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setembro 24, 2010

Segunda à esquerda.

Imagine essa situação: você está parado no engarrafamento e precisa ir ao banheiro. O que fazer?
Pensando no sufoco que muita gente passa, está sendo vendido no Rio um saco plástico descartável, elaborado com cristais que se transformam em gel quando entram em contato com a urina.
A ausência de sanitários públicos na cidade faz com que muitas pessoas "resolvam o problema" na própria rua e até dentro dos túneis da cidade. Pensando no alívio das necessidades fisiológicas imediatas, a diretora da empresa que fabrica o produto, Fernanda Brites, conta que o 'Toalet descartável', como é conhecido, pode mudar esse mau hábito da cultura do carioca, além de não degradar o meio ambiente.

"Ele pode ser descartado em qualquer lixeira, já que não tem perigo de molhar, nem contaminar o ambiente. O saco também fica lacrado e absorve 98% do odor. Assim, todo mundo pode evitar o constrangimento de ver os homens fazendo xixi na rua e a cidade vai ficar mais limpa," afirma.

Atende a homens e mulheres.

Segundo Fernanda, o produto foi desenvolvido para atender homens e mulheres, independentemente da faixa etária e das condições físicas. Ela mesma confessa que já fez xixi dentro do saquinho e não houve nenhum transtorno. Mas, para as mulheres que se sentem constrangidas, o produto também tem outras finalidades.
"Ele pode ser usado em casos de mal estar, porque absorve o vômito, por crianças quando não conseguem segurar o xixi e por pacientes nos hospitais, já que substitui e reduz o risco de contaminação pelo uso da comadre e do patinho".
Para o taxista Luis Peres, a novidade está despertando a curiosidade da clientela. Ele, que carrega os saquinhos no painel do carro, afirma que tem solucionado vários problemas na hora do ''aperto''.
"Uma vez estava levando um passageiro mais idoso, no Galeão (aeroporto internacional). Ele me disse que estava passando mal, mas conseguiria chegar ao destino sem eu precisar parar o carro. Mas percebi que não daria tempo. Saquei o saquinho e ele fez xixi ali mesmo. Foi bom que não sujou o carro," ri o taxista.

Alívio no mal-estar

O publicitário Ricardo Mello conta que o saquinho livrou sua namorada do constrangimento de passar mal em público.
"Estava num bar com minha namorada e ela começou a passar mal. Lembramos que ela tinha guardado um saquinho na bolsa e usamos.
A advogada Tânia de Castro lembra que usou o saquinho quando estava a bordo de um táxi e passou mal.
"O motorista me cedeu um saquinho. No final, você lacra sem fazer confusão, já que ele vira uma gelatina. É funcional e todo mundo deveria ter dentro do carro", lembra Tânia.

Como comprar

O produto é vendido em drogarias no Rio de Janeiro, se alguém souber de algum outro local fora o Rio, por favor divulgue aqui.
Preço: de R$ 2,90 a R$ 3,90.
Fonte: G1

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Segunda à esquerda.

Imagine essa situação: você está parado no engarrafamento e precisa ir ao banheiro. O que fazer?
Pensando no sufoco que muita gente passa, está sendo vendido no Rio um saco plástico descartável, elaborado com cristais que se transformam em gel quando entram em contato com a urina.
A ausência de sanitários públicos na cidade faz com que muitas pessoas "resolvam o problema" na própria rua e até dentro dos túneis da cidade. Pensando no alívio das necessidades fisiológicas imediatas, a diretora da empresa que fabrica o produto, Fernanda Brites, conta que o 'Toalet descartável', como é conhecido, pode mudar esse mau hábito da cultura do carioca, além de não degradar o meio ambiente.

"Ele pode ser descartado em qualquer lixeira, já que não tem perigo de molhar, nem contaminar o ambiente. O saco também fica lacrado e absorve 98% do odor. Assim, todo mundo pode evitar o constrangimento de ver os homens fazendo xixi na rua e a cidade vai ficar mais limpa," afirma.

Atende a homens e mulheres.

Segundo Fernanda, o produto foi desenvolvido para atender homens e mulheres, independentemente da faixa etária e das condições físicas. Ela mesma confessa que já fez xixi dentro do saquinho e não houve nenhum transtorno. Mas, para as mulheres que se sentem constrangidas, o produto também tem outras finalidades.
"Ele pode ser usado em casos de mal estar, porque absorve o vômito, por crianças quando não conseguem segurar o xixi e por pacientes nos hospitais, já que substitui e reduz o risco de contaminação pelo uso da comadre e do patinho".
Para o taxista Luis Peres, a novidade está despertando a curiosidade da clientela. Ele, que carrega os saquinhos no painel do carro, afirma que tem solucionado vários problemas na hora do ''aperto''.
"Uma vez estava levando um passageiro mais idoso, no Galeão (aeroporto internacional). Ele me disse que estava passando mal, mas conseguiria chegar ao destino sem eu precisar parar o carro. Mas percebi que não daria tempo. Saquei o saquinho e ele fez xixi ali mesmo. Foi bom que não sujou o carro," ri o taxista.

Alívio no mal-estar

O publicitário Ricardo Mello conta que o saquinho livrou sua namorada do constrangimento de passar mal em público.
"Estava num bar com minha namorada e ela começou a passar mal. Lembramos que ela tinha guardado um saquinho na bolsa e usamos.
A advogada Tânia de Castro lembra que usou o saquinho quando estava a bordo de um táxi e passou mal.
"O motorista me cedeu um saquinho. No final, você lacra sem fazer confusão, já que ele vira uma gelatina. É funcional e todo mundo deveria ter dentro do carro", lembra Tânia.

Como comprar

O produto é vendido em drogarias no Rio de Janeiro, se alguém souber de algum outro local fora o Rio, por favor divulgue aqui.
Preço: de R$ 2,90 a R$ 3,90.
Fonte: G1

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julho 14, 2010

Falta de umidade no ar: recomendações para evitar efeitos danosos na saúde

O INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária, tendo em vista os baixos índices de umidade relativa do ar verificado em várias localidades do país durante o período de inverno , divulga uma série de recomendações para evitar efeitos danosos na saúde das pessoas

Nunca é demais lembrar que nos grandes centros urbanos, além da baixa unidade relativa do ar, ainda temos a questão da poluição atmosférica o que pode agravar ainda mais alguns sintomas entre os quais se destacam:

 inflamação das vias aéreas superiores, podendo desencadear sensação de secura e ressecamento da mucosa nasal, sangramento e, obstrução nasal, espirros, dificuldade para respirar, tosse, crises de asma e rinite.
 aumento da possibilidade de ocorrência de conjuntivites alérgicas, com a irritação ocular por ressecamento ressecamento e irritação da pele  sensação de cansaço e falta de ar

Por conta destes problemas o especialista em saúde pública e vigilância sanitária , Rui Dammenhain, recomenda os seguintes cuidados:

 Evite fazer exercícios físicos intensos principalmente em vias de elevado tráfego de veículos;
 Manter hidratação adequada, especialmente em crianças idosos ( cinco à seis copos de água por dia);
 Umidificar o ambiente domiciliar , principalmente o quarto de dormir com o uso de vaporizador, umidificador, recipientes com água, e toalhas úmidas
 Utilizar colírios umidificantes (NUNCA SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA)
 Pingar diariamente cerca de 3 à 4 gotas de soro fisiológico nas narinas
 Usar cremes hidratantes


Fonte: gecom@inbravisa.com.br 
Tel (11)3672.1300


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Falta de umidade no ar: recomendações para evitar efeitos danosos na saúde

O INBRAVISA - Instituto Brasileiro de Auditoria em Vigilância Sanitária, tendo em vista os baixos índices de umidade relativa do ar verificado em várias localidades do país durante o período de inverno , divulga uma série de recomendações para evitar efeitos danosos na saúde das pessoas

Nunca é demais lembrar que nos grandes centros urbanos, além da baixa unidade relativa do ar, ainda temos a questão da poluição atmosférica o que pode agravar ainda mais alguns sintomas entre os quais se destacam:

 inflamação das vias aéreas superiores, podendo desencadear sensação de secura e ressecamento da mucosa nasal, sangramento e, obstrução nasal, espirros, dificuldade para respirar, tosse, crises de asma e rinite.
 aumento da possibilidade de ocorrência de conjuntivites alérgicas, com a irritação ocular por ressecamento ressecamento e irritação da pele  sensação de cansaço e falta de ar

Por conta destes problemas o especialista em saúde pública e vigilância sanitária , Rui Dammenhain, recomenda os seguintes cuidados:

 Evite fazer exercícios físicos intensos principalmente em vias de elevado tráfego de veículos;
 Manter hidratação adequada, especialmente em crianças idosos ( cinco à seis copos de água por dia);
 Umidificar o ambiente domiciliar , principalmente o quarto de dormir com o uso de vaporizador, umidificador, recipientes com água, e toalhas úmidas
 Utilizar colírios umidificantes (NUNCA SEM ORIENTAÇÃO MÉDICA)
 Pingar diariamente cerca de 3 à 4 gotas de soro fisiológico nas narinas
 Usar cremes hidratantes


Fonte: gecom@inbravisa.com.br 
Tel (11)3672.1300


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maio 22, 2010

Quem cala consente a dor


Os sentimentos ruins são frutos de expectativas frustradas. Colocamos no outro ou naquela oportunidade a responsabilidade de resolver nossos problemas como se eles não fossem consequências dos nossos próprios atos, daí a mágoa e o ressentimento.

Na medida em que não extravasamos este sentimento e vamos dando a ele uma conotação negativa maior do que de fato ele deveria ter, sufocamos nossos limites emocionais e daí aparecem os sintomas físicos. "Todos nós criamos expectativas sobre a vida e toleramos até certo limite algumas frustrações. Quando elas extrapolam este limite, que é pessoal, e nos fazem sofrer, significa que algo está em desequilíbrio e é preciso resolver", explica Denise a psicóloga e coordenadora do Setor de Gerenciamento de Qualidade de Vida da Unifesp.

"O problema é que a maioria das pessoas acha que resolver os ressentimentos é resolver com o outro aquilo que está pendente, o que deve ser feito mesmo, porém, antes disso, é preciso entender o que te de fato te fez mal e porque ganhou tamanha dimensão na sua vida para daí buscar o equilíbrio", afirma a especialista da Unifesp.


Por que não consigo expressar meus sentimentos?
Muita gente costuma guardar a mágoa e os sentimentos ruins por não conseguir extravasar, daí vem à tristeza e a angústia. Isso acontece porque temos temperamentos e limites diferentes fazendo com que alguns levem sem traumas as decepções do dia a dia, enquanto outros guardem e fiquem remoendo as dores.
"É algo muito pessoal a forma que cada um reage às adversidades. Se você é tímido, reage de um jeito; se é inseguro, age de outra maneira. O importante nesta questão é perceber que quem cria a conotação negativa que gera a mágoa e o ressentimento somos nós. A pessoa pode até ter errado com você, mas a intensidade disso na sua vida quem dá é você mesmo", explica a psicóloga.

Sentimento reprimido = saúde em perigo
Segundo a psicóloga da Unifesp, a dor emocional se torna física quando a intensidade que damos ao fato que nos magoa chega a interferir na atividade cerebral de modo a dificultar o envio de estímulos nervosos responsáveis pela execução de algumas funções de nosso organismo. "O cérebro deixa de comandar alguma função e o corpo reage sinalizando onde está o problema", explica.

"A gente se adapta as novas situações, isso é um processo natural, porém, quando algo nos machuca a ponto de extrapolar nossos limites, a dor emocional bloqueia alguma função física que já é propensa a ter problemas ou intensifica os sintomas de alguma doença já existente", explica Denise.
Para ela, os sintomas emocionais podem acometer três áreas interdependentes das nossas vidas de modo a influenciar umas as outras de acordo com a origem do problema emocional. "Quando a pessoa tem uma doença que tem origem emocional, dificilmente consegue desempenhar com total desenvoltura suas atividades sociais e começa a dar sinais físicos. É um conjunto de fatores que se somam e vão se acumulando. Quando o corpo reage com sintomas de alguma doença é porque a pessoa extrapolou seu limite emocional e o organismo responde tentando eliminar a dor", explica.

Sintomas que podem estar relacionados à dor reprimida:

-Físicos: úlcera, hipertensão, alergias, asma, estresse e, a longo prazo, câncer.
-Psíquicos: irritabilidade, ansiedade, agressividade, nervosismo.
-Sociais: queda de desempenho no trabalho, tendência ao isolamento, apatia, conflitos domésticos, dentre outros.


Colocar em pratos limpos
É muito comum ouvirmos as pessoas dizendo que se temos um problema com alguém é melhor resolver e conversar para não guardar mágoa porque isso faz mal, porém, esta máxima nem sempre é a melhor opção para quem sofre com problema.

De acordo com Denise Diniz nem sempre as pessoas conseguem lidar com a dor que sentem. "Além disso, conversar com o outro que os magoou significa trair seus valores morais e isso as maltrata mais do que a mágoa ou a dor reprimida", explica ela. Nestes casos, é melhor trabalhar para que ela supere a dor e siga em frente.


Extravasar sim! Magoar não
Uma hora você estoura! Pois é, isso não é o problema, o grave é quando você o faz e desconta nos outros as dores que são suas, magoando as pessoas ao seu redor. Para evitar que isso aconteça e te ajudar a extravasar, a psicóloga dá algumas dicas:

1.Aceite que algo lhe incomoda sem medo de expor seus sentimentos, assim você não intensifica a dor remoendo mágoa dos outros.

2. Detecte o que de fato lhe fez mal para não sair atirando para todos os lados.

3. Não crie expectativas em relação ao outro para não se decepcionar depois. "Só você pode curar sua dor, não adianta achar que o outro vai te livrar do sofrimento", diz Denise.

4. Busque em você e na sua vida todos os recursos que podem te ajudar a superar esta dor: amigos, praticar esportes, terapia, entre outros. "Se pergunte quais destas possibilidades fariam mais efeito na hora de trabalhar a dor que está te maltratando e corra atrás dela. Nem sempre o que lhe indicam é o melhor para você e, às vezes, uma conversa franca é mais útil do que uma consulta", explica.

5. Trabalhe sua autoestima: "As pessoas te maltratam se você deixa que isso aconteça. É você quem escolhe as relações que quer estabelecer com as pessoas, por isso, em vez de culpar o outro pelo seu sofrimento, olhe para si mesmo e se ajude", afirma Denise.

6. Perdoe. A psicóloga lembra que perdoar não é esquecer o que te fez mal e sim superar e se libertar daquele sentimento ruim: "só nos curamos quando viramos a página e, para isso, é preciso disposição e paciência. Não dá para achar que superou só porque você quer se sentir assim, tem que ser sincero para ser verdadeiro".

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Quem cala consente a dor


Os sentimentos ruins são frutos de expectativas frustradas. Colocamos no outro ou naquela oportunidade a responsabilidade de resolver nossos problemas como se eles não fossem consequências dos nossos próprios atos, daí a mágoa e o ressentimento.

Na medida em que não extravasamos este sentimento e vamos dando a ele uma conotação negativa maior do que de fato ele deveria ter, sufocamos nossos limites emocionais e daí aparecem os sintomas físicos. "Todos nós criamos expectativas sobre a vida e toleramos até certo limite algumas frustrações. Quando elas extrapolam este limite, que é pessoal, e nos fazem sofrer, significa que algo está em desequilíbrio e é preciso resolver", explica Denise a psicóloga e coordenadora do Setor de Gerenciamento de Qualidade de Vida da Unifesp.

"O problema é que a maioria das pessoas acha que resolver os ressentimentos é resolver com o outro aquilo que está pendente, o que deve ser feito mesmo, porém, antes disso, é preciso entender o que te de fato te fez mal e porque ganhou tamanha dimensão na sua vida para daí buscar o equilíbrio", afirma a especialista da Unifesp.


Por que não consigo expressar meus sentimentos?
Muita gente costuma guardar a mágoa e os sentimentos ruins por não conseguir extravasar, daí vem à tristeza e a angústia. Isso acontece porque temos temperamentos e limites diferentes fazendo com que alguns levem sem traumas as decepções do dia a dia, enquanto outros guardem e fiquem remoendo as dores.
"É algo muito pessoal a forma que cada um reage às adversidades. Se você é tímido, reage de um jeito; se é inseguro, age de outra maneira. O importante nesta questão é perceber que quem cria a conotação negativa que gera a mágoa e o ressentimento somos nós. A pessoa pode até ter errado com você, mas a intensidade disso na sua vida quem dá é você mesmo", explica a psicóloga.

Sentimento reprimido = saúde em perigo
Segundo a psicóloga da Unifesp, a dor emocional se torna física quando a intensidade que damos ao fato que nos magoa chega a interferir na atividade cerebral de modo a dificultar o envio de estímulos nervosos responsáveis pela execução de algumas funções de nosso organismo. "O cérebro deixa de comandar alguma função e o corpo reage sinalizando onde está o problema", explica.

"A gente se adapta as novas situações, isso é um processo natural, porém, quando algo nos machuca a ponto de extrapolar nossos limites, a dor emocional bloqueia alguma função física que já é propensa a ter problemas ou intensifica os sintomas de alguma doença já existente", explica Denise.
Para ela, os sintomas emocionais podem acometer três áreas interdependentes das nossas vidas de modo a influenciar umas as outras de acordo com a origem do problema emocional. "Quando a pessoa tem uma doença que tem origem emocional, dificilmente consegue desempenhar com total desenvoltura suas atividades sociais e começa a dar sinais físicos. É um conjunto de fatores que se somam e vão se acumulando. Quando o corpo reage com sintomas de alguma doença é porque a pessoa extrapolou seu limite emocional e o organismo responde tentando eliminar a dor", explica.

Sintomas que podem estar relacionados à dor reprimida:

-Físicos: úlcera, hipertensão, alergias, asma, estresse e, a longo prazo, câncer.
-Psíquicos: irritabilidade, ansiedade, agressividade, nervosismo.
-Sociais: queda de desempenho no trabalho, tendência ao isolamento, apatia, conflitos domésticos, dentre outros.


Colocar em pratos limpos
É muito comum ouvirmos as pessoas dizendo que se temos um problema com alguém é melhor resolver e conversar para não guardar mágoa porque isso faz mal, porém, esta máxima nem sempre é a melhor opção para quem sofre com problema.

De acordo com Denise Diniz nem sempre as pessoas conseguem lidar com a dor que sentem. "Além disso, conversar com o outro que os magoou significa trair seus valores morais e isso as maltrata mais do que a mágoa ou a dor reprimida", explica ela. Nestes casos, é melhor trabalhar para que ela supere a dor e siga em frente.


Extravasar sim! Magoar não
Uma hora você estoura! Pois é, isso não é o problema, o grave é quando você o faz e desconta nos outros as dores que são suas, magoando as pessoas ao seu redor. Para evitar que isso aconteça e te ajudar a extravasar, a psicóloga dá algumas dicas:

1.Aceite que algo lhe incomoda sem medo de expor seus sentimentos, assim você não intensifica a dor remoendo mágoa dos outros.

2. Detecte o que de fato lhe fez mal para não sair atirando para todos os lados.

3. Não crie expectativas em relação ao outro para não se decepcionar depois. "Só você pode curar sua dor, não adianta achar que o outro vai te livrar do sofrimento", diz Denise.

4. Busque em você e na sua vida todos os recursos que podem te ajudar a superar esta dor: amigos, praticar esportes, terapia, entre outros. "Se pergunte quais destas possibilidades fariam mais efeito na hora de trabalhar a dor que está te maltratando e corra atrás dela. Nem sempre o que lhe indicam é o melhor para você e, às vezes, uma conversa franca é mais útil do que uma consulta", explica.

5. Trabalhe sua autoestima: "As pessoas te maltratam se você deixa que isso aconteça. É você quem escolhe as relações que quer estabelecer com as pessoas, por isso, em vez de culpar o outro pelo seu sofrimento, olhe para si mesmo e se ajude", afirma Denise.

6. Perdoe. A psicóloga lembra que perdoar não é esquecer o que te fez mal e sim superar e se libertar daquele sentimento ruim: "só nos curamos quando viramos a página e, para isso, é preciso disposição e paciência. Não dá para achar que superou só porque você quer se sentir assim, tem que ser sincero para ser verdadeiro".

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maio 10, 2010

Neurologista esclarece as verdades e os mitos sobre a memória


Todo esquecimento é sinal da doença de Alzheimer? Afinal, como deve ser a alimentação para deixar a memória afiada? Será que os exercícios físicos realmente fazem bem para o cérebro? Quando o assunto é memória fica difícil conseguir guardar tanta informação, e mais complicado ainda é saber quais dessas informações, de fato, são verdadeiras.


Por exemplo, lembra daquela velha história de que esquecer faz parte do envelhecimento? Esqueça. De acordo com a neurologista e membro do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Sônia Brucki, isso não passa de um mito. “A ideia de que com o passar dos anos a diminuição da memória seja normal não é verdade. O envelhecimento saudável propicia a preservação de nossas funções cognitivas, inclusive da memória”, afirma ela.

Aqui, a neurologista esclarece o que é verdade e o que não passa de mito.




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Neurologista esclarece as verdades e os mitos sobre a memória


Todo esquecimento é sinal da doença de Alzheimer? Afinal, como deve ser a alimentação para deixar a memória afiada? Será que os exercícios físicos realmente fazem bem para o cérebro? Quando o assunto é memória fica difícil conseguir guardar tanta informação, e mais complicado ainda é saber quais dessas informações, de fato, são verdadeiras.


Por exemplo, lembra daquela velha história de que esquecer faz parte do envelhecimento? Esqueça. De acordo com a neurologista e membro do Departamento de Neurologia Cognitiva e do Envelhecimento da Academia Brasileira de Neurologia (ABN), Sônia Brucki, isso não passa de um mito. “A ideia de que com o passar dos anos a diminuição da memória seja normal não é verdade. O envelhecimento saudável propicia a preservação de nossas funções cognitivas, inclusive da memória”, afirma ela.

Aqui, a neurologista esclarece o que é verdade e o que não passa de mito.




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março 18, 2010

Vitamina D, a queridinha da ciência, mas...



Ontem, recebi 2 email´s (Sra. Esther e Sr. Paulo) solicitando informações sobre a Vitamina D, em função de uma matéria que eles assistiram na TV, e que falava sobre os "milagres" da vitamina . Confesso que não vi a matéria. Ambos são idosos, estavam preocupados, e indagaram se deviam comprar a vitamina na farmácia.

Gente, não se toma qualquer medicamento, nem mesmo vitaminas, se não forem com orientação médica.

Ela é importante? É sim, mas nem por isso, devemos ingerí-la por conta própria, em excesso o que poderia converter em benefícios, pode trazer riscos para nossa saúde, já que a a vitamina D em excesso é a mais tóxica para o organismo, causando náuseas, vômitos, perda de apetite e depósito de cálcio em tecidos moles. O excesso de cálcio no sangue chama-se hipercalcemia e o depósito de cálcio nos vasos chama-se arterosclerose, logo, se não houver a necessidade e tomarmos por conta própria, estaremos adquirindo um problemão de saúde não?


Portando, Sra Esther e Sr. Paulo, pergunte ao seu médico, conhecendo os seus habitos e seu histórico de saúde, apenas ele poderá indicar a necessidade ou não de Vitaminas, sejam elas quais forem, enquanto não se consultam, procurem ingerir alimentos saudáveis, não deixem de praticar exercícios e tomem um solzinho pela manhã.

abraços para ambos,





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Vitamina D, a queridinha da ciência, mas...



Ontem, recebi 2 email´s (Sra. Esther e Sr. Paulo) solicitando informações sobre a Vitamina D, em função de uma matéria que eles assistiram na TV, e que falava sobre os "milagres" da vitamina . Confesso que não vi a matéria. Ambos são idosos, estavam preocupados, e indagaram se deviam comprar a vitamina na farmácia.

Gente, não se toma qualquer medicamento, nem mesmo vitaminas, se não forem com orientação médica.

Ela é importante? É sim, mas nem por isso, devemos ingerí-la por conta própria, em excesso o que poderia converter em benefícios, pode trazer riscos para nossa saúde, já que a a vitamina D em excesso é a mais tóxica para o organismo, causando náuseas, vômitos, perda de apetite e depósito de cálcio em tecidos moles. O excesso de cálcio no sangue chama-se hipercalcemia e o depósito de cálcio nos vasos chama-se arterosclerose, logo, se não houver a necessidade e tomarmos por conta própria, estaremos adquirindo um problemão de saúde não?


Portando, Sra Esther e Sr. Paulo, pergunte ao seu médico, conhecendo os seus habitos e seu histórico de saúde, apenas ele poderá indicar a necessidade ou não de Vitaminas, sejam elas quais forem, enquanto não se consultam, procurem ingerir alimentos saudáveis, não deixem de praticar exercícios e tomem um solzinho pela manhã.

abraços para ambos,





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março 02, 2010

Sobre o excelente post da Cristiane Fetter (anterior a esse)

Post da Cristiane

O que tenho observado, é que algumas pessoas temem com tanta ênfase o envelhecimento, que se afastam das pessoas idosas, já que acompanhar ao processo de outro, ficaria mais difícil "negar" que não existe.

Já tive a oportunidade de conversar com uma leitora do nosso blog de receitas, onde lá ela comenta com uma certa constância, e por ser uma pessoa que eu sei ter quase 60 anos, me causava estranheza,nunca comentar no Longevidade, falamos no MSN,e eu perguntei a razão, ela então me disse:

- Não gosto de assuntos sobre velhice, prefiro ver blogs de jardinagem, de poesia e culinária.
Eu bem chatinha insisti - Mas, você lê sobre o assunto em relação as suas necessidades futuras e mudanças físicas e emocionais?
Ela foi categórica:
- Não, são dois assuntos que me nego, velhice e morte.
Diante dessa resposta, perguntei como estava o tempo no seu bairro.

Entendo, que não é necessário que todos nós tenhamos um blog sobre geriatria, gerontologia e afins, porém a condição da velhice é clara quando olhamos para os nossos pais e mais evidente fica, que virá para nós, aliás torço para que venha, porque viver é uma delícia, e viver bem, é muito melhor.

Meus pais, são absolutamente independente dos filhos, mas quando começamos a perceber os sinais do envelhecimento de ambos, passamos a acompanhá-los.
São telefonemas diários, apoio e se percebemos um tom melancólico em um deles, corremos pra lá, conversamos após as consultas com os profissionais de saúde que os atendem, na casa deles, com jeitinho, tiramos tapetes, sugerimos mudança da disposição dos móveis, somos nós os filhos que fazemos as ligações aos "famosos" serviços 0800 e por aí vai, são medidas pequenas, que para nós não é nada, mas que para eles faz uma enorme diferença.

Já entendi que não é a melhor idade, mas depende de nós fazermos com que não seja a pior, já que estamos maduros, experientes e hoje bem mais informados.

Para a nossa confortável velhice, do ponto de vista físico, sabemos que se não nos alimentarmos corretamente e não nos exercitarmos, nos tornaremos obesos, hipertensos, indispostos e adoeceremos. Se não exercitarmos a mente, teremos uma falha de memória precoce. Se não tivermos vida social ativa, nos tornaremos idosos sós, e rabugentos.

Observando essas questões, creio que estamos plantando boas sementes para a nossa Longevidade, com saúde, bem estar e principalmente bem humorados.

Quero poder dizer aos 80 como diz meu pai hoje, aos 80:
- Eu não sou velho, sou apenas idoso, e não apenas diz, vive o que diz.

E agora, pra relaxar conta pra gente, se você estivesse na Estação Central de Trens da Antuérpia, no momento que aconteceu esse vídeo, qual seria a sua reação?
abraços,



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Sobre o excelente post da Cristiane Fetter (anterior a esse)

Post da Cristiane

O que tenho observado, é que algumas pessoas temem com tanta ênfase o envelhecimento, que se afastam das pessoas idosas, já que acompanhar ao processo de outro, ficaria mais difícil "negar" que não existe.

Já tive a oportunidade de conversar com uma leitora do nosso blog de receitas, onde lá ela comenta com uma certa constância, e por ser uma pessoa que eu sei ter quase 60 anos, me causava estranheza,nunca comentar no Longevidade, falamos no MSN,e eu perguntei a razão, ela então me disse:

- Não gosto de assuntos sobre velhice, prefiro ver blogs de jardinagem, de poesia e culinária.
Eu bem chatinha insisti - Mas, você lê sobre o assunto em relação as suas necessidades futuras e mudanças físicas e emocionais?
Ela foi categórica:
- Não, são dois assuntos que me nego, velhice e morte.
Diante dessa resposta, perguntei como estava o tempo no seu bairro.

Entendo, que não é necessário que todos nós tenhamos um blog sobre geriatria, gerontologia e afins, porém a condição da velhice é clara quando olhamos para os nossos pais e mais evidente fica, que virá para nós, aliás torço para que venha, porque viver é uma delícia, e viver bem, é muito melhor.

Meus pais, são absolutamente independente dos filhos, mas quando começamos a perceber os sinais do envelhecimento de ambos, passamos a acompanhá-los.
São telefonemas diários, apoio e se percebemos um tom melancólico em um deles, corremos pra lá, conversamos após as consultas com os profissionais de saúde que os atendem, na casa deles, com jeitinho, tiramos tapetes, sugerimos mudança da disposição dos móveis, somos nós os filhos que fazemos as ligações aos "famosos" serviços 0800 e por aí vai, são medidas pequenas, que para nós não é nada, mas que para eles faz uma enorme diferença.

Já entendi que não é a melhor idade, mas depende de nós fazermos com que não seja a pior, já que estamos maduros, experientes e hoje bem mais informados.

Para a nossa confortável velhice, do ponto de vista físico, sabemos que se não nos alimentarmos corretamente e não nos exercitarmos, nos tornaremos obesos, hipertensos, indispostos e adoeceremos. Se não exercitarmos a mente, teremos uma falha de memória precoce. Se não tivermos vida social ativa, nos tornaremos idosos sós, e rabugentos.

Observando essas questões, creio que estamos plantando boas sementes para a nossa Longevidade, com saúde, bem estar e principalmente bem humorados.

Quero poder dizer aos 80 como diz meu pai hoje, aos 80:
- Eu não sou velho, sou apenas idoso, e não apenas diz, vive o que diz.

E agora, pra relaxar conta pra gente, se você estivesse na Estação Central de Trens da Antuérpia, no momento que aconteceu esse vídeo, qual seria a sua reação?
abraços,



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fevereiro 17, 2010

A incidência de insônia e de distúrbios do sono aumenta durante o verão.

A dificuldade em pegar no sono em noites mais quentes durante o verão é normal. Temperaturas mais elevada causa no organismo uma reação que mantém as pessoas despertas. Normalmente, o corpo resfria cerca de um grau na primeira fase do sono, antes de dormir. E o calor atrapalha esta tendência natural. Trata-se de uma dilatação das artérias que leva a uma reação no sistema nervoso autônomo.

Algumas medidas que podem aliviar o calor

- deixar os pés descobertos, as janelas abertas
- tomar um banho morno ou ligeiramente frio
- ar condicionado climatizado (cuidando para manter o ambiente umidificado, com uma bacia ou um copo com água, por exemplo)
- resfriar o ambiente e não congelar cuidado com a temperatura muito baixa e com a limpeza dos equipamentos.

Quem tiver uma nova e boa idéia, por favor, conte pra todos nos comentários.


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A incidência de insônia e de distúrbios do sono aumenta durante o verão.

A dificuldade em pegar no sono em noites mais quentes durante o verão é normal. Temperaturas mais elevada causa no organismo uma reação que mantém as pessoas despertas. Normalmente, o corpo resfria cerca de um grau na primeira fase do sono, antes de dormir. E o calor atrapalha esta tendência natural. Trata-se de uma dilatação das artérias que leva a uma reação no sistema nervoso autônomo.

Algumas medidas que podem aliviar o calor

- deixar os pés descobertos, as janelas abertas
- tomar um banho morno ou ligeiramente frio
- ar condicionado climatizado (cuidando para manter o ambiente umidificado, com uma bacia ou um copo com água, por exemplo)
- resfriar o ambiente e não congelar cuidado com a temperatura muito baixa e com a limpeza dos equipamentos.

Quem tiver uma nova e boa idéia, por favor, conte pra todos nos comentários.


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janeiro 28, 2010

A hora de rearrumar a estrutura familiar para dar conta dos idosos em casa

Longevidade
Pode vir de surpresa ou não. Mas quando os idosos adoecem, ou se tornam dependentes, alguém terá de assumir os cuidados.

Filhos atarefados e envolvidos com sua própria rotina têm de lidar com a nova situação que implica, ainda, em assustadoras despesas médicas. Quanto mais cedo à família pensar no assunto, menos sofrimento.

Lidar com os pais idosos ainda é uma surpresa e grande dificuldade para muitos. Uma das razões está relacionada com o repentino aumento da expectativa de vida. Recentemente se percebeu que a perspectiva de envelhecimento da população brasileira estava crescendo em proporções assustadoras, e nós não nos preparamos para cuidar dos idosos.

É difícil para todos. Portanto, não se sinta culpado se não sabe lidar com a dependência dos pais. "Ninguém quer pensar que nossos pais estão envelhecendo ou morrendo, porque então não haverá nada entre nós e a morte", escreve a jornalista americana Beth Witrogen Mc Leod, autora de "Caregiving: The Spiritual Journey of Love, Loss and Renewal" (em tradução livre, "Cuidados: uma jornada espiritual de amor, perda e renovação", não disponível em português).

Além do medo do próprio envelhecimento, imaginar que o parente mais velho se aproxima da morte também gera muita ansiedade e frustração. "O ideal é não pensar em perdas, nem antecipar a morte de ninguém. A pessoa pode estar mal e viver mais trinta anos", diz o psicólogo Renato Veras, coordenador da Unati - UERJ.

Nesses momentos difíceis, são muitos os medos irracionais e é preciso descobri-los dentro de si mesmo para conseguir encarar a responsabilidade. "Quem está à volta com o pai ou a mãe doente, normalmente, não compreende que o problema do idoso é resultado de uma longa história construída. E que ele próprio faz parte daquela história", afirma a sub-coordenadora da Unati, Célia Caldas. "O idoso somos nós mesmos, o nosso futuro", diz.

Por isso, "a família tem que assumir a responsabilidade como um problema dela, e não do outro. Somos nós que estamos envelhecendo e não assumimos isso ainda", conclui. O sociólogo e gerontólogo Ricardo Moragas, professor e pesquisador da Universidade de Barcelona concorda. "Sem querer generalizar, o que o ancião precisa é, normalmente, a soma do que os filhos e netos sentem falta", completa.

Necessidades que não são apenas de natureza financeira ou material, como atendimento médico e remédios, mas também de natureza socio-espiritual. "Pode-se estabelecer um médico de família por metro quadrado que, sozinho, não resolverá o problema do idoso", afirma categórica, Célia Caldas.

Lisa Berkman, professora catedrática do departamento de saúde e de comportamento social da Escola de Saúde Pública de Harvard fala sobre a necessidade do idoso não apenas de receber, mas também de poder participar da vida em família. "O que geralmente faz com que as pessoas idosas sigam em frente é o fato de elas serem capazes de dar, não apenas de receber", explica, no livro Amor e Sobrevivência, de Dean Ornish (Editora Rocco).

Dessa forma, elas são capazes de sentir ainda mais seus verdadeiros valores. "Por isso, os netos são tão importantes", afirma. Dar e receber são preceitos que valem não só para o idoso. "É preciso vencer o preconceito com a velhice e se conscientizar da necessidade de retribuir tudo o que se recebeu dos pais", diz Renato Veras.

"O idoso só se torna uma ameaça à família, se a estrutura familiar já está frágil", analisa o professor Moragas. Por isso, é hora de encarar a fase difícil como um grande aprendizado. Como já dizia o rabino americano Harold Kushner: "se modelarmos uma sociedade em que os idosos sejam queridos e levados a sério, seremos capazes de envelhecermos sem temer esse destino".

Maisde50


Longevidade

A hora de rearrumar a estrutura familiar para dar conta dos idosos em casa

Longevidade
Pode vir de surpresa ou não. Mas quando os idosos adoecem, ou se tornam dependentes, alguém terá de assumir os cuidados.

Filhos atarefados e envolvidos com sua própria rotina têm de lidar com a nova situação que implica, ainda, em assustadoras despesas médicas. Quanto mais cedo à família pensar no assunto, menos sofrimento.

Lidar com os pais idosos ainda é uma surpresa e grande dificuldade para muitos. Uma das razões está relacionada com o repentino aumento da expectativa de vida. Recentemente se percebeu que a perspectiva de envelhecimento da população brasileira estava crescendo em proporções assustadoras, e nós não nos preparamos para cuidar dos idosos.

É difícil para todos. Portanto, não se sinta culpado se não sabe lidar com a dependência dos pais. "Ninguém quer pensar que nossos pais estão envelhecendo ou morrendo, porque então não haverá nada entre nós e a morte", escreve a jornalista americana Beth Witrogen Mc Leod, autora de "Caregiving: The Spiritual Journey of Love, Loss and Renewal" (em tradução livre, "Cuidados: uma jornada espiritual de amor, perda e renovação", não disponível em português).

Além do medo do próprio envelhecimento, imaginar que o parente mais velho se aproxima da morte também gera muita ansiedade e frustração. "O ideal é não pensar em perdas, nem antecipar a morte de ninguém. A pessoa pode estar mal e viver mais trinta anos", diz o psicólogo Renato Veras, coordenador da Unati - UERJ.

Nesses momentos difíceis, são muitos os medos irracionais e é preciso descobri-los dentro de si mesmo para conseguir encarar a responsabilidade. "Quem está à volta com o pai ou a mãe doente, normalmente, não compreende que o problema do idoso é resultado de uma longa história construída. E que ele próprio faz parte daquela história", afirma a sub-coordenadora da Unati, Célia Caldas. "O idoso somos nós mesmos, o nosso futuro", diz.

Por isso, "a família tem que assumir a responsabilidade como um problema dela, e não do outro. Somos nós que estamos envelhecendo e não assumimos isso ainda", conclui. O sociólogo e gerontólogo Ricardo Moragas, professor e pesquisador da Universidade de Barcelona concorda. "Sem querer generalizar, o que o ancião precisa é, normalmente, a soma do que os filhos e netos sentem falta", completa.

Necessidades que não são apenas de natureza financeira ou material, como atendimento médico e remédios, mas também de natureza socio-espiritual. "Pode-se estabelecer um médico de família por metro quadrado que, sozinho, não resolverá o problema do idoso", afirma categórica, Célia Caldas.

Lisa Berkman, professora catedrática do departamento de saúde e de comportamento social da Escola de Saúde Pública de Harvard fala sobre a necessidade do idoso não apenas de receber, mas também de poder participar da vida em família. "O que geralmente faz com que as pessoas idosas sigam em frente é o fato de elas serem capazes de dar, não apenas de receber", explica, no livro Amor e Sobrevivência, de Dean Ornish (Editora Rocco).

Dessa forma, elas são capazes de sentir ainda mais seus verdadeiros valores. "Por isso, os netos são tão importantes", afirma. Dar e receber são preceitos que valem não só para o idoso. "É preciso vencer o preconceito com a velhice e se conscientizar da necessidade de retribuir tudo o que se recebeu dos pais", diz Renato Veras.

"O idoso só se torna uma ameaça à família, se a estrutura familiar já está frágil", analisa o professor Moragas. Por isso, é hora de encarar a fase difícil como um grande aprendizado. Como já dizia o rabino americano Harold Kushner: "se modelarmos uma sociedade em que os idosos sejam queridos e levados a sério, seremos capazes de envelhecermos sem temer esse destino".

Maisde50


Longevidade

janeiro 25, 2010

Insônia: causas e tratamento




Apesar de a maioria precisar dormir de sete a oito horas para acordar bem disposta, o tempo tido como ideal para um sono reparador varia de uma pessoa para outra. A sensação de sono inadequado que acompanha os insones e as consequências para o dia a dia destes indivíduos são dois aspectos importantes deste distúrbio do sono. No Pode Ter Saúde, a insônia é o tema da entrevista com o Dr. Flávio Alóe, médico neurologista do Centro Interdepartamental para os Estudos do Sono do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. No programa, o especialista explica as causas, sintomas e formas de tratamento da insônia e também esclarece o que é a polissonografia.

Para ouví-lo, clique aqui


Vocês sabiam que é possível visitar o rico museu do Iraque pela internet? Clica aqui
Reinicio das palestras sobre Alzeheimer e doenças similares clica aqui
Uso excessivo de ar condicionado pode ser "vilão da saúde" clica aqui
O Grão de bico vale ouro e eu nem sabia, e você? clica aqui



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Insônia: causas e tratamento




Apesar de a maioria precisar dormir de sete a oito horas para acordar bem disposta, o tempo tido como ideal para um sono reparador varia de uma pessoa para outra. A sensação de sono inadequado que acompanha os insones e as consequências para o dia a dia destes indivíduos são dois aspectos importantes deste distúrbio do sono. No Pode Ter Saúde, a insônia é o tema da entrevista com o Dr. Flávio Alóe, médico neurologista do Centro Interdepartamental para os Estudos do Sono do Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da USP. No programa, o especialista explica as causas, sintomas e formas de tratamento da insônia e também esclarece o que é a polissonografia.

Para ouví-lo, clique aqui


Vocês sabiam que é possível visitar o rico museu do Iraque pela internet? Clica aqui
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janeiro 19, 2010

Universidade do idoso: a terceira idade saudável, em São Paulo - USP -Grátis



A Universidade Aberta para o Envelhecimento Saudável - Unapes, da Disciplina de Geriatria da Faculdade de Medicina da USP, abre inscrições no dia 2 de fevereiro para oficinas de Alimentação Saudável, Técnicas de Dinâmicas em Grupo, Consciência Social e Cidadania, Atividade Física, Dança e Expressão Corporal, Introdução à Informática e Atividades Extra–Curriculares.
A participação é gratuita.


Direcionada a pessoas com mais de 60 anos de idade, as oficinas terão início no dia 1 de março.
A programação é semestral e as vagas limitadas.
Informações pelos telefones: (11) 3069-8021 e (11) 3069-6639.

A meta da Unapes é fazer do espaço um ambiente favorável de promoção do envelhecimento saudável e de formação de multiplicadores de opinião para estimular ações de cidadania e inclusão social.

A Unapes funciona à Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155, dependências do Prédio dos Ambulatórios, próximo à Estação do Metrô Clínicas, São Paulo.



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Universidade do idoso: a terceira idade saudável, em São Paulo - USP -Grátis



A Universidade Aberta para o Envelhecimento Saudável - Unapes, da Disciplina de Geriatria da Faculdade de Medicina da USP, abre inscrições no dia 2 de fevereiro para oficinas de Alimentação Saudável, Técnicas de Dinâmicas em Grupo, Consciência Social e Cidadania, Atividade Física, Dança e Expressão Corporal, Introdução à Informática e Atividades Extra–Curriculares.
A participação é gratuita.


Direcionada a pessoas com mais de 60 anos de idade, as oficinas terão início no dia 1 de março.
A programação é semestral e as vagas limitadas.
Informações pelos telefones: (11) 3069-8021 e (11) 3069-6639.

A meta da Unapes é fazer do espaço um ambiente favorável de promoção do envelhecimento saudável e de formação de multiplicadores de opinião para estimular ações de cidadania e inclusão social.

A Unapes funciona à Av. Enéas de Carvalho Aguiar, 155, dependências do Prédio dos Ambulatórios, próximo à Estação do Metrô Clínicas, São Paulo.



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