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março 31, 2011

Quer ler o jornal do dia que você nasceu?

Clique na imagem para ampliar


Quer ler o Jornal do dia em que você nasceu ou outra data que vc queira pesquisar? O Extinto jornal do Brasil, está disponibilizado na internet. 
Você pode aumentar a página, folhear o jornal e até imprimi-lo. 
Clique em


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março 17, 2011

COMO AGIR NO ELEVADOR EM PANE






São muitos os acidentes fatais nessas circunstâncias, quando não causam lesões severas.
O procedimento correto é o seguinte:





1. Aperte o botão do alarme ou o que indica que está avisando alguém.



2. Sente-se num canto. 
Em caso de descontrole emocional, abaixe a  cabeça e feche os olhos, aguarde, calmamente, que venha o socorro. É uma questão de tempo. Procure se lembrar de que você está trocando tempo por segurança.

 3. Não aceite ajuda de estranhos e nem saia com o elevador aberto pela metade! Ele poderá subir ou descer repentinamente.

 4. O BOMBEIRO, ASSIM QUE CHEGAR, VAI DESLIGAR A CHAVE GERAL DA CASA DE

 MÁQUINAS E TESTAR, COM UM APARELHO, SE O ELEVADOR ESTÁ PARADO

 MESMO E TOTALMENTE INOPERANTE.

 Então, ele avisará a outro bombeiro, via rádio, para que faça o  procedimento junto à porta do elevador. E o elevador irá subir ou  descer, completando o ciclo dele e parando no ponto seguro.

 5. ANTES de entrar no elevador, sempre, verificar se ele está parado.

 ESPERAR que as pessoas saiam ANTES de você entrar e ficar atento no número de ocupantes, se está compatível com o peso que diz na  placa! Quando estiver muito cheio, evite entrar nele, pois poderá haver problema!

 Os bombeiros explicam também que o elevador tem freios, suportes, ganchos, tudo que oferece proteção total e que jamais um elevador cai, sem mais nem menos.

 Portanto, a pessoa terá que se manter calma e sem pressa. Mesmo porque tem ar suficiente dentro dele (circulação de ar) e um grupo de  pessoas pode ficar ali por várias horas sem problemas!

 Resumindo: se ficar preso só saia com a ajuda dos bombeiros, e não com a do zelador do prédio, ou de um abelhudo que diz que tudo já  está sob controle.

 E, em caso de Incêndio, JAMAIS use o elevador. Faça uso da escada.

 TELEFONE DOS BOMBEIROS: 193

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março 09, 2011

Projeto que dá aos avós o direito de visitar os netos após separação dos pais é aprovado

O projeto ainda precisa ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff para virar lei. Mesmo depois disso, o direito dos avós não será garantido automaticamente. Eles terão que entrar na Justiça e o juiz vai analisar a conveniência.



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Projeto que dá aos avós o direito de visitar os netos após separação dos pais é aprovado

O projeto ainda precisa ser sancionado pela presidente Dilma Rousseff para virar lei. Mesmo depois disso, o direito dos avós não será garantido automaticamente. Eles terão que entrar na Justiça e o juiz vai analisar a conveniência.



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março 04, 2011

O que fecha e o que abre no carnaval em 9 capitais brasileiras.....

São Paulo  Recife Porto Alegre Curitiba Salvador Belo Horizonte Brasilia  Rio de Janeiro e Fortaleza


Voltaremos após o carnaval

Silvia Masc
Cristiane Fetter
       SÃO PAULO - SÁBADO (5) DOMINGO (6) SEGUNDA (7) TERÇA (8) QUARTA (9)
Banco ¹ Fecha Fecha Fecha Fecha Parcial
Shopping ² Abre Facultativo Abre Facultativo Parcial
Feira livre 3 Abre Abre Fecha Abre Abre
Mercados Municipais 4 Abre Abre Parcial Parcial Abre
Parques 5 Abre Abre Abre Abre Abre
Correio 6 Abre Fecha Fecha Fecha Parcial
Hospital 7 Abre Abre Abre Abre Abre
Procon 8 Abre Fecha Fecha Fecha Parcial
Rodízio 9 Não tem Não tem Não tem Não tem Não tem
Metrô 10 Abre Abre Abre Abre Abre
Trem 11 Circulam Circulam Circulam Circulam Circulam
Ônibus 12 Circulam Circulam Circulam Circulam Circulam
As demais capitais você, vê aqui


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O que fecha e o que abre no carnaval em 9 capitais brasileiras.....

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Voltaremos após o carnaval

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Banco ¹ Fecha Fecha Fecha Fecha Parcial
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Feira livre 3 Abre Abre Fecha Abre Abre
Mercados Municipais 4 Abre Abre Parcial Parcial Abre
Parques 5 Abre Abre Abre Abre Abre
Correio 6 Abre Fecha Fecha Fecha Parcial
Hospital 7 Abre Abre Abre Abre Abre
Procon 8 Abre Fecha Fecha Fecha Parcial
Rodízio 9 Não tem Não tem Não tem Não tem Não tem
Metrô 10 Abre Abre Abre Abre Abre
Trem 11 Circulam Circulam Circulam Circulam Circulam
Ônibus 12 Circulam Circulam Circulam Circulam Circulam
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fevereiro 09, 2011

Idosos com Alzheimer devem viver em ambientes bem projetados

Idosos, principalmente aqueles que têm com Alzheimer,
precisam de condições especiais para que
viver com conforto e segurança
A casa, a mobília e os costumes das pessoas mudam conforme os acontecimentos da vida. “A chegada de um bebê, por exemplo, transforma a rotina da casa e a decoração, além de exigir muita atenção. Com os idosos, não é diferente. Eles precisam de condições especiais para que vivam com conforto e segurança”, afirma Paulo Renato Canineu, geriatra da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).

Esses cuidados aumentam quando o idoso é portador da doença de Alzheimer (DA), uma doença degenerativa e progressiva que atinge o cérebro e resultando, inicialmente, na perda da memória. No estágio mais grave, a doença pode comprometer totalmente o paciente e levá-lo à morte.

A progressão da DA geralmente é lenta e, aos poucos, o idoso perde aptidões que tinha, ficando impossibilitado de executar certas atividades. Por causa das limitações que o portador apresenta, uma das primeiras atitudes que se deve tomar é a adaptação do ambiente para que a casa atenda suas necessidades.
Os tapetes devem ser retirados de todo o local, o que ajudará a prevenir quedas e escorregões. Nos banheiros, barras de segurança devem ser instaladas próximas ao chuveiro e ao vaso sanitário. Essas atitudes estimulam a independência e a segurança do portador de Alzheimer.

Com a evolução da doença do estágio leve para o moderado, a atenção e os cuidados só aumentam. É nessa fase que o paciente apresenta grande comprometimento da memória. Portanto, é importante organizar uma rotina diária para que ele não fique muito confuso. As cortinas devem ser evitadas para que o ambiente seja claro e arejado e, de preferência, deve-se usar cores claras nas paredes.

“Os espelhos também podem ser retirados do ambiente caso o paciente apresente alterações de comportamento ao se ver refletido. Afinal, com as alterações da memória, ele pode perder a referência pessoal. Com o tempo, pode se confundir com sua própria imagem”, afirma Canineu.

Os ambientes mais perigosos da residência para o portador de DA são a escada e a cozinha. Como ele perde a noção de altura e de espaço, pode se desequilibrar ou até mesmo pisar em falso e cair. A cozinha trás perigos que vão além, já que armazena objetos pesados, cortantes e pontiagudos. Outro ponto é o gás, que, por um descuido qualquer, pode intoxicar e até mesmo causar um incêndio. 

“Infelizmente ainda não se sabe o que causa a doença de Alzheimer. Porém, cuidados básicos que estimulem a independência e proporcionem segurança, conforto e orientação, já ajudam no dia a dia de quem tem DA”, completa o especialista.

Existem também opções de medicamentos que retardam a progressão da doença e outros que minimizam os distúrbios de humor e comportamento. Entre eles, estão os inibidores da acetilcolinestinesterase, que podem retardar o declínio da função cognitiva em pacientes com DA leve a moderada. Deste grupo, o cloridrato de donepezila é o único com aprovação também na fase grave da doença.

Vale lembrar que, se iniciado já na fase leve da doença, durante o surgimento dos primeiros sintomas, o tratamento terá resultados ainda melhores. Contudo, o médico deve ser sempre procurado para avaliar e indicar a terapêutica mais adequada para cada paciente.

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Idosos com Alzheimer devem viver em ambientes bem projetados

Idosos, principalmente aqueles que têm com Alzheimer,
precisam de condições especiais para que
viver com conforto e segurança
A casa, a mobília e os costumes das pessoas mudam conforme os acontecimentos da vida. “A chegada de um bebê, por exemplo, transforma a rotina da casa e a decoração, além de exigir muita atenção. Com os idosos, não é diferente. Eles precisam de condições especiais para que vivam com conforto e segurança”, afirma Paulo Renato Canineu, geriatra da Pontifícia Universidade Católica de São Paulo (PUC/SP).

Esses cuidados aumentam quando o idoso é portador da doença de Alzheimer (DA), uma doença degenerativa e progressiva que atinge o cérebro e resultando, inicialmente, na perda da memória. No estágio mais grave, a doença pode comprometer totalmente o paciente e levá-lo à morte.

A progressão da DA geralmente é lenta e, aos poucos, o idoso perde aptidões que tinha, ficando impossibilitado de executar certas atividades. Por causa das limitações que o portador apresenta, uma das primeiras atitudes que se deve tomar é a adaptação do ambiente para que a casa atenda suas necessidades.
Os tapetes devem ser retirados de todo o local, o que ajudará a prevenir quedas e escorregões. Nos banheiros, barras de segurança devem ser instaladas próximas ao chuveiro e ao vaso sanitário. Essas atitudes estimulam a independência e a segurança do portador de Alzheimer.

Com a evolução da doença do estágio leve para o moderado, a atenção e os cuidados só aumentam. É nessa fase que o paciente apresenta grande comprometimento da memória. Portanto, é importante organizar uma rotina diária para que ele não fique muito confuso. As cortinas devem ser evitadas para que o ambiente seja claro e arejado e, de preferência, deve-se usar cores claras nas paredes.

“Os espelhos também podem ser retirados do ambiente caso o paciente apresente alterações de comportamento ao se ver refletido. Afinal, com as alterações da memória, ele pode perder a referência pessoal. Com o tempo, pode se confundir com sua própria imagem”, afirma Canineu.

Os ambientes mais perigosos da residência para o portador de DA são a escada e a cozinha. Como ele perde a noção de altura e de espaço, pode se desequilibrar ou até mesmo pisar em falso e cair. A cozinha trás perigos que vão além, já que armazena objetos pesados, cortantes e pontiagudos. Outro ponto é o gás, que, por um descuido qualquer, pode intoxicar e até mesmo causar um incêndio. 

“Infelizmente ainda não se sabe o que causa a doença de Alzheimer. Porém, cuidados básicos que estimulem a independência e proporcionem segurança, conforto e orientação, já ajudam no dia a dia de quem tem DA”, completa o especialista.

Existem também opções de medicamentos que retardam a progressão da doença e outros que minimizam os distúrbios de humor e comportamento. Entre eles, estão os inibidores da acetilcolinestinesterase, que podem retardar o declínio da função cognitiva em pacientes com DA leve a moderada. Deste grupo, o cloridrato de donepezila é o único com aprovação também na fase grave da doença.

Vale lembrar que, se iniciado já na fase leve da doença, durante o surgimento dos primeiros sintomas, o tratamento terá resultados ainda melhores. Contudo, o médico deve ser sempre procurado para avaliar e indicar a terapêutica mais adequada para cada paciente.

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dezembro 08, 2010

Como funcionam os aparelhos auditivos?


Entenda um pouco sobre a tecnologia
digital envolvida nesses minúsculos aparelhos
_______________


Quando vemos aquele "pequeno aparelhinho" que algumas pessoas usam atrás da orelha (ou dentro dela), não imaginamos quanta tecnologia está por trás (literalmente) disso. Esses aparelhos auditivos são muito pequenos, mas a tecnologia de hoje permite que eles contenham uma série de peças e circuitos microscópicos que nos propiciam grandes benefícios.

Para entender um pouco mais sobre como funcionam esses aparelhos, explico, abaixo, alguns termos dessa moderna tecnologia digital, bem como quais são os benefícios que cada um desses recursos pode trazer a um usuário de aparelho auditivo:

Processamento Digital do Som:
Propicia melhor entendimento de fala e está relacionado a como o aparelho trata o som que entra pelo microfone. Tecnologia que permite que o aparelho auditivo transforme o sinal analógico recebido pelo microfone em sinal digital. O sinal digital é processado de acordo com os comandos do software de programação (algoritmo) e circuitos integrados no chip. Quando o processamento está completo, o sinal digital é convertido em analógico novamente, amplificado e enviado ao ouvido. A digitalização permite a análise e filtragem dos sinais levando em consideração a fala e o ruído. O sinal de entrada é medido em intervalos de tempo específico (amostras de sinais). Quanto mais freqüente a amostra do sinal, maior a reprodutibilidade do sinal de entrada. A vantagem mais importante deste sistema complexo de processamento do sinal é a possibilidade de regulagem mais precisa, garantindo principalmente o entendimento de fala num ambiente com ruídos.

Sistema de Microfone Direcional Adaptativo:Microfone direcional que é controlado por um circuito digital para reconhecer ruídos móveis num ambiente e trocar ou mudar o padrão polar para reduzir seus efeitos no sinal inicial. Os ruídos móveis geralmente vêm de trás do usuário na angulação de 90 a 270 graus. A vantagem é a redução de ruído e conseqüente melhora da compreensão de fala em locais ruidosos.

Redutor de Ruído:
O aparelho auditivo consegue reconhecer o som e o classifica em duas categorias: fala ou ruído. Caso o som seja classificado como fala, ele é amplificado de acordo com a regulagem do aparelho. Caso seja classificado como ruído, ele é atenuado para garantir o conforto auditivo do usuário. A vantagem é o conforto, mesmo em situações ruidosas.

Destaque de Fala:
Destaca os sons de fala deixando-os mais nítidos e claros. A vantagem é a melhor compreensão de fala.

Cancelamento de Microfonia:

Circuito que detecta e elimina a microfonia do aparelho auditivo. A vantagem é que o aparelho não apita mesmo em situações críticas como quando o usuário fala ao telefone.

Mapeamento de ambiente:O aparelho detecta qual o ambiente em que está e automaticamente escolhe o melhor ajuste, sempre privilegiando a compreensão de fala. Aparelhos sofisticados mapeiam os seguintes ambientes: Fala, Fala no Ruído, Ruídos Constantes, Ruídos Intermitentes e Música.

Múltiplos Programas:
Aparelho possui diversos programas para que o usuário utilize em situações específicas do seu dia-a-dia.

Tecnologia Sem Fio:
Aparelhos se comunicam nos casos de usuários de dois aparelhos, tomando sempre a melhor decisão, privilegiando a fala.

Controle Remoto:
Possibilidade de aumentar volume, modificar programas e verificar a carga de bateria.
Bobina Telefônica Automática:
O aparelho detecta o campo magnético do telefone e muda automaticamente para o programa mais adequado para compreensão de fala.
Por: Mirella Boaglio Horiuti
Fonoaudióloga da Siemens Audiologia - Medical Solutions

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Como funcionam os aparelhos auditivos?


Entenda um pouco sobre a tecnologia
digital envolvida nesses minúsculos aparelhos
_______________


Quando vemos aquele "pequeno aparelhinho" que algumas pessoas usam atrás da orelha (ou dentro dela), não imaginamos quanta tecnologia está por trás (literalmente) disso. Esses aparelhos auditivos são muito pequenos, mas a tecnologia de hoje permite que eles contenham uma série de peças e circuitos microscópicos que nos propiciam grandes benefícios.

Para entender um pouco mais sobre como funcionam esses aparelhos, explico, abaixo, alguns termos dessa moderna tecnologia digital, bem como quais são os benefícios que cada um desses recursos pode trazer a um usuário de aparelho auditivo:

Processamento Digital do Som:
Propicia melhor entendimento de fala e está relacionado a como o aparelho trata o som que entra pelo microfone. Tecnologia que permite que o aparelho auditivo transforme o sinal analógico recebido pelo microfone em sinal digital. O sinal digital é processado de acordo com os comandos do software de programação (algoritmo) e circuitos integrados no chip. Quando o processamento está completo, o sinal digital é convertido em analógico novamente, amplificado e enviado ao ouvido. A digitalização permite a análise e filtragem dos sinais levando em consideração a fala e o ruído. O sinal de entrada é medido em intervalos de tempo específico (amostras de sinais). Quanto mais freqüente a amostra do sinal, maior a reprodutibilidade do sinal de entrada. A vantagem mais importante deste sistema complexo de processamento do sinal é a possibilidade de regulagem mais precisa, garantindo principalmente o entendimento de fala num ambiente com ruídos.

Sistema de Microfone Direcional Adaptativo:Microfone direcional que é controlado por um circuito digital para reconhecer ruídos móveis num ambiente e trocar ou mudar o padrão polar para reduzir seus efeitos no sinal inicial. Os ruídos móveis geralmente vêm de trás do usuário na angulação de 90 a 270 graus. A vantagem é a redução de ruído e conseqüente melhora da compreensão de fala em locais ruidosos.

Redutor de Ruído:
O aparelho auditivo consegue reconhecer o som e o classifica em duas categorias: fala ou ruído. Caso o som seja classificado como fala, ele é amplificado de acordo com a regulagem do aparelho. Caso seja classificado como ruído, ele é atenuado para garantir o conforto auditivo do usuário. A vantagem é o conforto, mesmo em situações ruidosas.

Destaque de Fala:
Destaca os sons de fala deixando-os mais nítidos e claros. A vantagem é a melhor compreensão de fala.

Cancelamento de Microfonia:

Circuito que detecta e elimina a microfonia do aparelho auditivo. A vantagem é que o aparelho não apita mesmo em situações críticas como quando o usuário fala ao telefone.

Mapeamento de ambiente:O aparelho detecta qual o ambiente em que está e automaticamente escolhe o melhor ajuste, sempre privilegiando a compreensão de fala. Aparelhos sofisticados mapeiam os seguintes ambientes: Fala, Fala no Ruído, Ruídos Constantes, Ruídos Intermitentes e Música.

Múltiplos Programas:
Aparelho possui diversos programas para que o usuário utilize em situações específicas do seu dia-a-dia.

Tecnologia Sem Fio:
Aparelhos se comunicam nos casos de usuários de dois aparelhos, tomando sempre a melhor decisão, privilegiando a fala.

Controle Remoto:
Possibilidade de aumentar volume, modificar programas e verificar a carga de bateria.
Bobina Telefônica Automática:
O aparelho detecta o campo magnético do telefone e muda automaticamente para o programa mais adequado para compreensão de fala.
Por: Mirella Boaglio Horiuti
Fonoaudióloga da Siemens Audiologia - Medical Solutions

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dezembro 06, 2010

HC seleciona também idosos para estudo e tratamento de depressão

Normalmente, eu publicaria essa notícia,
no Longevidade/Agenda, porém pelo ineditismo, importância da pesquisa e por tanto que pode vir a beneficiar
tantas pessoas que sofrem com depressão.
  decidi publicar aqui.

O Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, iniciou tratamento inédito no país para idosos com depressão. A técnica, chamada de estimulação magnética transcraniana (EMT), será realizada no Brasil com a ajuda de equipamento de neuronavegação possibilitando ao médico visualizar em 3D a região exata do cérebro a ser estimulada, resultando na maior eficácia do procedimento.

A estimulação magnética transcraniana é uma técnica moderna, indicada especialmente no tratamento das depressões e consiste na aplicação de campos magnéticos em determinadas regiões do cérebro. Indolor e sem efeitos colaterais, promove alterações nos circuitos neuronais responsáveis por alguns transtornos psiquiátricos, como a depressão, além de outras patologias.

A eficácia da EMT foi comprovada no Brasil por meio das pesquisas realizadas e publicadas pela equipe do psiquiatra Marco Antonio Marcolin, do Instituto de Psiquiatria. A ANVISA concedeu registro à técnica e o Departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas aprovou o seu uso fora de ambiente de pesquisa.

Para que possa ser disponibilizado à população, o procedimento aguarda aprovação junto ao SUS. O Grupo de Estimulação Cerebral do Instituto de Psiquiatria está triando homens e mulheres, de 60 a 75 anos, que apresentem depressão nas formas leve e moderada, para estudo e tratamento.

Não serão aceitos pacientes portadores de outros transtornos psiquiátricos ou doença orgânica grave não controlada (neoplasias, cardiopatias, patologias digestivas, diabetes mellitus tipos I e II); indivíduos com história de epilepsia, neurocirurgia com implante de clipes metálicos, trauma craniano e implante de marcapasso cardíaco.

Tão logo o número de pacientes triados e aprovados atinjam o número necessário à pesquisa, as inscrições serão encerradas.

Informações e agendamento de triagens pelo telefone
3069-8159.



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HC seleciona também idosos para estudo e tratamento de depressão

Normalmente, eu publicaria essa notícia,
no Longevidade/Agenda, porém pelo ineditismo, importância da pesquisa e por tanto que pode vir a beneficiar
tantas pessoas que sofrem com depressão.
  decidi publicar aqui.

O Instituto de Psiquiatria do Hospital das Clínicas da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo, iniciou tratamento inédito no país para idosos com depressão. A técnica, chamada de estimulação magnética transcraniana (EMT), será realizada no Brasil com a ajuda de equipamento de neuronavegação possibilitando ao médico visualizar em 3D a região exata do cérebro a ser estimulada, resultando na maior eficácia do procedimento.

A estimulação magnética transcraniana é uma técnica moderna, indicada especialmente no tratamento das depressões e consiste na aplicação de campos magnéticos em determinadas regiões do cérebro. Indolor e sem efeitos colaterais, promove alterações nos circuitos neuronais responsáveis por alguns transtornos psiquiátricos, como a depressão, além de outras patologias.

A eficácia da EMT foi comprovada no Brasil por meio das pesquisas realizadas e publicadas pela equipe do psiquiatra Marco Antonio Marcolin, do Instituto de Psiquiatria. A ANVISA concedeu registro à técnica e o Departamento de Psiquiatria do Hospital das Clínicas aprovou o seu uso fora de ambiente de pesquisa.

Para que possa ser disponibilizado à população, o procedimento aguarda aprovação junto ao SUS. O Grupo de Estimulação Cerebral do Instituto de Psiquiatria está triando homens e mulheres, de 60 a 75 anos, que apresentem depressão nas formas leve e moderada, para estudo e tratamento.

Não serão aceitos pacientes portadores de outros transtornos psiquiátricos ou doença orgânica grave não controlada (neoplasias, cardiopatias, patologias digestivas, diabetes mellitus tipos I e II); indivíduos com história de epilepsia, neurocirurgia com implante de clipes metálicos, trauma craniano e implante de marcapasso cardíaco.

Tão logo o número de pacientes triados e aprovados atinjam o número necessário à pesquisa, as inscrições serão encerradas.

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novembro 29, 2010

Estudo diz que ter 65 anos não é único critério para estar na 3ª idade

Eles fazem dança de salão, dirigem o próprio carro, estudam línguas, lotam as academias de ginástica, são militantes políticos, querem viajar pelo mundo. E têm mais de 65 anos.
________________



Por causa da idade, a Organização Mundial de Saúde (OMS) os considera idosos, mas o difícil é convencê-los — com dias tão repletos de atividades — de que realmente chegaram à velhice.

O parâmetro da OMS também incomoda os pesquisadores Warren Sanderson, da Stony Brook University, nos Estados Unidos, e Sergei Scherbov, do Instituto de Demografia de Viena, na Áustria. Os dois decidiram usar outras variáveis e sugerir um novo modelo para medir o envelhecimento no mundo. Para calcular quando uma pessoa pode ser considerada idosa, eles avaliaram dados como expectativa de vida, autonomia e grau de dependência e traçaram o perfil de idosos de todos os países.

A pesquisa, publicada na revista Science, mostrou que ter 65 anos não pode ser a única forma de chamar alguém de idoso. "Os idosos de ontem não eram como os idosos de hoje, que são muito mais ativos. O aumento da expectativa de vida e a enorme quantidade de idosos saudáveis e independentes não podem ser esquecidos. São fatores importantes que vão determinar a hora de considerar a chegada da terceira idade", explica Sanderson.

Qualidade de vidaA presidente da Associação Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Sílvia Pereira, concorda com a proposta de Sanderson e Scherbov. Segundo ela, a idade não deve ser o único critério para classificar uma pessoa como idosa. "O que nós estamos vendo é que a população está ficando mais velha e com mais qualidade de vida", aponta. A médica considera o aumento do número de idosos no Brasil uma conquista. Hoje, eles são 21,5 milhões, ou 11,4% da população. "Estamos melhor do que há 60 anos, quando não havia tanta conscientização sobre o assunto", analisa.

A geriatra Luciana Pricoli nota que os idosos de hoje não são incapazes e aponta dois aspectos para isso: a independência e a autonomia. A primeira, segundo a médica, diz respeito ao aspecto físico, à capacidade de ir e vir. Já a autonomia é a possibilidade de gerir a própria vida e ter independência mental. "É importante que o idoso envelheça com saúde e com autonomia mental, ou seja, com a cabeça boa para contornar limitações", explica.

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Estudo diz que ter 65 anos não é único critério para estar na 3ª idade

Eles fazem dança de salão, dirigem o próprio carro, estudam línguas, lotam as academias de ginástica, são militantes políticos, querem viajar pelo mundo. E têm mais de 65 anos.
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Por causa da idade, a Organização Mundial de Saúde (OMS) os considera idosos, mas o difícil é convencê-los — com dias tão repletos de atividades — de que realmente chegaram à velhice.

O parâmetro da OMS também incomoda os pesquisadores Warren Sanderson, da Stony Brook University, nos Estados Unidos, e Sergei Scherbov, do Instituto de Demografia de Viena, na Áustria. Os dois decidiram usar outras variáveis e sugerir um novo modelo para medir o envelhecimento no mundo. Para calcular quando uma pessoa pode ser considerada idosa, eles avaliaram dados como expectativa de vida, autonomia e grau de dependência e traçaram o perfil de idosos de todos os países.

A pesquisa, publicada na revista Science, mostrou que ter 65 anos não pode ser a única forma de chamar alguém de idoso. "Os idosos de ontem não eram como os idosos de hoje, que são muito mais ativos. O aumento da expectativa de vida e a enorme quantidade de idosos saudáveis e independentes não podem ser esquecidos. São fatores importantes que vão determinar a hora de considerar a chegada da terceira idade", explica Sanderson.

Qualidade de vidaA presidente da Associação Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Sílvia Pereira, concorda com a proposta de Sanderson e Scherbov. Segundo ela, a idade não deve ser o único critério para classificar uma pessoa como idosa. "O que nós estamos vendo é que a população está ficando mais velha e com mais qualidade de vida", aponta. A médica considera o aumento do número de idosos no Brasil uma conquista. Hoje, eles são 21,5 milhões, ou 11,4% da população. "Estamos melhor do que há 60 anos, quando não havia tanta conscientização sobre o assunto", analisa.

A geriatra Luciana Pricoli nota que os idosos de hoje não são incapazes e aponta dois aspectos para isso: a independência e a autonomia. A primeira, segundo a médica, diz respeito ao aspecto físico, à capacidade de ir e vir. Já a autonomia é a possibilidade de gerir a própria vida e ter independência mental. "É importante que o idoso envelheça com saúde e com autonomia mental, ou seja, com a cabeça boa para contornar limitações", explica.

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Oficialmente, deixa-se de utilizar a expressão PORTADOR de "mal" de Alzheimer

26/11/2010 - Portal da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República:
O “portador” de demência ou de Doença de Alzheimer passa a ser considerado “pessoa” com a Doença de Alzheimer. Portaria no 2.344, de 3 de novembro de 2010.Também, não se deve utilizar o termo “mal” por se tratar de uma doença, o correto é utilizar o nome Doença de Alzheimer (DA)

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Oficialmente, deixa-se de utilizar a expressão PORTADOR de "mal" de Alzheimer

26/11/2010 - Portal da Secretaria de Direitos Humanos da Presidência da República:
O “portador” de demência ou de Doença de Alzheimer passa a ser considerado “pessoa” com a Doença de Alzheimer. Portaria no 2.344, de 3 de novembro de 2010.Também, não se deve utilizar o termo “mal” por se tratar de uma doença, o correto é utilizar o nome Doença de Alzheimer (DA)

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novembro 16, 2010

Por que sentimos mais dor no frio?


A psicologia evolutiva diz algo parecido com o que sua mãe diria: "É pra você aprender"
_____________________

Sabe a diferença entre fatalidade e tragédia? Fatalidade é bater o pé no batente da porta; tragédia é bater em um dia frio. O que torna a dor maior nas temperaturas menores é a contração dos músculos e dos vasos sanguíneos.

A intenção do nosso corpo até que é das melhores: os músculos se contraem involuntariamente para se manterem aquecidos, e o sangue sai das articulações em direção ao tronco para manter nossa temperatura constante. O problema, como qualquer mindinho pode confirmar, é que uma pancada em uma articulação contraída e sem sangue dói muito mais que uma normal. Uma hipótese é que, além disso, o frio tornaria mais sensíveis os receptores livres, os terminais nervosos que levam a sensação de dor para o cérebro.

Segundo a psicologia evolutiva, a intenção é que doa mais mesmo. Parece contraintuitivo, mas a teoria é a seguinte: como no frio a prioridade é se aquecer, não se mexer, ao longo do tempo teriam sido selecionados os indivíduos que sentiam mais dor e, consequentemente, se arriscavam menos em baixas temperaturas. Como diz o sociobiólogo Robert Trivers, "a Mãe Natureza prefere seus filhos mais comportados".

por Nathália Braga

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Por que sentimos mais dor no frio?


A psicologia evolutiva diz algo parecido com o que sua mãe diria: "É pra você aprender"
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Sabe a diferença entre fatalidade e tragédia? Fatalidade é bater o pé no batente da porta; tragédia é bater em um dia frio. O que torna a dor maior nas temperaturas menores é a contração dos músculos e dos vasos sanguíneos.

A intenção do nosso corpo até que é das melhores: os músculos se contraem involuntariamente para se manterem aquecidos, e o sangue sai das articulações em direção ao tronco para manter nossa temperatura constante. O problema, como qualquer mindinho pode confirmar, é que uma pancada em uma articulação contraída e sem sangue dói muito mais que uma normal. Uma hipótese é que, além disso, o frio tornaria mais sensíveis os receptores livres, os terminais nervosos que levam a sensação de dor para o cérebro.

Segundo a psicologia evolutiva, a intenção é que doa mais mesmo. Parece contraintuitivo, mas a teoria é a seguinte: como no frio a prioridade é se aquecer, não se mexer, ao longo do tempo teriam sido selecionados os indivíduos que sentiam mais dor e, consequentemente, se arriscavam menos em baixas temperaturas. Como diz o sociobiólogo Robert Trivers, "a Mãe Natureza prefere seus filhos mais comportados".

por Nathália Braga

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novembro 04, 2010

Causa e cura de Alzheimer ainda são desconhecidas

Ainda não foi descoberta a cura para a doença, ainda não se sabe ao certo o que causa ou como preveni-la, é uma doença que traz muito sofrimento para o doente e sua família. A existência de uma preocupação em nível internacional por parte das autoridades médicas e dos profissionais das áreas de saúde a respeito da doença, sendo importante a população saber o que é a doença de Alzheimer, seus principais sintomas, forma de diagnosticar e possíveis tratamentos

  • A importância de detectar precocemente os primeiros sintomas da doença, para assim estimular a busca de um diagnóstico médico e tratamento adequado para o paciente e suporte social para a família;
  • Explicar a diferença do curso da doença de Alzheimer de outras doenças similares e do processo de envelhecimento normal;
  • A busca de novos tratamentos e terapias que possam beneficiar o paciente;
  • Esclarecer sobre a reabilitação sóciocognitiva para o paciente e bem como medidas que visam a prevenção da doença e a promoção de um envelhecimento saudável;
  • Informar a comunidade a ação da ABRAZ esclarecendo as estratégias voltadas para o cuidador familiar, o apoio que a ABRAZ e profissionais especializados voluntários fornece aos cuidadores para melhora do bem-estar do cuidador;
  • A importância do atendimento ao portador de Doença de Alzheimer na rede pública, bem como a existência de equipes multiprofissionais na área de geriatria e gerontologia que estudam e trabalham em prol do idoso acometido pela doença; 
  • É necessário ainda a solidariedade e a conscientização por parte da família e de toda a sociedade.

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