abril 02, 2011
O vício na terceira idade por Dra. Claudia Finamore
O vício na terceira idade por Dra. Claudia Finamore
novembro 29, 2010
Estudo diz que ter 65 anos não é único critério para estar na 3ª idade
Por causa da idade, a Organização Mundial de Saúde (OMS) os considera idosos, mas o difícil é convencê-los — com dias tão repletos de atividades — de que realmente chegaram à velhice.
O parâmetro da OMS também incomoda os pesquisadores Warren Sanderson, da Stony Brook University, nos Estados Unidos, e Sergei Scherbov, do Instituto de Demografia de Viena, na Áustria. Os dois decidiram usar outras variáveis e sugerir um novo modelo para medir o envelhecimento no mundo. Para calcular quando uma pessoa pode ser considerada idosa, eles avaliaram dados como expectativa de vida, autonomia e grau de dependência e traçaram o perfil de idosos de todos os países.
A pesquisa, publicada na revista Science, mostrou que ter 65 anos não pode ser a única forma de chamar alguém de idoso. "Os idosos de ontem não eram como os idosos de hoje, que são muito mais ativos. O aumento da expectativa de vida e a enorme quantidade de idosos saudáveis e independentes não podem ser esquecidos. São fatores importantes que vão determinar a hora de considerar a chegada da terceira idade", explica Sanderson.
A geriatra Luciana Pricoli nota que os idosos de hoje não são incapazes e aponta dois aspectos para isso: a independência e a autonomia. A primeira, segundo a médica, diz respeito ao aspecto físico, à capacidade de ir e vir. Já a autonomia é a possibilidade de gerir a própria vida e ter independência mental. "É importante que o idoso envelheça com saúde e com autonomia mental, ou seja, com a cabeça boa para contornar limitações", explica.
Sinta-se em casa e deixe seu comentário.
Estudo diz que ter 65 anos não é único critério para estar na 3ª idade
Por causa da idade, a Organização Mundial de Saúde (OMS) os considera idosos, mas o difícil é convencê-los — com dias tão repletos de atividades — de que realmente chegaram à velhice.
O parâmetro da OMS também incomoda os pesquisadores Warren Sanderson, da Stony Brook University, nos Estados Unidos, e Sergei Scherbov, do Instituto de Demografia de Viena, na Áustria. Os dois decidiram usar outras variáveis e sugerir um novo modelo para medir o envelhecimento no mundo. Para calcular quando uma pessoa pode ser considerada idosa, eles avaliaram dados como expectativa de vida, autonomia e grau de dependência e traçaram o perfil de idosos de todos os países.
A pesquisa, publicada na revista Science, mostrou que ter 65 anos não pode ser a única forma de chamar alguém de idoso. "Os idosos de ontem não eram como os idosos de hoje, que são muito mais ativos. O aumento da expectativa de vida e a enorme quantidade de idosos saudáveis e independentes não podem ser esquecidos. São fatores importantes que vão determinar a hora de considerar a chegada da terceira idade", explica Sanderson.
A geriatra Luciana Pricoli nota que os idosos de hoje não são incapazes e aponta dois aspectos para isso: a independência e a autonomia. A primeira, segundo a médica, diz respeito ao aspecto físico, à capacidade de ir e vir. Já a autonomia é a possibilidade de gerir a própria vida e ter independência mental. "É importante que o idoso envelheça com saúde e com autonomia mental, ou seja, com a cabeça boa para contornar limitações", explica.
Sinta-se em casa e deixe seu comentário.
fevereiro 04, 2009
Ciclo de paletras sobre a 3a. Idade
Dia 05/02 - como prevenir doenças oftalmológicas
Dia 12 - especialistas falam sobre dores no joelho e quadril.
Dia 19/02 - vai tratar sobre programa e atividades após aposentadoria e trabalho na terceira idade.
As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3471-8861 ou no próprio shopping.
As vagas são limitadas e para participar é preciso levar um quilo de alimento não perecível.
Já o Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) está selecionando homens e mulheres acima de 65 anos, com sintomas de depressão para uma avaliação e tratamento. Podem participar do programa pacientes que não estejam em tratamento com antidepressivos, não apresentem doenças de Alzheimer e Parkinson e não tenham sofrido acidente vascular cerebral (derrame). Os interessados devem ligar para (11) 3069 7924.
Fonte: Aqui
Ciclo de paletras sobre a 3a. Idade
Dia 05/02 - como prevenir doenças oftalmológicas
Dia 12 - especialistas falam sobre dores no joelho e quadril.
Dia 19/02 - vai tratar sobre programa e atividades após aposentadoria e trabalho na terceira idade.
As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3471-8861 ou no próprio shopping.
As vagas são limitadas e para participar é preciso levar um quilo de alimento não perecível.
Já o Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) está selecionando homens e mulheres acima de 65 anos, com sintomas de depressão para uma avaliação e tratamento. Podem participar do programa pacientes que não estejam em tratamento com antidepressivos, não apresentem doenças de Alzheimer e Parkinson e não tenham sofrido acidente vascular cerebral (derrame). Os interessados devem ligar para (11) 3069 7924.
Fonte: Aqui
fevereiro 03, 2009
PREVENÇÃO DE QUEDAS

ELIMINE OS PERIGOS DE SUA RESIDÊNCIA :
- Ambientes com pouca luminosidade
- Tapetes que escorregam
- Fios de telefone ou eletricidade soltos
- Desorganização: objetos, brinquedos espalhados pelo chão
ACRESCENTE MEDIDAS DE SEGURANÇA:

- Barras de apoio no banheiro, no box
- Iluminação noturna (abajur ao lado da cama, corredor)
- Capachos não deslizantes
TOME ALGUNS CUIDADOS ADICIONAIS:

- Use sapatos com solado de borracha, anti-derrapantes, não flexíveis e sem saltos
- Não tenha pressa especialmente em lugares desconhecidos
- Não tome bebidas alcóolicas
- Informe ao seu médico e enfermeira se você estiver tendo tonturas, problemas de visão e de equilíbrio
- Faça avaliação periódica de sua visão
- Não use medicamentos sem autorização médica
- Faça atividade física moderada e regular, com orientação médica
Dicas do pessoal da Fisioterapia do HU/USP
PREVENÇÃO DE QUEDAS

ELIMINE OS PERIGOS DE SUA RESIDÊNCIA :
- Ambientes com pouca luminosidade
- Tapetes que escorregam
- Fios de telefone ou eletricidade soltos
- Desorganização: objetos, brinquedos espalhados pelo chão
ACRESCENTE MEDIDAS DE SEGURANÇA:

- Barras de apoio no banheiro, no box
- Iluminação noturna (abajur ao lado da cama, corredor)
- Capachos não deslizantes
TOME ALGUNS CUIDADOS ADICIONAIS:

- Use sapatos com solado de borracha, anti-derrapantes, não flexíveis e sem saltos
- Não tenha pressa especialmente em lugares desconhecidos
- Não tome bebidas alcóolicas
- Informe ao seu médico e enfermeira se você estiver tendo tonturas, problemas de visão e de equilíbrio
- Faça avaliação periódica de sua visão
- Não use medicamentos sem autorização médica
- Faça atividade física moderada e regular, com orientação médica
Dicas do pessoal da Fisioterapia do HU/USP
janeiro 30, 2009
Saúde abre inscrição para eleição da idosa mais bela de SP
A Secretaria de Estado da Saúde abriu inscrições para eleição da mais bela idosa de São Paulo. O concurso, realizado no Centro de Referência do Idoso (CRI) da Zona Leste, é uma homenagem pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.
Qualquer mulher com 60 anos ou mais pode participar. As inscrições podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h, até o dia 13 de fevereiro, no 1º andar, na sala do voluntariado do CRI Leste. Não é necessário ser moradora da zona leste para se inscrever.
As 25 idosas que vão participar da finalíssima serão conhecidas no dia 17 de fevereiro. As selecionadas participarão de dois ensaios para a grande final. A vencedora do concurso será conhecida no dia 5 de março.
No dia da festa serão eleitas idosas nas seguintes categorias: simpatia, beleza, sorriso, elegância e timidez. Será eleita Miss CRI a que somar o maior número de pontos.
“Este é um evento que já virou tradição no calendário de festividades da capital paulista. O concurso é cada vez mais concorrido por idosas de toda a cidade”, afirma o diretor do CRI, Paulo Sérgio Pelegrino.
O Centro de Referência do Idoso da Zona Leste fica na praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, 34, em São Miguel Paulista, na Zona Leste
Saúde abre inscrição para eleição da idosa mais bela de SP
A Secretaria de Estado da Saúde abriu inscrições para eleição da mais bela idosa de São Paulo. O concurso, realizado no Centro de Referência do Idoso (CRI) da Zona Leste, é uma homenagem pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.
Qualquer mulher com 60 anos ou mais pode participar. As inscrições podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h, até o dia 13 de fevereiro, no 1º andar, na sala do voluntariado do CRI Leste. Não é necessário ser moradora da zona leste para se inscrever.
As 25 idosas que vão participar da finalíssima serão conhecidas no dia 17 de fevereiro. As selecionadas participarão de dois ensaios para a grande final. A vencedora do concurso será conhecida no dia 5 de março.
No dia da festa serão eleitas idosas nas seguintes categorias: simpatia, beleza, sorriso, elegância e timidez. Será eleita Miss CRI a que somar o maior número de pontos.
“Este é um evento que já virou tradição no calendário de festividades da capital paulista. O concurso é cada vez mais concorrido por idosas de toda a cidade”, afirma o diretor do CRI, Paulo Sérgio Pelegrino.
O Centro de Referência do Idoso da Zona Leste fica na praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, 34, em São Miguel Paulista, na Zona Leste
janeiro 27, 2009
A vida é uma viagem. Cada etapa é linda. (Entrevista)
Quais são as questões que mais afligem os idosos?
Dra. Dorli - A solidão, o medo das perdas e doenças, as transformações físicas, perdas econômicas e a dificuldade de fazer o ajuste entre o que acha de si mesmo e o corpo que efetivamente tem. Há uma imagem idealizada da velhice: quem não é maratonista fica frustrado. Tem gente que luta, mas, para a maioria, é uma fase difícil. A gente envelhece como vive: quem se interessava pela vida aos 50, continua assim aos 80. É só pensar em pessoas como a artista plástica Tomie Ohtake. O ideal é ponderar que não é preciso ser uma bailarina, mas é possível andar.
Como vê a idealização da terceira idade como "a melhor idade"?
A aids está crescendo entre os idosos, assim como o consumo de medicamentos para disfunção erétil. Como está a sexualidade na maturidade?
Dra. Dorli - Medicamentos como o Viagra são bons para os homens, mas as mulheres nem sempre estão na mesma sintonia. A sexualidade é vivida como o canto do cisne, como alguém que diz: eu não posso envelhecer. Mas, geralmente, os homens que perdem a capacidade de gerar dinheiro perdem também a libido. E, muitas vezes, as mulheres jogam isso na cara deles. O casamento vira uma caixa preta: principalmente quando os filhos deixam o lar. Instala-se a chamada síndrome do ninho vazio, o casal deixa de desempenhar os papéis de pais, e hoje muitos se separam com mais de 70 anos.
De fato, as mulheres maduras estão mais joviais. Elas têm vivido plenamente sua sexualidade?
Dra. Dorli - Eu me lembro de uma paciente que ainda manipulava o marido com sexo. Ele estava indo para uma internação no hospital e ela só consentiu ficar com ele porque achava que seria a última vez. Dizia que ele não tinha sido bom com ela... Quem vê aqueles corpos acha que eles não transam, mas sim! Muitas vezes são as meninas com corpos perfeitos que não têm libido. Há muitas mulheres com mais de 70 anos que querem um novo namorado, romance, poder acender velas para fazer amor. Muitas mantêm um brilho forte no olhar e a sensualidade. Antigamente a menopausa decretava a aposentadoria da sexualidade feminina. A mídia está ajudando a desconstruir esse mito: hoje as mulheres maduras estão mais bem cuidadas. É normal ouvir uma mulher de 60 anos falar que sente desejo. Houve um ganho cultural de dez anos: a sensualidade é aceita. Mas o cuidado com a aparência é diferente da necessidade narcisística. É difícil encarar o envelhecimento numa sociedade que supervaloriza a estética. As mulheres fazem um monte de plásticas e acabam sem marcas, sem cara, como num limbo sem idade. Não precisamos tirar todas as marcas: elas têm o seu valor.
No Brasil, existe uma tendência a não se respeitar a opinião do idoso, alguns até os infantilizam...
Dra. Dorli - É perverso. Já tive uma paciente que me perguntou se deveria deixar sua mãe, de mais de 60 anos, namorar. O idoso tem de decidir sua própria vida. Ele merece ser respeitado, ou vai ter sua dignidade minada. Também não gosto da tendência de mostrar os velhos como bonzinhos: ninguém fica bom porque envelhece, as pessoas permanecem as mesmas. Seria bom saber que eles têm muito a oferecer com a sua experiência. Na Grécia, por exemplo, havia o conselho de sábios, composto pelos idosos. Na sociedade contemporânea, os velhos devem ter um lugar para passar sua sabedoria.
Que dicas daria para vivenciarem a maturidade da melhor forma possível?
Dra. Dorli - O melhor é aceitar o processo de envelhecimento. É importante saber que se vai morrer: o caminho da velhice leva a isso, que faz parte do processo de vida de todos nós. Mas quando se acredita na espiritualidade, e quando se sabe que cada um tem uma missão na vida, deixamos algo. Usar os aliados da medicina, como o check up, é essencial. Mas também é fundamental cuidar do lado emocional: resgatar o passado, dar novas interpretações, perdoar-se e perdoar os outros - porque as mágoas vão se acumulando. Nas memórias, há alguns trechos que precisam ser esquecidos e perdoados: não dá para carregar tudo. O ideal é elaborar: o que eu tive, o que eu tenho e o que gostaria de ter. E acalentar o desejo de se recriar. O principal é ter sonhos, metas e cultivar relacionamentos significativos.
Quais são os aspectos positivos da maturidade?
Dra. Dorli - Pode ser um momento maravilhoso para rever a vida, não apenas para procurar a cereja do bolo, com um narcisismo exacerbado. Um trabalho terapêutico pode ajudar. Quando nos revemos de verdade, passamos a nos torturar menos. Entramos em conciliação com o que foi possível, deixamos de ter um olhar tão duro que nos aprisiona em metas ideais.
Atende homens e mulheres com mais de 55 anos, que se reúnem para falar sobre questões da idade e trocar experiências.
A partir da elaboração dos conflitos, muitos conseguem melhorar a auto estima e romper com o passado.
A vida é uma viagem. Cada etapa é linda. (Entrevista)
Quais são as questões que mais afligem os idosos?
Dra. Dorli - A solidão, o medo das perdas e doenças, as transformações físicas, perdas econômicas e a dificuldade de fazer o ajuste entre o que acha de si mesmo e o corpo que efetivamente tem. Há uma imagem idealizada da velhice: quem não é maratonista fica frustrado. Tem gente que luta, mas, para a maioria, é uma fase difícil. A gente envelhece como vive: quem se interessava pela vida aos 50, continua assim aos 80. É só pensar em pessoas como a artista plástica Tomie Ohtake. O ideal é ponderar que não é preciso ser uma bailarina, mas é possível andar.
Como vê a idealização da terceira idade como "a melhor idade"?
A aids está crescendo entre os idosos, assim como o consumo de medicamentos para disfunção erétil. Como está a sexualidade na maturidade?
Dra. Dorli - Medicamentos como o Viagra são bons para os homens, mas as mulheres nem sempre estão na mesma sintonia. A sexualidade é vivida como o canto do cisne, como alguém que diz: eu não posso envelhecer. Mas, geralmente, os homens que perdem a capacidade de gerar dinheiro perdem também a libido. E, muitas vezes, as mulheres jogam isso na cara deles. O casamento vira uma caixa preta: principalmente quando os filhos deixam o lar. Instala-se a chamada síndrome do ninho vazio, o casal deixa de desempenhar os papéis de pais, e hoje muitos se separam com mais de 70 anos.
De fato, as mulheres maduras estão mais joviais. Elas têm vivido plenamente sua sexualidade?
Dra. Dorli - Eu me lembro de uma paciente que ainda manipulava o marido com sexo. Ele estava indo para uma internação no hospital e ela só consentiu ficar com ele porque achava que seria a última vez. Dizia que ele não tinha sido bom com ela... Quem vê aqueles corpos acha que eles não transam, mas sim! Muitas vezes são as meninas com corpos perfeitos que não têm libido. Há muitas mulheres com mais de 70 anos que querem um novo namorado, romance, poder acender velas para fazer amor. Muitas mantêm um brilho forte no olhar e a sensualidade. Antigamente a menopausa decretava a aposentadoria da sexualidade feminina. A mídia está ajudando a desconstruir esse mito: hoje as mulheres maduras estão mais bem cuidadas. É normal ouvir uma mulher de 60 anos falar que sente desejo. Houve um ganho cultural de dez anos: a sensualidade é aceita. Mas o cuidado com a aparência é diferente da necessidade narcisística. É difícil encarar o envelhecimento numa sociedade que supervaloriza a estética. As mulheres fazem um monte de plásticas e acabam sem marcas, sem cara, como num limbo sem idade. Não precisamos tirar todas as marcas: elas têm o seu valor.
No Brasil, existe uma tendência a não se respeitar a opinião do idoso, alguns até os infantilizam...
Dra. Dorli - É perverso. Já tive uma paciente que me perguntou se deveria deixar sua mãe, de mais de 60 anos, namorar. O idoso tem de decidir sua própria vida. Ele merece ser respeitado, ou vai ter sua dignidade minada. Também não gosto da tendência de mostrar os velhos como bonzinhos: ninguém fica bom porque envelhece, as pessoas permanecem as mesmas. Seria bom saber que eles têm muito a oferecer com a sua experiência. Na Grécia, por exemplo, havia o conselho de sábios, composto pelos idosos. Na sociedade contemporânea, os velhos devem ter um lugar para passar sua sabedoria.
Que dicas daria para vivenciarem a maturidade da melhor forma possível?
Dra. Dorli - O melhor é aceitar o processo de envelhecimento. É importante saber que se vai morrer: o caminho da velhice leva a isso, que faz parte do processo de vida de todos nós. Mas quando se acredita na espiritualidade, e quando se sabe que cada um tem uma missão na vida, deixamos algo. Usar os aliados da medicina, como o check up, é essencial. Mas também é fundamental cuidar do lado emocional: resgatar o passado, dar novas interpretações, perdoar-se e perdoar os outros - porque as mágoas vão se acumulando. Nas memórias, há alguns trechos que precisam ser esquecidos e perdoados: não dá para carregar tudo. O ideal é elaborar: o que eu tive, o que eu tenho e o que gostaria de ter. E acalentar o desejo de se recriar. O principal é ter sonhos, metas e cultivar relacionamentos significativos.
Quais são os aspectos positivos da maturidade?
Dra. Dorli - Pode ser um momento maravilhoso para rever a vida, não apenas para procurar a cereja do bolo, com um narcisismo exacerbado. Um trabalho terapêutico pode ajudar. Quando nos revemos de verdade, passamos a nos torturar menos. Entramos em conciliação com o que foi possível, deixamos de ter um olhar tão duro que nos aprisiona em metas ideais.
Atende homens e mulheres com mais de 55 anos, que se reúnem para falar sobre questões da idade e trocar experiências.
A partir da elaboração dos conflitos, muitos conseguem melhorar a auto estima e romper com o passado.
janeiro 20, 2009
Aos 91, ex-professor vai à USP todos os dias há quase 75 anos
Aluno da 1ª turma de química, Paschoal Senise tem uma sala no instituto.
Vejam a matéria completa aqui
Aos 91, ex-professor vai à USP todos os dias há quase 75 anos
Aluno da 1ª turma de química, Paschoal Senise tem uma sala no instituto.
Vejam a matéria completa aqui
Escola de Enfermagem da USP abre inscrições para cursos
Escola de Enfermagem da USP - Cultura e Extensão
Informações: (11) 3061-7531 – e-mail: scex@usp.br
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| CURSO DE DIFUSÃO CULTURAL “ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA O CUIDADO DA PESSOA IDOSA PORTADORA DE TRANSTORNOS COGNITIVOS” 03 de fevereiro a 10 de março de 2009 [ Ficha de Inscrição ] |
Escola de Enfermagem da USP abre inscrições para cursos
Escola de Enfermagem da USP - Cultura e Extensão
Informações: (11) 3061-7531 – e-mail: scex@usp.br
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| CURSO DE DIFUSÃO CULTURAL “ORIENTAÇÕES BÁSICAS PARA O CUIDADO DA PESSOA IDOSA PORTADORA DE TRANSTORNOS COGNITIVOS” 03 de fevereiro a 10 de março de 2009 [ Ficha de Inscrição ] |
janeiro 11, 2009
Clube A, grupo de lazer e entretenimento para a Terceira Idade, inaugura novas unidades em Osasco e Indianópolis
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Clube A, grupo de lazer e entretenimento para a Terceira Idade, inaugura novas unidades em Osasco e Indianópolis
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janeiro 09, 2009
Jardinagem é bom exercício físico
Cuidar das flores e plantas de casa faz bem não apenas para o jardim mas também para a saúde. Pesquisa feita pela Universidade do Estado do Kansas (EUA) sugere que a jardinagem pode ser benéfica como atividade física para pessoas com mais de 65 anos de idade. Para os mais velhos, cuidar de plantas por 30 minutos na maioria dos dias de uma semana equivale a fazer uma atividade físicaDe acordo com o estudo preliminar, se praticada por pelo menos 30 minutos na maioria dos dias da semana tempo recomendado pelos centros de prevenção e controle de doenças e pela Universidade de Medicina Esportiva dos EUA, a atividade é equivalente ao exercício físico necessário para melhorar o condicionamento físico de idosos.
Por envolver movimentos que exigem força muscular, como cavar buracos e arrancar ervas daninhas, tomar conta de um jardim pode aumentar a densidade de minerais nos ossos, tornando-os mais resistentes.
Para os autores do estudo, do qual participaram 14 voluntários com idades entre 63 e 86 anos, a variedade de atividades implicadas na jardinagem é uma das razões que a tornam atraente.
Jardinagem é bom exercício físico
Cuidar das flores e plantas de casa faz bem não apenas para o jardim mas também para a saúde. Pesquisa feita pela Universidade do Estado do Kansas (EUA) sugere que a jardinagem pode ser benéfica como atividade física para pessoas com mais de 65 anos de idade. Para os mais velhos, cuidar de plantas por 30 minutos na maioria dos dias de uma semana equivale a fazer uma atividade físicaDe acordo com o estudo preliminar, se praticada por pelo menos 30 minutos na maioria dos dias da semana tempo recomendado pelos centros de prevenção e controle de doenças e pela Universidade de Medicina Esportiva dos EUA, a atividade é equivalente ao exercício físico necessário para melhorar o condicionamento físico de idosos.
Por envolver movimentos que exigem força muscular, como cavar buracos e arrancar ervas daninhas, tomar conta de um jardim pode aumentar a densidade de minerais nos ossos, tornando-os mais resistentes.
Para os autores do estudo, do qual participaram 14 voluntários com idades entre 63 e 86 anos, a variedade de atividades implicadas na jardinagem é uma das razões que a tornam atraente.

