a ficar exposta. É aí que se formam as tão incômodas bolsas.

A única forma de corrigi-las é a Blefaroplastia. "No passado, houve uma tentativa de resolver o problema por meio da infiltração de uma substância que deveria derreter a gordura, mas não houve aprovação científica", comenta Machado. Não há mistérios. Com uma anestesia local, o cirurgião faz uma incisão rente aos cílios ou no interior da pálpebra, expõe a gordura e as remove.

De acordo com o dermatologista, o processo dura, em média, uma hora e meia e não requer internação. O paciente precisa, apenas, repousar nos quatro dias seguintes. Se o medo é de uma possível cicatriz, Machado garante que ela é discreta e quase imperceptível. E o bolso? "Diante de uma lipoaspiração ou de um implante de próteses de silicone, não é uma cirurgia cara", afirma o especialista.

O coordenador lembra que, nos casos em que há o excesso de músculos, a operação é o único caminho. Porém, se a quantidade de pele é grande nas pálpebras, existem outros caminhos de resolver o problema, como peelings e tratamentos com laser.

Antes de se submeter à cirurgia, é preciso um diagnóstico correto e seguro de um bom profissional.

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Pálpebras em excesso?

Quem já passou dos 45 anos sabe bem o quanto aquelas bolsas que surgem nas pálpebras incomodam. Resultado da flacidez da musculatura e sem meios de prevenção, a única saída para quem deseja removê-las é a cirurgia. Chamado blefaroplastia, o procedimento já lidera a lista dos mais utilizados para rejuvenescimento facial de homens e mulheres nos EUA, segundo a Sociedade Americana de Cirurgiões Plásticos. Aqui no Brasil, a procura também está crescendo.

Segundo o especialista Carlos D Aparecida Machado Filho, coordenador do Departamento de Cirurgia Dermatológica da Sociedade Brasileira de Dermatologia, os músculos que mantêm a gordura retida vão tornando-se flácidos com o passar dos anos. Sem a rigidez muscular, a gordura tende a ficar exposta. É aí que se formam as tão incômodas bolsas.

A única forma de corrigi-las é a Blefaroplastia. "No passado, houve uma tentativa de resolver o problema por meio da infiltração de uma substância que deveria derreter a gordura, mas não houve aprovação científica", comenta Machado. Não há mistérios. Com uma anestesia local, o cirurgião faz uma incisão rente aos cílios ou no interior da pálpebra, expõe a gordura e as remove.

De acordo com o dermatologista, o processo dura, em média, uma hora e meia e não requer internação. O paciente precisa, apenas, repousar nos quatro dias seguintes. Se o medo é de uma possível cicatriz, Machado garante que ela é discreta e quase imperceptível. E o bolso? "Diante de uma lipoaspiração ou de um implante de próteses de silicone, não é uma cirurgia cara", afirma o especialista.

O coordenador lembra que, nos casos em que há o excesso de músculos, a operação é o único caminho. Porém, se a quantidade de pele é grande nas pálpebras, existem outros caminhos de resolver o problema, como peelings e tratamentos com laser.

Antes de se submeter à cirurgia, é preciso um diagnóstico correto e seguro de um bom profissional.

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março 18, 2010

Vitamina D, a queridinha da ciência, mas...



Ontem, recebi 2 email´s (Sra. Esther e Sr. Paulo) solicitando informações sobre a Vitamina D, em função de uma matéria que eles assistiram na TV, e que falava sobre os "milagres" da vitamina . Confesso que não vi a matéria. Ambos são idosos, estavam preocupados, e indagaram se deviam comprar a vitamina na farmácia.

Gente, não se toma qualquer medicamento, nem mesmo vitaminas, se não forem com orientação médica.

Ela é importante? É sim, mas nem por isso, devemos ingerí-la por conta própria, em excesso o que poderia converter em benefícios, pode trazer riscos para nossa saúde, já que a a vitamina D em excesso é a mais tóxica para o organismo, causando náuseas, vômitos, perda de apetite e depósito de cálcio em tecidos moles. O excesso de cálcio no sangue chama-se hipercalcemia e o depósito de cálcio nos vasos chama-se arterosclerose, logo, se não houver a necessidade e tomarmos por conta própria, estaremos adquirindo um problemão de saúde não?


Portando, Sra Esther e Sr. Paulo, pergunte ao seu médico, conhecendo os seus habitos e seu histórico de saúde, apenas ele poderá indicar a necessidade ou não de Vitaminas, sejam elas quais forem, enquanto não se consultam, procurem ingerir alimentos saudáveis, não deixem de praticar exercícios e tomem um solzinho pela manhã.

abraços para ambos,





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Vitamina D, a queridinha da ciência, mas...



Ontem, recebi 2 email´s (Sra. Esther e Sr. Paulo) solicitando informações sobre a Vitamina D, em função de uma matéria que eles assistiram na TV, e que falava sobre os "milagres" da vitamina . Confesso que não vi a matéria. Ambos são idosos, estavam preocupados, e indagaram se deviam comprar a vitamina na farmácia.

Gente, não se toma qualquer medicamento, nem mesmo vitaminas, se não forem com orientação médica.

Ela é importante? É sim, mas nem por isso, devemos ingerí-la por conta própria, em excesso o que poderia converter em benefícios, pode trazer riscos para nossa saúde, já que a a vitamina D em excesso é a mais tóxica para o organismo, causando náuseas, vômitos, perda de apetite e depósito de cálcio em tecidos moles. O excesso de cálcio no sangue chama-se hipercalcemia e o depósito de cálcio nos vasos chama-se arterosclerose, logo, se não houver a necessidade e tomarmos por conta própria, estaremos adquirindo um problemão de saúde não?


Portando, Sra Esther e Sr. Paulo, pergunte ao seu médico, conhecendo os seus habitos e seu histórico de saúde, apenas ele poderá indicar a necessidade ou não de Vitaminas, sejam elas quais forem, enquanto não se consultam, procurem ingerir alimentos saudáveis, não deixem de praticar exercícios e tomem um solzinho pela manhã.

abraços para ambos,





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março 08, 2010

Boas notícias sobre o cérebro dos mais velhos

Se você achava que seu cérebro - diminui o ritmo a cada ano - prepare-se para uma surpresa. Nova pesquisa mostra que cérebros mais velhos são de longe mais vigorosos, flexíveis e muito mais férteis do que o esperado.
"Nosso cérebro tem a capacidade inata para se transformar não interessa a idade que estejamos", diz o neuropsicologista Marilyn Albert, Ph.D, da Escola de Medicina de Harvard. Segundo ele, grande parte das pessoas que ocupam posições de responsabilidade e poder tende a ter mais de 50 anos.

Se você quiser uma prova da potência do cérebro mais velho, conheça o jogador de xadrez suíço Viktor Korchnoi. Em agosto de 2001, o senhor de 70 anos venceu o Festival Internacional de Xadrez de Biel, na Suíça, derrotando o campeão russo Peter Svidler, de apenas 25 anos. A vitória de Korchnoi surpreendeu muitos fãs do jogo. E ele é apenas um dos exemplos.

Uma bateria de novos estudos mostram que as habilidades da linguagem, o QI, o pensamento abstrato e a expressão verbal, todos se mantêm firme com o cérebro envelhecendo, exceto quando ele sofre doenças como Parkinson e Alzheimer. De fato, quando se trata de pura agilidade mental, a capacidade do nosso cérebro pode continuar a se expandir tanto quanto vivemos.

Em uma área mantemos uma clara vantagem sobre os mais jovens: a habilidade de inserir as coisas no contexto e tomar decisões com menos informação. Já percebeu como pessoas que ocupam posições de responsibilidade e poder tendem a ter mais de 50? É a chamada sabedoria.

"Pessoas mais velhas podem processar informações e reagir a elas um pouco mais devagar. Mas esse ligeiro retardo em velocidade é mais do que normal se considerarmos a quantidade de conhecimento que se acumulou," explica Denise Park, cientista phD do Centro de Envelhecimento e Conhecimento de Ann Arbor, da Universidade de Michigan. "Ao envelhecermos, percebemos as enrascadas, refletimos mais e planejamos melhor as experiências."

O cérebro dos mais velhos pode ser comparado ao jogador de basquete americano Michael Jordan. Jordan não é o mais rápido jogador na quadra, não se eleva sobre o aro como fazia aos 20 anos, mas domina o jogo. Por uma simples razão: mudou seu estilo para maximizar sua força e minimizar suas fraquezas. Exatamente como faz o cérebro inteligente. No caso do cérebro, ele percebe suas limitações de estocagem de informações e procura otimizar o espaço para processar novos conhecimentos.

Quem tem mais idade já passou por muito mais situações do que qualquer garoto de 20 e poucos anos, o que significa que tem muito mais coisa para lembrar. E quaisquer novas memórias (o nome do cara que prometeu ligar mais tarde ou onde pôs o recibo do presente que quer trocar) têm que disputar espaço com as antigas memórias. Depois dos 60, como um resultado desse sobrecarregamento da vida , a memória é menos confiável.

O cérebro, ao envelhecer, demora mais para buscar em seu extenso arquivo a informação necessária. E, em conseqüência, leva mais tempo para agir. Esse declínio está expresso diretamente na lentidão da ação do lobo frontal do cérebro, onde os dados são processados, sortidos e a demanda revista.

O cérebro com mais tempo de vida encontrou uma reação compensar a queda em poder e velocidade. Dra. Park descobriu isso quando comparou a atividade cerebral em pessoas mais velhas e mais jovens. Em um teste, pediu-se aos sujeitos para olharem uma figura por dois segundos. Então, a figura foi retirada e para manterem a "imagem mental" dela. Depois de quatro segundos, mostrou-se a eles um pequeno fragmento da figura e perguntados se era ou não parte do original.

Os mais jovens normalmente atingiram uma pontuação maior no teste. Mas Park observou um fenômeno interessante. "Ao procurar pela figura, jovens adultos primeiramente ativam o córtex direito visual e o hemisfério direito. Os mais velhos, em contraste, ativam ambos os lados do cérebro igualmente." O que acontece, acredita Park, é que o cérebro mais velho está compensando o declínio do poder de processamento. Assim como usar duas mãos para pegar um objeto pesado em vez de uma. Por isso, eles chegaram a conclusão que "o cérebro mais velho é mais flexível do que pensamos" diz Randy McIntosh, Ph.D. e professor assistente de psicologia da Universidade de Toronto.

Fonte: revista eletrônica AARP The Magazine

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Boas notícias sobre o cérebro dos mais velhos

Se você achava que seu cérebro - diminui o ritmo a cada ano - prepare-se para uma surpresa. Nova pesquisa mostra que cérebros mais velhos são de longe mais vigorosos, flexíveis e muito mais férteis do que o esperado.
"Nosso cérebro tem a capacidade inata para se transformar não interessa a idade que estejamos", diz o neuropsicologista Marilyn Albert, Ph.D, da Escola de Medicina de Harvard. Segundo ele, grande parte das pessoas que ocupam posições de responsabilidade e poder tende a ter mais de 50 anos.

Se você quiser uma prova da potência do cérebro mais velho, conheça o jogador de xadrez suíço Viktor Korchnoi. Em agosto de 2001, o senhor de 70 anos venceu o Festival Internacional de Xadrez de Biel, na Suíça, derrotando o campeão russo Peter Svidler, de apenas 25 anos. A vitória de Korchnoi surpreendeu muitos fãs do jogo. E ele é apenas um dos exemplos.

Uma bateria de novos estudos mostram que as habilidades da linguagem, o QI, o pensamento abstrato e a expressão verbal, todos se mantêm firme com o cérebro envelhecendo, exceto quando ele sofre doenças como Parkinson e Alzheimer. De fato, quando se trata de pura agilidade mental, a capacidade do nosso cérebro pode continuar a se expandir tanto quanto vivemos.

Em uma área mantemos uma clara vantagem sobre os mais jovens: a habilidade de inserir as coisas no contexto e tomar decisões com menos informação. Já percebeu como pessoas que ocupam posições de responsibilidade e poder tendem a ter mais de 50? É a chamada sabedoria.

"Pessoas mais velhas podem processar informações e reagir a elas um pouco mais devagar. Mas esse ligeiro retardo em velocidade é mais do que normal se considerarmos a quantidade de conhecimento que se acumulou," explica Denise Park, cientista phD do Centro de Envelhecimento e Conhecimento de Ann Arbor, da Universidade de Michigan. "Ao envelhecermos, percebemos as enrascadas, refletimos mais e planejamos melhor as experiências."

O cérebro dos mais velhos pode ser comparado ao jogador de basquete americano Michael Jordan. Jordan não é o mais rápido jogador na quadra, não se eleva sobre o aro como fazia aos 20 anos, mas domina o jogo. Por uma simples razão: mudou seu estilo para maximizar sua força e minimizar suas fraquezas. Exatamente como faz o cérebro inteligente. No caso do cérebro, ele percebe suas limitações de estocagem de informações e procura otimizar o espaço para processar novos conhecimentos.

Quem tem mais idade já passou por muito mais situações do que qualquer garoto de 20 e poucos anos, o que significa que tem muito mais coisa para lembrar. E quaisquer novas memórias (o nome do cara que prometeu ligar mais tarde ou onde pôs o recibo do presente que quer trocar) têm que disputar espaço com as antigas memórias. Depois dos 60, como um resultado desse sobrecarregamento da vida , a memória é menos confiável.

O cérebro, ao envelhecer, demora mais para buscar em seu extenso arquivo a informação necessária. E, em conseqüência, leva mais tempo para agir. Esse declínio está expresso diretamente na lentidão da ação do lobo frontal do cérebro, onde os dados são processados, sortidos e a demanda revista.

O cérebro com mais tempo de vida encontrou uma reação compensar a queda em poder e velocidade. Dra. Park descobriu isso quando comparou a atividade cerebral em pessoas mais velhas e mais jovens. Em um teste, pediu-se aos sujeitos para olharem uma figura por dois segundos. Então, a figura foi retirada e para manterem a "imagem mental" dela. Depois de quatro segundos, mostrou-se a eles um pequeno fragmento da figura e perguntados se era ou não parte do original.

Os mais jovens normalmente atingiram uma pontuação maior no teste. Mas Park observou um fenômeno interessante. "Ao procurar pela figura, jovens adultos primeiramente ativam o córtex direito visual e o hemisfério direito. Os mais velhos, em contraste, ativam ambos os lados do cérebro igualmente." O que acontece, acredita Park, é que o cérebro mais velho está compensando o declínio do poder de processamento. Assim como usar duas mãos para pegar um objeto pesado em vez de uma. Por isso, eles chegaram a conclusão que "o cérebro mais velho é mais flexível do que pensamos" diz Randy McIntosh, Ph.D. e professor assistente de psicologia da Universidade de Toronto.

Fonte: revista eletrônica AARP The Magazine

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março 02, 2010

Sobre o excelente post da Cristiane Fetter (anterior a esse)

Post da Cristiane

O que tenho observado, é que algumas pessoas temem com tanta ênfase o envelhecimento, que se afastam das pessoas idosas, já que acompanhar ao processo de outro, ficaria mais difícil "negar" que não existe.

Já tive a oportunidade de conversar com uma leitora do nosso blog de receitas, onde lá ela comenta com uma certa constância, e por ser uma pessoa que eu sei ter quase 60 anos, me causava estranheza,nunca comentar no Longevidade, falamos no MSN,e eu perguntei a razão, ela então me disse:

- Não gosto de assuntos sobre velhice, prefiro ver blogs de jardinagem, de poesia e culinária.
Eu bem chatinha insisti - Mas, você lê sobre o assunto em relação as suas necessidades futuras e mudanças físicas e emocionais?
Ela foi categórica:
- Não, são dois assuntos que me nego, velhice e morte.
Diante dessa resposta, perguntei como estava o tempo no seu bairro.

Entendo, que não é necessário que todos nós tenhamos um blog sobre geriatria, gerontologia e afins, porém a condição da velhice é clara quando olhamos para os nossos pais e mais evidente fica, que virá para nós, aliás torço para que venha, porque viver é uma delícia, e viver bem, é muito melhor.

Meus pais, são absolutamente independente dos filhos, mas quando começamos a perceber os sinais do envelhecimento de ambos, passamos a acompanhá-los.
São telefonemas diários, apoio e se percebemos um tom melancólico em um deles, corremos pra lá, conversamos após as consultas com os profissionais de saúde que os atendem, na casa deles, com jeitinho, tiramos tapetes, sugerimos mudança da disposição dos móveis, somos nós os filhos que fazemos as ligações aos "famosos" serviços 0800 e por aí vai, são medidas pequenas, que para nós não é nada, mas que para eles faz uma enorme diferença.

Já entendi que não é a melhor idade, mas depende de nós fazermos com que não seja a pior, já que estamos maduros, experientes e hoje bem mais informados.

Para a nossa confortável velhice, do ponto de vista físico, sabemos que se não nos alimentarmos corretamente e não nos exercitarmos, nos tornaremos obesos, hipertensos, indispostos e adoeceremos. Se não exercitarmos a mente, teremos uma falha de memória precoce. Se não tivermos vida social ativa, nos tornaremos idosos sós, e rabugentos.

Observando essas questões, creio que estamos plantando boas sementes para a nossa Longevidade, com saúde, bem estar e principalmente bem humorados.

Quero poder dizer aos 80 como diz meu pai hoje, aos 80:
- Eu não sou velho, sou apenas idoso, e não apenas diz, vive o que diz.

E agora, pra relaxar conta pra gente, se você estivesse na Estação Central de Trens da Antuérpia, no momento que aconteceu esse vídeo, qual seria a sua reação?
abraços,



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Sobre o excelente post da Cristiane Fetter (anterior a esse)

Post da Cristiane

O que tenho observado, é que algumas pessoas temem com tanta ênfase o envelhecimento, que se afastam das pessoas idosas, já que acompanhar ao processo de outro, ficaria mais difícil "negar" que não existe.

Já tive a oportunidade de conversar com uma leitora do nosso blog de receitas, onde lá ela comenta com uma certa constância, e por ser uma pessoa que eu sei ter quase 60 anos, me causava estranheza,nunca comentar no Longevidade, falamos no MSN,e eu perguntei a razão, ela então me disse:

- Não gosto de assuntos sobre velhice, prefiro ver blogs de jardinagem, de poesia e culinária.
Eu bem chatinha insisti - Mas, você lê sobre o assunto em relação as suas necessidades futuras e mudanças físicas e emocionais?
Ela foi categórica:
- Não, são dois assuntos que me nego, velhice e morte.
Diante dessa resposta, perguntei como estava o tempo no seu bairro.

Entendo, que não é necessário que todos nós tenhamos um blog sobre geriatria, gerontologia e afins, porém a condição da velhice é clara quando olhamos para os nossos pais e mais evidente fica, que virá para nós, aliás torço para que venha, porque viver é uma delícia, e viver bem, é muito melhor.

Meus pais, são absolutamente independente dos filhos, mas quando começamos a perceber os sinais do envelhecimento de ambos, passamos a acompanhá-los.
São telefonemas diários, apoio e se percebemos um tom melancólico em um deles, corremos pra lá, conversamos após as consultas com os profissionais de saúde que os atendem, na casa deles, com jeitinho, tiramos tapetes, sugerimos mudança da disposição dos móveis, somos nós os filhos que fazemos as ligações aos "famosos" serviços 0800 e por aí vai, são medidas pequenas, que para nós não é nada, mas que para eles faz uma enorme diferença.

Já entendi que não é a melhor idade, mas depende de nós fazermos com que não seja a pior, já que estamos maduros, experientes e hoje bem mais informados.

Para a nossa confortável velhice, do ponto de vista físico, sabemos que se não nos alimentarmos corretamente e não nos exercitarmos, nos tornaremos obesos, hipertensos, indispostos e adoeceremos. Se não exercitarmos a mente, teremos uma falha de memória precoce. Se não tivermos vida social ativa, nos tornaremos idosos sós, e rabugentos.

Observando essas questões, creio que estamos plantando boas sementes para a nossa Longevidade, com saúde, bem estar e principalmente bem humorados.

Quero poder dizer aos 80 como diz meu pai hoje, aos 80:
- Eu não sou velho, sou apenas idoso, e não apenas diz, vive o que diz.

E agora, pra relaxar conta pra gente, se você estivesse na Estação Central de Trens da Antuérpia, no momento que aconteceu esse vídeo, qual seria a sua reação?
abraços,



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fevereiro 19, 2010

Baixo consumo de vitamina D é um dos principais causadores da doença

Oesteoporose, é a perda de massa óssea, ou seja, o osso vai desgastando-se ao ponto que até pequenos traumas podem provocar fraturas

.

A perda começa, geralmente, entre os 34 a 39 anos podendo levar anos para ser percebida. Ambos os sexos são afetados pela doença , porém as mulheres têm um maior índice de incidência devido a redução hormonal (estrógenos) após a menopausa.

Infelizmente, muitas mulheres percebem o problema entre os 50 a 70 anos quando sofrem uma fratura dolorosa inesperadamente ( principalmente punho e mão). Outras percebem que sua altura está diminuindo ou que suas roupas já não lhe caem tão bem, pois as vértebras se tornam tão frágeis que com movimentos como tossir ou carregar alguma coisa pode sofrer uma lesão na coluna.

A hereditariedade também é um fator muito importante no surgimento da osteoporose. Por exemplo, alguém que tenha na família a mãe ou avó com a doença tem grandes chances de tê-la.

Alertas
    -Se vem sofrendo ou já sofreu fraturas por traumas mínimos
    -Se a altura está diminuindo
    -Pessoas com anorexia nervosa, glândula tireóide hiperativa e doença do fígado
    -Dor nas costas, principalmente se esta dor concentra-se entre o final da torácica e início da lombar


O que fazer para evitá-la:

-Procurar um médico para averiguar se está com a doença.
- Caso não tenha ainda, a melhor medida é a prevenção;
-Não fumar- além de prejudicar os pulmões, coração e circulação também favorece osteoporose; - Diminuir o consumo de álcool, pois aumenta a possibilidade de desenvolver a doença;
-Fazer exercícios ajuda a preveni-la

Na alimentação:

É importante lembrar que a prevenção começa na infância , então tanto crianças quanto adultos devem continuar ingerindo alimentos ricos em cálcio como:

    Leite, queijo, iogurte Pão Sardinha Brócolis Ovos, etc.

A dose diária de cálcio no organismo, por dia, para adultos sadios é de 1000mg e, para pessoas com osteoporose, é de 1500mg.

Caso seja diagnosticada a doença:

Pergunte ao seu médico sobre os diversos tratamentos, e TUDO sobre a doença.

OBS: o simples fato de que o nosso esqueleto sustente o peso, já é essencial para a saúde dos ossos. No entanto, sobrecargas afetam na manutenção e na integridade desse esqueleto.

Outro fator importante é que o exercício físico diário, além de contribuir para a prevenção da osteoporose pelo aumento da massa óssea, melhora a coordenação e função neuromuscular evitando quedas que podem causar fraturas, principalmente as fraturas de quadril.

Baixo consumo de vitamina D é um dos principais causadores da doença

Oesteoporose, é a perda de massa óssea, ou seja, o osso vai desgastando-se ao ponto que até pequenos traumas podem provocar fraturas

.

A perda começa, geralmente, entre os 34 a 39 anos podendo levar anos para ser percebida. Ambos os sexos são afetados pela doença , porém as mulheres têm um maior índice de incidência devido a redução hormonal (estrógenos) após a menopausa.

Infelizmente, muitas mulheres percebem o problema entre os 50 a 70 anos quando sofrem uma fratura dolorosa inesperadamente ( principalmente punho e mão). Outras percebem que sua altura está diminuindo ou que suas roupas já não lhe caem tão bem, pois as vértebras se tornam tão frágeis que com movimentos como tossir ou carregar alguma coisa pode sofrer uma lesão na coluna.

A hereditariedade também é um fator muito importante no surgimento da osteoporose. Por exemplo, alguém que tenha na família a mãe ou avó com a doença tem grandes chances de tê-la.

Alertas
    -Se vem sofrendo ou já sofreu fraturas por traumas mínimos
    -Se a altura está diminuindo
    -Pessoas com anorexia nervosa, glândula tireóide hiperativa e doença do fígado
    -Dor nas costas, principalmente se esta dor concentra-se entre o final da torácica e início da lombar


O que fazer para evitá-la:

-Procurar um médico para averiguar se está com a doença.
- Caso não tenha ainda, a melhor medida é a prevenção;
-Não fumar- além de prejudicar os pulmões, coração e circulação também favorece osteoporose; - Diminuir o consumo de álcool, pois aumenta a possibilidade de desenvolver a doença;
-Fazer exercícios ajuda a preveni-la

Na alimentação:

É importante lembrar que a prevenção começa na infância , então tanto crianças quanto adultos devem continuar ingerindo alimentos ricos em cálcio como:

    Leite, queijo, iogurte Pão Sardinha Brócolis Ovos, etc.

A dose diária de cálcio no organismo, por dia, para adultos sadios é de 1000mg e, para pessoas com osteoporose, é de 1500mg.

Caso seja diagnosticada a doença:

Pergunte ao seu médico sobre os diversos tratamentos, e TUDO sobre a doença.

OBS: o simples fato de que o nosso esqueleto sustente o peso, já é essencial para a saúde dos ossos. No entanto, sobrecargas afetam na manutenção e na integridade desse esqueleto.

Outro fator importante é que o exercício físico diário, além de contribuir para a prevenção da osteoporose pelo aumento da massa óssea, melhora a coordenação e função neuromuscular evitando quedas que podem causar fraturas, principalmente as fraturas de quadril.