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agosto 27, 2009

AIDS - Como a doença afeta a geração Woodstock e do sexo livre, que chega aos 60 anos


LONGEVIDADE
"A depressão é a pior conseqüência que o vírus traz. A Aids é um estado de espírito" (Corina, que já passou dos 60 anos, coordena a Ong Viva a Vida, de apoio aos soropositivos, no Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (HSE).


A geração Woodstock e do sexo livre que chega hoje aos 60 anos se depara com um novo problema: a AIDS. Segundo dados do Ministério da Saúde, o primeiro caso da doença em pessoas com mais de 50 anos foi notificado em 1982. Desde então, até junho de 2008 foram notificados 47.437 casos, representando 9% do total de casos.

Com base nas pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde, a tendência é o aumento do número de soro-positivos que contraem o vírus depois dos 50. É que, nessa faixa-etária, 73,1% ainda fizeram sexo no último ano e não se vêem como um grupo de risco. Por conta disso, abrem mão do preservativo. Para agravar o quadro, os próprios médicos ainda não se preocupam em realizar o teste de HIV naqueles que já passaram dos 50, e o diagnóstico termina chegando, algumas vezes, muito tarde.

O crescimento a um conjunto de fatores, como o aumento na expectativa de vida e o conseqüente prolongamento da atividade sexual, o avanço da ciência na melhora do desempenho sexual (pílulas, próteses de pênis e reposição hormonal) e a aversão à camisinha.
Faltam campanhas de prevenção.

O diagnóstico da Aids na terceira idade é mais difícil, entre outras razões, porque os sintomas são confundidos com doenças típicas do envelhecimento, como fadiga, falta de ar e insônia. Além disso, os médicos não estão atentos para os riscos de infecção nesse público, como explica Jacqueline Menezes.

"As mensagens sobre a sexualidade do idoso deveriam ser mais diretas, simples e explícitas. É preciso acabar com esse tabu", defende. Para Jacqueline, as campanhas deveriam esclarecer que todos precisam fazer o teste e buscar a prevenção, inclusive os que acham que estão fora de risco.

Duas barreiras: tratamento e preconceito

Uma vez descoberto o diagnóstico, os portadores de HIV, muitas vezes, partem para uma fase dolorosa: o tratamento. Jacqueline lembra que o tratamento do HIV se aperfeiçoou muito ao longo dos anos.

Antes, eram necessárias oito cápsulas. Hoje, o paciente toma uma pela manhã e outra à noite. No entanto, nada mudou em termos de efeitos colaterais. Ou seja, a medicação é agressiva e, no caso dos idosos, que muitas vezes tomam outros remédios, há o risco das internações por conta de incompatibilidade entre as drogas. Mesmo assim, Jacqueline afirma que os pacientes com idade avançada são muito disciplinados.

O preconceito dos familiares, diz ela, é outra barreira que os mais velhos enfrentam na luta contra a Aids. "Minha filha ficou sabendo antes de mim e, em um ataque de raiva, falou coisas que não devia. Os familiares atrapalham em muitos casos", acredita. O médico Fernando Ferry diz que o preconceito também vem de outras esferas, como a vizinhança e o trabalho e que é preciso cuidado na busca de cumplicidade, pois nem todos estão preparados para enfrentar um desafio tão grande.


Leia mais:

Os dados do Ministério da Sáude
www.aids.gov.br - Programa Nacional de DST/AIDS
www.aids.org.br - Grupo pela Vida
www.agenciaaids.com.br -
Agência de Notícias da AIDS
www.aidsbrasil.com



Dr. Fernando Ferry - Adjunto VI de Clínica Médica e AIDS da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), exercendo atividade docente e de pesquisa no Hospital Universitário Gaffrée e Guinle - Centro Nacional de Referência em AIDS. Tem experiência na área de Medicina, Especialista Clínica Médica em aids, atuando principalmente nos seguintes temas: tratamento clínico da aids, aids em idosos.
LONGEVIDADE

AIDS - Como a doença afeta a geração Woodstock e do sexo livre, que chega aos 60 anos


LONGEVIDADE
"A depressão é a pior conseqüência que o vírus traz. A Aids é um estado de espírito" (Corina, que já passou dos 60 anos, coordena a Ong Viva a Vida, de apoio aos soropositivos, no Hospital dos Servidores do Estado do Rio de Janeiro (HSE).


A geração Woodstock e do sexo livre que chega hoje aos 60 anos se depara com um novo problema: a AIDS. Segundo dados do Ministério da Saúde, o primeiro caso da doença em pessoas com mais de 50 anos foi notificado em 1982. Desde então, até junho de 2008 foram notificados 47.437 casos, representando 9% do total de casos.

Com base nas pesquisas feitas pelo Ministério da Saúde, a tendência é o aumento do número de soro-positivos que contraem o vírus depois dos 50. É que, nessa faixa-etária, 73,1% ainda fizeram sexo no último ano e não se vêem como um grupo de risco. Por conta disso, abrem mão do preservativo. Para agravar o quadro, os próprios médicos ainda não se preocupam em realizar o teste de HIV naqueles que já passaram dos 50, e o diagnóstico termina chegando, algumas vezes, muito tarde.

O crescimento a um conjunto de fatores, como o aumento na expectativa de vida e o conseqüente prolongamento da atividade sexual, o avanço da ciência na melhora do desempenho sexual (pílulas, próteses de pênis e reposição hormonal) e a aversão à camisinha.
Faltam campanhas de prevenção.

O diagnóstico da Aids na terceira idade é mais difícil, entre outras razões, porque os sintomas são confundidos com doenças típicas do envelhecimento, como fadiga, falta de ar e insônia. Além disso, os médicos não estão atentos para os riscos de infecção nesse público, como explica Jacqueline Menezes.

"As mensagens sobre a sexualidade do idoso deveriam ser mais diretas, simples e explícitas. É preciso acabar com esse tabu", defende. Para Jacqueline, as campanhas deveriam esclarecer que todos precisam fazer o teste e buscar a prevenção, inclusive os que acham que estão fora de risco.

Duas barreiras: tratamento e preconceito

Uma vez descoberto o diagnóstico, os portadores de HIV, muitas vezes, partem para uma fase dolorosa: o tratamento. Jacqueline lembra que o tratamento do HIV se aperfeiçoou muito ao longo dos anos.

Antes, eram necessárias oito cápsulas. Hoje, o paciente toma uma pela manhã e outra à noite. No entanto, nada mudou em termos de efeitos colaterais. Ou seja, a medicação é agressiva e, no caso dos idosos, que muitas vezes tomam outros remédios, há o risco das internações por conta de incompatibilidade entre as drogas. Mesmo assim, Jacqueline afirma que os pacientes com idade avançada são muito disciplinados.

O preconceito dos familiares, diz ela, é outra barreira que os mais velhos enfrentam na luta contra a Aids. "Minha filha ficou sabendo antes de mim e, em um ataque de raiva, falou coisas que não devia. Os familiares atrapalham em muitos casos", acredita. O médico Fernando Ferry diz que o preconceito também vem de outras esferas, como a vizinhança e o trabalho e que é preciso cuidado na busca de cumplicidade, pois nem todos estão preparados para enfrentar um desafio tão grande.


Leia mais:

Os dados do Ministério da Sáude
www.aids.gov.br - Programa Nacional de DST/AIDS
www.aids.org.br - Grupo pela Vida
www.agenciaaids.com.br -
Agência de Notícias da AIDS
www.aidsbrasil.com



Dr. Fernando Ferry - Adjunto VI de Clínica Médica e AIDS da Universidade Federal do Estado do Rio de Janeiro (UNIRIO), exercendo atividade docente e de pesquisa no Hospital Universitário Gaffrée e Guinle - Centro Nacional de Referência em AIDS. Tem experiência na área de Medicina, Especialista Clínica Médica em aids, atuando principalmente nos seguintes temas: tratamento clínico da aids, aids em idosos.
LONGEVIDADE

junho 20, 2009

Cadê a camisinha?

LONGEVIDADE
Adultos com mais de 50 anos usam menos o preservativo que jovens de 15 a 24 anos

Faça o que digo, mas não faça o que eu faço. A velha máxima pode se encaixar direitinho no comportamento sexual de jovens e adultos brasileiros, no quesito prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Segundo o Ministério da Saúde,jovens de 15 a 24 anos usam mais preservativo nas relações sexuais do que a turma acima dos 50 anos.

Os dados fazem parte da Pesquisa sobre Comportamento, Atitudes e Práticas Relacionadas às DST e Aids na População Brasileira de 15 a 64 anos, um levantamento realizado em todas as regiões do Brasil, com base em depoimentos de 8 mil pessoas.

O documento diz que o grupo de 15 a 24 anos de idade costuma usar mais o preservativo tanto nas relações consideradas casuais como nas relações com parceiros considerados fixos.

Enquanto os jovens alcançaram índices de 68% de uso de preservativo na última relação casual, apenas 38% dos que têm mais de 50 anos adotaram o cuidado. Nas relações com parceiros fixos, apenas 30.7% dos jovens são precavidos. Mas o percentual cai para 10% na faixa etária acima dos 50 anos.

A pesquisa mostra, também, a origem dos relacionamentos. Jovens usam a internet para conhecer parceiros, por exemplo, com mais frequência que os adultos. Mas na comparação entre a quantidade de relações sexuais, as duas faixas estão emparelhadas. Um empate quase técnico: 67% de moças e rapazes de 15 a 24 anos, e 66% de senhores e senhoras de 50 a 64 anos fizeram sexo nos últimos doze meses.
Se o sexo é bom em qualquer faixa etária, falta apenas a prevenção adequada.

Fonte: Folha de São Paulo
LONGEVIDADE

Cadê a camisinha?

LONGEVIDADE
Adultos com mais de 50 anos usam menos o preservativo que jovens de 15 a 24 anos

Faça o que digo, mas não faça o que eu faço. A velha máxima pode se encaixar direitinho no comportamento sexual de jovens e adultos brasileiros, no quesito prevenção de doenças sexualmente transmissíveis. Segundo o Ministério da Saúde,jovens de 15 a 24 anos usam mais preservativo nas relações sexuais do que a turma acima dos 50 anos.

Os dados fazem parte da Pesquisa sobre Comportamento, Atitudes e Práticas Relacionadas às DST e Aids na População Brasileira de 15 a 64 anos, um levantamento realizado em todas as regiões do Brasil, com base em depoimentos de 8 mil pessoas.

O documento diz que o grupo de 15 a 24 anos de idade costuma usar mais o preservativo tanto nas relações consideradas casuais como nas relações com parceiros considerados fixos.

Enquanto os jovens alcançaram índices de 68% de uso de preservativo na última relação casual, apenas 38% dos que têm mais de 50 anos adotaram o cuidado. Nas relações com parceiros fixos, apenas 30.7% dos jovens são precavidos. Mas o percentual cai para 10% na faixa etária acima dos 50 anos.

A pesquisa mostra, também, a origem dos relacionamentos. Jovens usam a internet para conhecer parceiros, por exemplo, com mais frequência que os adultos. Mas na comparação entre a quantidade de relações sexuais, as duas faixas estão emparelhadas. Um empate quase técnico: 67% de moças e rapazes de 15 a 24 anos, e 66% de senhores e senhoras de 50 a 64 anos fizeram sexo nos últimos doze meses.
Se o sexo é bom em qualquer faixa etária, falta apenas a prevenção adequada.

Fonte: Folha de São Paulo
LONGEVIDADE

fevereiro 14, 2009

‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’




O número de mulheres com mais de 50 anos infectadas pelo vírus da Aids triplicou em dez anos no Brasil. Em 1996, havia 3,7 casos para cada 100 mil habitantes; em 2006, a proporção chegou a 11,6 por 100 mil. Entre todas as faixas etárias, foi nessa que a doença mais cresceu ao longo do período: 213,5%.

Para reverter esse quadro, o ministério elegeu as mulheres com mais de 50 como alvo da campanha de prevenção da Aids lançada neste Carnaval. Por meio de anúncios na TV e no rádio, outdoors, panfletos etc, o governo divulgará o ‘‘Bloco da Mulher Madura’’, cujo slogan é: ‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’.

‘‘A pesquisa indica que essas mulheres sabem como a Aids é transmitida, mas não usam camisinha porque se consideram imunes à doença e nunca tiveram o hábito’’, disse Mariângela Simão, diretora do programa nacional de DST/Aids. ‘‘Elas também reclamam que têm menos lubrificação vaginal e que isso prejudica a relação, especialmente com camisinha. Mas basta usar lubrificante’’.

Assim como os preservativos, o gel lubrificante também é distribuído gratuitamente. ‘‘A pesquisa mostra que o homem é quem decide se usa camisinha ou não. A mulher deve perder a vergonha de exigir proteção’’,as mulheres também costumam achar que, por se relacionarem só com o marido, não correm risco de contrair a doença, o que não verdadeiro.

A advogada Beatriz Pacheco, 60, é um exemplo. O segundo marido dela, vítima de cirrose hepática, fez várias transfusões de sangue antes de morrer, em 1992. Ela se casou de novo em 1995 e, um ano depois, começou a ter doenças de pele. Em março de 1997, ela descobriu que estava com Aids. Embora não usasse camisinha com o então marido, ele não contraiu o vírus. ‘‘Tive medo de ser abandonada, mas ele disse que aprenderíamos a usar camisinha. Na farmácia, as pessoas riam ao ver a gente escolhendo camisinha’’, conta ela.

Segundo Jean Gorinchteyn, coordenador do ambulatório de Aids em idosos do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo, os idosos costumam ter resultados melhores no tratamento, pois o seguem à risca.

Ministério da Saúde


‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’




O número de mulheres com mais de 50 anos infectadas pelo vírus da Aids triplicou em dez anos no Brasil. Em 1996, havia 3,7 casos para cada 100 mil habitantes; em 2006, a proporção chegou a 11,6 por 100 mil. Entre todas as faixas etárias, foi nessa que a doença mais cresceu ao longo do período: 213,5%.

Para reverter esse quadro, o ministério elegeu as mulheres com mais de 50 como alvo da campanha de prevenção da Aids lançada neste Carnaval. Por meio de anúncios na TV e no rádio, outdoors, panfletos etc, o governo divulgará o ‘‘Bloco da Mulher Madura’’, cujo slogan é: ‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’.

‘‘A pesquisa indica que essas mulheres sabem como a Aids é transmitida, mas não usam camisinha porque se consideram imunes à doença e nunca tiveram o hábito’’, disse Mariângela Simão, diretora do programa nacional de DST/Aids. ‘‘Elas também reclamam que têm menos lubrificação vaginal e que isso prejudica a relação, especialmente com camisinha. Mas basta usar lubrificante’’.

Assim como os preservativos, o gel lubrificante também é distribuído gratuitamente. ‘‘A pesquisa mostra que o homem é quem decide se usa camisinha ou não. A mulher deve perder a vergonha de exigir proteção’’,as mulheres também costumam achar que, por se relacionarem só com o marido, não correm risco de contrair a doença, o que não verdadeiro.

A advogada Beatriz Pacheco, 60, é um exemplo. O segundo marido dela, vítima de cirrose hepática, fez várias transfusões de sangue antes de morrer, em 1992. Ela se casou de novo em 1995 e, um ano depois, começou a ter doenças de pele. Em março de 1997, ela descobriu que estava com Aids. Embora não usasse camisinha com o então marido, ele não contraiu o vírus. ‘‘Tive medo de ser abandonada, mas ele disse que aprenderíamos a usar camisinha. Na farmácia, as pessoas riam ao ver a gente escolhendo camisinha’’, conta ela.

Segundo Jean Gorinchteyn, coordenador do ambulatório de Aids em idosos do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo, os idosos costumam ter resultados melhores no tratamento, pois o seguem à risca.

Ministério da Saúde


‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’




O número de mulheres com mais de 50 anos infectadas pelo vírus da Aids triplicou em dez anos no Brasil. Em 1996, havia 3,7 casos para cada 100 mil habitantes; em 2006, a proporção chegou a 11,6 por 100 mil. Entre todas as faixas etárias, foi nessa que a doença mais cresceu ao longo do período: 213,5%.

Para reverter esse quadro, o ministério elegeu as mulheres com mais de 50 como alvo da campanha de prevenção da Aids lançada neste Carnaval. Por meio de anúncios na TV e no rádio, outdoors, panfletos etc, o governo divulgará o ‘‘Bloco da Mulher Madura’’, cujo slogan é: ‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’.

‘‘A pesquisa indica que essas mulheres sabem como a Aids é transmitida, mas não usam camisinha porque se consideram imunes à doença e nunca tiveram o hábito’’, disse Mariângela Simão, diretora do programa nacional de DST/Aids. ‘‘Elas também reclamam que têm menos lubrificação vaginal e que isso prejudica a relação, especialmente com camisinha. Mas basta usar lubrificante’’.

Assim como os preservativos, o gel lubrificante também é distribuído gratuitamente. ‘‘A pesquisa mostra que o homem é quem decide se usa camisinha ou não. A mulher deve perder a vergonha de exigir proteção’’,as mulheres também costumam achar que, por se relacionarem só com o marido, não correm risco de contrair a doença, o que não verdadeiro.

A advogada Beatriz Pacheco, 60, é um exemplo. O segundo marido dela, vítima de cirrose hepática, fez várias transfusões de sangue antes de morrer, em 1992. Ela se casou de novo em 1995 e, um ano depois, começou a ter doenças de pele. Em março de 1997, ela descobriu que estava com Aids. Embora não usasse camisinha com o então marido, ele não contraiu o vírus. ‘‘Tive medo de ser abandonada, mas ele disse que aprenderíamos a usar camisinha. Na farmácia, as pessoas riam ao ver a gente escolhendo camisinha’’, conta ela.

Segundo Jean Gorinchteyn, coordenador do ambulatório de Aids em idosos do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo, os idosos costumam ter resultados melhores no tratamento, pois o seguem à risca.

Ministério da Saúde


‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’




O número de mulheres com mais de 50 anos infectadas pelo vírus da Aids triplicou em dez anos no Brasil. Em 1996, havia 3,7 casos para cada 100 mil habitantes; em 2006, a proporção chegou a 11,6 por 100 mil. Entre todas as faixas etárias, foi nessa que a doença mais cresceu ao longo do período: 213,5%.

Para reverter esse quadro, o ministério elegeu as mulheres com mais de 50 como alvo da campanha de prevenção da Aids lançada neste Carnaval. Por meio de anúncios na TV e no rádio, outdoors, panfletos etc, o governo divulgará o ‘‘Bloco da Mulher Madura’’, cujo slogan é: ‘‘Sexo não tem idade para acabar; proteção também não’’.

‘‘A pesquisa indica que essas mulheres sabem como a Aids é transmitida, mas não usam camisinha porque se consideram imunes à doença e nunca tiveram o hábito’’, disse Mariângela Simão, diretora do programa nacional de DST/Aids. ‘‘Elas também reclamam que têm menos lubrificação vaginal e que isso prejudica a relação, especialmente com camisinha. Mas basta usar lubrificante’’.

Assim como os preservativos, o gel lubrificante também é distribuído gratuitamente. ‘‘A pesquisa mostra que o homem é quem decide se usa camisinha ou não. A mulher deve perder a vergonha de exigir proteção’’,as mulheres também costumam achar que, por se relacionarem só com o marido, não correm risco de contrair a doença, o que não verdadeiro.

A advogada Beatriz Pacheco, 60, é um exemplo. O segundo marido dela, vítima de cirrose hepática, fez várias transfusões de sangue antes de morrer, em 1992. Ela se casou de novo em 1995 e, um ano depois, começou a ter doenças de pele. Em março de 1997, ela descobriu que estava com Aids. Embora não usasse camisinha com o então marido, ele não contraiu o vírus. ‘‘Tive medo de ser abandonada, mas ele disse que aprenderíamos a usar camisinha. Na farmácia, as pessoas riam ao ver a gente escolhendo camisinha’’, conta ela.

Segundo Jean Gorinchteyn, coordenador do ambulatório de Aids em idosos do Instituto de Infectologia Emílio Ribas, de São Paulo, os idosos costumam ter resultados melhores no tratamento, pois o seguem à risca.

Ministério da Saúde


dezembro 01, 2008

Sexo é melhor do que se imagina



Amigos,

O dia 01 de dezembro, é o dia mundial de combate a AIDS, no dia 26 novembro, falamos aqui no blog, sobre o assunto, especificamente sobre o aumento de casos nas pessoas maiores de 50 anos.
O post de hoje, vai informar os benefícios que uma vida sexual ativa pode nos oferecer.
Abraços, e não deixem de se preservar das DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) usando camisinha sempre.






Informações extraidas de uma matéria do site Saber Mulher


Um estudo realizado no Hospital Real de Edimburgo, na Escócia, demonstrou que uma vida sexual ativa pode ajudar a viver mais. Os pesquisadores afirmam que, além de o sexo retardar o processo de envelhecimento, sentir-se segura em uma relação estimula sentimentos de felicidade, que por sua vez podem levar a uma saúde melhor e uma aparência mais jovem.

Outros estudos mostram que praticar sexo pode:

• Reduzir o risco de doenças do coração - Ter relações freqüentes corta o risco de infarto ou derrame (AVC) pela metade. Embora essa descoberta valha para os homens, as mulheres também são beneficiadas, apesar de os resultados não serem tão claros na percentagem;
• Ajudar com a boa forma geral - Os batimentos cardíacos, em uma pessoa excitada, sobem de 70 para 150 por minuto, os mesmos de uma pessoa se exercitando. As contrações musculares durante uma relação sexual trabalham a pélvis, coxas, glúteos, braços e tórax. Sexo também aumenta a produção de testosterona, que contribui para ossos e músculos mais fortes;
• Nos fazer sorrir – As endorfinas liberadas imediatamente após o orgasmo contribuem para a sensação de bem-estar;
• Aumentar a imunidade – Pessoas que fazem sexo uma ou duas vezes por semana mostraram ter maiores taxas de imunoglobulina, um conhecido incentivador do sistema imunológico;
• Deixar a pele bonita - O prazer aumenta a produção de estrógeno, o hormônio sexual feminino, que melhora a irrigação da pele e a deixa mais brilhante, lisa e macia. Unhas e cabelos também são beneficiados.


Sexo é melhor do que se imagina



Amigos,

O dia 01 de dezembro, é o dia mundial de combate a AIDS, no dia 26 novembro, falamos aqui no blog, sobre o assunto, especificamente sobre o aumento de casos nas pessoas maiores de 50 anos.
O post de hoje, vai informar os benefícios que uma vida sexual ativa pode nos oferecer.
Abraços, e não deixem de se preservar das DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) usando camisinha sempre.






Informações extraidas de uma matéria do site Saber Mulher


Um estudo realizado no Hospital Real de Edimburgo, na Escócia, demonstrou que uma vida sexual ativa pode ajudar a viver mais. Os pesquisadores afirmam que, além de o sexo retardar o processo de envelhecimento, sentir-se segura em uma relação estimula sentimentos de felicidade, que por sua vez podem levar a uma saúde melhor e uma aparência mais jovem.

Outros estudos mostram que praticar sexo pode:

• Reduzir o risco de doenças do coração - Ter relações freqüentes corta o risco de infarto ou derrame (AVC) pela metade. Embora essa descoberta valha para os homens, as mulheres também são beneficiadas, apesar de os resultados não serem tão claros na percentagem;
• Ajudar com a boa forma geral - Os batimentos cardíacos, em uma pessoa excitada, sobem de 70 para 150 por minuto, os mesmos de uma pessoa se exercitando. As contrações musculares durante uma relação sexual trabalham a pélvis, coxas, glúteos, braços e tórax. Sexo também aumenta a produção de testosterona, que contribui para ossos e músculos mais fortes;
• Nos fazer sorrir – As endorfinas liberadas imediatamente após o orgasmo contribuem para a sensação de bem-estar;
• Aumentar a imunidade – Pessoas que fazem sexo uma ou duas vezes por semana mostraram ter maiores taxas de imunoglobulina, um conhecido incentivador do sistema imunológico;
• Deixar a pele bonita - O prazer aumenta a produção de estrógeno, o hormônio sexual feminino, que melhora a irrigação da pele e a deixa mais brilhante, lisa e macia. Unhas e cabelos também são beneficiados.


Sexo é melhor do que se imagina



Amigos,

O dia 01 de dezembro, é o dia mundial de combate a AIDS, no dia 26 novembro, falamos aqui no blog, sobre o assunto, especificamente sobre o aumento de casos nas pessoas maiores de 50 anos.
O post de hoje, vai informar os benefícios que uma vida sexual ativa pode nos oferecer.
Abraços, e não deixem de se preservar das DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) usando camisinha sempre.






Informações extraidas de uma matéria do site Saber Mulher


Um estudo realizado no Hospital Real de Edimburgo, na Escócia, demonstrou que uma vida sexual ativa pode ajudar a viver mais. Os pesquisadores afirmam que, além de o sexo retardar o processo de envelhecimento, sentir-se segura em uma relação estimula sentimentos de felicidade, que por sua vez podem levar a uma saúde melhor e uma aparência mais jovem.

Outros estudos mostram que praticar sexo pode:

• Reduzir o risco de doenças do coração - Ter relações freqüentes corta o risco de infarto ou derrame (AVC) pela metade. Embora essa descoberta valha para os homens, as mulheres também são beneficiadas, apesar de os resultados não serem tão claros na percentagem;
• Ajudar com a boa forma geral - Os batimentos cardíacos, em uma pessoa excitada, sobem de 70 para 150 por minuto, os mesmos de uma pessoa se exercitando. As contrações musculares durante uma relação sexual trabalham a pélvis, coxas, glúteos, braços e tórax. Sexo também aumenta a produção de testosterona, que contribui para ossos e músculos mais fortes;
• Nos fazer sorrir – As endorfinas liberadas imediatamente após o orgasmo contribuem para a sensação de bem-estar;
• Aumentar a imunidade – Pessoas que fazem sexo uma ou duas vezes por semana mostraram ter maiores taxas de imunoglobulina, um conhecido incentivador do sistema imunológico;
• Deixar a pele bonita - O prazer aumenta a produção de estrógeno, o hormônio sexual feminino, que melhora a irrigação da pele e a deixa mais brilhante, lisa e macia. Unhas e cabelos também são beneficiados.


Sexo é melhor do que se imagina



Amigos,

O dia 01 de dezembro, é o dia mundial de combate a AIDS, no dia 26 novembro, falamos aqui no blog, sobre o assunto, especificamente sobre o aumento de casos nas pessoas maiores de 50 anos.
O post de hoje, vai informar os benefícios que uma vida sexual ativa pode nos oferecer.
Abraços, e não deixem de se preservar das DST (Doenças Sexualmente Transmissíveis) usando camisinha sempre.






Informações extraidas de uma matéria do site Saber Mulher


Um estudo realizado no Hospital Real de Edimburgo, na Escócia, demonstrou que uma vida sexual ativa pode ajudar a viver mais. Os pesquisadores afirmam que, além de o sexo retardar o processo de envelhecimento, sentir-se segura em uma relação estimula sentimentos de felicidade, que por sua vez podem levar a uma saúde melhor e uma aparência mais jovem.

Outros estudos mostram que praticar sexo pode:

• Reduzir o risco de doenças do coração - Ter relações freqüentes corta o risco de infarto ou derrame (AVC) pela metade. Embora essa descoberta valha para os homens, as mulheres também são beneficiadas, apesar de os resultados não serem tão claros na percentagem;
• Ajudar com a boa forma geral - Os batimentos cardíacos, em uma pessoa excitada, sobem de 70 para 150 por minuto, os mesmos de uma pessoa se exercitando. As contrações musculares durante uma relação sexual trabalham a pélvis, coxas, glúteos, braços e tórax. Sexo também aumenta a produção de testosterona, que contribui para ossos e músculos mais fortes;
• Nos fazer sorrir – As endorfinas liberadas imediatamente após o orgasmo contribuem para a sensação de bem-estar;
• Aumentar a imunidade – Pessoas que fazem sexo uma ou duas vezes por semana mostraram ter maiores taxas de imunoglobulina, um conhecido incentivador do sistema imunológico;
• Deixar a pele bonita - O prazer aumenta a produção de estrógeno, o hormônio sexual feminino, que melhora a irrigação da pele e a deixa mais brilhante, lisa e macia. Unhas e cabelos também são beneficiados.


novembro 26, 2008

Sistema Imunológico SEM AIDS E COM AIDS ( 3 )

SISTEMA IMUNOLÓGICO (clique na imagem para ampliá-la)





Imagem: Andrews & Bola

Sistema Imunológico SEM AIDS E COM AIDS ( 3 )

SISTEMA IMUNOLÓGICO (clique na imagem para ampliá-la)





Imagem: Andrews & Bola

Sistema Imunológico SEM AIDS E COM AIDS ( 3 )

SISTEMA IMUNOLÓGICO (clique na imagem para ampliá-la)





Imagem: Andrews & Bola

Sistema Imunológico SEM AIDS E COM AIDS ( 3 )

SISTEMA IMUNOLÓGICO (clique na imagem para ampliá-la)





Imagem: Andrews & Bola

AIDS ( 2 )

A AIDS é uma doença que se manifesta após a infecção do organismo humano pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, mais conhecido como HIV. Esta sigla é proveniente do inglês - Human Immunodeficiency Virus.

Também do inglês deriva a sigla AIDS, Acquired Immune Deficiency Syndrome, que em português quer dizer Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

O HIV destrói os linfócitos - células responsáveis pela defesa do nosso organismo, tornando a pessoa vulnerável a outras infecções e doenças oportunistas, chamadas assim por surgirem nos momentos em que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido.

O HIV dirige seu ataque contra os CD4 e os macógrafos, destruindo-os. O corpo reage, produzindo anticorpos anti-HIV e fabricando mais linfócitos CD4. Em geral, o sistema imunitário continua a funcionar bem durante vários anos após a infecção pelo HIV. Nessa fase chamada de "assintomática" (sem sintomas), a pessoa não apresenta nenhum sinal visível da doença. Entretanto, no decorrer desse período, o vírus se multiplica muito intensamente e um grande número de linfócitos CD4 é destruído a cada dia.

O uso de preservativos torna-se cada vez mais necessário, sobretudo com a disseminação de HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis (DSTs).

Veja abaixo, uma imagem que mostra de forma muito simples, o funcionamento do nosso sistema imunológico, com e sem AIDS

AIDS ( 2 )

A AIDS é uma doença que se manifesta após a infecção do organismo humano pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, mais conhecido como HIV. Esta sigla é proveniente do inglês - Human Immunodeficiency Virus.

Também do inglês deriva a sigla AIDS, Acquired Immune Deficiency Syndrome, que em português quer dizer Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

O HIV destrói os linfócitos - células responsáveis pela defesa do nosso organismo, tornando a pessoa vulnerável a outras infecções e doenças oportunistas, chamadas assim por surgirem nos momentos em que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido.

O HIV dirige seu ataque contra os CD4 e os macógrafos, destruindo-os. O corpo reage, produzindo anticorpos anti-HIV e fabricando mais linfócitos CD4. Em geral, o sistema imunitário continua a funcionar bem durante vários anos após a infecção pelo HIV. Nessa fase chamada de "assintomática" (sem sintomas), a pessoa não apresenta nenhum sinal visível da doença. Entretanto, no decorrer desse período, o vírus se multiplica muito intensamente e um grande número de linfócitos CD4 é destruído a cada dia.

O uso de preservativos torna-se cada vez mais necessário, sobretudo com a disseminação de HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis (DSTs).

Veja abaixo, uma imagem que mostra de forma muito simples, o funcionamento do nosso sistema imunológico, com e sem AIDS

AIDS ( 2 )

A AIDS é uma doença que se manifesta após a infecção do organismo humano pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, mais conhecido como HIV. Esta sigla é proveniente do inglês - Human Immunodeficiency Virus.

Também do inglês deriva a sigla AIDS, Acquired Immune Deficiency Syndrome, que em português quer dizer Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

O HIV destrói os linfócitos - células responsáveis pela defesa do nosso organismo, tornando a pessoa vulnerável a outras infecções e doenças oportunistas, chamadas assim por surgirem nos momentos em que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido.

O HIV dirige seu ataque contra os CD4 e os macógrafos, destruindo-os. O corpo reage, produzindo anticorpos anti-HIV e fabricando mais linfócitos CD4. Em geral, o sistema imunitário continua a funcionar bem durante vários anos após a infecção pelo HIV. Nessa fase chamada de "assintomática" (sem sintomas), a pessoa não apresenta nenhum sinal visível da doença. Entretanto, no decorrer desse período, o vírus se multiplica muito intensamente e um grande número de linfócitos CD4 é destruído a cada dia.

O uso de preservativos torna-se cada vez mais necessário, sobretudo com a disseminação de HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis (DSTs).

Veja abaixo, uma imagem que mostra de forma muito simples, o funcionamento do nosso sistema imunológico, com e sem AIDS

AIDS ( 2 )

A AIDS é uma doença que se manifesta após a infecção do organismo humano pelo Vírus da Imunodeficiência Humana, mais conhecido como HIV. Esta sigla é proveniente do inglês - Human Immunodeficiency Virus.

Também do inglês deriva a sigla AIDS, Acquired Immune Deficiency Syndrome, que em português quer dizer Síndrome da Imunodeficiência Adquirida.

O HIV destrói os linfócitos - células responsáveis pela defesa do nosso organismo, tornando a pessoa vulnerável a outras infecções e doenças oportunistas, chamadas assim por surgirem nos momentos em que o sistema imunológico do indivíduo está enfraquecido.

O HIV dirige seu ataque contra os CD4 e os macógrafos, destruindo-os. O corpo reage, produzindo anticorpos anti-HIV e fabricando mais linfócitos CD4. Em geral, o sistema imunitário continua a funcionar bem durante vários anos após a infecção pelo HIV. Nessa fase chamada de "assintomática" (sem sintomas), a pessoa não apresenta nenhum sinal visível da doença. Entretanto, no decorrer desse período, o vírus se multiplica muito intensamente e um grande número de linfócitos CD4 é destruído a cada dia.

O uso de preservativos torna-se cada vez mais necessário, sobretudo com a disseminação de HIV/AIDS e outras infecções sexualmente transmissíveis (DSTs).

Veja abaixo, uma imagem que mostra de forma muito simples, o funcionamento do nosso sistema imunológico, com e sem AIDS