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setembro 04, 2009

Vida sexual Dedicar tempo e energia à relação afetiva traz recompensas


longevidade


A vida sexual é um processo de amadurecimento que acompanha o passar dos anos. Sexólogos e terapeutas sexuais são unânimes em afirmar que é possível tornar o sexo melhor com a idade. Mesmo quem é casado com a mesma pessoa há muito tempo pode viver uma aventura erótica contínua. Uma vida sexual satisfatória traz benefícios também em outros aspectos de nossas vidas.

Com o tempo, a maioria das pessoas que chegam à meia-idade sabe o que as agrada e como satisfazer o parceiro. "Um dos melhores aspectos do sexo nessa fase é que muitos de nós somos mais hábeis sexualmente aos 40 do que quando tínhamos 20 anos," diz Ted McIlvenna, sexólogo e diretor do Institute for the Advanced Study of Sexuality, em São Francisco.

Os parceiros devem discutir abertamente sobre as necessidades e fantasias, diz McIlvenna, sabendo que podem descobrir novas maneiras de agradar um ao outro. "Dedique mais tempo ao sexo, indo para a cama mais cedo e aproveitando a noite apenas beijando, afagando e massageando o parceiro, sem ir além," aponta McIlvenna. "O casal pode ter novas sensações e poderá descobrir novas maneiras de sentir prazer sem ter que se preocupar com a penetração, exigida freqüentemente." Quando os amantes buscam outras experiências para sentir prazer, descobrem não apenas a satisfação física, como também novas sensações e mais intimidade com o amante.

Experimentação e Exploração - Liberados da insegurança sexual dos jovens, os amantes cinqüentões levam a vida sexual a novos horizontes, com as diversas explorações. "Imaginem o sexo, sintam o sexo, aprendam a brincar e brinquem com o parceiro," diz Marilyn Lawrence, diretora executiva da American College of Sexologists. Para ela, tudo é válido para enriquecer o sexo: "Experimentos sexuais promovem um sentido de divertimento e faz com que os parceiros encontrem novas sensações sem preocupação."

Um outro segredo é descobrir qual o sentido mais estimulável do parceiro e do próprio indivíduo. Alguns, por exemplo, ficam mais excitados quando vêem filmes eróticos, pela estimulação visual. Outros estudam manuais ilustrados de massagem para buscar novas formas tocar o parceiro. Já alguns amantes ficam envolvidos com uma leitura erótica. E alguns aventureiros utilizam, ainda, "artifícios" sexuais e têm orgasmos sem penetração sexual.


Aceitar a mudança traz a aproximação do parceiro - Ao aceitar que o desempenho sexual (ou do parceiro) está mudando nesta época da vida, é possível começar a trabalhar mente e corpo para que a vida sexual permaneça em alta. John Bancroft, terapeuta sexual e diretor do Kinsey Institute For Sex, Gender & Reproduction at Indiana University, recomenda que casais de meia-idade devem se comunicar mais, ser mais diretos verbal e fisicamente.


Segundo Judith Seifer, diretora da Behavioral Medicine at the West Virginia School of Osteopathic Medicine,
as mulheres necessitam saber que na meia-idade é normal que elas sintam a vagina ressecada. "Para solucionar, elas podem utilizar lubrificantes vaginais e isso aumentará o prazer para seus parceiros também" diz Seifer, acrescentando que muitas mulheres encontram novamente o prazer com a terapia da reposição hormonal.

Os homens de meia-idade precisam saber que é natural - experimentar ereções não tão rígidas, mas é possível mantê-las por mais tempo. Lawrence destaca que eles podem ter um orgasmo sem uma ereção. "Os homens podem aproveitar a vida sexual fazendo mais sexo oral, massagens sensuais, maturbando a parceira, acariciando-a durante o banho. O sexo bom abrange muito mais do que uma relação", diz Lawrence.




Criando ambientes românticos

A pesquisa conduzida por McIlvenna e outros especialistas descobriu que as preliminares se tornam mais importantes para a satisfação sexual à medida que envelhecemos. Presume-se que seja porque os amantes de meia-idade precisam de mais tempo para chegar ao orgasmo do que aos 20 anos, quando poderiam começar a fazer amor após apenas alguns segundos de preliminares.

Para encontrar novamente a excitação, mudar o ambiente é uma boa dica.
"Troque carícias na garagem, no chuveiro, ou fazer sexo no quintal", diz Seifer. A higiene é um item que não pode ser esquecido. Seifer aconselha nunca subestimar o valor de um bom banho ou de uns dentes recentemente escovados para ajudar a seduzir. "A pele limpa e a respiração fresca são fundamentais", ressalta.


Lawrence acrescenta que sexo por telefone pode ser uma grande experiência. "Você pode falar sobre o que fará quando o parceiro voltar para casa, dizer que está preparando o ambiente e criando um clima envolvente." Sair da casa e ir a um motel também pode ser muito estimulável. Lawrence relata que alguns de seus clientes gostam de ir para o motel e de requisitar um jantar do serviço de quarto para criar as preliminares de uma noite romântica.


Os prazeres sensoriais tais como a música bonita do fundo, velas acesas, ou as flores frescas ao lado da cama também "esquentam o clima". "Comece tirando as vestes de seda ou a lingerie, perfume-se e faça uma dança sensual," complementa Lawrence. Surpreender o parceiro no meio da tarde iniciando o sexo nas escadas ou cumprimentá-lo quando ele chegar em casa com um beijo demorado são surpresas que mantêm acesa a chama do sexo.

Mais tempo e oportunidades - Uma coisa é certa: você tem mais tempo livre agora do que quando era jovem. "Use seu tempo livre na meia-idade para fazer mais sexo. Isso deve ser uma prioridade," diz Lawrence. Para assegurar suas apreensões com relação à vida sexual, vale sentar com o parceiro e discutir o tempo livre de modo que inclua diversos interlúdios românticos.

Os casais supõem, freqüentemente, que conhecem as preferências sexuais do parceiro. "Porém, nunca deve-se partir desse pressuposto porque as pessoas mudam constantemente", alerta Bancroft. Uma vida sexual ativa auxilia os casais a descobrir mais aspectos de cada território emocional e erótico do corpo do outro. Bancroft acrescenta que quando a idade vai chegando, o valor do sexo fica redefinido. Os casais que podem ter perdido o hábito de ser namorados devido às demandas cotidianas devem resgatar o romantismo. "O sexo pode ficar melhor com a idade," afirma Lawrence.


FONTE: Mais de 50


LONGEVIDADE

Vida sexual Dedicar tempo e energia à relação afetiva traz recompensas


longevidade


A vida sexual é um processo de amadurecimento que acompanha o passar dos anos. Sexólogos e terapeutas sexuais são unânimes em afirmar que é possível tornar o sexo melhor com a idade. Mesmo quem é casado com a mesma pessoa há muito tempo pode viver uma aventura erótica contínua. Uma vida sexual satisfatória traz benefícios também em outros aspectos de nossas vidas.

Com o tempo, a maioria das pessoas que chegam à meia-idade sabe o que as agrada e como satisfazer o parceiro. "Um dos melhores aspectos do sexo nessa fase é que muitos de nós somos mais hábeis sexualmente aos 40 do que quando tínhamos 20 anos," diz Ted McIlvenna, sexólogo e diretor do Institute for the Advanced Study of Sexuality, em São Francisco.

Os parceiros devem discutir abertamente sobre as necessidades e fantasias, diz McIlvenna, sabendo que podem descobrir novas maneiras de agradar um ao outro. "Dedique mais tempo ao sexo, indo para a cama mais cedo e aproveitando a noite apenas beijando, afagando e massageando o parceiro, sem ir além," aponta McIlvenna. "O casal pode ter novas sensações e poderá descobrir novas maneiras de sentir prazer sem ter que se preocupar com a penetração, exigida freqüentemente." Quando os amantes buscam outras experiências para sentir prazer, descobrem não apenas a satisfação física, como também novas sensações e mais intimidade com o amante.

Experimentação e Exploração - Liberados da insegurança sexual dos jovens, os amantes cinqüentões levam a vida sexual a novos horizontes, com as diversas explorações. "Imaginem o sexo, sintam o sexo, aprendam a brincar e brinquem com o parceiro," diz Marilyn Lawrence, diretora executiva da American College of Sexologists. Para ela, tudo é válido para enriquecer o sexo: "Experimentos sexuais promovem um sentido de divertimento e faz com que os parceiros encontrem novas sensações sem preocupação."

Um outro segredo é descobrir qual o sentido mais estimulável do parceiro e do próprio indivíduo. Alguns, por exemplo, ficam mais excitados quando vêem filmes eróticos, pela estimulação visual. Outros estudam manuais ilustrados de massagem para buscar novas formas tocar o parceiro. Já alguns amantes ficam envolvidos com uma leitura erótica. E alguns aventureiros utilizam, ainda, "artifícios" sexuais e têm orgasmos sem penetração sexual.


Aceitar a mudança traz a aproximação do parceiro - Ao aceitar que o desempenho sexual (ou do parceiro) está mudando nesta época da vida, é possível começar a trabalhar mente e corpo para que a vida sexual permaneça em alta. John Bancroft, terapeuta sexual e diretor do Kinsey Institute For Sex, Gender & Reproduction at Indiana University, recomenda que casais de meia-idade devem se comunicar mais, ser mais diretos verbal e fisicamente.


Segundo Judith Seifer, diretora da Behavioral Medicine at the West Virginia School of Osteopathic Medicine,
as mulheres necessitam saber que na meia-idade é normal que elas sintam a vagina ressecada. "Para solucionar, elas podem utilizar lubrificantes vaginais e isso aumentará o prazer para seus parceiros também" diz Seifer, acrescentando que muitas mulheres encontram novamente o prazer com a terapia da reposição hormonal.

Os homens de meia-idade precisam saber que é natural - experimentar ereções não tão rígidas, mas é possível mantê-las por mais tempo. Lawrence destaca que eles podem ter um orgasmo sem uma ereção. "Os homens podem aproveitar a vida sexual fazendo mais sexo oral, massagens sensuais, maturbando a parceira, acariciando-a durante o banho. O sexo bom abrange muito mais do que uma relação", diz Lawrence.




Criando ambientes românticos

A pesquisa conduzida por McIlvenna e outros especialistas descobriu que as preliminares se tornam mais importantes para a satisfação sexual à medida que envelhecemos. Presume-se que seja porque os amantes de meia-idade precisam de mais tempo para chegar ao orgasmo do que aos 20 anos, quando poderiam começar a fazer amor após apenas alguns segundos de preliminares.

Para encontrar novamente a excitação, mudar o ambiente é uma boa dica.
"Troque carícias na garagem, no chuveiro, ou fazer sexo no quintal", diz Seifer. A higiene é um item que não pode ser esquecido. Seifer aconselha nunca subestimar o valor de um bom banho ou de uns dentes recentemente escovados para ajudar a seduzir. "A pele limpa e a respiração fresca são fundamentais", ressalta.


Lawrence acrescenta que sexo por telefone pode ser uma grande experiência. "Você pode falar sobre o que fará quando o parceiro voltar para casa, dizer que está preparando o ambiente e criando um clima envolvente." Sair da casa e ir a um motel também pode ser muito estimulável. Lawrence relata que alguns de seus clientes gostam de ir para o motel e de requisitar um jantar do serviço de quarto para criar as preliminares de uma noite romântica.


Os prazeres sensoriais tais como a música bonita do fundo, velas acesas, ou as flores frescas ao lado da cama também "esquentam o clima". "Comece tirando as vestes de seda ou a lingerie, perfume-se e faça uma dança sensual," complementa Lawrence. Surpreender o parceiro no meio da tarde iniciando o sexo nas escadas ou cumprimentá-lo quando ele chegar em casa com um beijo demorado são surpresas que mantêm acesa a chama do sexo.

Mais tempo e oportunidades - Uma coisa é certa: você tem mais tempo livre agora do que quando era jovem. "Use seu tempo livre na meia-idade para fazer mais sexo. Isso deve ser uma prioridade," diz Lawrence. Para assegurar suas apreensões com relação à vida sexual, vale sentar com o parceiro e discutir o tempo livre de modo que inclua diversos interlúdios românticos.

Os casais supõem, freqüentemente, que conhecem as preferências sexuais do parceiro. "Porém, nunca deve-se partir desse pressuposto porque as pessoas mudam constantemente", alerta Bancroft. Uma vida sexual ativa auxilia os casais a descobrir mais aspectos de cada território emocional e erótico do corpo do outro. Bancroft acrescenta que quando a idade vai chegando, o valor do sexo fica redefinido. Os casais que podem ter perdido o hábito de ser namorados devido às demandas cotidianas devem resgatar o romantismo. "O sexo pode ficar melhor com a idade," afirma Lawrence.


FONTE: Mais de 50


LONGEVIDADE

julho 29, 2009

Sexo na Terceira Idade

LONGEVIDADE
A falta de informação sobre o sexo na Terceira Idade gera o medo, além do preconceito, na vontade e no desejo de se relacionar sexualmente com seu parceiro(a).

Camuflar desejos, na repressão de sua sexualidade não é uma alternativa saudável. Nesta etapa da vida, transar pode ser muito mais prazeroso se puder combinar a isto, sua experiência e maturidade.

A atenção dispensada às preliminares, bem como o diálogo, no (re)conhecimento do que poder ser melhor para o companheiro(a) devem ser preservados e plenamente estimulados.

A relação sexual não se resume ao ato da penetração em si.
Seja criativa(o), aposte na sensualidade e invista em si mesma(o). Um perfume ousado, uma peça íntima atraente, uma música ambiente, um filme erótico. Ah... e o batom. Saia do comum, do casual. Ouse! Atreva-se!

Lembre-se de que sexo não deve ser medido pela quantidade, mas pela qualidade.

Mulheres na menopausa tendem ter sua lubrificação vaginal diminuída, nada que um lubrificante não resolva. Com a reposição hormonal, a mulher se torna mais disposta ao sexo. Aproveite. Acompanhamento médico é necessário por toda a vida. Mais fácil prevenir que tratar.

E falando em prevenção, não deixe a camisinha de lado. Feminina ou masculina, cuide-se. O uso correto e sistemático do preservativo previne as doenças sexualmente transmissíveis, além do vírus HIV.

Beije muito na boca. Leve uma vida saudável, beba bastante líquido, use filtro solar, use muita camisinha.

E ame. Ame muito!

“Enquanto sessenta, cê tenta; e quando setenta, cê senta.”
Itamar Assumpção

Fonte: Com camisinha
longevidade

Sexo na Terceira Idade

LONGEVIDADE
A falta de informação sobre o sexo na Terceira Idade gera o medo, além do preconceito, na vontade e no desejo de se relacionar sexualmente com seu parceiro(a).

Camuflar desejos, na repressão de sua sexualidade não é uma alternativa saudável. Nesta etapa da vida, transar pode ser muito mais prazeroso se puder combinar a isto, sua experiência e maturidade.

A atenção dispensada às preliminares, bem como o diálogo, no (re)conhecimento do que poder ser melhor para o companheiro(a) devem ser preservados e plenamente estimulados.

A relação sexual não se resume ao ato da penetração em si.
Seja criativa(o), aposte na sensualidade e invista em si mesma(o). Um perfume ousado, uma peça íntima atraente, uma música ambiente, um filme erótico. Ah... e o batom. Saia do comum, do casual. Ouse! Atreva-se!

Lembre-se de que sexo não deve ser medido pela quantidade, mas pela qualidade.

Mulheres na menopausa tendem ter sua lubrificação vaginal diminuída, nada que um lubrificante não resolva. Com a reposição hormonal, a mulher se torna mais disposta ao sexo. Aproveite. Acompanhamento médico é necessário por toda a vida. Mais fácil prevenir que tratar.

E falando em prevenção, não deixe a camisinha de lado. Feminina ou masculina, cuide-se. O uso correto e sistemático do preservativo previne as doenças sexualmente transmissíveis, além do vírus HIV.

Beije muito na boca. Leve uma vida saudável, beba bastante líquido, use filtro solar, use muita camisinha.

E ame. Ame muito!

“Enquanto sessenta, cê tenta; e quando setenta, cê senta.”
Itamar Assumpção

Fonte: Com camisinha
longevidade

abril 16, 2009

Sexo frágil para envelhecer




Pesquisa revela que os homens têm mais dificuldades para enfrentar o avanço da idade

Elas se movimentam mais e assumem múltiplas tarefas. As exaustivas jornadas, no entanto, podem servir, na velhice, para garantir mais e melhores anos às mulheres. Segundo um estudo sobre as diferenças entre os sexos no processo de envelhecer, realizado pela pesquisadora Dália Romero, do Centro de Informação Científica e Tecnológica (Cict), uma unidade da Fiocruz, os homens vivem cerca de oito anos a menos e apresentam mais dificuldades com o avanço da idade.

Os números mostram que as brasileiras vivem em média 75 anos. Já entre os homens, a expectativa de vida é de 67 anos. As causas para o descompasso têm origens diversas. Na pesquisa, Dália explica que homens com limitações para realizar suas atividades diárias, sobretudo as que exigem força e agilidade, ficam mais deprimidos e com menor qualidade de vida do que mulheres nas mesmas condições. "Essa percepção negativa da saúde aumenta a chance de mortes prematuras da população masculina", define a pesquisadora no trabalho.

A sociedade exige que os meninos sejam os provedores, fortes e sadios, enquanto a mulher deve ser carinhosa e sensível. Conclusão: a velhice acaba comprometendo esse "papel" social masculino. "A sociedade não prepara o homem para ficar dentro de casa", afirma. Logo, a aposentadoria afeta muito mais os homens do que as mulheres em iguais condições. "Considero que a multifuncionalidade feminina, tais como cuidar de casa, trabalhar, cuidar dos filhos sem marido, participar na escola, conviver com a vizinhança, levar os filhos ao médico são nossas vantagens na etapa da velhice", destaca a pesquisadora no estudo, acrescentando que a dinâmica feminina não muda tanto com a aposentadoria. Ela passa a dispor de mais tempo para cuidar do lar, mas continua ativa.

O estilo de vida também é outro determinante da longevidade feminina, já que a expectativa de vida delas é superior a dos homens em todas as idades. De acordo com o estudo, enquanto 62,3% das mulheres consultaram algum médico nas duas últimas semanas, apenas 46,7% dos homens fizeram o mesmo. Para a pesquisadora, essa negligência faz com que os homens sejam responsáveis por um maior número de internação em situação grave e procurem mais os serviços de emergência.

Além do descaso com a saúde, e possuem hábitos menos saudáveis e têm arranjos familiares mais complicados, pois casam mais e os vínculos com os filhos, geralmente, são mais enfraquecidos. "Isso na etapa do envelhecimento conta muito. Por isso, temos muito mais homens do que mulheres morando em Casas de Cuidado ou Instituições de Longa Permanência (ILPI)", completa Dália. Por sua vez, as mulheres têm mais autonomia para realizar atividades domésticas e se cuidar, o que leva a maioria a morar sozinha.

Por: Andrea Guedes



Sexo frágil para envelhecer




Pesquisa revela que os homens têm mais dificuldades para enfrentar o avanço da idade

Elas se movimentam mais e assumem múltiplas tarefas. As exaustivas jornadas, no entanto, podem servir, na velhice, para garantir mais e melhores anos às mulheres. Segundo um estudo sobre as diferenças entre os sexos no processo de envelhecer, realizado pela pesquisadora Dália Romero, do Centro de Informação Científica e Tecnológica (Cict), uma unidade da Fiocruz, os homens vivem cerca de oito anos a menos e apresentam mais dificuldades com o avanço da idade.

Os números mostram que as brasileiras vivem em média 75 anos. Já entre os homens, a expectativa de vida é de 67 anos. As causas para o descompasso têm origens diversas. Na pesquisa, Dália explica que homens com limitações para realizar suas atividades diárias, sobretudo as que exigem força e agilidade, ficam mais deprimidos e com menor qualidade de vida do que mulheres nas mesmas condições. "Essa percepção negativa da saúde aumenta a chance de mortes prematuras da população masculina", define a pesquisadora no trabalho.

A sociedade exige que os meninos sejam os provedores, fortes e sadios, enquanto a mulher deve ser carinhosa e sensível. Conclusão: a velhice acaba comprometendo esse "papel" social masculino. "A sociedade não prepara o homem para ficar dentro de casa", afirma. Logo, a aposentadoria afeta muito mais os homens do que as mulheres em iguais condições. "Considero que a multifuncionalidade feminina, tais como cuidar de casa, trabalhar, cuidar dos filhos sem marido, participar na escola, conviver com a vizinhança, levar os filhos ao médico são nossas vantagens na etapa da velhice", destaca a pesquisadora no estudo, acrescentando que a dinâmica feminina não muda tanto com a aposentadoria. Ela passa a dispor de mais tempo para cuidar do lar, mas continua ativa.

O estilo de vida também é outro determinante da longevidade feminina, já que a expectativa de vida delas é superior a dos homens em todas as idades. De acordo com o estudo, enquanto 62,3% das mulheres consultaram algum médico nas duas últimas semanas, apenas 46,7% dos homens fizeram o mesmo. Para a pesquisadora, essa negligência faz com que os homens sejam responsáveis por um maior número de internação em situação grave e procurem mais os serviços de emergência.

Além do descaso com a saúde, e possuem hábitos menos saudáveis e têm arranjos familiares mais complicados, pois casam mais e os vínculos com os filhos, geralmente, são mais enfraquecidos. "Isso na etapa do envelhecimento conta muito. Por isso, temos muito mais homens do que mulheres morando em Casas de Cuidado ou Instituições de Longa Permanência (ILPI)", completa Dália. Por sua vez, as mulheres têm mais autonomia para realizar atividades domésticas e se cuidar, o que leva a maioria a morar sozinha.

Por: Andrea Guedes



fevereiro 21, 2009

Idade avançada não é barreira para o sexo




O carnaval está aí, e lembrando o tema da campanha de prevenção do governo em relação à AIDS, cujo tema esse ano, é o sexo seguro entre os maiores de 50, achei oportuna a colaboração enviada pela leitora do blog, Renata Feitosa.

Sexo é bom em qualquer idade, e sexo SEGURO, é muito melhor!
Use camisinha sempre.


Obrigada Renata.


Engana-se quem pensa que os vovôs e vovós não fazem mais amor. Eles não só se enroscam embaixo dos lençóis como também deixam bem claro que estão felizes curtindo a nova fase da vida. Ao contrário do comportamento dos idosos de algumas décadas atrás que viam o sexo como tabu, os vovôs de hoje fazem questão de falar sobre sexualidade e buscar ajuda quando é necessário, pois o importante para eles é viver intensamente tudo que a idade proporciona.

Cada vez é mais comum encontrar casais que passaram dos 60, 70 e até 80 anos que mantêm uma vida sexual ativa. Não se sabe ao certo se fazer sexo com essa idade é um comportamento antigo e só agora os casais perderam a vergonha de falar, ou se a novidade veio junto com o comércio de medicamentos para combater a deficiência de ereção. A única certeza que se tem é que a imagem da vovó fazendo tricô e do vovô construindo carrinhos para o neto está em extinção.

Agora ao invés de ficar em casa curtindo os netinhos e a cadeira de balanço, a turma da “melhor idade”, como eles mesmos se definem, está viajando, participando de festas, estudando e, principalmente, namorando. É isso mesmo, a vida amorosa e sexual dos idosos está com todo gás. A prova está nos consultórios geriátricos e urológicos, onde a procura por remédios que prolongam ou promovem a ereção é uma constante, já que a idade não perdoa e a dificuldade em manter “tudo em cima” vem junto com o passar dos anos.


Enviado por Renata Feitosa - E como ela mesma se define: "uma dona de casa feliz e de bem com a vida"

Idade avançada não é barreira para o sexo




O carnaval está aí, e lembrando o tema da campanha de prevenção do governo em relação à AIDS, cujo tema esse ano, é o sexo seguro entre os maiores de 50, achei oportuna a colaboração enviada pela leitora do blog, Renata Feitosa.

Sexo é bom em qualquer idade, e sexo SEGURO, é muito melhor!
Use camisinha sempre.


Obrigada Renata.


Engana-se quem pensa que os vovôs e vovós não fazem mais amor. Eles não só se enroscam embaixo dos lençóis como também deixam bem claro que estão felizes curtindo a nova fase da vida. Ao contrário do comportamento dos idosos de algumas décadas atrás que viam o sexo como tabu, os vovôs de hoje fazem questão de falar sobre sexualidade e buscar ajuda quando é necessário, pois o importante para eles é viver intensamente tudo que a idade proporciona.

Cada vez é mais comum encontrar casais que passaram dos 60, 70 e até 80 anos que mantêm uma vida sexual ativa. Não se sabe ao certo se fazer sexo com essa idade é um comportamento antigo e só agora os casais perderam a vergonha de falar, ou se a novidade veio junto com o comércio de medicamentos para combater a deficiência de ereção. A única certeza que se tem é que a imagem da vovó fazendo tricô e do vovô construindo carrinhos para o neto está em extinção.

Agora ao invés de ficar em casa curtindo os netinhos e a cadeira de balanço, a turma da “melhor idade”, como eles mesmos se definem, está viajando, participando de festas, estudando e, principalmente, namorando. É isso mesmo, a vida amorosa e sexual dos idosos está com todo gás. A prova está nos consultórios geriátricos e urológicos, onde a procura por remédios que prolongam ou promovem a ereção é uma constante, já que a idade não perdoa e a dificuldade em manter “tudo em cima” vem junto com o passar dos anos.


Enviado por Renata Feitosa - E como ela mesma se define: "uma dona de casa feliz e de bem com a vida"

janeiro 30, 2009

Sexo pós-menopausa



Atenção, homens: na pós-menopausa, levar uma mulher ao orgasmo não é regra para que ela se sinta satisfeita sexualmente. Porém, se quiser fazê-la chegar ao clímax, dar afeto é o melhor caminho.

As conclusões são da pesquisadora e ginecologista Sônia Regina Lenharo Penteado, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, que entrevistou 58 mulheres que diziam chegar ao orgasmo e tinham parceiros fixos que não apresentavam problemas de disfunção sexual.

Quando se trata de prazer no sexo, a auto-estima exerce função mais importante do que a quantidade ou qualidade dos orgasmos. "As mulheres que estão mais felizes sexualmente são as que sentem que merecem apreço, serem amadas e respeitadas.


Sexo pós-menopausa



Atenção, homens: na pós-menopausa, levar uma mulher ao orgasmo não é regra para que ela se sinta satisfeita sexualmente. Porém, se quiser fazê-la chegar ao clímax, dar afeto é o melhor caminho.

As conclusões são da pesquisadora e ginecologista Sônia Regina Lenharo Penteado, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, que entrevistou 58 mulheres que diziam chegar ao orgasmo e tinham parceiros fixos que não apresentavam problemas de disfunção sexual.

Quando se trata de prazer no sexo, a auto-estima exerce função mais importante do que a quantidade ou qualidade dos orgasmos. "As mulheres que estão mais felizes sexualmente são as que sentem que merecem apreço, serem amadas e respeitadas.


Sexo pós-menopausa



Atenção, homens: na pós-menopausa, levar uma mulher ao orgasmo não é regra para que ela se sinta satisfeita sexualmente. Porém, se quiser fazê-la chegar ao clímax, dar afeto é o melhor caminho.

As conclusões são da pesquisadora e ginecologista Sônia Regina Lenharo Penteado, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, que entrevistou 58 mulheres que diziam chegar ao orgasmo e tinham parceiros fixos que não apresentavam problemas de disfunção sexual.

Quando se trata de prazer no sexo, a auto-estima exerce função mais importante do que a quantidade ou qualidade dos orgasmos. "As mulheres que estão mais felizes sexualmente são as que sentem que merecem apreço, serem amadas e respeitadas.


Sexo pós-menopausa



Atenção, homens: na pós-menopausa, levar uma mulher ao orgasmo não é regra para que ela se sinta satisfeita sexualmente. Porém, se quiser fazê-la chegar ao clímax, dar afeto é o melhor caminho.

As conclusões são da pesquisadora e ginecologista Sônia Regina Lenharo Penteado, do Hospital das Clínicas da Universidade de São Paulo, que entrevistou 58 mulheres que diziam chegar ao orgasmo e tinham parceiros fixos que não apresentavam problemas de disfunção sexual.

Quando se trata de prazer no sexo, a auto-estima exerce função mais importante do que a quantidade ou qualidade dos orgasmos. "As mulheres que estão mais felizes sexualmente são as que sentem que merecem apreço, serem amadas e respeitadas.


janeiro 09, 2009

Sexo na 3a. Idade - Oito termos, transitivos, que dão as cartas quando o assunto é afeto e intimidade



Para uma vida sexual ativa ao longo do tempo é necessário apenas entender as transformações pelas quais passamos. "É importante mudar a forma de entender a sexualidade. Pensar que é necessário que o sexo fique mais qualitativo do que quantitativo. Sexualidade não é só penetração e sim carinho, afeto".

Sexo bom, portanto, é aquele em que há desejo, mas, fundamentalmente, aquele em que se conjugam os verbos amar, verbalizar, trocar, conhecer. A lista, claro, é bem extensa. Abaixo, segue uma breve explicação de oito verbos e o que eles podem fazer por uma relação. Ou melhor, como os parceiros podem se beneficiar com cada um deles.

Amar - No topo da lista e a explicação é quase óbvia: de onde virá prazer maior que de um sentimento recíproco, profundo e sincero? Diferente das sensações que a paixão desperta, o amor é duradouro.

Verbalizar - Dialógo é essencial. É a oportunidade de expor ao outro o que nos satisfaz e o que nos aflige. Falar é um dos melhores artifícios para manter uma boa relação.

Ouvir - O diálogo envolve duas vias: o falar e o ouvir. É preciso estar atento ao que diz o outro. É como iniciamos o processo lento mas possível de consertar desacordos e imperfeições de ambas as partes.

Conhecer - Toda relação exige dedicação, paciência, vontade. Conhecer o outro é ir além do que está aparente. É estar disposto a aceitar as qualidades, mas, também, as imperfeições, as idiossincrasias. Conhecer exige um eterno dedicar-se.

Trocar - Ato de dividir sucessos e angústias com o outro, a troca é essencial e precisa ser estimulada. É o que dá a segurança do afeto e a certeza de que é possível contar com o outro sempre. É que caminho para a confiança e um relacionamento saudável.

Brincar - Melhor maneira de estabelecer o desejo sexual. Isso exige intimidade, boa comunicação e uma vida saudável de todas as partes. Fantasias e erotismo são palavras que fazem parte desse processo.

Negar / permitir - Em uma relação saudável a escolha sobre preferências pessoais deve ser de pleno conhecimento para o casal. O que é negado ou permitido pode fazer a diferença para o estabelecimento da confiança. Mas os limites devem ser respeitados.

Beijar - Qual relação se estabelece sem um beijo agradável? Beijar é fundamental para a expressão do sentimento. Através do beijo é possível medir o grau de intimidade do casal.


Por:Rodrigo Amorim

Sexo na 3a. Idade - Oito termos, transitivos, que dão as cartas quando o assunto é afeto e intimidade



Para uma vida sexual ativa ao longo do tempo é necessário apenas entender as transformações pelas quais passamos. "É importante mudar a forma de entender a sexualidade. Pensar que é necessário que o sexo fique mais qualitativo do que quantitativo. Sexualidade não é só penetração e sim carinho, afeto".

Sexo bom, portanto, é aquele em que há desejo, mas, fundamentalmente, aquele em que se conjugam os verbos amar, verbalizar, trocar, conhecer. A lista, claro, é bem extensa. Abaixo, segue uma breve explicação de oito verbos e o que eles podem fazer por uma relação. Ou melhor, como os parceiros podem se beneficiar com cada um deles.

Amar - No topo da lista e a explicação é quase óbvia: de onde virá prazer maior que de um sentimento recíproco, profundo e sincero? Diferente das sensações que a paixão desperta, o amor é duradouro.

Verbalizar - Dialógo é essencial. É a oportunidade de expor ao outro o que nos satisfaz e o que nos aflige. Falar é um dos melhores artifícios para manter uma boa relação.

Ouvir - O diálogo envolve duas vias: o falar e o ouvir. É preciso estar atento ao que diz o outro. É como iniciamos o processo lento mas possível de consertar desacordos e imperfeições de ambas as partes.

Conhecer - Toda relação exige dedicação, paciência, vontade. Conhecer o outro é ir além do que está aparente. É estar disposto a aceitar as qualidades, mas, também, as imperfeições, as idiossincrasias. Conhecer exige um eterno dedicar-se.

Trocar - Ato de dividir sucessos e angústias com o outro, a troca é essencial e precisa ser estimulada. É o que dá a segurança do afeto e a certeza de que é possível contar com o outro sempre. É que caminho para a confiança e um relacionamento saudável.

Brincar - Melhor maneira de estabelecer o desejo sexual. Isso exige intimidade, boa comunicação e uma vida saudável de todas as partes. Fantasias e erotismo são palavras que fazem parte desse processo.

Negar / permitir - Em uma relação saudável a escolha sobre preferências pessoais deve ser de pleno conhecimento para o casal. O que é negado ou permitido pode fazer a diferença para o estabelecimento da confiança. Mas os limites devem ser respeitados.

Beijar - Qual relação se estabelece sem um beijo agradável? Beijar é fundamental para a expressão do sentimento. Através do beijo é possível medir o grau de intimidade do casal.


Por:Rodrigo Amorim

Sexo na 3a. Idade - Oito termos, transitivos, que dão as cartas quando o assunto é afeto e intimidade



Para uma vida sexual ativa ao longo do tempo é necessário apenas entender as transformações pelas quais passamos. "É importante mudar a forma de entender a sexualidade. Pensar que é necessário que o sexo fique mais qualitativo do que quantitativo. Sexualidade não é só penetração e sim carinho, afeto".

Sexo bom, portanto, é aquele em que há desejo, mas, fundamentalmente, aquele em que se conjugam os verbos amar, verbalizar, trocar, conhecer. A lista, claro, é bem extensa. Abaixo, segue uma breve explicação de oito verbos e o que eles podem fazer por uma relação. Ou melhor, como os parceiros podem se beneficiar com cada um deles.

Amar - No topo da lista e a explicação é quase óbvia: de onde virá prazer maior que de um sentimento recíproco, profundo e sincero? Diferente das sensações que a paixão desperta, o amor é duradouro.

Verbalizar - Dialógo é essencial. É a oportunidade de expor ao outro o que nos satisfaz e o que nos aflige. Falar é um dos melhores artifícios para manter uma boa relação.

Ouvir - O diálogo envolve duas vias: o falar e o ouvir. É preciso estar atento ao que diz o outro. É como iniciamos o processo lento mas possível de consertar desacordos e imperfeições de ambas as partes.

Conhecer - Toda relação exige dedicação, paciência, vontade. Conhecer o outro é ir além do que está aparente. É estar disposto a aceitar as qualidades, mas, também, as imperfeições, as idiossincrasias. Conhecer exige um eterno dedicar-se.

Trocar - Ato de dividir sucessos e angústias com o outro, a troca é essencial e precisa ser estimulada. É o que dá a segurança do afeto e a certeza de que é possível contar com o outro sempre. É que caminho para a confiança e um relacionamento saudável.

Brincar - Melhor maneira de estabelecer o desejo sexual. Isso exige intimidade, boa comunicação e uma vida saudável de todas as partes. Fantasias e erotismo são palavras que fazem parte desse processo.

Negar / permitir - Em uma relação saudável a escolha sobre preferências pessoais deve ser de pleno conhecimento para o casal. O que é negado ou permitido pode fazer a diferença para o estabelecimento da confiança. Mas os limites devem ser respeitados.

Beijar - Qual relação se estabelece sem um beijo agradável? Beijar é fundamental para a expressão do sentimento. Através do beijo é possível medir o grau de intimidade do casal.


Por:Rodrigo Amorim

Sexo na 3a. Idade - Oito termos, transitivos, que dão as cartas quando o assunto é afeto e intimidade



Para uma vida sexual ativa ao longo do tempo é necessário apenas entender as transformações pelas quais passamos. "É importante mudar a forma de entender a sexualidade. Pensar que é necessário que o sexo fique mais qualitativo do que quantitativo. Sexualidade não é só penetração e sim carinho, afeto".

Sexo bom, portanto, é aquele em que há desejo, mas, fundamentalmente, aquele em que se conjugam os verbos amar, verbalizar, trocar, conhecer. A lista, claro, é bem extensa. Abaixo, segue uma breve explicação de oito verbos e o que eles podem fazer por uma relação. Ou melhor, como os parceiros podem se beneficiar com cada um deles.

Amar - No topo da lista e a explicação é quase óbvia: de onde virá prazer maior que de um sentimento recíproco, profundo e sincero? Diferente das sensações que a paixão desperta, o amor é duradouro.

Verbalizar - Dialógo é essencial. É a oportunidade de expor ao outro o que nos satisfaz e o que nos aflige. Falar é um dos melhores artifícios para manter uma boa relação.

Ouvir - O diálogo envolve duas vias: o falar e o ouvir. É preciso estar atento ao que diz o outro. É como iniciamos o processo lento mas possível de consertar desacordos e imperfeições de ambas as partes.

Conhecer - Toda relação exige dedicação, paciência, vontade. Conhecer o outro é ir além do que está aparente. É estar disposto a aceitar as qualidades, mas, também, as imperfeições, as idiossincrasias. Conhecer exige um eterno dedicar-se.

Trocar - Ato de dividir sucessos e angústias com o outro, a troca é essencial e precisa ser estimulada. É o que dá a segurança do afeto e a certeza de que é possível contar com o outro sempre. É que caminho para a confiança e um relacionamento saudável.

Brincar - Melhor maneira de estabelecer o desejo sexual. Isso exige intimidade, boa comunicação e uma vida saudável de todas as partes. Fantasias e erotismo são palavras que fazem parte desse processo.

Negar / permitir - Em uma relação saudável a escolha sobre preferências pessoais deve ser de pleno conhecimento para o casal. O que é negado ou permitido pode fazer a diferença para o estabelecimento da confiança. Mas os limites devem ser respeitados.

Beijar - Qual relação se estabelece sem um beijo agradável? Beijar é fundamental para a expressão do sentimento. Através do beijo é possível medir o grau de intimidade do casal.


Por:Rodrigo Amorim

dezembro 03, 2008

Homens em xeque



Eles são frágeis, que as mulheres não duvidem.
Sexualidade Masculina após os 50 anos

Os viúvos e separados constituem, hoje, uma porção considerável dos homens que procuram especialistas em problemas sexuais masculinos e merecem cada vez mais a atenção de médicos especialistas.

São pessoas que compartilharam o cotidiano durante anos com uma mesma companheira e, após a sua perda, costumam ter receio de arriscar de novo, principalmente na área sexual. Muitos passam longos períodos sem manter relações sexuais e quando querem começar novamente ficam inseguros, sentem-se incapazes e impotentes.

Além da parte emocional, que certamente influencia o comportamento do indíviduo, também é importante compreender o que se passa fisiologicamente. O pênis, como qualquer outro órgão, tende a sofrer após um longo tempo de inatividade. Em casos mais sérios, pode chegar a apresentar uma retração, que é reversível.

Para que não se dêem disfunções sexuais, algo que atrapalha qualquer relacionamento, novo ou velho, é importante exercitar sempre o órgão. O objetivo é evitar que haja uma diminuição drástica de circulação sangüínea no pênis, pré-requisito para a ocorrência de ereções satisfatórias.

Outro fator que pode prejudicar o desempenho dos solitários é de ordem emocional, como já mencionado anteriormente. Nervosismo e preocupação excessiva com o desempenho provocam um afluxo maior de adrenalina, o que acaba tolhendo a ereção. Ter consciência de que se iniciará uma fase de reaprendizado do namoro e do sexo é o primeiro passo para uma vida sexual mais satisfatória.
Por Carlos Augusto Araújo - médico vascular e especialista em problemas relacionados à impotência sexual masculina.

Para Mulheres (homens podem e devem ler)



Quem foi que disse que tem que ser magra pra ser formosa?
O prazer depende menos da forma física e mais da aceitação do próprio corpo

Por Maria Fernanda Schardong


Passar fome não contribui em nada para a beleza.
E, de acordo com uma pesquisa americana, para o sexo também não. Para especialistas brasileiros, o que determina o comportamento sexual é o quanto as mulheres estão - ou não - satisfeitas com o próprio corpo.

Segundo a pesquisa americana, dentre as sete mil mulheres entrevistadas, 92% daquelas consideradas acima do peso afirmaram ter uma vida sexual ativa. Enquanto 85% das magras disseram a mesma coisa.

A endocrinologista Ruth Clapauch, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, explica que o estudo deve ser interpretado de maneira correta. "O estudo não afirma que as mais gordas fazem mais sexo, e sim que essas mulheres podem ter vivenciado relações frustrantes e, por isso, acabaram ganhando mais peso do que as outras”, diz. Na opinião do sexólogo Arnaldo Risman, a questão do prazer é definida além do peso.

É a auto-estima que influencia diretamente no comportamento sexual. “A coragem de decidir o que está bom ou não, e mudar isso influi diretamente na qualidade do sexo.

Se o peso incomoda o indivíduo, é preciso reagir e buscar emagrecer e, quem sabe assim, melhorar a vida sexual” aconselha o sexólogo. Na sociedade atual, o padrão de beleza preza o corpo esbelto. E, segundo Arnaldo, esse padrão se configura como um mito, pois a magreza não significa uma boa qualidade de sexo. “Fazer sexo não significa estar feliz sexualmente. O que importa, de verdade, é gostar de você como você é”, garante ele. Ruth concorda.

Segundo ela, o peso em si não é determinante e a palavra de ordem é a auto-estima. “O importante é se cuidar, tentar se colocar sempre em primeiro lugar, deixar um pouco os problemas de lado, se gostar”, garante Ruth.

Para Mulheres (homens podem e devem ler)



Quem foi que disse que tem que ser magra pra ser formosa?
O prazer depende menos da forma física e mais da aceitação do próprio corpo

Por Maria Fernanda Schardong


Passar fome não contribui em nada para a beleza.
E, de acordo com uma pesquisa americana, para o sexo também não. Para especialistas brasileiros, o que determina o comportamento sexual é o quanto as mulheres estão - ou não - satisfeitas com o próprio corpo.

Segundo a pesquisa americana, dentre as sete mil mulheres entrevistadas, 92% daquelas consideradas acima do peso afirmaram ter uma vida sexual ativa. Enquanto 85% das magras disseram a mesma coisa.

A endocrinologista Ruth Clapauch, membro da Sociedade Brasileira de Endocrinologia e Metabologia, explica que o estudo deve ser interpretado de maneira correta. "O estudo não afirma que as mais gordas fazem mais sexo, e sim que essas mulheres podem ter vivenciado relações frustrantes e, por isso, acabaram ganhando mais peso do que as outras”, diz. Na opinião do sexólogo Arnaldo Risman, a questão do prazer é definida além do peso.

É a auto-estima que influencia diretamente no comportamento sexual. “A coragem de decidir o que está bom ou não, e mudar isso influi diretamente na qualidade do sexo.

Se o peso incomoda o indivíduo, é preciso reagir e buscar emagrecer e, quem sabe assim, melhorar a vida sexual” aconselha o sexólogo. Na sociedade atual, o padrão de beleza preza o corpo esbelto. E, segundo Arnaldo, esse padrão se configura como um mito, pois a magreza não significa uma boa qualidade de sexo. “Fazer sexo não significa estar feliz sexualmente. O que importa, de verdade, é gostar de você como você é”, garante ele. Ruth concorda.

Segundo ela, o peso em si não é determinante e a palavra de ordem é a auto-estima. “O importante é se cuidar, tentar se colocar sempre em primeiro lugar, deixar um pouco os problemas de lado, se gostar”, garante Ruth.

Homens em xeque



Eles são frágeis, que as mulheres não duvidem.
Sexualidade Masculina após os 50 anos

Os viúvos e separados constituem, hoje, uma porção considerável dos homens que procuram especialistas em problemas sexuais masculinos e merecem cada vez mais a atenção de médicos especialistas.

São pessoas que compartilharam o cotidiano durante anos com uma mesma companheira e, após a sua perda, costumam ter receio de arriscar de novo, principalmente na área sexual. Muitos passam longos períodos sem manter relações sexuais e quando querem começar novamente ficam inseguros, sentem-se incapazes e impotentes.

Além da parte emocional, que certamente influencia o comportamento do indíviduo, também é importante compreender o que se passa fisiologicamente. O pênis, como qualquer outro órgão, tende a sofrer após um longo tempo de inatividade. Em casos mais sérios, pode chegar a apresentar uma retração, que é reversível.

Para que não se dêem disfunções sexuais, algo que atrapalha qualquer relacionamento, novo ou velho, é importante exercitar sempre o órgão. O objetivo é evitar que haja uma diminuição drástica de circulação sangüínea no pênis, pré-requisito para a ocorrência de ereções satisfatórias.

Outro fator que pode prejudicar o desempenho dos solitários é de ordem emocional, como já mencionado anteriormente. Nervosismo e preocupação excessiva com o desempenho provocam um afluxo maior de adrenalina, o que acaba tolhendo a ereção. Ter consciência de que se iniciará uma fase de reaprendizado do namoro e do sexo é o primeiro passo para uma vida sexual mais satisfatória.
Por Carlos Augusto Araújo - médico vascular e especialista em problemas relacionados à impotência sexual masculina.