Mostrando postagens com marcador Idosos. Mostrar todas as postagens
Mostrando postagens com marcador Idosos. Mostrar todas as postagens

abril 02, 2011

O vício na terceira idade por Dra. Claudia Finamore


O envelhecimento é o estado final do desenvolvimento humano que todo indivíduo sadio e que não sofreu acidentes irá vivenciar. É uma época de muitas perdas e limitações. Falecimento de amigos e familiares, limitações físicas e de saúde, aposentadoria, situação econômica diminuída. Esses são fatores que podem deixar os idosos mais vulneráveis à depressão e poderão, em alguns casos, conduzir a uma maior suscetibilidade em envolver-se com vícios como o tabaco, o álcool, jogos de azar, entre outros.
Muitos idosos começam a jogar em igrejas e centros comunitários para ocupar o tempo, porém os traços depressivos, a solidão, a falta de ocupação podem transformar algumas horas de lazer em jogo patológico. Esses jogadores perdem o controle sobre quando e quanto jogam. O jogo acaba tendo impacto econômico na vida desses idosos e piora a situação de interação social. Os laços afetivos fora do ambiente de jogo se tornam ainda mais frágeis e o isolamento poderá aumentar.

Atualmente, surgiu a dependência tecnológica pela internet. Os idosos encontram na internet um espaço de lazer e interações relacionais que pode ser útil, porém, se ultrapassado um determinado limite, poderá tornar-se prejudicial. Devido à baixa autoestima, depressão, fobias sociais e solidão, o idoso poderá tornar-se dependente do uso dessa tecnologia e até mesmo envolver-se em situações de risco, vitimados por práticas ardilosas.

O uso de entorpecentes na terceira idade é maior do que se pensa. As drogas lícitas, como o álcool, o tabaco e os tranquilizantes, são as mais consumidas.
Fumar é inconveniente para qualquer pessoa, mas alguns grupos podem ser considerados de maior risco, como as pessoas que já têm doenças respiratórias e/ou cardiovasculares.

Os idosos se encontram num grupo com grandes riscos para os efeitos danosos do hábito de fumar, pois o tabagismo relaciona-se ao agravamento de várias doenças que adquirem maior significado com o avançar da idade, quando se somam as perdas funcionais próprias do envelhecimento. A maioria dos fumantes inicia o hábito quando jovem e fica rapidamente viciada na nicotina presente no cigarro. Para os idosos, é importante interromper o uso do tabaco para não prejudicar ainda mais as perdas funcionais que ocorrem na terceira idade.

Os idosos podem apresentar níveis de dependência ao álcool tão altos quanto os jovens, e muitas vezes acreditam que, por terem bebido até esse momento, não precisam parar devido ao envelhecimento. Porém, pessoas idosas apresentam menor tolerância aos efeitos dos entorpecentes quando comparadas aos jovens. Isso pode significar maiores prejuízos psíquicos e físicos para o idoso que consome a mesma quantidade de drogas de um jovem.

Pessoas idosas também podem começar a beber ou aumentar o consumo de álcool e/ou medicamentos para induzir o sono, reduzir a sensação de dor física e aliviar a ansiedade, transformando esse uso em vício.
É importante notar que idosos costumam fazer uso de diferentes tipos de medicações prescritas. Efeitos colaterais de muitas dessas medicações podem ser intensificados devido ao consumo concomitante de álcool. Os transtornos depressivos, comuns entre os idosos, tendem a se intensificar com o uso indevido de álcool.

Como a nossa população vem envelhecendo, nós seguramente encararemos um crescente número de pessoas mais maduras procurando sensações físicas e psíquicas através do uso de drogas. Para algumas delas, essa busca é uma forma de lidar com uma série de perdas do passado; para outras, é uma maneira de lidar com dores e sofrimentos físicos e psíquicos relacionados com a idade. Além disso, para outras pessoas ainda, é uma continuação de um padrão de consumo inadequado de substâncias que se iniciou em tempos idos e que permanece na atualidade.

Para se fazer um tratamento visando o controle do tabagismo, do álcool e de demais vícios na terceira idade, é necessário conhecer os motivos pelos quais os idosos mantêm esses hábitos prejudiciais, a influência do ambiente familiar e socioeconômico-cultural sobre eles, os aspectos da dependência, e procurar de maneira criteriosa uma melhor maneira de tratar esse idoso, valorizando a psicoterapia como um eixo importante na condução do tratamento. 

Claudia Finamore é psicóloga e psicanalista, com especialização em psicogeriatria pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ). Participa dos atendimentos do Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP). Atendimento clínico com pessoas portadoras de deficiência mental e demência, cuidadores de pessoas que necessitam de cuidados especiais, crianças que apresentam dificuldades escolares e de relacionamento, orientação aos pais, adolescentes, adultos e idosos que tenham o desejo de cuidar do seu sofrimento emocional. Tel.: (11) 5052-0370 CRP 06/84751

O vício na terceira idade por Dra. Claudia Finamore


O envelhecimento é o estado final do desenvolvimento humano que todo indivíduo sadio e que não sofreu acidentes irá vivenciar. É uma época de muitas perdas e limitações. Falecimento de amigos e familiares, limitações físicas e de saúde, aposentadoria, situação econômica diminuída. Esses são fatores que podem deixar os idosos mais vulneráveis à depressão e poderão, em alguns casos, conduzir a uma maior suscetibilidade em envolver-se com vícios como o tabaco, o álcool, jogos de azar, entre outros.
Muitos idosos começam a jogar em igrejas e centros comunitários para ocupar o tempo, porém os traços depressivos, a solidão, a falta de ocupação podem transformar algumas horas de lazer em jogo patológico. Esses jogadores perdem o controle sobre quando e quanto jogam. O jogo acaba tendo impacto econômico na vida desses idosos e piora a situação de interação social. Os laços afetivos fora do ambiente de jogo se tornam ainda mais frágeis e o isolamento poderá aumentar.

Atualmente, surgiu a dependência tecnológica pela internet. Os idosos encontram na internet um espaço de lazer e interações relacionais que pode ser útil, porém, se ultrapassado um determinado limite, poderá tornar-se prejudicial. Devido à baixa autoestima, depressão, fobias sociais e solidão, o idoso poderá tornar-se dependente do uso dessa tecnologia e até mesmo envolver-se em situações de risco, vitimados por práticas ardilosas.

O uso de entorpecentes na terceira idade é maior do que se pensa. As drogas lícitas, como o álcool, o tabaco e os tranquilizantes, são as mais consumidas.
Fumar é inconveniente para qualquer pessoa, mas alguns grupos podem ser considerados de maior risco, como as pessoas que já têm doenças respiratórias e/ou cardiovasculares.

Os idosos se encontram num grupo com grandes riscos para os efeitos danosos do hábito de fumar, pois o tabagismo relaciona-se ao agravamento de várias doenças que adquirem maior significado com o avançar da idade, quando se somam as perdas funcionais próprias do envelhecimento. A maioria dos fumantes inicia o hábito quando jovem e fica rapidamente viciada na nicotina presente no cigarro. Para os idosos, é importante interromper o uso do tabaco para não prejudicar ainda mais as perdas funcionais que ocorrem na terceira idade.

Os idosos podem apresentar níveis de dependência ao álcool tão altos quanto os jovens, e muitas vezes acreditam que, por terem bebido até esse momento, não precisam parar devido ao envelhecimento. Porém, pessoas idosas apresentam menor tolerância aos efeitos dos entorpecentes quando comparadas aos jovens. Isso pode significar maiores prejuízos psíquicos e físicos para o idoso que consome a mesma quantidade de drogas de um jovem.

Pessoas idosas também podem começar a beber ou aumentar o consumo de álcool e/ou medicamentos para induzir o sono, reduzir a sensação de dor física e aliviar a ansiedade, transformando esse uso em vício.
É importante notar que idosos costumam fazer uso de diferentes tipos de medicações prescritas. Efeitos colaterais de muitas dessas medicações podem ser intensificados devido ao consumo concomitante de álcool. Os transtornos depressivos, comuns entre os idosos, tendem a se intensificar com o uso indevido de álcool.

Como a nossa população vem envelhecendo, nós seguramente encararemos um crescente número de pessoas mais maduras procurando sensações físicas e psíquicas através do uso de drogas. Para algumas delas, essa busca é uma forma de lidar com uma série de perdas do passado; para outras, é uma maneira de lidar com dores e sofrimentos físicos e psíquicos relacionados com a idade. Além disso, para outras pessoas ainda, é uma continuação de um padrão de consumo inadequado de substâncias que se iniciou em tempos idos e que permanece na atualidade.

Para se fazer um tratamento visando o controle do tabagismo, do álcool e de demais vícios na terceira idade, é necessário conhecer os motivos pelos quais os idosos mantêm esses hábitos prejudiciais, a influência do ambiente familiar e socioeconômico-cultural sobre eles, os aspectos da dependência, e procurar de maneira criteriosa uma melhor maneira de tratar esse idoso, valorizando a psicoterapia como um eixo importante na condução do tratamento. 

Claudia Finamore é psicóloga e psicanalista, com especialização em psicogeriatria pelo Instituto de Psiquiatria da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPUB/UFRJ). Participa dos atendimentos do Centro de Estudos Psicanalíticos (CEP). Atendimento clínico com pessoas portadoras de deficiência mental e demência, cuidadores de pessoas que necessitam de cuidados especiais, crianças que apresentam dificuldades escolares e de relacionamento, orientação aos pais, adolescentes, adultos e idosos que tenham o desejo de cuidar do seu sofrimento emocional. Tel.: (11) 5052-0370 CRP 06/84751

novembro 29, 2010

Estudo diz que ter 65 anos não é único critério para estar na 3ª idade

Eles fazem dança de salão, dirigem o próprio carro, estudam línguas, lotam as academias de ginástica, são militantes políticos, querem viajar pelo mundo. E têm mais de 65 anos.
________________



Por causa da idade, a Organização Mundial de Saúde (OMS) os considera idosos, mas o difícil é convencê-los — com dias tão repletos de atividades — de que realmente chegaram à velhice.

O parâmetro da OMS também incomoda os pesquisadores Warren Sanderson, da Stony Brook University, nos Estados Unidos, e Sergei Scherbov, do Instituto de Demografia de Viena, na Áustria. Os dois decidiram usar outras variáveis e sugerir um novo modelo para medir o envelhecimento no mundo. Para calcular quando uma pessoa pode ser considerada idosa, eles avaliaram dados como expectativa de vida, autonomia e grau de dependência e traçaram o perfil de idosos de todos os países.

A pesquisa, publicada na revista Science, mostrou que ter 65 anos não pode ser a única forma de chamar alguém de idoso. "Os idosos de ontem não eram como os idosos de hoje, que são muito mais ativos. O aumento da expectativa de vida e a enorme quantidade de idosos saudáveis e independentes não podem ser esquecidos. São fatores importantes que vão determinar a hora de considerar a chegada da terceira idade", explica Sanderson.

Qualidade de vidaA presidente da Associação Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Sílvia Pereira, concorda com a proposta de Sanderson e Scherbov. Segundo ela, a idade não deve ser o único critério para classificar uma pessoa como idosa. "O que nós estamos vendo é que a população está ficando mais velha e com mais qualidade de vida", aponta. A médica considera o aumento do número de idosos no Brasil uma conquista. Hoje, eles são 21,5 milhões, ou 11,4% da população. "Estamos melhor do que há 60 anos, quando não havia tanta conscientização sobre o assunto", analisa.

A geriatra Luciana Pricoli nota que os idosos de hoje não são incapazes e aponta dois aspectos para isso: a independência e a autonomia. A primeira, segundo a médica, diz respeito ao aspecto físico, à capacidade de ir e vir. Já a autonomia é a possibilidade de gerir a própria vida e ter independência mental. "É importante que o idoso envelheça com saúde e com autonomia mental, ou seja, com a cabeça boa para contornar limitações", explica.

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

Estudo diz que ter 65 anos não é único critério para estar na 3ª idade

Eles fazem dança de salão, dirigem o próprio carro, estudam línguas, lotam as academias de ginástica, são militantes políticos, querem viajar pelo mundo. E têm mais de 65 anos.
________________



Por causa da idade, a Organização Mundial de Saúde (OMS) os considera idosos, mas o difícil é convencê-los — com dias tão repletos de atividades — de que realmente chegaram à velhice.

O parâmetro da OMS também incomoda os pesquisadores Warren Sanderson, da Stony Brook University, nos Estados Unidos, e Sergei Scherbov, do Instituto de Demografia de Viena, na Áustria. Os dois decidiram usar outras variáveis e sugerir um novo modelo para medir o envelhecimento no mundo. Para calcular quando uma pessoa pode ser considerada idosa, eles avaliaram dados como expectativa de vida, autonomia e grau de dependência e traçaram o perfil de idosos de todos os países.

A pesquisa, publicada na revista Science, mostrou que ter 65 anos não pode ser a única forma de chamar alguém de idoso. "Os idosos de ontem não eram como os idosos de hoje, que são muito mais ativos. O aumento da expectativa de vida e a enorme quantidade de idosos saudáveis e independentes não podem ser esquecidos. São fatores importantes que vão determinar a hora de considerar a chegada da terceira idade", explica Sanderson.

Qualidade de vidaA presidente da Associação Brasileira de Geriatria e Gerontologia, Sílvia Pereira, concorda com a proposta de Sanderson e Scherbov. Segundo ela, a idade não deve ser o único critério para classificar uma pessoa como idosa. "O que nós estamos vendo é que a população está ficando mais velha e com mais qualidade de vida", aponta. A médica considera o aumento do número de idosos no Brasil uma conquista. Hoje, eles são 21,5 milhões, ou 11,4% da população. "Estamos melhor do que há 60 anos, quando não havia tanta conscientização sobre o assunto", analisa.

A geriatra Luciana Pricoli nota que os idosos de hoje não são incapazes e aponta dois aspectos para isso: a independência e a autonomia. A primeira, segundo a médica, diz respeito ao aspecto físico, à capacidade de ir e vir. Já a autonomia é a possibilidade de gerir a própria vida e ter independência mental. "É importante que o idoso envelheça com saúde e com autonomia mental, ou seja, com a cabeça boa para contornar limitações", explica.

Sinta-se em casa e deixe seu comentário.

fevereiro 04, 2009

Ciclo de paletras sobre a 3a. Idade

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo inicia amanhã 05/02 um ciclo de palestras sobre a terceira idade. Os três seminários serão realizados em parceria com o Shopping Interlagos (Avenida Interlagos, 2.255), na zona sul da capital, onde acontecerão os encontros, e vai esclarecer as principais dúvidas sobre a saúde dos idosos.

Dia 05/02 - como prevenir doenças oftalmológicas

Dia 12 - especialistas falam sobre dores no joelho e quadril.

Dia 19/02 - vai tratar sobre programa e atividades após aposentadoria e trabalho na terceira idade.

As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3471-8861 ou no próprio shopping.

As vagas são limitadas e para participar é preciso levar um quilo de alimento não perecível.


Já o Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) está selecionando homens e mulheres acima de 65 anos, com sintomas de depressão para uma avaliação e tratamento. Podem participar do programa pacientes que não estejam em tratamento com antidepressivos, não apresentem doenças de Alzheimer e Parkinson e não tenham sofrido acidente vascular cerebral (derrame). Os interessados devem ligar para (11) 3069 7924.

Fonte: Aqui

Ciclo de paletras sobre a 3a. Idade

A Secretaria de Saúde do Estado de São Paulo inicia amanhã 05/02 um ciclo de palestras sobre a terceira idade. Os três seminários serão realizados em parceria com o Shopping Interlagos (Avenida Interlagos, 2.255), na zona sul da capital, onde acontecerão os encontros, e vai esclarecer as principais dúvidas sobre a saúde dos idosos.

Dia 05/02 - como prevenir doenças oftalmológicas

Dia 12 - especialistas falam sobre dores no joelho e quadril.

Dia 19/02 - vai tratar sobre programa e atividades após aposentadoria e trabalho na terceira idade.

As inscrições podem ser feitas pelo telefone (11) 3471-8861 ou no próprio shopping.

As vagas são limitadas e para participar é preciso levar um quilo de alimento não perecível.


Já o Instituto de Psiquiatria da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FMUSP) está selecionando homens e mulheres acima de 65 anos, com sintomas de depressão para uma avaliação e tratamento. Podem participar do programa pacientes que não estejam em tratamento com antidepressivos, não apresentem doenças de Alzheimer e Parkinson e não tenham sofrido acidente vascular cerebral (derrame). Os interessados devem ligar para (11) 3069 7924.

Fonte: Aqui

fevereiro 03, 2009

PREVENÇÃO DE QUEDAS


ELIMINE OS PERIGOS DE SUA RESIDÊNCIA :
  • Ambientes com pouca luminosidade
  • Tapetes que escorregam
  • Fios de telefone ou eletricidade soltos
  • Desorganização: objetos, brinquedos espalhados pelo chão

ACRESCENTE MEDIDAS DE SEGURANÇA:

  • Barras de apoio no banheiro, no box
  • Iluminação noturna (abajur ao lado da cama, corredor)
  • Capachos não deslizantes


TOME ALGUNS CUIDADOS ADICIONAIS:

  • Use sapatos com solado de borracha, anti-derrapantes, não flexíveis e sem saltos
  • Não tenha pressa especialmente em lugares desconhecidos
  • Não tome bebidas alcóolicas
  • Informe ao seu médico e enfermeira se você estiver tendo tonturas, problemas de visão e de equilíbrio
  • Faça avaliação periódica de sua visão
  • Não use medicamentos sem autorização médica
  • Faça atividade física moderada e regular, com orientação médica

Dicas do pessoal da Fisioterapia do HU/USP

PREVENÇÃO DE QUEDAS


ELIMINE OS PERIGOS DE SUA RESIDÊNCIA :
  • Ambientes com pouca luminosidade
  • Tapetes que escorregam
  • Fios de telefone ou eletricidade soltos
  • Desorganização: objetos, brinquedos espalhados pelo chão

ACRESCENTE MEDIDAS DE SEGURANÇA:

  • Barras de apoio no banheiro, no box
  • Iluminação noturna (abajur ao lado da cama, corredor)
  • Capachos não deslizantes


TOME ALGUNS CUIDADOS ADICIONAIS:

  • Use sapatos com solado de borracha, anti-derrapantes, não flexíveis e sem saltos
  • Não tenha pressa especialmente em lugares desconhecidos
  • Não tome bebidas alcóolicas
  • Informe ao seu médico e enfermeira se você estiver tendo tonturas, problemas de visão e de equilíbrio
  • Faça avaliação periódica de sua visão
  • Não use medicamentos sem autorização médica
  • Faça atividade física moderada e regular, com orientação médica

Dicas do pessoal da Fisioterapia do HU/USP

janeiro 30, 2009

Saúde abre inscrição para eleição da idosa mais bela de SP


Idosas a partir 60 anos podem participar do concurso

A Secretaria de Estado da Saúde abriu inscrições para eleição da mais bela idosa de São Paulo. O concurso, realizado no Centro de Referência do Idoso (CRI) da Zona Leste, é uma homenagem pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.

Qualquer mulher com 60 anos ou mais pode participar. As inscrições podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h, até o dia 13 de fevereiro, no 1º andar, na sala do voluntariado do CRI Leste. Não é necessário ser moradora da zona leste para se inscrever.

As 25 idosas que vão participar da finalíssima serão conhecidas no dia 17 de fevereiro. As selecionadas participarão de dois ensaios para a grande final. A vencedora do concurso será conhecida no dia 5 de março.

No dia da festa serão eleitas idosas nas seguintes categorias: simpatia, beleza, sorriso, elegância e timidez. Será eleita Miss CRI a que somar o maior número de pontos.

“Este é um evento que já virou tradição no calendário de festividades da capital paulista. O concurso é cada vez mais concorrido por idosas de toda a cidade”, afirma o diretor do CRI, Paulo Sérgio Pelegrino.

O Centro de Referência do Idoso da Zona Leste fica na praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, 34, em São Miguel Paulista, na Zona Leste

Saúde abre inscrição para eleição da idosa mais bela de SP


Idosas a partir 60 anos podem participar do concurso

A Secretaria de Estado da Saúde abriu inscrições para eleição da mais bela idosa de São Paulo. O concurso, realizado no Centro de Referência do Idoso (CRI) da Zona Leste, é uma homenagem pelo Dia Internacional da Mulher, celebrado em 8 de março.

Qualquer mulher com 60 anos ou mais pode participar. As inscrições podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 12h e das 14h às 17h, até o dia 13 de fevereiro, no 1º andar, na sala do voluntariado do CRI Leste. Não é necessário ser moradora da zona leste para se inscrever.

As 25 idosas que vão participar da finalíssima serão conhecidas no dia 17 de fevereiro. As selecionadas participarão de dois ensaios para a grande final. A vencedora do concurso será conhecida no dia 5 de março.

No dia da festa serão eleitas idosas nas seguintes categorias: simpatia, beleza, sorriso, elegância e timidez. Será eleita Miss CRI a que somar o maior número de pontos.

“Este é um evento que já virou tradição no calendário de festividades da capital paulista. O concurso é cada vez mais concorrido por idosas de toda a cidade”, afirma o diretor do CRI, Paulo Sérgio Pelegrino.

O Centro de Referência do Idoso da Zona Leste fica na praça Padre Aleixo Monteiro Mafra, 34, em São Miguel Paulista, na Zona Leste

janeiro 27, 2009

A vida é uma viagem. Cada etapa é linda. (Entrevista)


Quais são as questões que mais afligem os idosos?

Dra. Dorli - A solidão, o medo das perdas e doenças, as transformações físicas, perdas econômicas e a dificuldade de fazer o ajuste entre o que acha de si mesmo e o corpo que efetivamente tem. Há uma imagem idealizada da velhice: quem não é maratonista fica frustrado. Tem gente que luta, mas, para a maioria, é uma fase difícil. A gente envelhece como vive: quem se interessava pela vida aos 50, continua assim aos 80. É só pensar em pessoas como a artista plástica Tomie Ohtake. O ideal é ponderar que não é preciso ser uma bailarina, mas é possível andar.

Como vê a idealização da terceira idade como "a melhor idade"?

Dra. Dorli - A velhice não é a melhor idade, é uma idade. Para algumas pessoas, pode até ser, mas para a maioria quase sempre é doloroso sair do mercado de trabalho. A mulher fica mais à vontade com o ambiente da casa, das amigas, de visitas e do comércio. Ela sempre circulou por esses espaços e tem maior facilidade para buscar cursos e aulas. Já para os homens, é mais difícil admitir que são aposentados. Algumas empresas já estão até fazendo um trabalho de preparo psicológico para a aposentadoria. Uma solução para eles seria refletir sobre se realmente querem se aposentar e, se for esse o caso, o que podem fazer para continuarem produtivos.

A aids está crescendo entre os idosos, assim como o consumo de medicamentos para disfunção erétil. Como está a sexualidade na maturidade?

Dra. Dorli - Medicamentos como o Viagra são bons para os homens, mas as mulheres nem sempre estão na mesma sintonia. A sexualidade é vivida como o canto do cisne, como alguém que diz: eu não posso envelhecer. Mas, geralmente, os homens que perdem a capacidade de gerar dinheiro perdem também a libido. E, muitas vezes, as mulheres jogam isso na cara deles. O casamento vira uma caixa preta: principalmente quando os filhos deixam o lar. Instala-se a chamada síndrome do ninho vazio, o casal deixa de desempenhar os papéis de pais, e hoje muitos se separam com mais de 70 anos.

De fato, as mulheres maduras estão mais joviais. Elas têm vivido plenamente sua sexualidade?

Dra. Dorli - Eu me lembro de uma paciente que ainda manipulava o marido com sexo. Ele estava indo para uma internação no hospital e ela só consentiu ficar com ele porque achava que seria a última vez. Dizia que ele não tinha sido bom com ela... Quem vê aqueles corpos acha que eles não transam, mas sim! Muitas vezes são as meninas com corpos perfeitos que não têm libido. Há muitas mulheres com mais de 70 anos que querem um novo namorado, romance, poder acender velas para fazer amor. Muitas mantêm um brilho forte no olhar e a sensualidade. Antigamente a menopausa decretava a aposentadoria da sexualidade feminina. A mídia está ajudando a desconstruir esse mito: hoje as mulheres maduras estão mais bem cuidadas. É normal ouvir uma mulher de 60 anos falar que sente desejo. Houve um ganho cultural de dez anos: a sensualidade é aceita. Mas o cuidado com a aparência é diferente da necessidade narcisística. É difícil encarar o envelhecimento numa sociedade que supervaloriza a estética. As mulheres fazem um monte de plásticas e acabam sem marcas, sem cara, como num limbo sem idade. Não precisamos tirar todas as marcas: elas têm o seu valor.

No Brasil, existe uma tendência a não se respeitar a opinião do idoso, alguns até os infantilizam...

Dra. Dorli - É perverso. Já tive uma paciente que me perguntou se deveria deixar sua mãe, de mais de 60 anos, namorar. O idoso tem de decidir sua própria vida. Ele merece ser respeitado, ou vai ter sua dignidade minada. Também não gosto da tendência de mostrar os velhos como bonzinhos: ninguém fica bom porque envelhece, as pessoas permanecem as mesmas. Seria bom saber que eles têm muito a oferecer com a sua experiência. Na Grécia, por exemplo, havia o conselho de sábios, composto pelos idosos. Na sociedade contemporânea, os velhos devem ter um lugar para passar sua sabedoria.

Que dicas daria para vivenciarem a maturidade da melhor forma possível?

Dra. Dorli - O melhor é aceitar o processo de envelhecimento. É importante saber que se vai morrer: o caminho da velhice leva a isso, que faz parte do processo de vida de todos nós. Mas quando se acredita na espiritualidade, e quando se sabe que cada um tem uma missão na vida, deixamos algo. Usar os aliados da medicina, como o check up, é essencial. Mas também é fundamental cuidar do lado emocional: resgatar o passado, dar novas interpretações, perdoar-se e perdoar os outros - porque as mágoas vão se acumulando. Nas memórias, há alguns trechos que precisam ser esquecidos e perdoados: não dá para carregar tudo. O ideal é elaborar: o que eu tive, o que eu tenho e o que gostaria de ter. E acalentar o desejo de se recriar. O principal é ter sonhos, metas e cultivar relacionamentos significativos.

Quais são os aspectos positivos da maturidade?

Dra. Dorli - Pode ser um momento maravilhoso para rever a vida, não apenas para procurar a cereja do bolo, com um narcisismo exacerbado. Um trabalho terapêutico pode ajudar. Quando nos revemos de verdade, passamos a nos torturar menos. Entramos em conciliação com o que foi possível, deixamos de ter um olhar tão duro que nos aprisiona em metas ideais.

Dra.Dorli Kamkhagi é Coordenadora do Grupo de Gênero do Amadurecimento do Instituto de Psiquiatria, no Hospital das Clínicas de São Paulo.
Atende homens e mulheres com mais de 55 anos, que se reúnem para falar sobre questões da idade e trocar experiências.
A partir da elaboração dos conflitos, muitos conseguem melhorar a auto estima e romper com o passado.

A vida é uma viagem. Cada etapa é linda. (Entrevista)


Quais são as questões que mais afligem os idosos?

Dra. Dorli - A solidão, o medo das perdas e doenças, as transformações físicas, perdas econômicas e a dificuldade de fazer o ajuste entre o que acha de si mesmo e o corpo que efetivamente tem. Há uma imagem idealizada da velhice: quem não é maratonista fica frustrado. Tem gente que luta, mas, para a maioria, é uma fase difícil. A gente envelhece como vive: quem se interessava pela vida aos 50, continua assim aos 80. É só pensar em pessoas como a artista plástica Tomie Ohtake. O ideal é ponderar que não é preciso ser uma bailarina, mas é possível andar.

Como vê a idealização da terceira idade como "a melhor idade"?

Dra. Dorli - A velhice não é a melhor idade, é uma idade. Para algumas pessoas, pode até ser, mas para a maioria quase sempre é doloroso sair do mercado de trabalho. A mulher fica mais à vontade com o ambiente da casa, das amigas, de visitas e do comércio. Ela sempre circulou por esses espaços e tem maior facilidade para buscar cursos e aulas. Já para os homens, é mais difícil admitir que são aposentados. Algumas empresas já estão até fazendo um trabalho de preparo psicológico para a aposentadoria. Uma solução para eles seria refletir sobre se realmente querem se aposentar e, se for esse o caso, o que podem fazer para continuarem produtivos.

A aids está crescendo entre os idosos, assim como o consumo de medicamentos para disfunção erétil. Como está a sexualidade na maturidade?

Dra. Dorli - Medicamentos como o Viagra são bons para os homens, mas as mulheres nem sempre estão na mesma sintonia. A sexualidade é vivida como o canto do cisne, como alguém que diz: eu não posso envelhecer. Mas, geralmente, os homens que perdem a capacidade de gerar dinheiro perdem também a libido. E, muitas vezes, as mulheres jogam isso na cara deles. O casamento vira uma caixa preta: principalmente quando os filhos deixam o lar. Instala-se a chamada síndrome do ninho vazio, o casal deixa de desempenhar os papéis de pais, e hoje muitos se separam com mais de 70 anos.

De fato, as mulheres maduras estão mais joviais. Elas têm vivido plenamente sua sexualidade?

Dra. Dorli - Eu me lembro de uma paciente que ainda manipulava o marido com sexo. Ele estava indo para uma internação no hospital e ela só consentiu ficar com ele porque achava que seria a última vez. Dizia que ele não tinha sido bom com ela... Quem vê aqueles corpos acha que eles não transam, mas sim! Muitas vezes são as meninas com corpos perfeitos que não têm libido. Há muitas mulheres com mais de 70 anos que querem um novo namorado, romance, poder acender velas para fazer amor. Muitas mantêm um brilho forte no olhar e a sensualidade. Antigamente a menopausa decretava a aposentadoria da sexualidade feminina. A mídia está ajudando a desconstruir esse mito: hoje as mulheres maduras estão mais bem cuidadas. É normal ouvir uma mulher de 60 anos falar que sente desejo. Houve um ganho cultural de dez anos: a sensualidade é aceita. Mas o cuidado com a aparência é diferente da necessidade narcisística. É difícil encarar o envelhecimento numa sociedade que supervaloriza a estética. As mulheres fazem um monte de plásticas e acabam sem marcas, sem cara, como num limbo sem idade. Não precisamos tirar todas as marcas: elas têm o seu valor.

No Brasil, existe uma tendência a não se respeitar a opinião do idoso, alguns até os infantilizam...

Dra. Dorli - É perverso. Já tive uma paciente que me perguntou se deveria deixar sua mãe, de mais de 60 anos, namorar. O idoso tem de decidir sua própria vida. Ele merece ser respeitado, ou vai ter sua dignidade minada. Também não gosto da tendência de mostrar os velhos como bonzinhos: ninguém fica bom porque envelhece, as pessoas permanecem as mesmas. Seria bom saber que eles têm muito a oferecer com a sua experiência. Na Grécia, por exemplo, havia o conselho de sábios, composto pelos idosos. Na sociedade contemporânea, os velhos devem ter um lugar para passar sua sabedoria.

Que dicas daria para vivenciarem a maturidade da melhor forma possível?

Dra. Dorli - O melhor é aceitar o processo de envelhecimento. É importante saber que se vai morrer: o caminho da velhice leva a isso, que faz parte do processo de vida de todos nós. Mas quando se acredita na espiritualidade, e quando se sabe que cada um tem uma missão na vida, deixamos algo. Usar os aliados da medicina, como o check up, é essencial. Mas também é fundamental cuidar do lado emocional: resgatar o passado, dar novas interpretações, perdoar-se e perdoar os outros - porque as mágoas vão se acumulando. Nas memórias, há alguns trechos que precisam ser esquecidos e perdoados: não dá para carregar tudo. O ideal é elaborar: o que eu tive, o que eu tenho e o que gostaria de ter. E acalentar o desejo de se recriar. O principal é ter sonhos, metas e cultivar relacionamentos significativos.

Quais são os aspectos positivos da maturidade?

Dra. Dorli - Pode ser um momento maravilhoso para rever a vida, não apenas para procurar a cereja do bolo, com um narcisismo exacerbado. Um trabalho terapêutico pode ajudar. Quando nos revemos de verdade, passamos a nos torturar menos. Entramos em conciliação com o que foi possível, deixamos de ter um olhar tão duro que nos aprisiona em metas ideais.

Dra.Dorli Kamkhagi é Coordenadora do Grupo de Gênero do Amadurecimento do Instituto de Psiquiatria, no Hospital das Clínicas de São Paulo.
Atende homens e mulheres com mais de 55 anos, que se reúnem para falar sobre questões da idade e trocar experiências.
A partir da elaboração dos conflitos, muitos conseguem melhorar a auto estima e romper com o passado.

janeiro 20, 2009

Aos 91, ex-professor vai à USP todos os dias há quase 75 anos


Aluno da 1ª turma de química, Paschoal Senise tem uma sala no instituto.

Com uma memória intocada, Paschoal Senise, 91 anos, ainda se lembra de detalhes dos tempos em que começou a frequentar os bancos do curso de química da então recém-criada Universidade de São Paulo (USP). De aluno, passou a professor e ocupou cargos de direção. Durante quase 75 anos, ele sempre manteve algum vínculo com a instituição e, até hoje, vai todos os dias à sua sala no Instituto de Química, no andar superior do bloco 2.


“A USP é a minha segunda casa”, diz ele, com toda a razão, sobre a universidade que completa 75 anos de existência no próximo domingo (25). Ele tinha 17 anos quando ingressou na universidade. Aposentado há mais de 20 anos, ele atualmente colabora na coordenação de seminários sobre química analítica.


“Pouca gente, naquela época, sabia o que era o trabalho de químico, ao contrário das carreiras mais convencionais, como medicina e direito”, diz, ao explicar o número diminuto de alunos. Ao lado dos colegas de turma, ele foi um dos primeiros que obtiveram o título de doutor pela instituição.


Quando olha para trás, para a época em que começou na área, ele diz ficar espantado. “A diferença para os tempos atuais em termos de progresso tecnológico é surpreendente. Para os profissionais de hoje fica difícil imaginar as dificuldades e limitações de então. Ainda bem que as coisas evoluíram.”

Ele também foi um dos principais responsáveis pela implantação da pós-graduação na instituição e, por 17 anos, exerceu a Coordenação da Câmara de Pós-Graduação (equivalente à atual Pró-Reitoria).

Vejam a matéria completa aqui

Aos 91, ex-professor vai à USP todos os dias há quase 75 anos


Aluno da 1ª turma de química, Paschoal Senise tem uma sala no instituto.

Com uma memória intocada, Paschoal Senise, 91 anos, ainda se lembra de detalhes dos tempos em que começou a frequentar os bancos do curso de química da então recém-criada Universidade de São Paulo (USP). De aluno, passou a professor e ocupou cargos de direção. Durante quase 75 anos, ele sempre manteve algum vínculo com a instituição e, até hoje, vai todos os dias à sua sala no Instituto de Química, no andar superior do bloco 2.


“A USP é a minha segunda casa”, diz ele, com toda a razão, sobre a universidade que completa 75 anos de existência no próximo domingo (25). Ele tinha 17 anos quando ingressou na universidade. Aposentado há mais de 20 anos, ele atualmente colabora na coordenação de seminários sobre química analítica.


“Pouca gente, naquela época, sabia o que era o trabalho de químico, ao contrário das carreiras mais convencionais, como medicina e direito”, diz, ao explicar o número diminuto de alunos. Ao lado dos colegas de turma, ele foi um dos primeiros que obtiveram o título de doutor pela instituição.


Quando olha para trás, para a época em que começou na área, ele diz ficar espantado. “A diferença para os tempos atuais em termos de progresso tecnológico é surpreendente. Para os profissionais de hoje fica difícil imaginar as dificuldades e limitações de então. Ainda bem que as coisas evoluíram.”

Ele também foi um dos principais responsáveis pela implantação da pós-graduação na instituição e, por 17 anos, exerceu a Coordenação da Câmara de Pós-Graduação (equivalente à atual Pró-Reitoria).

Vejam a matéria completa aqui

Escola de Enfermagem da USP abre inscrições para cursos

Clique no link, para saber mais sobre os cursos, você pode também clicar na ficha de incrição e imprimir. Os cursos são de extensão universitária e são pagos.
Escola de Enfermagem da USP - Cultura e Extensão

Informações: (11) 3061-7531 – e-mail: scex@usp.br





Escola de Enfermagem da USP abre inscrições para cursos

Clique no link, para saber mais sobre os cursos, você pode também clicar na ficha de incrição e imprimir. Os cursos são de extensão universitária e são pagos.
Escola de Enfermagem da USP - Cultura e Extensão

Informações: (11) 3061-7531 – e-mail: scex@usp.br





janeiro 11, 2009

Clube A, grupo de lazer e entretenimento para a Terceira Idade, inaugura novas unidades em Osasco e Indianópolis




Clube A, grupo de lazer e entretenimento para a Terceira Idade, é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada pelo Unibanco, que visa promover o convívio e a valorização de pessoas aposentadas, por meio de atividades sociais, lazer e cultura e trabalho solidário.

Atualmente, existem seis unidades do Clube A, distribuídas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. As atividades são gratuitas e para associar-se basta ser aposentado e cliente de alguma das empresas do conglomerado Unibanco.

Neste mês serão inauguradas duas novas unidades do Clube A, uma dentro do Supermercado Wal Mart em Osasco (Av. dos Autonomistas, 1768/1828) e a outra no Wal Mart de Indianópolis (Av. Jabaquara, 2979).

O modelo Clube A, instalado dentro de um shopping center ou de um supermercado, é ideal para o desenvolvimento de todas as atividades voltadas aos aposentados. Além disso, oferece uma infra-estrutura que gera mais conforto e segurança para os associados. Além das atividades diárias, como as caminhadas, as oficinas de arte e aulas de yoga. O Clube A promove atividades sociais, culturais, eventos em datas comemorativas como o Dia da Mulher e Dia dos Idosos, entre muitas outras vantagens para os associados.

As unidades oferecerão, em princípio, aulas de caminhada e alongamento com professores especializados, das 7h30 às 9h. Em Osasco, às segundas e quartas, e em Indianópolis, às terças e quintas. As aulas oferecidas são totalmente grátis e destinadas aos aposentados, ou àqueles que tenham mais de 50 anos.

As inscrições para as atividades devem ser feitas no Núcleo de Atendimento ao Cliente Hipercard, no Supermercado.

Site do Clube A:www.clubea.com.br


Saiba mais:
Informações nos telefones:
Wal Mart Osasco: (11) 2191-7850
Wal Mart Indianópolis: (11) 2191-4550
Site do Clube A:
www.clubea.com.br



Clube A, grupo de lazer e entretenimento para a Terceira Idade, inaugura novas unidades em Osasco e Indianópolis




Clube A, grupo de lazer e entretenimento para a Terceira Idade, é uma associação civil sem fins lucrativos, fundada pelo Unibanco, que visa promover o convívio e a valorização de pessoas aposentadas, por meio de atividades sociais, lazer e cultura e trabalho solidário.

Atualmente, existem seis unidades do Clube A, distribuídas nos estados de São Paulo, Rio de Janeiro e Rio Grande do Sul. As atividades são gratuitas e para associar-se basta ser aposentado e cliente de alguma das empresas do conglomerado Unibanco.

Neste mês serão inauguradas duas novas unidades do Clube A, uma dentro do Supermercado Wal Mart em Osasco (Av. dos Autonomistas, 1768/1828) e a outra no Wal Mart de Indianópolis (Av. Jabaquara, 2979).

O modelo Clube A, instalado dentro de um shopping center ou de um supermercado, é ideal para o desenvolvimento de todas as atividades voltadas aos aposentados. Além disso, oferece uma infra-estrutura que gera mais conforto e segurança para os associados. Além das atividades diárias, como as caminhadas, as oficinas de arte e aulas de yoga. O Clube A promove atividades sociais, culturais, eventos em datas comemorativas como o Dia da Mulher e Dia dos Idosos, entre muitas outras vantagens para os associados.

As unidades oferecerão, em princípio, aulas de caminhada e alongamento com professores especializados, das 7h30 às 9h. Em Osasco, às segundas e quartas, e em Indianópolis, às terças e quintas. As aulas oferecidas são totalmente grátis e destinadas aos aposentados, ou àqueles que tenham mais de 50 anos.

As inscrições para as atividades devem ser feitas no Núcleo de Atendimento ao Cliente Hipercard, no Supermercado.

Site do Clube A:www.clubea.com.br


Saiba mais:
Informações nos telefones:
Wal Mart Osasco: (11) 2191-7850
Wal Mart Indianópolis: (11) 2191-4550
Site do Clube A:
www.clubea.com.br



janeiro 09, 2009

Jardinagem é bom exercício físico

Cuidar das flores e plantas de casa faz bem não apenas para o jardim mas também para a saúde. Pesquisa feita pela Universidade do Estado do Kansas (EUA) sugere que a jardinagem pode ser benéfica como atividade física para pessoas com mais de 65 anos de idade. Para os mais velhos, cuidar de plantas por 30 minutos na maioria dos dias de uma semana equivale a fazer uma atividade física



De acordo com o estudo preliminar, se praticada por pelo menos 30 minutos na maioria dos dias da semana tempo recomendado pelos centros de prevenção e controle de doenças e pela Universidade de Medicina Esportiva dos EUA, a atividade é equivalente ao exercício físico necessário para melhorar o condicionamento físico de idosos.

Por envolver movimentos que exigem força muscular, como cavar buracos e arrancar ervas daninhas, tomar conta de um jardim pode aumentar a densidade de minerais nos ossos, tornando-os mais resistentes.

Para os autores do estudo, do qual participaram 14 voluntários com idades entre 63 e 86 anos, a variedade de atividades implicadas na jardinagem é uma das razões que a tornam atraente.


Fonte: Folha de São Paulo

Jardinagem é bom exercício físico

Cuidar das flores e plantas de casa faz bem não apenas para o jardim mas também para a saúde. Pesquisa feita pela Universidade do Estado do Kansas (EUA) sugere que a jardinagem pode ser benéfica como atividade física para pessoas com mais de 65 anos de idade. Para os mais velhos, cuidar de plantas por 30 minutos na maioria dos dias de uma semana equivale a fazer uma atividade física



De acordo com o estudo preliminar, se praticada por pelo menos 30 minutos na maioria dos dias da semana tempo recomendado pelos centros de prevenção e controle de doenças e pela Universidade de Medicina Esportiva dos EUA, a atividade é equivalente ao exercício físico necessário para melhorar o condicionamento físico de idosos.

Por envolver movimentos que exigem força muscular, como cavar buracos e arrancar ervas daninhas, tomar conta de um jardim pode aumentar a densidade de minerais nos ossos, tornando-os mais resistentes.

Para os autores do estudo, do qual participaram 14 voluntários com idades entre 63 e 86 anos, a variedade de atividades implicadas na jardinagem é uma das razões que a tornam atraente.


Fonte: Folha de São Paulo